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Foram encontradas 693 questões.

179364 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL

Leia as afirmativas a seguir:

I. Amanda elaborou um relatório com as informações sobre o consumo total de combustível na última semana dos 10 veículos utilizados por uma repartição pública. Os valores constatados por ela foram os seguintes: o carro 1 consumiu 34,50 L; o carro 2 consumiu 12,80 L; o carro 3 consumiu 19,40 L; o carro 4 consumiu 22,70 L; o carro 5 consumiu 18,30 L; o carro 6 consumiu 12,10 L; o carro 7 consumiu 16,50 L; o carro 8 consumiu 23,90 L; o carro 9 consumiu 31,20 L; e o carro 10 consumiu 27,60 L. Assim, considerando exclusivamente as informações reunidas por Amanda, é correto afirmar que o consumo total de combustível da frota na última semana foi superior a 217,45 L e inferior a 225,75 L.

II. Amanda é analista de tributos na prefeitura de sua cidade e está analisando a arrecadação com o imposto ISS pago por empresas de entretenimento no município. No mês 1, ela verificou que as empresas desse ramo pagaram R$ 23.456,00 em impostos ao município. No mês 2, esse valor caiu para R$ 18.975,00. No mês 3, o valor foi de R$ 21.944,00. No mês 4, arrecadou-se R$ 19.766,00 com esse imposto pago por empresas de entretenimento. No mês 5, essa arrecadação teve um pequeno crescimento, chegando a R$ 19.955,00. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que a arrecadação média de ISS pago por empresas de entretenimento, no período considerado, foi inferior a R$ 20.749,35.

III. Se um copo possui um volume de 5 ml, então o volume somado de 3 desses copos corresponde a 0,025L ou 2,5% do volume de um recipiente de 1 litro.

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Didática e docência
A análise do ato didático destaca uma relação dinâmica entre três elementos: o professor, o aluno e o conteúdo. A partir desses elementos pode-se fazer algumas perguntas importantes: Para que ensinar? O que ensinar? Quem ensina? Para quem se ensina? Como ensinar? Sob que condições se ensina? Estas perguntas definem os elementos constitutivos da didática e formam, de fato, o seu conteúdo.
A relação entre o professor e o aluno, voltada basicamente à formação intelectual, implica aspectos psíquicos e socioculturais. Se forem considerados não apenas o professor, mas outros educadores, é possível ver que outras áreas de conhecimento ligadas ao ambiente escolar contribuem para o processo de ensino. Como por exemplo a teoria da organização escolar, a administração escolar, os meios de comunicação, a propaganda etc. Assim, o processo de ensino envolve uma relação social, pois professor e alunos pertencem a grupos sociais. Assim como a escola e a sala de aula são grupos sociais envolvendo uma dinâmica de relações internas.
Fonte: http://bit.ly/2k9lezK (com adaptações)
Com base no texto 'Didática e docência', leia as afirmativas a seguir:
I. No texto, o autor afirma que a didática traz grandes benefícios para a relação entre o professor e o aluno. Defende-se, ao longo do texto, que a didática, enquanto ciência, deve buscar a compreensão dos fatores sociais que permitem ao aluno aprender e, com isso, o professor deve evitar estar inserido em qualquer dinâmica social relacionada ao processo de ensino ou ao ambiente escolar. II. Na perspectiva do autor, a relação entre o professor e o aluno tem por objetivo, exclusivamente, a formação intelectual, não devendo haver qualquer dinâmica social entre esses dois grupos. Dessa forma, o autor explica que o objeto da didática pode ser entendido como a busca pelo conhecimento, apenas, sem criar qualquer vínculo entre os indivíduos envolvidos nessa busca. III. De acordo com o texto, a relação entre o professor, o aluno e o conteúdo é fundamental para compreender o conteúdo e os elementos constitutivos da didática. O texto afirma, ainda, que outras áreas de conhecimento, como a administração escolar, também contribuem para o processo de ensino.
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HOMEM PLURAL

Trecho de entrevista com Bernard Lahire: Podemos considerar a educação, a cultura, e a literatura como observatórios empíricos da sua teoria da ação?

