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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 [...] O que você sabe sobre política? Não vale mais a saída à francesa do “não entendo de política,
2 prefiro me abster”. Para alguns corpos, viver é por si só um ato político! Dentro de tantas opções e propostas
3 que parecem trazer certa representação e acabam resultando num grande nada, como escolher?
4 Talvez a juventude precise mudar a chavinha e começar a entender a política para além das instituições
5 que imaginamos que controlam tudo. Isso deve surgir com a percepção de que você seja lá quem for, pode e
6 deve fazer política!
7 O poder político brasileiro precisa ser reestruturado em um modelo que não seja o patriarcal –
8 atualmente a grande maioria das pessoas que fazem política e ocupam as cadeiras de decisão são homens velhos
9 e os filhos homens destes mesmos senhores. Esse é um dos grandes motivos da ausência de representatividade:
10 até mesmo quando temos candidatos jovens na disputa, os ideais são os de um homem mais velho ou de
11 sobrenome por trás, “apoiando” essa candidatura/cargo. Precisamos de pluralidade nestes espaços, precisamos
12 de gente que saiba o que é ser jovem e o que é se preocupar com o futuro que está por vir.
13 A juventude brasileira tem uma grande ferramenta a seu favor: o incômodo, a indignação e a vontade de
14 mudança. A decepção com essa galera que está no poder e a forma que as decisões políticas são tomadas
15 durante tanto tempo é a maior força de motivação para a participação das diferentes juventudes nessa nova
16 jornada que cá entre nós, está muito séria e bastante delicada.
17 As diversas crises políticas em que o Brasil tem mergulhado desde 2013 e que vem transformando o
18 futuro da juventude no país tem sido um despertar para que os jovens brasileiros busquem mais
19 representatividade e, sobretudo, se enxerguem como agentes de mudança, na ânsia por iguais tomando decisões
20 que definem a forma que vivemos a vida. A apatia da juventude em relação à política se dá principalmente em
21 como os partidos políticos ignoram, em sua maioria, nossas questões e posicionamentos, nos colocando
22 enquanto pautas secundárias, não trazendo ideias inovadoras e que levem a mudanças reais. Não somos nós que
23 ocupamos as posições políticas desse país, mas seremos nós que viveremos o futuro. Somos a chave para a
24 mudança com representatividade de todas as vozes. Se a política define o futuro, nós que definiremos a política.
25 [...] Existe mais gente disposta a apontar a forma que se naturalizam as desigualdades brasileiras, e, a
26 juventude tem sido porta voz dessa discussão que questiona preconceitos e levanta uma visão cada vez mais
27 empática, de forma lenta e gradual, mas ainda assim, empática.
28 Levanta-se então um recorte necessário: vivemos no país que mais mata humanitários, ambientalistas,
29 mulheres trans e travestis no mundo e são os jovens que têm se mobilizado em todos os lados do país
30 denunciando abusos e participando dos diálogos. Com isso, muitas plataformas de informação têm surgido para
31 embasar a escolha de nossos próximos representantes: plataformas como o #merepresenta e a virada política,
32 que desempenham um papel fundamental para espalhar a ideia da nova política que precisamos, uma política
33 feita horizontalmente, e, consequentemente, plural.
34 O acesso à informação e a facilidade de compartilhar ideias na internet tem feito com que muitos de nós
35 não precisemos necessariamente de um representante político que defenda ideais x ou z, isso nos tem permitido
36 ter protagonismo num debate que nos diz total respeito e não é apenas a criação de uma “ala jovens” dentro dos
37 partidos que vai nos levar ao tema, é o uso de uma linguagem mais acessível e a inclusão da diversidade que
38 pode ser o ponto de virada neste processo eleitoral.
39 Sem a juventude, o amanhã da política brasileira é devastador, a diversa juventude brasileira não quer
40 nada além de um estado democrático forte e inclusivo, que tenha eficiência nas negociações e que forneça
41 serviços públicos de qualidade porque estamos cada vez mais críticos, sabemos cada vez mais do nosso valor e
42 não vamos a lugar algum.
