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Foram encontradas 25 questões.

Analise o texto abaixo.

poucos dias para conhecermos os candidatos que no concurso; a lista ao meio-dia e .

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.

 

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Analise o fragmento abaixo:

“Em compensação, uma mulher não precisa ser alta nem gorda para ser um “mulherão”. (Aliás, esse adjetivo raramente se aplica a mulheres gordinhas.) Às vezes, um diminutivo é aumentativo: “rapidinho” é muito rápido”.

Assinale a alternativa correta, em relação ao fragmento.

 

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Analise o texto abaixo.

O documento deve ser entregue secretária do Departamento, V. Exª ou ela, Joana, que o pediu?

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.

 

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Aldo Bizzocchi, doutor em Linguística, aborda em um de seus textos o mito “de que aumentativos representam coisas grandes, e diminutivos, coisas pequenas”. “Fogão” não é um fogo grande; “balão” não é uma bala gigante; “escrivaninha” não é uma escrivã de baixa estatura nem “cubículo” um cubo pequeno. Além desses casos extremos de aumentativos e diminutivos puramente formais, existem muitos outros (a maioria) que revelam muito menos o tamanho do objeto do que nosso estado de espírito em relação a ele. Meu “filhinho” pode ter 1,90 m de altura, meu “brinquedinho” pode ser uma Ferrari, meu “cãozinho” pode ser um mastim napolitano… Em compensação, uma mulher não precisa ser alta nem gorda para ser um “mulherão”. (Aliás, esse adjetivo raramente se aplica a mulheres gordinhas.) Às vezes, um diminutivo é aumentativo: “rapidinho” é muito rápido, “cedinho” é bem cedo, um sujeito “espertinho” é o mesmo que um “espertalhão”.

De Tamanho é documento. In Língua portuguesa. São Paulo, abr. 2011, p. 28-9.

Leia as frases abaixo, retiradas da mesma matéria.

1. “O uso generalizado dos sufixos -ão e -inho pode ser um sinal de quanto os falantes do idioma são passionais.”

2. “Muitas línguas não têm sufixos formadores de diminutivos ou aumentativos.“

3. “O inglês não tem nenhum sufixo aumentativo. Daí “carrão” ser fast car (“carro veloz”) e “amigão” close friend ou best friend (“amigo íntimo” ou “melhor amigo”).”

4. “Enfim, se é verdade que as línguas podem revelar a visão de mundo de seus falantes, eu arriscaria dizer que nós vemos o mundo com olhos extremamente sentimentais e compassivos.”

As afirmações que se relacionam com o fragmento do texto são:

 

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Aldo Bizzocchi, doutor em Linguística, aborda em um de seus textos o mito “de que aumentativos representam coisas grandes, e diminutivos, coisas pequenas”. “Fogão” não é um fogo grande; “balão” não é uma bala gigante; “escrivaninha” não é uma escrivã de baixa estatura nem “cubículo” um cubo pequeno. Além desses casos extremos de aumentativos e diminutivos puramente formais, existem muitos outros (a maioria) que revelam muito menos o tamanho do objeto do que nosso estado de espírito em relação a ele. Meu “filhinho” pode ter 1,90 m de altura, meu “brinquedinho” pode ser uma Ferrari, meu “cãozinho” pode ser um mastim napolitano Em compensação, uma mulher não precisa ser alta nem gorda para ser um “mulherão”. (Aliás, esse adjetivo raramente se aplica a mulheres gordinhas.) Às vezes, um diminutivo é aumentativo: “rapidinho” é muito rápido, “cedinho” é bem cedo, um sujeito “espertinho” é o mesmo que um “espertalhão”.

De Tamanho é documento. In Língua portuguesa. São Paulo, abr. 2011, p. 28-9.

No texto, a afirmação sobre o mito “de que aumentativos representam coisas grandes, e diminutivos, coisas pequenas” significa que:

 

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