Esse foi, em todo o caso, o meu percurso. Comecei por trabalhar sobre questões escolares (insucesso escolar, casos de sucessos improváveis), antes de seguir em direção às questões culturais (práticas culturais dos franceses), e depois, literárias. O fio condutor de uma grande parte dos meus trabalhos é, no entanto, a escrita (produzida ou lida, comum ou literária): trabalhei sobre a cultura escrita escolar, os modos populares de apropriação dos textos, os usos domésticos e profissionais da escrita, as práticas de estudo (e nomeadamente de leitura) no ensino superior, o problema social designado “iletrismo”, o jogo literário e as condições materiais e temporais da criação literária, a obra de Franz Kafka. Mas alguns investigadores apreenderam as minhas investigações para trabalharem sobre questões tão variadas como os compromissos militares, as bifurcações profissionais, a formação dos desportistas, a socialização profissional dos cirurgiões ou a fabricação social das moças e dos rapazes. Todaa sociologia é, sobretudo, uma forma de olhar o mundo social. Penso que os meus futuros terrenos de investigação vão ainda surpreender aqueles que pensam que agora trabalho essencialmente as questões da criação literária.

Adaptado. Adequação linguística. Disponível em: http://bit.ly/2knv3u2

Com base no texto 'HOMEM PLURAL', leia as afirmativas a seguir:

I. Pode-se deduzir, a partir do último período do texto, que o entrevistado critica o caráter letárgico dos trabalhos daqueles que acreditam que ele trabalha, agora, essencialmente as questões da criação literária.

II. Trabalhos direcionados para questões escolares (insucesso escolar, casos de sucessos improváveis), culturais (práticas culturais dos franceses) e literárias fazem parte do rol de investigações do entrevistado.

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MORTE

Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.

(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)

Com base no texto 'MORTE', leia as afirmativas a seguir:

I. A necessidade da mumificação, dentre outras práticas elaboradas pelos egípcios para os que faleciam, estava relacionada à concepção de que a alma dos mortos voltaria a habitar seu corpo carnal.

II. Os rituais pós-morte cultivados pelos egípcios, como as práticas de mumificação ou até a construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos, traduzem-se em uma cultura que revela o respeito dedicado aos que se foram.

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179348 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
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Desvios éticos
Toda atividade governamental causa impacto na vida doscidadãos. Na maioria das vezes, a inter-relação entre aAdministração e o administrado pode ser traduzida em termosmonetários. Em regra, a atuação dos órgãos de governoprovocam perdas ou ganhos econômico-financeiros para o setorprivado.
Contudo, os órgãos governamentais exibem grande variabilidadede atribuições, prerrogativas e orçamentos. Há órgãos queexibem enorme poder sobre os negócios das empresas e a vidados cidadãos; há outras repartições que pouco interagem com osetor privado. Quanto maior o poder do organismogovernamental, maior será a possibilidade de risco da ocorrênciade relacionamentos ilegítimos entre o(s) representante(s) doPoder Público e o(s) do setor privado.
Murilo Rodrigues Soares da Cunha
Mauro Sérgio Bogéa Soares
Disponível em: http://bit.ly/2lNx56L (com adaptações)
Com base no texto 'Desvios éticos', leia as afirmativas a seguir:
I. De acordo com os autores, em regra, a atuação dos órgãos de governo provocam perdas, nunca ganhos, econômico-financeiros para o setor privado. Assim, diante do risco de acumular prejuízos, os representantes do setor privado tendem a desenvolver relacionamentos ilegítimos com os agentes públicos, alegam os autores. II. Proporcionar o desenvolvimento e a melhoria dos serviços prestados aos cidadãos é a intenção primária dos relacionamentos ilegítimos aos quais os autores se referem no texto. Tais relacionamentos, de acordo com os autores, sempre proporcionam ganhos econômico-financeiros para o setor privado. III. Na perspectiva dos autores, a relação entre a Administração e os representantes do setor privado é uma premissa para o desenvolvimento obrigatório de relacionamentos ilegítimos. Assim, cabe aos representantes da sociedade civil organizada, afirmam os autores, o dever de combater as atitudes contrárias aos interesses do Estado.
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HOMEM PLURAL

Trecho de entrevista com Bernard Lahire: Podemos considerar a educação, a cultura, e a literatura como observatórios empíricos da sua teoria da ação?

