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Atente às imagens a seguir e responda o que se pede.
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Disponível em: > https://www.google.com/search?q=charge+sobre+o+professor+na+era+digital&rlz=1C1GCEA_enBR936BR936&tbm=isch&source=iu&ictx=1&vet=1&fir=tUVb14rwiG7tDM%252C3E9PUviMp<. Data da consulta: 07/03/2022. |
Disponível em: > https://www.google.com/search?q=charge+sobre+ensino+na+pandemia&tbm=isch & v e d = 2 a h U K E w j f o q e X m b X 2 A h X 0 A r k G H X v N B d I Q 2 - cCegQIABAA&oq=charge+sobre+ensino+na+pandemia&gs_lcp=CgNpbWcQDD oLCAAQgAQQsQ<. Data da consulta: 07/03/2022. |
Assinale a alternativa cujos descritores MELHOR REPRESENTAM as cenas contextualizadas nas imagens acima, com ênfase em situações ocorrentes de prática docente nos últimos dois anos, no Brasil:
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Atente às informações a seguir, acerca das diferentes concepções teóricas de ensino de língua/linguagem, e responda o que se pede.
Texto I
“Para Travaglia (1998) nessa outra visão da linguagem, o que o sujeito faz ao usar a língua não é tão somente traduzir e exteriorizar um pensamento, ou transmitir informações a outrem, mas sim realizar ações, agir sobre o interlocutor (ouvinte/leitor)”. (GOMES, Rosivaldo. As Concepções de Linguagem e o Ensino de Língua Materna: um percurso. In: Letras Escreve. Macapá (AP): v. 3, n. 1, 1º semestre, 2013. (P. 45). Disponível em: > http://periodicos.unifap.br/index.php/letras<. Data da consulta: 03/03/2022).
Texto II
“Já para Marcuschi (2008, p. 60) essa noção de linguagem desvincula a língua de suas características mais importantes: “de seu aspecto cognitivo e social”, ou seja, para essa concepção o falante tem em sua mente uma mensagem a transmitir a um ouvinte, isto é, informações que quer repassar a outro”. (GOMES, Rosivaldo. As Concepções de Linguagem e o Ensino de Língua Materna: um percurso. In: Letras Escreve. Macapá (AP): v. 3, n. 1, 1º semestre, 2013. (P. 44). da consulta: 03/03/2022).
Texto III
“Em linhas semelhantes à Travaglia, Soares (1998) mostra que essa concepção caracterizou o ensino de língua em nossas escolas durante um longo período como um sistema fechado, deixando transparecer que a linguagem – escrita - deveria ser encarada como algo intocável ou até mesmo imutável”. GOMES, Rosivaldo. As Concepções de Linguagem e o Ensino de Língua Materna: um percurso. In: Letras Escreve. Macapá (AP): v. 3, n. 1, 1º semestre, 2013. (P. 43). Disponível em: > http://periodicos.unifap.br/index.php/letras<. Data da consulta: 03/03/2022.
As três concepções teóricas de ensino de língua/linguagem, acima citadas, na ordem como se encontram, denominam-se: Linguagem como
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Atente ao fragmento abaixo e responda o que se pede.
“Para atender às necessidades de formação geral, indispensáveis ao exercício da ______ e à inserção no mundo do ______, e responder à ______ de expectativas dos jovens quanto à sua formação, a ______ que acolhe as juventudes tem de estar comprometida com a educação _______ dos estudantes e com a construção de seu _______ de vida”. (BRASIL, BNCC, 2018, p. 464)
A alternativa que preenche as lacunas CORRETAMENTE, na sequência como estas se apresentam, é:
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Atente às habilidades abaixo, previstas na BNCC (Base Nacional Comum Curricular), e responda o que se pede.
