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179256 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL

Desvios éticos


Toda atividade governamental causa impacto na vida dos cidadãos. Na maioria das vezes, a inter-relação entre a Administração e o administrado pode ser traduzida em termos monetários. Em regra, a atuação dos órgãos de governo provocam perdas ou ganhos econômico-financeiros para o setor privado.

Contudo, os órgãos governamentais exibem grande variabilidade de atribuições, prerrogativas e orçamentos. Há órgãos que exibem enorme poder sobre os negócios das empresas e a vida dos cidadãos; há outras repartições que pouco interagem com o setor privado. Quanto maior o poder do organismo governamental, maior será a possibilidade de risco da ocorrência de relacionamentos ilegítimos entre o(s) representante(s) do Poder Público e o(s) do setor privado.

Murilo Rodrigues Soares da Cunha

Mauro Sérgio Bogéa Soares

Disponível em: http://bit.ly/2lNx56L (com adaptações)

Com base no texto 'Desvios éticos', leia as afirmativas a seguir:
I. De acordo com os autores, em regra, a atuação dos órgãos de governo provocam perdas, nunca ganhos, econômico-financeiros para o setor privado. Assim, diante do risco de acumular prejuízos, os representantes do setor privado tendem a desenvolver relacionamentos ilegítimos com os agentes públicos, alegam os autores. II. Proporcionar o desenvolvimento e a melhoria dos serviços prestados aos cidadãos é a intenção primária dos relacionamentos ilegítimos aos quais os autores se referem no texto. Tais relacionamentos, de acordo com os autores, sempre proporcionam ganhos econômico-financeiros para o setor privado. III. Na perspectiva dos autores, a relação entre a Administração e os representantes do setor privado é uma premissa para o desenvolvimento obrigatório de relacionamentos ilegítimos. Assim, cabe aos representantes da sociedade civil organizada, afirmam os autores, o dever de combater as atitudes contrárias aos interesses do Estado.
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179254 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
Planejamento e organização
Todas as pessoas que buscam alternativas para melhorar a sua produtividade no trabalho acabam descobrindo a importância de fazer um planejamento do dia. O planejamento do dia fornece metas e objetivos para o seu dia de trabalho, funcionando como um norte para o que você precisa executar, evitando o desperdício de tempo, a ociosidade e, é claro, a improdutividade.
Há pessoas que acreditam que a melhor forma de planejar o seu dia de trabalho é no dia anterior. Outros defendem que o melhor período é pela manhã, no começo do dia. O certo é que não há uma regra para isso. Cada pessoa definirá qual o melhor horário para fazer isso, o importante é que esse momento de planejamento entre na sua rotina.
Uma vez definido o momento em que você planejará o seu dia de trabalho, precisamos agora definir o que entrará nessa lista.
Para fazer essa lista de tarefas você pode utilizar alguns critérios de priorização, como: prazo de entrega, impacto da entrega na vida das outras pessoas na organização, tamanho do trabalho que deve ser executado e outros fatores que você julgar importante.
A sua lista não pode ser tão rígida que não permita que novos itens sejam adicionados, até porque a rotina da maioria das pessoas exige esse tipo de adaptação. Por isso, planeje o que fazer quando tarefas não previstas surgirem.
Fonte: http://bit.ly/2m3v32H (com adaptações)
Com base no texto 'Planejamento e organização', leia as afirmativas a seguir:
I. O texto afirma que são critérios a serem considerados na priorização de uma lista de tarefas os seguintes: o prazo de entrega, o custo do serviço, o interesse do servidor pelo trabalho, o risco de acidente e a disponibilidade de pessoal qualificado para o trabalho. Assim, de acordo com o autor, o servidor deve priorizar a realização de tarefas com objetivos contrários aos interesses da organização e ao princípio da legalidade. II. O texto afirma que, ao inserir o planejamento do dia na própria rotina, o profissional poderá obter diversos benefícios, como o aumento da produtividade, a redução da eficiência, o aumento da produtividade, a redução dos riscos de acidentes e a manutenção da qualidade do atendimento na instituição. III. Na perspectiva do texto, o trabalhador deve regularmente reavaliar as suas prioridades no trabalho, desconsiderando os prazos de entrega e o tamanho do trabalho pelo qual é responsável. O autor alega, ainda, que o planejamento do dia deve ser realizado aos finais de semana, sempre.
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MORTE

Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.