Esse foi, em todo o caso, o meu percurso. Comecei por trabalhar sobre questões escolares (insucesso escolar, casos de sucessos improváveis), antes de seguir em direção às questões culturais (práticas culturais dos franceses), e depois, literárias. O fio condutor de uma grande parte dos meus trabalhos é, no entanto, a escrita (produzida ou lida, comum ou literária): trabalhei sobre a cultura escrita escolar, os modos populares de apropriação dos textos, os usos domésticos e profissionais da escrita, as práticas de estudo (e nomeadamente de leitura) no ensino superior, o problema social designado “iletrismo”, o jogo literário e as condições materiais e temporais da criação literária, a obra de Franz Kafka. Mas alguns investigadores apreenderam as minhas investigações para trabalharem sobre questões tão variadas como os compromissos militares, as bifurcações profissionais, a formação dos desportistas, a socialização profissional dos cirurgiões ou a fabricação social das moças e dos rapazes. Todaa sociologia é, sobretudo, uma forma de olhar o mundo social. Penso que os meus futuros terrenos de investigação vão ainda surpreender aqueles que pensam que agora trabalho essencialmente as questões da criação literária.

Adaptado. Adequação linguística. Disponível em: http://bit.ly/2knv3u2

Com base no texto 'HOMEM PLURAL', leia as afirmativas a seguir:
I. Segundo o entrevistado, os estudos realizados a partir de suas investigações apresentam questões variadas em relação àquilo sobre o qual ele se debruçou enquanto fio condutor de uma grande parte de seus trabalhos. II. As bifurcações profissionais, a releitura de Franz Kafka, a formação dos desportistas, a socialização profissional dos cirurgiões ou a fabricação social das moças e dos rapazes são alguns redirecionamentos fundamentados na obra do entrevistado.
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179343 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
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Desvios éticos


Toda atividade governamental causa impacto na vida doscidadãos. Na maioria das vezes, a inter-relação entre aAdministração e o administrado pode ser traduzida em termosmonetários. Em regra, a atuação dos órgãos de governoprovocam perdas ou ganhos econômico-financeiros para o setorprivado.

Contudo, os órgãos governamentais exibem grande variabilidade de atribuições, prerrogativas e orçamentos. Há órgãos queexibem enorme poder sobre os negócios das empresas e a vidados cidadãos; há outras repartições que pouco interagem com osetor privado. Quanto maior o poder do organismogovernamental, maior será a possibilidade de risco da ocorrênciade relacionamentos ilegítimos entre o(s) representante(s) doPoder Público e o(s) do setor privado.

Murilo Rodrigues Soares da Cunha

Mauro Sérgio Bogéa Soares

Disponível em: http://bit.ly/2lNx56L (com adaptações)

