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Muitos maridos se empenham bem as esposas, ficando atentos gentileza que é preciso haver nas relações. , infelizmente, nem sempre conseguem satisfeitas.
As lacunas devem ser preenchidas, na ordem em que se apresentam, considerando a norma-padrão da língua portuguesa, por:
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Leia a tirinha para responder à questão.

Na resposta que a mulher dá à amiga, no 1º quadrinho − Bem! Ontem fiz a primeira refeição do meu marido! −, as palavras destacadas estabelecem, na ordem em que se apresentam, sentido de
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Leia a tirinha para responder à questão.

De acordo com a leitura da tirinha, é correto afirmar que
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A concordância entre as palavras obedece à norma-padrão da língua portuguesa em:
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Assinale a alternativa em que a pontuação está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Leia o texto para responder à questão.
Vida de casado
Falam tanto sobre a vida de casado. Afirmam que é destino da intimidade abrir passagem para a indelicadeza, que a disponibilidade afasta o desejo, e a convivência mina o afeto. São fartos os exemplos dos que vivem juntos apenas se tolerando.
Quando ouvia as piadas grosseiras sobre casamento e essa conversa de que, para acabar com o amor, basta casar- -se, dona Aurora, indignada, tomava a palavra dizendo: − Quanta bobagem! Porque foi assim com dez, não quer dizer que vá ser com onze. Eu e Antônio estamos casados há vinte e seis anos. Nem sempre é bom, nem sempre é ruim. Aceito e rejeito, mas não vou tirar da minha vida esse amor que pertence a lugares em mim em que não mando mais. Não quero viver sem Antônio, me caso todos os dias com ele, acordo e caso, depois faço o café. Tem dia que é chato de doer! Depois melhora e a gente vai assim caminhando.
O fato é que não tem estrada aberta, continuava dona Aurora, aconselhando a neta: − Repare no que gosta de Venâncio e no que não gosta. E nunca se iluda. Dá muito trabalho não deixar o cotidiano devorar a alegria de ficar junto. E o que você fizer, minha neta, saiba que vai poder desfazer.
(Carla Madeira. Tudo é rio. Rio de Janeiro: Editora Record, 2022. Adaptado)
No trecho do 1º parágrafo − São fartos os exemplos dos que vivem juntos apenas se tolerando. −, os dois verbos destacados estão no tempo presente. Passando-os para o tempo futuro, na ordem em que se apresentam, têm-se:
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Vida de casado
Falam tanto sobre a vida de casado. Afirmam que é destino da intimidade abrir passagem para a indelicadeza, que a disponibilidade afasta o desejo, e a convivência mina o afeto. São fartos os exemplos dos que vivem juntos apenas se tolerando.
Quando ouvia as piadas grosseiras sobre casamento e essa conversa de que, para acabar com o amor, basta casar- -se, dona Aurora, indignada, tomava a palavra dizendo: − Quanta bobagem! Porque foi assim com dez, não quer dizer que vá ser com onze. Eu e Antônio estamos casados há vinte e seis anos. Nem sempre é bom, nem sempre é ruim. Aceito e rejeito, mas não vou tirar da minha vida esse amor que pertence a lugares em mim em que não mando mais. Não quero viver sem Antônio, me caso todos os dias com ele, acordo e caso, depois faço o café. Tem dia que é chato de doer! Depois melhora e a gente vai assim caminhando.
O fato é que não tem estrada aberta, continuava dona Aurora, aconselhando a neta: − Repare no que gosta de Venâncio e no que não gosta. E nunca se iluda. Dá muito trabalho não deixar o cotidiano devorar a alegria de ficar junto. E o que você fizer, minha neta, saiba que vai poder desfazer.
(Carla Madeira. Tudo é rio. Rio de Janeiro: Editora Record, 2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que há palavra empregada com sentido figurado.
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Vida de casado
Falam tanto sobre a vida de casado. Afirmam que é destino da intimidade abrir passagem para a indelicadeza, que a disponibilidade afasta o desejo, e a convivência mina o afeto. São fartos os exemplos dos que vivem juntos apenas se tolerando.