FONTE: http://www.engajamundo.org/2018/08/13/o-desafio-da-falta-de-representatividade-jovem-na-politica-brasileira/
A base primitiva de formação das palavras “desigualdades” (L.25) e “negociações” (L.40), respectivamente, é
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1 [...] O que você sabe sobre política? Não vale mais a saída à francesa do “não entendo de política,
2 prefiro me abster”. Para alguns corpos, viver é por si só um ato político! Dentro de tantas opções e propostas
3 que parecem trazer certa representação e acabam resultando num grande nada, como escolher?
4 Talvez a juventude precise mudar a chavinha e começar a entender a política para além das instituições
5 que imaginamos que controlam tudo. Isso deve surgir com a percepção de que você seja lá quem for, pode e
6 deve fazer política!
7 O poder político brasileiro precisa ser reestruturado em um modelo que não seja o patriarcal –
8 atualmente a grande maioria das pessoas que fazem política e ocupam as cadeiras de decisão são homens velhos
9 e os filhos homens destes mesmos senhores. Esse é um dos grandes motivos da ausência de representatividade:
10 até mesmo quando temos candidatos jovens na disputa, os ideais são os de um homem mais velho ou de
11 sobrenome por trás, “apoiando” essa candidatura/cargo. Precisamos de pluralidade nestes espaços, precisamos
12 de gente que saiba o que é ser jovem e o que é se preocupar com o futuro que está por vir.
13 A juventude brasileira tem uma grande ferramenta a seu favor: o incômodo, a indignação e a vontade de
14 mudança. A decepção com essa galera que está no poder e a forma que as decisões políticas são tomadas
15 durante tanto tempo é a maior força de motivação para a participação das diferentes juventudes nessa nova
16 jornada que cá entre nós, está muito séria e bastante delicada.
17 As diversas crises políticas em que o Brasil tem mergulhado desde 2013 e que vem transformando o
18 futuro da juventude no país tem sido um despertar para que os jovens brasileiros busquem mais
19 representatividade e, sobretudo, se enxerguem como agentes de mudança, na ânsia por iguais tomando decisões
20 que definem a forma que vivemos a vida. A apatia da juventude em relação à política se dá principalmente em
21 como os partidos políticos ignoram, em sua maioria, nossas questões e posicionamentos, nos colocando
22 enquanto pautas secundárias, não trazendo ideias inovadoras e que levem a mudanças reais. Não somos nós que
23 ocupamos as posições políticas desse país, mas seremos nós que viveremos o futuro. Somos a chave para a
24 mudança com representatividade de todas as vozes. Se a política define o futuro, nós que definiremos a política.
25 [...] Existe mais gente disposta a apontar a forma que se naturalizam as desigualdades brasileiras, e, a
26 juventude tem sido porta voz dessa discussão que questiona preconceitos e levanta uma visão cada vez mais
27 empática, de forma lenta e gradual, mas ainda assim, empática.
28 Levanta-se então um recorte necessário: vivemos no país que mais mata humanitários, ambientalistas,
29 mulheres trans e travestis no mundo e são os jovens que têm se mobilizado em todos os lados do país
30 denunciando abusos e participando dos diálogos. Com isso, muitas plataformas de informação têm surgido para
31 embasar a escolha de nossos próximos representantes: plataformas como o #merepresenta e a virada política,
32 que desempenham um papel fundamental para espalhar a ideia da nova política que precisamos, uma política
33 feita horizontalmente, e, consequentemente, plural.
34 O acesso à informação e a facilidade de compartilhar ideias na internet tem feito com que muitos de nós
35 não precisemos necessariamente de um representante político que defenda ideais x ou z, isso nos tem permitido
36 ter protagonismo num debate que nos diz total respeito e não é apenas a criação de uma “ala jovens” dentro dos
37 partidos que vai nos levar ao tema, é o uso de uma linguagem mais acessível e a inclusão da diversidade que
38 pode ser o ponto de virada neste processo eleitoral.
