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Foram encontradas 30 questões.

3674521 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Leia o texto a seguir para responder a questão
Autoestima: óbvio demais
A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstravam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, envolventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas qualidades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendimento escolar.
O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os consideravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opinião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críticos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra.
(Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
Para Stanley Coopersmith, crianças com baixa autoestima costumam apresentar
 

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3674520 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Leia o texto a seguir para responder a questão
Autoestima: óbvio demais
A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstravam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, envolventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas qualidades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendimento escolar.
O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os consideravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opinião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críticos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra.
(Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
De acordo com o texto, o que mais leva ao desenvolvimento da autoestima nas crianças é
 

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3674519 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Assinale a alternativa em que as frases da mesma matéria, reescritas, obedecem à norma-padrão de concordância verbal e/ou nominal.
 

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3674518 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Leia as frases retiradas de matéria publicada em O Estado de S.Paulo e assinale a alternativa em que o emprego do sinal indicativo de crase está de acordo com a norma-padrão.
 

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3674517 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP

Leia a tira a seguir para responder a questão:

Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

“Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra em destaque expressa ideia de inclusão.
 

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3674516 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP

Leia a tira a seguir para responder a questão:

Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

“Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

Segundo o neurologista Eduardo J. Custódio e a SBP,
 

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3674515 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP

Leia a tira a seguir para responder a questão:

Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

“Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

A respeito da exposição das crianças às telas, o autor do texto afirma que
 

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3674514 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP

Leia a tira a seguir para responder a questão:

Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

“Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

De acordo com as informações do texto, em 2024, em relação ao ano de 2015, a porcentagem das crianças brasileiras com celular próprio, na idade de
 

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3674513 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP

Leia a tira a seguir para responder a questão:

Enunciado 4381115-1

Levando-se em consideração o emprego e a colocação pronominal, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços, de acordo com a norma-padrão.
 

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3674512 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP

Leia a tira a seguir para responder a questão:

Enunciado 4381114-1

Considerando a linguagem verbal e a não verbal, é correto afirmar:
 

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