Quando ouvia as piadas grosseiras sobre casamento e essa conversa de que, para acabar com o amor, basta casar- -se, dona Aurora, indignada, tomava a palavra dizendo: − Quanta bobagem! Porque foi assim com dez, não quer dizer que vá ser com onze. Eu e Antônio estamos casados há vinte e seis anos. Nem sempre é bom, nem sempre é ruim. Aceito e rejeito, mas não vou tirar da minha vida esse amor que pertence a lugares em mim em que não mando mais. Não quero viver sem Antônio, me caso todos os dias com ele, acordo e caso, depois faço o café. Tem dia que é chato de doer! Depois melhora e a gente vai assim caminhando.
O fato é que não tem estrada aberta, continuava dona Aurora, aconselhando a neta: − Repare no que gosta de Venâncio e no que não gosta. E nunca se iluda. Dá muito trabalho não deixar o cotidiano devorar a alegria de ficar junto. E o que você fizer, minha neta, saiba que vai poder desfazer.
(Carla Madeira. Tudo é rio. Rio de Janeiro: Editora Record, 2022. Adaptado)
No trecho do 2º parágrafo − Quando ouvia as piadas grosseiras sobre casamento e essa conversa de que, para acabar com o amor, basta casar-se, dona Aurora, indignada, tomava a palavra dizendo..., − as palavras destacadas podem ser substituídas, sem alteração de sentido e na ordem em que se apresentam, por
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Leia o texto para responder à questão.
Vida de casado
Falam tanto sobre a vida de casado. Afirmam que é destino da intimidade abrir passagem para a indelicadeza, que a disponibilidade afasta o desejo, e a convivência mina o afeto. São fartos os exemplos dos que vivem juntos apenas se tolerando.
Quando ouvia as piadas grosseiras sobre casamento e essa conversa de que, para acabar com o amor, basta casar- -se, dona Aurora, indignada, tomava a palavra dizendo: − Quanta bobagem! Porque foi assim com dez, não quer dizer que vá ser com onze. Eu e Antônio estamos casados há vinte e seis anos. Nem sempre é bom, nem sempre é ruim. Aceito e rejeito, mas não vou tirar da minha vida esse amor que pertence a lugares em mim em que não mando mais. Não quero viver sem Antônio, me caso todos os dias com ele, acordo e caso, depois faço o café. Tem dia que é chato de doer! Depois melhora e a gente vai assim caminhando.
O fato é que não tem estrada aberta, continuava dona Aurora, aconselhando a neta: − Repare no que gosta de Venâncio e no que não gosta. E nunca se iluda. Dá muito trabalho não deixar o cotidiano devorar a alegria de ficar junto. E o que você fizer, minha neta, saiba que vai poder desfazer.
(Carla Madeira. Tudo é rio. Rio de Janeiro: Editora Record, 2022. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto o entendimento de que dona Aurora
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Leia o texto para responder à questão.
Vida de casado
Falam tanto sobre a vida de casado. Afirmam que é destino da intimidade abrir passagem para a indelicadeza, que a disponibilidade afasta o desejo, e a convivência mina o afeto. São fartos os exemplos dos que vivem juntos apenas se tolerando.
Quando ouvia as piadas grosseiras sobre casamento e essa conversa de que, para acabar com o amor, basta casar- -se, dona Aurora, indignada, tomava a palavra dizendo: − Quanta bobagem! Porque foi assim com dez, não quer dizer que vá ser com onze. Eu e Antônio estamos casados há vinte e seis anos. Nem sempre é bom, nem sempre é ruim. Aceito e rejeito, mas não vou tirar da minha vida esse amor que pertence a lugares em mim em que não mando mais. Não quero viver sem Antônio, me caso todos os dias com ele, acordo e caso, depois faço o café. Tem dia que é chato de doer! Depois melhora e a gente vai assim caminhando.
O fato é que não tem estrada aberta, continuava dona Aurora, aconselhando a neta: − Repare no que gosta de Venâncio e no que não gosta. E nunca se iluda. Dá muito trabalho não deixar o cotidiano devorar a alegria de ficar junto. E o que você fizer, minha neta, saiba que vai poder desfazer.
(Carla Madeira. Tudo é rio. Rio de Janeiro: Editora Record, 2022. Adaptado)
A leitura do primeiro parágrafo permite afirmar que
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