39 Sem a juventude, o amanhã da política brasileira é devastador, a diversa juventude brasileira não quer
40 nada além de um estado democrático forte e inclusivo, que tenha eficiência nas negociações e que forneça
41 serviços públicos de qualidade porque estamos cada vez mais críticos, sabemos cada vez mais do nosso valor e
42 não vamos a lugar algum.
FONTE: http://www.engajamundo.org/2018/08/13/o-desafio-da-falta-de-representatividade-jovem-na-politica-brasileira/
“...se enxerguem como agentes de mudança” (L.19).
O termo “se”, no trecho, é
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1 [...] O que você sabe sobre política? Não vale mais a saída à francesa do “não entendo de política,
2 prefiro me abster”. Para alguns corpos, viver é por si só um ato político! Dentro de tantas opções e propostas
3 que parecem trazer certa representação e acabam resultando num grande nada, como escolher?
4 Talvez a juventude precise mudar a chavinha e começar a entender a política para além das instituições
5 que imaginamos que controlam tudo. Isso deve surgir com a percepção de que você seja lá quem for, pode e
6 deve fazer política!
7 O poder político brasileiro precisa ser reestruturado em um modelo que não seja o patriarcal –
8 atualmente a grande maioria das pessoas que fazem política e ocupam as cadeiras de decisão são homens velhos
9 e os filhos homens destes mesmos senhores. Esse é um dos grandes motivos da ausência de representatividade:
10 até mesmo quando temos candidatos jovens na disputa, os ideais são os de um homem mais velho ou de
11 sobrenome por trás, “apoiando” essa candidatura/cargo. Precisamos de pluralidade nestes espaços, precisamos
12 de gente que saiba o que é ser jovem e o que é se preocupar com o futuro que está por vir.
13 A juventude brasileira tem uma grande ferramenta a seu favor: o incômodo, a indignação e a vontade de
14 mudança. A decepção com essa galera que está no poder e a forma que as decisões políticas são tomadas
15 durante tanto tempo é a maior força de motivação para a participação das diferentes juventudes nessa nova
16 jornada que cá entre nós, está muito séria e bastante delicada.
17 As diversas crises políticas em que o Brasil tem mergulhado desde 2013 e que vem transformando o
18 futuro da juventude no país tem sido um despertar para que os jovens brasileiros busquem mais
19 representatividade e, sobretudo, se enxerguem como agentes de mudança, na ânsia por iguais tomando decisões
20 que definem a forma que vivemos a vida. A apatia da juventude em relação à política se dá principalmente em
21 como os partidos políticos ignoram, em sua maioria, nossas questões e posicionamentos, nos colocando
22 enquanto pautas secundárias, não trazendo ideias inovadoras e que levem a mudanças reais. Não somos nós que
23 ocupamos as posições políticas desse país, mas seremos nós que viveremos o futuro. Somos a chave para a
24 mudança com representatividade de todas as vozes. Se a política define o futuro, nós que definiremos a política.
25 [...] Existe mais gente disposta a apontar a forma que se naturalizam as desigualdades brasileiras, e, a
26 juventude tem sido porta voz dessa discussão que questiona preconceitos e levanta uma visão cada vez mais
27 empática, de forma lenta e gradual, mas ainda assim, empática.
28 Levanta-se então um recorte necessário: vivemos no país que mais mata humanitários, ambientalistas,
29 mulheres trans e travestis no mundo e são os jovens que têm se mobilizado em todos os lados do país
30 denunciando abusos e participando dos diálogos. Com isso, muitas plataformas de informação têm surgido para
31 embasar a escolha de nossos próximos representantes: plataformas como o #merepresenta e a virada política,
32 que desempenham um papel fundamental para espalhar a ideia da nova política que precisamos, uma política
33 feita horizontalmente, e, consequentemente, plural.
34 O acesso à informação e a facilidade de compartilhar ideias na internet tem feito com que muitos de nós
35 não precisemos necessariamente de um representante político que defenda ideais x ou z, isso nos tem permitido
36 ter protagonismo num debate que nos diz total respeito e não é apenas a criação de uma “ala jovens” dentro dos
37 partidos que vai nos levar ao tema, é o uso de uma linguagem mais acessível e a inclusão da diversidade que
38 pode ser o ponto de virada neste processo eleitoral.