(EF89LP23) Analisar, em textos argumentativos, reivindicatórios e propositivos, os movimentos argumentativos utilizados (sustentação, refutação e negociação), avaliando a força dos argumentos utilizados. (BRASIL, BNCC, 2018, p. 185)
(EF89LP29) Utilizar e perceber mecanismos de progressão temática, tais como retomadas anafóricas (“que, cujo, onde”, pronomes do caso reto e oblíquos, pronomes demonstrativos, nomes correferentes etc.), catáforas (remetendo para adiante ao invés de retomar o já dito), uso de organizadores textuais, de coesivos etc., e analisar os mecanismos de reformulação e paráfrase utilizados nos textos de divulgação do conhecimento. (BRASIL, BNCC, 2018, p. 185)
À luz do nível de complexidade exigido para o Campo das Práticas de Estudo e Pesquisa, mais precisamente nas atividades de Análise linguística/semiótica, A BNCC recomenda as habilidades acima para APENAS:
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Atente aos textos a seguir e responda o que se pede.
Texto I

Disponível em: >https://www.google.com/search?q=charges+sobre+discurso+de+odio&rlz=1C1GCEA_enBR936BR936&tbm=isch&source=iu&ictx=1&vet=1&fir=fLYHsTMC_Je1kM%252Cp_nKKnVnGHQBwM<. Data da consulta: 07/03/2022.
Texto II
(EF69LP01) Diferenciar liberdade de expressão de discursos de ódio, posicionando-se contrariamente a esse tipo de discurso e vislumbrando possibilidades de denúncia quando for o caso. (BRASIL, BNCC, 2018, p. 141).
A imagem do texto I ilustra o clássico exemplo de um fenômeno social bastante recorrente na atualidade e que pode ser combatido nas aulas de Língua Portuguesa, nos anos finais do Ensino Fundamental, através da aplicabilidade da habilidade acima (Texto II), recomendada pela BNCC para os anos finais do Ensino Fundamental, para a(s) prática(s) de:
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Atente às competências abaixo, relacionadas aos diferentes campos de atuação para o ensino de Língua Portuguesa no Ensino Médio, preconizados pela BNCC (Base Nacional Comum Curricular), e responda o que se pede.
I- (EM13LP47) Participar de eventos (saraus, competições orais, audições, mostras, festivais, feiras culturais e literárias, rodas e clubes de leitura, cooperativas culturais, jograis, repentes, slams etc.), inclusive para socializar obras da própria autoria (poemas, contos e suas variedades, roteiros e microrroteiros, videominutos, playlists comentadas de música etc.) e/ou interpretar obras de outros, inserindo-se nas diferentes práticas culturais de seu tempo.
II- (EM13LP23) Analisar criticamente o histórico e o discurso político de candidatos, propagandas políticas, políticas públicas, programas e propostas de governo, de forma a participar do debate político e tomar decisões conscientes e fundamentadas.
III- (EM13LP29) Resumir e resenhar textos, por meio do uso de paráfrases, de marcas do discurso reportado e de citações, para uso em textos de divulgação de estudos e pesquisas.
IV- (EM13LP37) Conhecer e analisar diferentes projetos editoriais – institucionais, privados, públicos, financiados, independentes etc. –, de forma a ampliar o repertório de escolhas possíveis de fontes de informação e opinião, reconhecendo o papel da mídia plural para a consolidação da democracia.
V- (EM13LP19) Apresentar-se por meio de textos multimodais diversos (perfis variados, gifs biográficos, biodata, currículo web, videocurrículo etc.) e de ferramentas digitais (ferramenta de gif, wiki, site etc.), para falar de si mesmo de formas variadas, considerando diferentes situações e objetivos.
A sequência CORRETA dos respectivos campos de atuação, referentes a cada uma das habilidades acima, está na alternativa:
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Texto I

(Disponível em: >https://www.google.com/search?q=charge+sobre+varia%C3%A7%C3%A3o+linguistica&tbm=isch&ved=2ahUKEwjusPGrj6_2Ah WShZUCHb7WC1cQ2- M<. Data da consulta: 03/03/2022)
TEXTO II

Disponível em: >https://www.google.com/search?q=charge+sobre+varia%C3%A7%C3%A3o+linguistica&tbm=isch&ved=2ahUKEwjusPGrj6_2AhWS hZUCHb7WC1cQ2-<. Data da consulta: 03/03/2022) Data da consulta: 03/03/2022).
Acerca da fala do gaúcho “Na minha terra só tem macho”, julgue as seguintes afirmações e responda o que se pede.