Com base no texto 'Desvios éticos', leia as afirmativas a seguir:
I. De acordo com os autores, com frequência, a inter-relação entre a Administração e o administrado pode ser traduzida em termos monetários. No texto, os autores defendem, ainda, a ideia de que a atuação dos órgãos de governo provoca perdas ou ganhos econômico-financeiros para o setor privado. II. Na perspectiva dos autores, existem possibilidades reais de que os representantes do Poder Público e os do setor privado envolvam-se em relacionamentos ilegítimos. Ainda de acordo com os autores, esse risco será maior quanto maior for o poder do organismo governamental. III. Do ponto de vista dos autores, o risco de desenvolvimento de relacionamentos ilegítimos entre agentes públicos e representantes do setor privado é inversamente proporcional ao poder do organismo governamental ao qual esses agentes estão vinculados.
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179340 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
RAÍZES DO BRASIL
Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, publicado em 1936, é uma interpretação original da decomposição da sociedade tradicional brasileira e da emergência de novas estruturas políticas e econômicas. Uma visão inovadora que introduziu os conceitos de patrimonialismo e burocracia, explicando os novos tempos.
Na obra, Sérgio Buarque buscou na história colonial as origens dos problemas nacionais. Ele descreveu o brasileiro como um “homem cordial”, isto é, que age pelo coração e pelo sentimento, preferindo as relações pessoais ao cumprimento de leis objetivas e imparciais. O Brasil Colônia é visto por Sérgio Buarque como tendo pouca organização social, daí o recurso frequente à violência e ao domínio personalista. A escravidão desvalorizou o trabalho e favoreceu aventureiros que desejavam “prosperidade sem custo” – traços que se refletiam até no cultivo da terra, por métodos predatórios semelhantes aos da mineração.
É um livro inovador no que diz respeito à busca da identidade nacional. Num momento em que a psicologia vinha se desenvolvendo muito e a sociologia começava a perder seu caráter altamente “científico”, Sérgio Buarque foi atrás do que poderíamos chamar de essência do homem brasileiro. Num jogo de idas e vindas pela nossa história, deixando claros os momentos que mais considerava, Sérgio Buarque foi construindo um panorama histórico no qual inseriu o “homem cordial”, que nada mais é do que fruto de nossa história, originada da colonização portuguesa, de uma estrutura política, econômica e social completamente instável de famílias patriarcais e escravagistas.
(Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: http://bit.ly/2lXPCxl)
Com base no texto 'RAÍZES DO BRASIL', leia as afirmativas a seguir:
I. De modo geral, o texto mostra que o livro preteriu a historiografia brasileira para traçar um perfil dos modos de vida do Brasil Colônia a fim de compreender as relações sociais do presente (neste caso, o século XX). II. Sérgio Buarque, em Raízes do Brasil, como pontua o texto, cria a teoria que costumou chamar de “essência do homem brasileiro”. Após traçar um panorama da história do povo brasileiro, Holanda chega à tese do “homem cordial”.
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HOMEM PLURAL

Trecho de entrevista com Bernard Lahire: Podemos considerar a educação, a cultura, e a literatura como observatórios empíricos da sua teoria da ação?

Esse foi, em todo o caso, o meu percurso. Comecei por trabalhar sobre questões escolares (insucesso escolar, casos de sucessos improváveis), antes de seguir em direção às questões culturais (práticas culturais dos franceses), e depois, literárias. O fio condutor de uma grande parte dos meus trabalhos é, no entanto, a escrita (produzida ou lida, comum ou literária): trabalhei sobre a cultura escrita escolar, os modos populares de apropriação dos textos, os usos domésticos e profissionais da escrita, as práticas de estudo (e nomeadamente de leitura) no ensino superior, o problema social designado “iletrismo”, o jogo literário e as condições materiais e temporais da criação literária, a obra de Franz Kafka. Mas alguns investigadores apreenderam as minhas investigações para trabalharem sobre questões tão variadas como os compromissos militares, as bifurcações profissionais, a formação dos desportistas, a socialização profissional dos cirurgiões ou a fabricação social das moças e dos rapazes. Todaa sociologia é, sobretudo, uma forma de olhar o mundo social. Penso que os meus futuros terrenos de investigação vão ainda surpreender aqueles que pensam que agora trabalho essencialmente as questões da criação literária.

Adaptado. Adequação linguística. Disponível em: http://bit.ly/2knv3u2

Com base no texto 'HOMEM PLURAL', leia as afirmativas a seguir:
I. Conforme pontua o pesquisador, a cultura escrita escolar, os modos populares de apropriação dos textos, os usos domésticos e profissionais da escrita, as práticas de estudo (e nomeadamente de leitura) no ensino superior, o problema social designado “iletrismo”, entre outros, constituem o leque de seus trabalhos. II. Questões escolares, culturais e literárias compõem, segundo o texto, uma visão inepta dos trabalhos do autor.
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MORTE

Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.

(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)

Com base no texto 'MORTE', leia as afirmativas a seguir:
I. O texto deixa claro que a relação dualística entre corpo e alma formulada pelos egípcios, que está intimamente ligada à religião, é anterior ao pensamento grego, nesse sentido. II. Infere-se do texto que a obstinação de Osíris em não recompensar os homens enquanto estavam na Terra se dava pela ideia de reencarnação, descrita no livro dos mortos como uma espécie de manual de receitas.
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