39 Sem a juventude, o amanhã da política brasileira é devastador, a diversa juventude brasileira não quer
40 nada além de um estado democrático forte e inclusivo, que tenha eficiência nas negociações e que forneça
41 serviços públicos de qualidade porque estamos cada vez mais críticos, sabemos cada vez mais do nosso valor e
42 não vamos a lugar algum.
FONTE: http://www.engajamundo.org/2018/08/13/o-desafio-da-falta-de-representatividade-jovem-na-politica-brasileira/
Há ocorrência de ditongo, dígrafo e encontro consonantal, respectivamente, em
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1 [...] O que você sabe sobre política? Não vale mais a saída à francesa do “não entendo de política,
2 prefiro me abster”. Para alguns corpos, viver é por si só um ato político! Dentro de tantas opções e propostas
3 que parecem trazer certa representação e acabam resultando num grande nada, como escolher?
4 Talvez a juventude precise mudar a chavinha e começar a entender a política para além das instituições
5 que imaginamos que controlam tudo. Isso deve surgir com a percepção de que você seja lá quem for, pode e
6 deve fazer política!
7 O poder político brasileiro precisa ser reestruturado em um modelo que não seja o patriarcal –
8 atualmente a grande maioria das pessoas que fazem política e ocupam as cadeiras de decisão são homens velhos
9 e os filhos homens destes mesmos senhores. Esse é um dos grandes motivos da ausência de representatividade:
10 até mesmo quando temos candidatos jovens na disputa, os ideais são os de um homem mais velho ou de
11 sobrenome por trás, “apoiando” essa candidatura/cargo. Precisamos de pluralidade nestes espaços, precisamos
12 de gente que saiba o que é ser jovem e o que é se preocupar com o futuro que está por vir.
13 A juventude brasileira tem uma grande ferramenta a seu favor: o incômodo, a indignação e a vontade de
14 mudança. A decepção com essa galera que está no poder e a forma que as decisões políticas são tomadas
15 durante tanto tempo é a maior força de motivação para a participação das diferentes juventudes nessa nova
16 jornada que cá entre nós, está muito séria e bastante delicada.
17 As diversas crises políticas em que o Brasil tem mergulhado desde 2013 e que vem transformando o
18 futuro da juventude no país tem sido um despertar para que os jovens brasileiros busquem mais
19 representatividade e, sobretudo, se enxerguem como agentes de mudança, na ânsia por iguais tomando decisões
20 que definem a forma que vivemos a vida. A apatia da juventude em relação à política se dá principalmente em
21 como os partidos políticos ignoram, em sua maioria, nossas questões e posicionamentos, nos colocando
22 enquanto pautas secundárias, não trazendo ideias inovadoras e que levem a mudanças reais. Não somos nós que
23 ocupamos as posições políticas desse país, mas seremos nós que viveremos o futuro. Somos a chave para a
24 mudança com representatividade de todas as vozes. Se a política define o futuro, nós que definiremos a política.
25 [...] Existe mais gente disposta a apontar a forma que se naturalizam as desigualdades brasileiras, e, a
26 juventude tem sido porta voz dessa discussão que questiona preconceitos e levanta uma visão cada vez mais
27 empática, de forma lenta e gradual, mas ainda assim, empática.
28 Levanta-se então um recorte necessário: vivemos no país que mais mata humanitários, ambientalistas,
29 mulheres trans e travestis no mundo e são os jovens que têm se mobilizado em todos os lados do país
30 denunciando abusos e participando dos diálogos. Com isso, muitas plataformas de informação têm surgido para
31 embasar a escolha de nossos próximos representantes: plataformas como o #merepresenta e a virada política,
32 que desempenham um papel fundamental para espalhar a ideia da nova política que precisamos, uma política
33 feita horizontalmente, e, consequentemente, plural.