I- Por ser constituinte de um falar histórica e culturalmente aceito na cultura linguística de uma determinada região do Brasil, deve ser respeitado e tolerado, em especial quando o assunto diz respeito à diversidade de gêneros no letramento escolar.
II- Não se pode conceber, quando o assunto diz respeito à diversidade de gênero na escola, quaisquer formas e/ou discursos de quaisquer naturezas que corroborem e/ou incentivem, em sala de aula, posições machistas ou misóginas, por exemplo.
III- A expressão “macho”, neste contexto de uso, é ingênua e de uso desprovido de quaisquer cargas semânticas depreciadoras à condição do ser mulher. Apenas reitera um estereótipo típico de uma dada comunidade linguística.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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Texto I

(Disponível em: >https://www.google.com/search?q=charge+sobre+varia%C3%A7%C3%A3o+linguistica&tbm=isch&ved=2ahUKEwjusPGrj6_2Ah WShZUCHb7WC1cQ2- M<. Data da consulta: 03/03/2022)
TEXTO II

Disponível em: >https://www.google.com/search?q=charge+sobre+varia%C3%A7%C3%A3o+linguistica&tbm=isch&ved=2ahUKEwjusPGrj6_2AhWS hZUCHb7WC1cQ2-<. Data da consulta: 03/03/2022) Data da consulta: 03/03/2022).
Atente às informações a seguir acerca dos textos I e II e responda o que se pede.
I- Em I, temos um clássico exemplo de variação linguística na modalidade estilística ou diafásica.
II- Na fala do mineiro “nóis tá achando é bão demais” (2ª fala do texto II), especificamente na parte sublinhada, temos um registro de variação linguística na modalidade regional ou diatópica.
III- Em I temos um clássico exemplo de variação linguística na modalidade regional ou diatópica.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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Leia com atenção o texto abaixo para responder às questões 31 e 32.
Da necessidade humana de evoluir científica e tecnologicamente nascem os computadores e as redes de internet, que se popularizam entre os séculos XX e XXI. Para alguns pesquisadores da literatura digital, os textos de circulação no meio impresso que, ao serem digitalizados, passam a fazer parte do ambiente virtual e ganham materialidade não mais apenas no papel, mas, principalmente, nas telas, não devem ser interpretados necessariamente como ciberliteratura. Hayles, (2009), observa, porém, que não há mais como pensar em produção literária separadamente da instância digital, uma vez que os processos de impressão da atualidade passam antes pelo meio digital de produção e armazenamento:
A textualidade impressa e a eletrônica se interpenetram profundamente. Embora textos impressos e a literatura eletrônica – isto é, a literatura que é “digital de nascença”, criada e concebida para ser executada em mídia digital – tenham funcionalidades significativamente diferentes, elas são mais bem consideradas dois componentes de uma complexa e dinâmica ecologia de mídia. (HAYLES, 2009, p. 163-164).
Desse modo, considerando a afirmativa acima, é possível pensar que, apesar de serem literatura digital e literatura digitalizada constituições diferentes, não se pode mais separá-las. Santaella (2012a) também delimita o que avalia como a diferença entre literatura eletrônica que “nasce da transposição do impresso para o digital” e a literatura genuinamente digital, “aquela que nasce no digital”. Para a autora, a causa da não definição de tal diferença seria devido ao abandono à história e à historicidade das preocupações relativas à evolução dos diferentes tipos de linguagem, inclusive a da literatura digital. Para a autora, ao longo da história da evolução do espaço virtual e seu povoamento literário, foram atribuídas diferentes nomenclaturas à literatura digital, contudo, o importante é ater-se ao fato de que literatura digital é aquela que nasce no meio digital, reitera. Ainda que por um viés mais relativo à estética que caracteriza o texto literário, Sales (2008) corrobora com Hayles e Santaella, há pouco citadas, no que tange à ideia da gênese literária em meio digital, todavia restringe ainda mais a ideia de literatura nesse mesmo círculo ao afirmar que ela seria aquela que nasce em meio digital e pode ser lida apenas na tela do computador. Assim, como em outros momentos da história, modificar e ressignificar a dinâmica da leitura requer capacidade de aceitação do novo e uma evolução que diz respeito não apenas a uma mudança de forma, mas a passagem de um estado de conhecimento a outro.
