Foram encontradas 20 questões.
De acordo com dados publicados pelo IBGE, a População Residente do município de Turvo/SC, no último levantamento válido, do ano de 2022, é de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com o site oficial do município de Turvo/SC, a cidade, sendo uma terra de planície (80%), localizada a 20 quilômetros da escarpa da Serra Geral e com um clima úmido, é natural que seja rasgado por diversos cursos pluviais que fazem do município um verdadeiro paraíso de rios. O território municipal pertence a bacia hidrográfica do Rio Araranguá e o regime dos rios turvenses é fluvial, pois as suas cheias dependem das chuvas.
Sobre este tema, e considerando as informações do site oficial do município, dentre os rios que atravessam Turvo, podemos citar, EXCETO:
Sobre este tema, e considerando as informações do site oficial do município, dentre os rios que atravessam Turvo, podemos citar, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quanto ao Hino Oficial de Turvo/SC, considerando o que está publicado no site oficial do município, qual o nome do autor da letra deste hino?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3668241
Ano: 2025
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Turvo-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Turvo-SC
Provas:
O Supremo Tribunal Federal (STF) representa a instância máxima do Poder Judiciário no Brasil, tendo como principal função assegurar a prevalência da Constituição Federal. A Corte é constituída por 11 ministros, organizados em duas Turmas, cada uma composta por cinco integrantes. Essas Turmas são responsáveis pelo julgamento de casos específicos, enquanto o Plenário, que reúne todos os ministros, trata de assuntos de maior importância constitucional.
Cada Turma elege um Presidente dentre seus ministros, que exerce a função por um período de um ano, diferentemente da Presidência do STF que é ocupada por um dos ministros da Corte, com mandato de dois anos, sem possibilidade de reeleição imediata. O Presidente do STF tem atribuições administrativas, atua como representante do Poder Judiciário diante dos outros poderes e preside as sessões do Plenário.
De acordo com o site oficial do STF e considerando essas informações, assinale a alternativa que indica qual é o atual presidente da Primeira Turma do STF, desde setembro de 2024:
Cada Turma elege um Presidente dentre seus ministros, que exerce a função por um período de um ano, diferentemente da Presidência do STF que é ocupada por um dos ministros da Corte, com mandato de dois anos, sem possibilidade de reeleição imediata. O Presidente do STF tem atribuições administrativas, atua como representante do Poder Judiciário diante dos outros poderes e preside as sessões do Plenário.
De acordo com o site oficial do STF e considerando essas informações, assinale a alternativa que indica qual é o atual presidente da Primeira Turma do STF, desde setembro de 2024:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) é uma aliança militar formada principalmente por países do Ocidente, com o objetivo de promover a segurança e a estabilidade entre seus membros. Embora seu foco seja a defesa mútua contra ameaças externas, a organização também tem um papel relevante em questões de segurança global, especialmente em cenários de desafios geopolíticos. Sua influência continua a ser significativa no cenário internacional, especialmente no contexto de relações entre potências globais.
Neste contexto, assinale a alternativa que contém um país que NÃO faz parte da OTAN:
Neste contexto, assinale a alternativa que contém um país que NÃO faz parte da OTAN:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:
À Beira-Mar
Por que será que tem gente que vive se metendo com o
que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua
do que um menininho brincando com areia, na beira da praia?
Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele
para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito
ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do
coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada
se meteu com uma criança, que brincava com a areia.
Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho
já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de
areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é
que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho
fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na
praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal
que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca.
Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao
menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver
dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela
sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de
pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro
masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar,
se nos permitem o termo.
— Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que
eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o
menininho, dando outra fungada.
O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral.
— Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a
saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a
mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal
em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas,
mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros.
O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda
insistiu:
— Deixa eu jogar neles.
O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi
mais incisivo:
— Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai
jogar areia não.
O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e
disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do
senhor.
— Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que
casal é aquele?
— O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas
a mulher é a sua.
Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw”
Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)
O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo [...]
Alternativas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:
À Beira-Mar
Por que será que tem gente que vive se metendo com o
que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua
do que um menininho brincando com areia, na beira da praia?
Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele
para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito
ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do
coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada
se meteu com uma criança, que brincava com a areia.
Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho
já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de
areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é
que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho
fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na
praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal
que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca.
Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao
menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver
dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela
sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de
pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro
masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar,
se nos permitem o termo.
— Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que
eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o
menininho, dando outra fungada.
O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral.
— Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a
saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a
mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal
em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas,
mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros.
O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda
insistiu:
— Deixa eu jogar neles.
O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi
mais incisivo:
— Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai
jogar areia não.
O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e
disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do
senhor.
— Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que
casal é aquele?
— O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas
a mulher é a sua.
Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw”
Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)
[...] quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante.
Alternativas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:
À Beira-Mar
Por que será que tem gente que vive se metendo com o
que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua
do que um menininho brincando com areia, na beira da praia?
Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele
para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito
ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do
coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada
se meteu com uma criança, que brincava com a areia.
Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho
já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de
areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é
que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho
fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na
praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal
que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca.
Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao
menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver
dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela
sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de
pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro
masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar,
se nos permitem o termo.
— Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que
eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o
menininho, dando outra fungada.
O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral.
— Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a
saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a
mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal
em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas,
mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros.
O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda
insistiu:
— Deixa eu jogar neles.
O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi
mais incisivo:
— Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai
jogar areia não.
O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e
disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do
senhor.
— Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que
casal é aquele?
— O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas
a mulher é a sua.
Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw”
Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)
— Não faça isso, meu filho [...]
Alternativas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:
À Beira-Mar
Por que será que tem gente que vive se metendo com o
que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua
do que um menininho brincando com areia, na beira da praia?
Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele
para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito
ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do
coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada
se meteu com uma criança, que brincava com a areia.
Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho
já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de
areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é
que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho
fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na
praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal
que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca.
Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao
menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver
dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela
sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de
pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro
masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar,
se nos permitem o termo.
— Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que
eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o
menininho, dando outra fungada.
O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral.
— Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a
saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a
mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal
em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas,
mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros.
O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda
insistiu:
— Deixa eu jogar neles.
O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi
mais incisivo:
— Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai
jogar areia não.
O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e
disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do
senhor.
— Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que
casal é aquele?
— O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas
a mulher é a sua.
Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw”
Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:
À Beira-Mar
Por que será que tem gente que vive se metendo com o
que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua
do que um menininho brincando com areia, na beira da praia?
Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele
para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito
ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do
coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada
se meteu com uma criança, que brincava com a areia.
Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho
já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de
areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é
que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho
fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na
praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal
que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca.
Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao
menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver
dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela
sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de
pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro
masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar,
se nos permitem o termo.
— Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que
eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o
menininho, dando outra fungada.
O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral.
— Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a
saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a
mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal
em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas,
mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros.
O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda
insistiu:
— Deixa eu jogar neles.
O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi
mais incisivo:
— Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai
jogar areia não.
O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e
disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do
senhor.
— Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que
casal é aquele?
— O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas
a mulher é a sua.
Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw”
Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container