34 O acesso à informação e a facilidade de compartilhar ideias na internet tem feito com que muitos de nós
35 não precisemos necessariamente de um representante político que defenda ideais x ou z, isso nos tem permitido
36 ter protagonismo num debate que nos diz total respeito e não é apenas a criação de uma “ala jovens” dentro dos
37 partidos que vai nos levar ao tema, é o uso de uma linguagem mais acessível e a inclusão da diversidade que
38 pode ser o ponto de virada neste processo eleitoral.
39 Sem a juventude, o amanhã da política brasileira é devastador, a diversa juventude brasileira não quer
40 nada além de um estado democrático forte e inclusivo, que tenha eficiência nas negociações e que forneça
41 serviços públicos de qualidade porque estamos cada vez mais críticos, sabemos cada vez mais do nosso valor e
42 não vamos a lugar algum.
FONTE: http://www.engajamundo.org/2018/08/13/o-desafio-da-falta-de-representatividade-jovem-na-politica-brasileira/
Exerce a mesa função sintática de “das pessoas” (L.8) a expressão
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1 [...] O que você sabe sobre política? Não vale mais a saída à francesa do “não entendo de política,
2 prefiro me abster”. Para alguns corpos, viver é por si só um ato político! Dentro de tantas opções e propostas
3 que parecem trazer certa representação e acabam resultando num grande nada, como escolher?
4 Talvez a juventude precise mudar a chavinha e começar a entender a política para além das instituições
5 que imaginamos que controlam tudo. Isso deve surgir com a percepção de que você seja lá quem for, pode e
6 deve fazer política!
7 O poder político brasileiro precisa ser reestruturado em um modelo que não seja o patriarcal –
8 atualmente a grande maioria das pessoas que fazem política e ocupam as cadeiras de decisão são homens velhos
9 e os filhos homens destes mesmos senhores. Esse é um dos grandes motivos da ausência de representatividade:
10 até mesmo quando temos candidatos jovens na disputa, os ideais são os de um homem mais velho ou de
11 sobrenome por trás, “apoiando” essa candidatura/cargo. Precisamos de pluralidade nestes espaços, precisamos
12 de gente que saiba o que é ser jovem e o que é se preocupar com o futuro que está por vir.
13 A juventude brasileira tem uma grande ferramenta a seu favor: o incômodo, a indignação e a vontade de
14 mudança. A decepção com essa galera que está no poder e a forma que as decisões políticas são tomadas
15 durante tanto tempo é a maior força de motivação para a participação das diferentes juventudes nessa nova
16 jornada que cá entre nós, está muito séria e bastante delicada.
17 As diversas crises políticas em que o Brasil tem mergulhado desde 2013 e que vem transformando o
18 futuro da juventude no país tem sido um despertar para que os jovens brasileiros busquem mais
19 representatividade e, sobretudo, se enxerguem como agentes de mudança, na ânsia por iguais tomando decisões
20 que definem a forma que vivemos a vida. A apatia da juventude em relação à política se dá principalmente em
21 como os partidos políticos ignoram, em sua maioria, nossas questões e posicionamentos, nos colocando
22 enquanto pautas secundárias, não trazendo ideias inovadoras e que levem a mudanças reais. Não somos nós que
23 ocupamos as posições políticas desse país, mas seremos nós que viveremos o futuro. Somos a chave para a
24 mudança com representatividade de todas as vozes. Se a política define o futuro, nós que definiremos a política.
25 [...] Existe mais gente disposta a apontar a forma que se naturalizam as desigualdades brasileiras, e, a
26 juventude tem sido porta voz dessa discussão que questiona preconceitos e levanta uma visão cada vez mais
27 empática, de forma lenta e gradual, mas ainda assim, empática.
28 Levanta-se então um recorte necessário: vivemos no país que mais mata humanitários, ambientalistas,
29 mulheres trans e travestis no mundo e são os jovens que têm se mobilizado em todos os lados do país
30 denunciando abusos e participando dos diálogos. Com isso, muitas plataformas de informação têm surgido para
31 embasar a escolha de nossos próximos representantes: plataformas como o #merepresenta e a virada política,
32 que desempenham um papel fundamental para espalhar a ideia da nova política que precisamos, uma política
33 feita horizontalmente, e, consequentemente, plural.