(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)

Com base no texto 'MORTE', leia as afirmativas a seguir:
I. Os elementos da natureza e até o rio Nilo, conforme pontua o texto, compunham a ligação entre corpo e alma. Isso decorre da intrínseca religiosidade do povo egípcio que deu o pseudônimo de Osíris a um de seus faraós. II. De acordo com o texto, o respeito dedicado aos mortos e a forma como os egípcios viviam fez os gregos os descreverem como o povo mais religioso da terra.
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179246 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
RAÍZES DO BRASIL
Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, publicado em 1936, é uma interpretação original da decomposição da sociedade tradicional brasileira e da emergência de novas estruturas políticas e econômicas. Uma visão inovadora que introduziu os conceitos de patrimonialismo e burocracia, explicando os novos tempos.
Na obra, Sérgio Buarque buscou na história colonial as origens dos problemas nacionais. Ele descreveu o brasileiro como um “homem cordial”, isto é, que age pelo coração e pelo sentimento, preferindo as relações pessoais ao cumprimento de leis objetivas e imparciais. O Brasil Colônia é visto por Sérgio Buarque como tendo pouca organização social, daí o recurso frequente à violência e ao domínio personalista. A escravidão desvalorizou o trabalho e favoreceu aventureiros que desejavam “prosperidade sem custo” – traços que se refletiam até no cultivo da terra, por métodos predatórios semelhantes aos da mineração.
É um livro inovador no que diz respeito à busca da identidade nacional. Num momento em que a psicologia vinha se desenvolvendo muito e a sociologia começava a perder seu caráter altamente “científico”, Sérgio Buarque foi atrás do que poderíamos chamar de essência do homem brasileiro. Num jogo de idas e vindas pela nossa história, deixando claros os momentos que mais considerava, Sérgio Buarque foi construindo um panorama histórico no qual inseriu o “homem cordial”, que nada mais é do que fruto de nossa história, originada da colonização portuguesa, de uma estrutura política, econômica e social completamente instável de famílias patriarcais e escravagistas.
(Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: http://bit.ly/2lXPCxl)
Com base no texto 'RAÍZES DO BRASIL', leia as afirmativas a seguir:
I. A referência temporal da obra, citada no texto, é do século XX. O livro de Sérgio Buarque foi inovador ao iniciar a inserção de conceitos como patrimonialismo e burocracia. II. Sérgio Buarque de Holanda, como mostra o texto, criou a ideia de “homem cordial” inspirado na exegese da história colonial brasileira em que observou as origens dos problemas nacionais. Para isso, utilizou-se do positivismo para analisar os tipos humanos pertencentes a cada estrato social. III. Segundo o texto, a obra de Sérgio Buarque mostra que as famílias patriarcais e escravagistas do Brasil Colônia foram responsáveis pela violência e o domínio personalista. Desse comportamento resultou a teoria do “homem cordial”, que valoriza a equidade no cumprimento da lei.
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MORTE

Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.

(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)