De maneira geral, parte da sociedade, seja por falta de acesso, seja por resistência ou necessidade de adaptação, ainda não aderiu ao livro digital, por exemplo, agarrando-se às tradições da literatura que antecederam a escrita eletrônica. É possível compreender a resistência dos leitores do campo literário ao texto virtual, mesmo entre os mais ávidos e fiéis a leitura, porque ler virtualmente significa ter que ativar pontos cognitivos até então adormecidos. Santaella (2004) formula reflexões sobre os leitores das multiplicidades de textos urbanos, das propagandas, outdoors, painéis eletrônicos, manchetes, cores, televisores, etc. Segundo ela, dessas múltiplas possibilidades, o leitor viu ainda saltar o texto escrito em papel para a telas eletrônicas, mas, dessas telas, o texto passou a transitar pelas vias eletrônicas, exigindo do leitor que ele se constituísse “em um novo tipo de leitor que navega nas arquiteturas líquidas e alineares da hipermídia no ciberespaço” (SANTAELLA, 2004, p. 18). São muitas as mudanças e, consequentemente, as adaptações cognitivas necessárias para compreender o texto literário digital. O leitor do texto digital, atualmente, orienta-se entre os nós e nexos do texto em qualquer lugar em que esteja, graças a mobilidade dos equipamentos eletrônicos, como os dispositivos móveis, porém, esse mesmo leitor que se conecta ao texto virtual em qualquer lugar em que esteja não perde o controle da sua presença e do seu entorno no espaço físico. O texto digital representa novas formas que agregam som, imagens moventes, intuição, interação, compreensão de diferentes vozes em um mesmo texto que pode ser ou não traçado de forma colaborativa ou autônoma por esse sujeito leitor, que agora divide a sua atenção entre todos esses elementos do texto virtual com o seu entorno. Certamente, a geração que desperta com mais essa habilidade em relação à leitura, o que Santaella (2014) apresentou como mais um desafio para a educação, a leitura ubíqua. (MATSUDA, A.A; GOMES, R.G. Ciberpoemas e Leitura em Caparelli.com.br. Revista Asas da Palavra, v. 17, n. 1, Jan./Jun. 2020).
No enunciado “Certamente, a geração que desperta com mais essa habilidade em relação à leitura, o que Santaella (2014) apresentou como mais um desafio para a educação, a leitura ubíqua ”, de acordo com o contexto, a palavra sublinhada significa leitura
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Tavares-PB
Leia com atenção o texto abaixo para responder às questões 31 e 32.
Da necessidade humana de evoluir científica e tecnologicamente nascem os computadores e as redes de internet, que se popularizam entre os séculos XX e XXI. Para alguns pesquisadores da literatura digital, os textos de circulação no meio impresso que, ao serem digitalizados, passam a fazer parte do ambiente virtual e ganham materialidade não mais apenas no papel, mas, principalmente, nas telas, não devem ser interpretados necessariamente como ciberliteratura. Hayles, (2009), observa, porém, que não há mais como pensar em produção literária separadamente da instância digital, uma vez que os processos de impressão da atualidade passam antes pelo meio digital de produção e armazenamento:
A textualidade impressa e a eletrônica se interpenetram profundamente. Embora textos impressos e a literatura eletrônica – isto é, a literatura que é “digital de nascença”, criada e concebida para ser executada em mídia digital – tenham funcionalidades significativamente diferentes, elas são mais bem consideradas dois componentes de uma complexa e dinâmica ecologia de mídia. (HAYLES, 2009, p. 163-164).