34 O acesso à informação e a facilidade de compartilhar ideias na internet tem feito com que muitos de nós
35 não precisemos necessariamente de um representante político que defenda ideais x ou z, isso nos tem permitido
36 ter protagonismo num debate que nos diz total respeito e não é apenas a criação de uma “ala jovens” dentro dos
37 partidos que vai nos levar ao tema, é o uso de uma linguagem mais acessível e a inclusão da diversidade que
38 pode ser o ponto de virada neste processo eleitoral.
39 Sem a juventude, o amanhã da política brasileira é devastador, a diversa juventude brasileira não quer
40 nada além de um estado democrático forte e inclusivo, que tenha eficiência nas negociações e que forneça
41 serviços públicos de qualidade porque estamos cada vez mais críticos, sabemos cada vez mais do nosso valor e
42 não vamos a lugar algum.
FONTE: http://www.engajamundo.org/2018/08/13/o-desafio-da-falta-de-representatividade-jovem-na-politica-brasileira/
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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 [...] O que você sabe sobre política? Não vale mais a saída à francesa do “não entendo de política,
2 prefiro me abster”. Para alguns corpos, viver é por si só um ato político! Dentro de tantas opções e propostas
3 que parecem trazer certa representação e acabam resultando num grande nada, como escolher?
4 Talvez a juventude precise mudar a chavinha e começar a entender a política para além das instituições
5 que imaginamos que controlam tudo. Isso deve surgir com a percepção de que você seja lá quem for, pode e
6 deve fazer política!
7 O poder político brasileiro precisa ser reestruturado em um modelo que não seja o patriarcal –
8 atualmente a grande maioria das pessoas que fazem política e ocupam as cadeiras de decisão são homens velhos
9 e os filhos homens destes mesmos senhores. Esse é um dos grandes motivos da ausência de representatividade:
10 até mesmo quando temos candidatos jovens na disputa, os ideais são os de um homem mais velho ou de
11 sobrenome por trás, “apoiando” essa candidatura/cargo. Precisamos de pluralidade nestes espaços, precisamos
12 de gente que saiba o que é ser jovem e o que é se preocupar com o futuro que está por vir.
13 A juventude brasileira tem uma grande ferramenta a seu favor: o incômodo, a indignação e a vontade de
14 mudança. A decepção com essa galera que está no poder e a forma que as decisões políticas são tomadas
15 durante tanto tempo é a maior força de motivação para a participação das diferentes juventudes nessa nova
16 jornada que cá entre nós, está muito séria e bastante delicada.
17 As diversas crises políticas em que o Brasil tem mergulhado desde 2013 e que vem transformando o
18 futuro da juventude no país tem sido um despertar para que os jovens brasileiros busquem mais
19 representatividade e, sobretudo, se enxerguem como agentes de mudança, na ânsia por iguais tomando decisões
20 que definem a forma que vivemos a vida. A apatia da juventude em relação à política se dá principalmente em
21 como os partidos políticos ignoram, em sua maioria, nossas questões e posicionamentos, nos colocando
22 enquanto pautas secundárias, não trazendo ideias inovadoras e que levem a mudanças reais. Não somos nós que
23 ocupamos as posições políticas desse país, mas seremos nós que viveremos o futuro. Somos a chave para a
24 mudança com representatividade de todas as vozes. Se a política define o futuro, nós que definiremos a política.
25 [...] Existe mais gente disposta a apontar a forma que se naturalizam as desigualdades brasileiras, e, a
26 juventude tem sido porta voz dessa discussão que questiona preconceitos e levanta uma visão cada vez mais
27 empática, de forma lenta e gradual, mas ainda assim, empática.
28 Levanta-se então um recorte necessário: vivemos no país que mais mata humanitários, ambientalistas,
29 mulheres trans e travestis no mundo e são os jovens que têm se mobilizado em todos os lados do país
30 denunciando abusos e participando dos diálogos. Com isso, muitas plataformas de informação têm surgido para
31 embasar a escolha de nossos próximos representantes: plataformas como o #merepresenta e a virada política,
32 que desempenham um papel fundamental para espalhar a ideia da nova política que precisamos, uma política
33 feita horizontalmente, e, consequentemente, plural.