Com base no texto 'MORTE', leia as afirmativas a seguir:
I. Segundo o texto, com receio de ser execrado no tribunal de Osíris, o povo egípcio se utilizava da arte da mumificação como principal recurso, acreditando que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal. II. O povo egípcio, segundo o texto, possuía um livro da morte, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser inocentado no tribunal de Osíris.
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179224 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
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METAMORFOSE E EGOÍSMO
A novela do escritor tcheco (A Metamorfose, Franz Kafka) inicia-se de forma incisiva, já que o protagonista da história − Gregor Samsa − encontra-se metamorfoseado num inseto gigante. Dessa forma, o início da novela já é o clímax, o que faz da obra extremamente profunda nas suas poucas páginas. Talvez, não haveria como ser diferente, pois o que se pretende mostrar é a verdadeira face humana e esta parece demonstrar-se somente nos momentos de conflito.
Naquela condição, Gregor Samsa não é visto como de fato é, mas sim por aquilo que aparenta ser, isto é, um monstro, o qual todos tinham de suportar. Embora continuasse sendo o mesmo Gregor perante os outros, isso não importava, pois o que enxergavam era um inseto gigante. O próprio protagonista chega, logo no início, a questionar-se sobre a sua essência: "Estarei agora menos sensível?"
Gregor Samsa, assim, era visto como um peso para a família, a qual deveria suportar. Kafka, aqui, nos mostra a realidade da sociedade, sobretudo capitalista, que restringe o valor do ser humano ao que produz e às aparências, uma vez que, quando "normal", era Gregor o responsável pelo provimento da família. Contudo, ao metamorfosear-se em inseto, tornou-se impossibilitado de prover a sua família. Logo, perdeu seu valor diante dela.
A metamorfose de Gregor evidencia que as relações sociais são pautadas pelos interesses, pois, embora o protagonista seja uma pessoa altruísta, preocupada com o bem-estar da família, ele passa a ser excluído pela mesma, dado que o que os interessava em Gregor não é possível naquela situação. Essa exclusão gera um sentimento de solidão em Gregor, a qual alimenta o seu sentimento de impotência e tristeza e, por conseguinte, diversos problemas psicológicos (típicos do homem contemporâneo).
(Adaptado. Revisão linguística, título. Disponível em: http://bit.ly/2knvWCS)
Com base no texto 'METAMORFOSE E EGOÍSMO', leia as afirmativas a seguir:
I. O autor do texto apresenta a família do protagonista como impiedosa e dissimulada, pois, ao metamorfosear-se em inseto, ele tornou-se impossibilitado de provê-la, o que a obrigou a investir num afã. II. Como expõe o texto, o modo arguto da linguagem presente no introito da obra de Franz Kafka se dá pelos diversos problemas psicológicos do personagem, antes da metamorfose.
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179220 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
PSICOLOGIA SOCIAL
As duas unidades maiores de análise da psicologia são, consequentemente, as ações e os textos. As ações são sequências organizadas de comportamentos, isoladas no fluxo contínuo da atividade de um grupo, pelo mesmo fato de que elas são atribuíveis a um agente. A atribuição de uma ação a um agente decorre das avaliações sociais dos comportamentos em atividade nas sociedades humanas; é o ambiente social que atribui aos agentes intenções, razões, fins, etc. E o próprio agente, interagindo com (e participando) essas avaliações, constrói para si mesmo representações das modalidades de sua contribuição para a atividade do grupo; ele constrói para si, dessa maneira, representações de fins, de intenções e de razões que definem sua consciência da ação. A ação humana tem assim dois modos de existência encaixados: ela é primeiramente o produto das avaliações sociais da atividade de um grupo; ela é em seguida o produto da interiorização dessas avaliações num agente individual.
Os textos são sequências organizadas de comportamentos verbais, orais ou escritos, que são atribuíveis a um agente singular, num contexto determinado de ação. Proporemos uma análise detalhada mais adiante.
(BRONCKART, J-P. Adaptado. Reforma Ortográfica. Disponível em: http://bit.ly/2lH4lgg)
Com base no texto 'PSICOLOGIA SOCIAL', leia as afirmativas a seguir:
I. Infere-se do texto que o comportamento humano é análogo à concepção de texto mostrada pelo autor. Ou seja, é uma sequência organizada de comportamentos verbais oralizados. II. O texto aborda a importância do ambiente social como determinante do comportamento (intenções, razões, objetivos) dos agentes das ações.
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179217 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
Exportações e importações
A desaceleração da economia internacional e o marasmo da atividade local estão afetando o ritmo de venda e compra de produtos do Brasil. Neste ano, entre janeiro e agosto, a corrente de comércio do país somou US$ 265,7 bilhões e está quase 5% menor do que o observado no mesmo período de 2018.
Resultado da soma das exportações e importações, a corrente de comércio é considerada um importante termômetro da atividade econômica. Se a queda se confirmar ao longo do ano, será o primeiro recuo desde 2016, quando a economia brasileira enfrentava um quadro de recessão.
Alguns números mostram a fraqueza do comércio do Brasil: neste ano, por exemplo, as exportações recuaram 5,9%, influenciadas pela redução de preços das commodities (produtos básicos, como soja e minério de ferro) e pela crise na Argentina. No mesmo período, as importações caíram 3,4% por conta da fraqueza da economia brasileira, que faz com que empresários demandem menos produtos.
G1 Economia. Disponível em: https://glo.bo/2lGi4DU (com adaptações)
Com base no texto 'Exportações e importações', leia as afirmativas a seguir:
I. A redução de preços das commodities, a crise na Argentina e a redução nas importações em mais de 3% são alguns números que mostram a fraqueza do comércio do Brasil neste ano, de acordo com o texto. II. De acordo com o texto, a corrente de comércio do Brasil já ultrapassa a marca de US$ 200 bilhões no ano corrente e esse resultado representa um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano de 2018. III. O texto apresenta informações que permitem ao leitor compreender um conceito econômico: a corrente de comércio. Esse conceito refere-se ao resultado da soma das exportações e importações, sendo utilizado pelo autor para discorrer sobre a economia do Brasil, inclusive traçando relações com a crise na Argentina.
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179212 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
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METAMORFOSE E EGOÍSMO
A novela do escritor tcheco (A Metamorfose, Franz Kafka) inicia-se de forma incisiva, já que o protagonista da história − Gregor Samsa − encontra-se metamorfoseado num inseto gigante. Dessa forma, o início da novela já é o clímax, o que faz da obra extremamente profunda nas suas poucas páginas. Talvez, não haveria como ser diferente, pois o que se pretende mostrar é a verdadeira face humana e esta parece demonstrar-se somente nos momentos de conflito.
Naquela condição, Gregor Samsa não é visto como de fato é, mas sim por aquilo que aparenta ser, isto é, um monstro, o qual todos tinham de suportar. Embora continuasse sendo o mesmo Gregor perante os outros, isso não importava, pois o que enxergavam era um inseto gigante. O próprio protagonista chega, logo no início, a questionar-se sobre a sua essência: "Estarei agora menos sensível?"
Gregor Samsa, assim, era visto como um peso para a família, a qual deveria suportar. Kafka, aqui, nos mostra a realidade da sociedade, sobretudo capitalista, que restringe o valor do ser humano ao que produz e às aparências, uma vez que, quando "normal", era Gregor o responsável pelo provimento da família. Contudo, ao metamorfosear-se em inseto, tornou-se impossibilitado de prover a sua família. Logo, perdeu seu valor diante dela.
A metamorfose de Gregor evidencia que as relações sociais são pautadas pelos interesses, pois, embora o protagonista seja uma pessoa altruísta, preocupada com o bem-estar da família, ele passa a ser excluído pela mesma, dado que o que os interessava em Gregor não é possível naquela situação. Essa exclusão gera um sentimento de solidão em Gregor, a qual alimenta o seu sentimento de impotência e tristeza e, por conseguinte, diversos problemas psicológicos (típicos do homem contemporâneo).
(Adaptado. Revisão linguística, título. Disponível em: http://bit.ly/2knvWCS)
Com base no texto 'METAMORFOSE E EGOÍSMO', leia as afirmativas a seguir:
I. É notório, a partir da leitura do texto, que Gregor Samsa foi irredutível quanto à decisão de abandonar a função de provedor de sua família. II. A novela escrita por Franz Kakfa, de acordo com o texto, tem seu começo marcado pelo apogeu da narrativa, visto que o protagonista da história, Gregor Samsa, encontra-se metamorfoseado em um inseto gigante.
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179205 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
RAÍZES DO BRASIL
Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, publicado em 1936, é uma interpretação original da decomposição da sociedade tradicional brasileira e da emergência de novas estruturas políticas e econômicas. Uma visão inovadora que introduziu os conceitos de patrimonialismo e burocracia, explicando os novos tempos.
Na obra, Sérgio Buarque buscou na história colonial as origens dos problemas nacionais. Ele descreveu o brasileiro como um “homem cordial”, isto é, que age pelo coração e pelo sentimento, preferindo as relações pessoais ao cumprimento de leis objetivas e imparciais. O Brasil Colônia é visto por Sérgio Buarque como tendo pouca organização social, daí o recurso frequente à violência e ao domínio personalista. A escravidão desvalorizou o trabalho e favoreceu aventureiros que desejavam “prosperidade sem custo” – traços que se refletiam até no cultivo da terra, por métodos predatórios semelhantes aos da mineração.
É um livro inovador no que diz respeito à busca da identidade nacional. Num momento em que a psicologia vinha se desenvolvendo muito e a sociologia começava a perder seu caráter altamente “científico”, Sérgio Buarque foi atrás do que poderíamos chamar de essência do homem brasileiro. Num jogo de idas e vindas pela nossa história, deixando claros os momentos que mais considerava, Sérgio Buarque foi construindo um panorama histórico no qual inseriu o “homem cordial”, que nada mais é do que fruto de nossa história, originada da colonização portuguesa, de uma estrutura política, econômica e social completamente instável de famílias patriarcais e escravagistas.
(Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: http://bit.ly/2lXPCxl)
Com base no texto 'RAÍZES DO BRASIL', leia as afirmativas a seguir:
I. O autor do texto deixa claro que Sérgio Buarque criou a ideia de “homem cordial” inspirado na concepção de que o homem age pelo coração e pelo sentimento, prescindindo as relações pessoais ao cumprimento de leis objetivas e imparciais, independentemente de sua classe social, etnia, religião etc. Ou seja, o negro escravizado e o índio também compuseram essa estrutura. II. O autor de Raízes do Brasil publicou a obra, conforme pontua o texto, num momento em que a Psicologia recuava e perdia validade científica, enquanto a Sociologia avançava nitidamente, contribuindo, assim, para o sucesso do livro. III. Como aponta o texto, na visão de Sérgio Buarque, a desvalorização do trabalho está ligada à escravidão, que também favoreceu “aventureiros”, pessoas que desejavam ‘prosperidade sem custo’”.
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