Desse modo, considerando a afirmativa acima, é possível pensar que, apesar de serem literatura digital e literatura digitalizada constituições diferentes, não se pode mais separá-las. Santaella (2012a) também delimita o que avalia como a diferença entre literatura eletrônica que “nasce da transposição do impresso para o digital” e a literatura genuinamente digital, “aquela que nasce no digital”. Para a autora, a causa da não definição de tal diferença seria devido ao abandono à história e à historicidade das preocupações relativas à evolução dos diferentes tipos de linguagem, inclusive a da literatura digital. Para a autora, ao longo da história da evolução do espaço virtual e seu povoamento literário, foram atribuídas diferentes nomenclaturas à literatura digital, contudo, o importante é ater-se ao fato de que literatura digital é aquela que nasce no meio digital, reitera. Ainda que por um viés mais relativo à estética que caracteriza o texto literário, Sales (2008) corrobora com Hayles e Santaella, há pouco citadas, no que tange à ideia da gênese literária em meio digital, todavia restringe ainda mais a ideia de literatura nesse mesmo círculo ao afirmar que ela seria aquela que nasce em meio digital e pode ser lida apenas na tela do computador. Assim, como em outros momentos da história, modificar e ressignificar a dinâmica da leitura requer capacidade de aceitação do novo e uma evolução que diz respeito não apenas a uma mudança de forma, mas a passagem de um estado de conhecimento a outro.
De maneira geral, parte da sociedade, seja por falta de acesso, seja por resistência ou necessidade de adaptação, ainda não aderiu ao livro digital, por exemplo, agarrando-se às tradições da literatura que antecederam a escrita eletrônica. É possível compreender a resistência dos leitores do campo literário ao texto virtual, mesmo entre os mais ávidos e fiéis a leitura, porque ler virtualmente significa ter que ativar pontos cognitivos até então adormecidos. Santaella (2004) formula reflexões sobre os leitores das multiplicidades de textos urbanos, das propagandas, outdoors, painéis eletrônicos, manchetes, cores, televisores, etc. Segundo ela, dessas múltiplas possibilidades, o leitor viu ainda saltar o texto escrito em papel para a telas eletrônicas, mas, dessas telas, o texto passou a transitar pelas vias eletrônicas, exigindo do leitor que ele se constituísse “em um novo tipo de leitor que navega nas arquiteturas líquidas e alineares da hipermídia no ciberespaço” (SANTAELLA, 2004, p. 18). São muitas as mudanças e, consequentemente, as adaptações cognitivas necessárias para compreender o texto literário digital. O leitor do texto digital, atualmente, orienta-se entre os nós e nexos do texto em qualquer lugar em que esteja, graças a mobilidade dos equipamentos eletrônicos, como os dispositivos móveis, porém, esse mesmo leitor que se conecta ao texto virtual em qualquer lugar em que esteja não perde o controle da sua presença e do seu entorno no espaço físico. O texto digital representa novas formas que agregam som, imagens moventes, intuição, interação, compreensão de diferentes vozes em um mesmo texto que pode ser ou não traçado de forma colaborativa ou autônoma por esse sujeito leitor, que agora divide a sua atenção entre todos esses elementos do texto virtual com o seu entorno. Certamente, a geração que desperta com mais essa habilidade em relação à leitura, o que Santaella (2014) apresentou como mais um desafio para a educação, a leitura ubíqua. (MATSUDA, A.A; GOMES, R.G. Ciberpoemas e Leitura em Caparelli.com.br. Revista Asas da Palavra, v. 17, n. 1, Jan./Jun. 2020).
Leia as informações a seguir acerca do texto acima e responda o que se pede.
I- O texto aponta para a ideia central de que a literatura digital, aquela que nasce no meio digital, comandada pela chamada hipermídia do ciberespaço e popularizada a partir do séc. XX, representa novas formas agregadoras de som, imagens moventes, intuição e interação, mas que, por inúmeras razões, ainda não se massificou por parte da sociedade.
II- A expressão “porque ler virtualmente significa ter que ativar pontos cognitivos até então adormecidos” (4º parágrafo) de acordo com o contexto no qual está sendo empregada, pode significar que a literatura digital provoca o leitor a buscar novas formas de conhecimento até então completamente desconhecidos e inexistentes.
III- Um dos desafios que o texto digital apresenta ao leitor, de acordo com o texto acima, refere-se apenas às limitações financeiras à compra de um notebook ou smartfone.
IV- A parte sublinhada na expressão navegar “nas arquiteturas líquidas e alineares da hipermídia no ciberespaço” (SANTAELLA, 2004, p. 18, 4º parágrafo) pode remeter à ideia de uma constituição e disposição do texto em espaço-tempo digital movente, que permite uma leitura multidirecional e marcada por muitos 'nós'.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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