34 O acesso à informação e a facilidade de compartilhar ideias na internet tem feito com que muitos de nós
35 não precisemos necessariamente de um representante político que defenda ideais x ou z, isso nos tem permitido
36 ter protagonismo num debate que nos diz total respeito e não é apenas a criação de uma “ala jovens” dentro dos
37 partidos que vai nos levar ao tema, é o uso de uma linguagem mais acessível e a inclusão da diversidade que
38 pode ser o ponto de virada neste processo eleitoral.
39 Sem a juventude, o amanhã da política brasileira é devastador, a diversa juventude brasileira não quer
40 nada além de um estado democrático forte e inclusivo, que tenha eficiência nas negociações e que forneça
41 serviços públicos de qualidade porque estamos cada vez mais críticos, sabemos cada vez mais do nosso valor e
42 não vamos a lugar algum.
FONTE: http://www.engajamundo.org/2018/08/13/o-desafio-da-falta-de-representatividade-jovem-na-politica-brasileira/
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Quando se fala de ética na educação logo se pensa na conduta do professor em relação a seus educandos. A ética gira em todos os princípios e valores que norteiam a ação estabelecendo regras para o bem comum, tanto no individual como no coletivo, assim estabelece princípios gerais. Com o corpo docente ou a gestão, seu relacionamento deve acontecer de forma singela e colaborativa, pois ambos estão traçando objetivos para caminhos que os levarão a um só objetivo, a uma educação de qualidade, a uma aprendizagem significativa e ao crescimento de seus educandos. Nesse sentido, torna-se necessário observar que é preciso tomar certos cuidados, principalmente, na sala dos professores nos intervalos, nos momentos de estudos e na vida individual, dentre, os quais se podem relacionar, EXCETO:
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A inclusão ajuda a combater o preconceito buscando o reconhecimento e a valorização das diferenças através da ênfase nas competências, capacidades e potencialidades de cada um. Esse conceito tem como função a elaboração de métodos e recursos pedagógicos que sejam acessíveis a todos os alunos, quebrando assim as barreiras que poderiam vir a impedir a participação de um ou outro estudante por conta de sua respectiva individualidade. Todo e qualquer recurso utilizado para facilitar e/ou melhorar as condições de aprendizagem de um aluno com deficiência pode ser designado de tecnologia assistiva. Relacione as tecnologias a seguir com suas respectivas características.
1 – Capacete com ponteira
2 – Programa MecDeisy
3 – Book Reader
4 – Programa DOSVOX
( ) Desenvolvido através de uma parceria do Ministério da Educação com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, possibilita a geração de livros digitais falados.
( ) Haste para ajudar a digitação de pessoas com comprometimento nos membros superiores.
( ) Comunica-se com o usuário através de um sintetizador de voz.
( ) É um tipo de scanner que lê os livros digitalizados ao mesmo tempo que envia o texto ampliado para a tela de um monitor.
A sequência correta é:
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Sabe-se que a aprendizagem é um processo contínuo, que pode ocorrer em qualquer situação. Nesse sentido, podemos dizer que um dos fatores essenciais do aprendizado é a cultura, pois ela molda o sujeito por meio de suas relações com o meio. A aprendizagem é uma mudança significativa que ocorre baseada nas experiências dos indivíduos. Todavia, para ser caracterizada como tal, é necessária a solidez, ou seja, ela deve ser incorporada definitivamente pelo sujeito. A respeito das teorias de aprendizagem, é CORRETO afirmar que:
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- Currículo (Teoria e Prática)Currículo, interdisciplinaridade, transversalidade e a transdisciplinaridade
- Currículo (Teoria e Prática)Currículo e Diversidade
O currículo é a ligação entre a cultura e a sociedade exterior, à escola e a educação; entre o conhecimento e cultura herdados e a aprendizagem dos alunos; entre as teorias e a prática possível. Sobre essa relação entre currículo e cultura, é INCORRETO afirmar que:
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Caderno Container