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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 03

Disponível em: https://www.facebook.com/linguaportuguesa. Acesso em: 21 fev. 2025.
I- O termo “avião” foi usado como sujeito paciente da ação verbal “foi inventado”.
II- A locução verbal “foi inventado” indica que o verbo “inventar” está apassivado.
III- O termo “por um mineiro” exerce a função sintática de agente da ação “foi inventado”.
IV- A locução verbal “foi inventado” corresponderia à forma “inventou”, na voz ativa.
V- O termo “um mineiro” seria o agente da ação “inventou”, a qual estaria na voz ativa.
Estão CORRETAS as afirmativas
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- Interpretação de TextosVariação Linguística
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 03

Disponível em: https://www.facebook.com/linguaportuguesa. Acesso em: 21 fev. 2025.
I- A figura de linguagem hipérbole está presente na expressão “A maior prova”, a qual foi usada como um recurso de argumentação.
II- A referência a uma variação linguística regional é usada para construir a argumentação apresentada no texto.
III- O termo “trem” está presente na fala dos habitantes de Minas Gerais substituindo vários outros nomes, e, no texto, foi usado para se referir à palavra “avião”.
IV- O preconceito linguístico está presente no texto em relação ao uso da palavra “trem” pelos habitantes do Estado de Minas Gerais.
V- A palavra “trem” é característica da linguagem dos mineiros e forma a expressão “trem de pouso”, que substitui o termo “rodas”.
Estão CORRETAS as afirmativas
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 02

Disponível em: https://br.pinterest.com. Acesso em: 19 fev. 2025.
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 02

Disponível em: https://br.pinterest.com. Acesso em: 19 fev. 2025.
I- A pergunta do personagem, no primeiro quadro, é justificável, já que as palavras “preço” e “valor” nem sempre têm a mesma significação.
II- Anésia usa a contextualização das palavras “preço” e “valor” como estratégia para provar a sua tese de que essas palavras são antônimas.
III- As palavras “preço” e “valor” são sempre antônimas, independentemente do contexto em que forem empregadas.
IV- Dolores está certa ao considerar que as palavras “preço” e “valor” são sinônimas, porque se sabe que, em determinados contextos, essas palavras podem assumir a mesma significação.
V- Anésia usa a linguagem conotativa para construir os exemplos e defender a sua tese de que as palavras “preço” e “valor” são antônimas.
Estão CORRETAS as afirmativas
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se
refere.
Texto 01
Prometer menos, viver mais
[...] Há muitos anos – talvez desde garota – eu gosto de aproveitar esses dias finais para relembrar o que foi vivido
nos últimos 365 dias (em 2024, 366!) e, especialmente, para traçar minhas metas e objetivos para o ano seguinte.
Essa lista costumava ser enorme: eu inconscientemente acreditava que, na virada do ano, seria abastecida de toda
a energia necessária para mudar hábitos e construir o estilo de vida que eu tanto desejava, além de achar que aqueles
sonhos todos poderiam se realizar (nem com passe de mágica…). Minha lista tinha metas irreais, audaciosas e acabava
sempre por gerar frustração. Afinal, por mais que eu desejasse mudar muitas coisas na minha vida e concretizar tantos
planos, talvez a lista contemplasse coisas demais.
Nos últimos tempos, notei que minhas resoluções ficaram menores. Pensei, com um certo ar de preocupação: “será
que estou menos entusiasta de mim mesma?”. Mas talvez seja só um olhar mais maduro sobre o que, de fato, damos
conta de fazer. Não que eu ainda não tenha desejos grandiosos ou sonhos que demandem toda a energia de renovação,
mas sim que talvez eu esteja mais apaziguada de que nem sempre damos conta de realizar tudo aquilo que intencionamos
– e isso não é sinal nenhum de fracasso…
Afinal de contas, a vida não é o que a gente planeja. A vida é o que a gente vive. E, honestamente, por mais
assustador que isso possa parecer para algumas pessoas, temos muito pouco controle sobre os acontecimentos. Daí,
planejar é um ótimo start para nossas realizações, mas não garante que tudo aquilo sairá do papel. Menos ainda conforme
o planejado.
Por isso, para 2025, eu quero desejar poucas coisas. Mas talvez as mais importantes para o meu momento. Cuidar
do meu corpo em sua integralidade – entendendo que parte física e mental caminham juntas – e de forma amorosa.
Respeitar os meus próprios limites para não viver uma vida ansiosa e sobrecarregada. Me preocupar menos com o que
não está em minhas mãos. Dançar conforme a música – porque, quando a gente não aceita o que se apresenta, tudo fica
mais difícil. E olhar para o mundo com olhos de encantamento, celebrando o privilégio de estar aqui (mesmo se nada tão
grandioso assim me acontecer).
Enfim, prometer menos, viver mais.
Fonte: ZANELATO, Débora. Prometer menos, viver mais. Disponível em: vidasimples.co/colunista/quero-prometer-menos-e-viver-mais/.
Acesso em: 19 fev. 2025. Adapta
É CORRETO afirmar que, na passagem, os parênteses foram usados para inserir
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se
refere.
Texto 01
Prometer menos, viver mais
[...] Há muitos anos – talvez desde garota – eu gosto de aproveitar esses dias finais para relembrar o que foi vivido
nos últimos 365 dias (em 2024, 366!) e, especialmente, para traçar minhas metas e objetivos para o ano seguinte.
Essa lista costumava ser enorme: eu inconscientemente acreditava que, na virada do ano, seria abastecida de toda
a energia necessária para mudar hábitos e construir o estilo de vida que eu tanto desejava, além de achar que aqueles
sonhos todos poderiam se realizar (nem com passe de mágica…). Minha lista tinha metas irreais, audaciosas e acabava
sempre por gerar frustração. Afinal, por mais que eu desejasse mudar muitas coisas na minha vida e concretizar tantos
planos, talvez a lista contemplasse coisas demais.
Nos últimos tempos, notei que minhas resoluções ficaram menores. Pensei, com um certo ar de preocupação: “será
que estou menos entusiasta de mim mesma?”. Mas talvez seja só um olhar mais maduro sobre o que, de fato, damos
conta de fazer. Não que eu ainda não tenha desejos grandiosos ou sonhos que demandem toda a energia de renovação,
mas sim que talvez eu esteja mais apaziguada de que nem sempre damos conta de realizar tudo aquilo que intencionamos
– e isso não é sinal nenhum de fracasso…
Afinal de contas, a vida não é o que a gente planeja. A vida é o que a gente vive. E, honestamente, por mais
assustador que isso possa parecer para algumas pessoas, temos muito pouco controle sobre os acontecimentos. Daí,
planejar é um ótimo start para nossas realizações, mas não garante que tudo aquilo sairá do papel. Menos ainda conforme
o planejado.
Por isso, para 2025, eu quero desejar poucas coisas. Mas talvez as mais importantes para o meu momento. Cuidar
do meu corpo em sua integralidade – entendendo que parte física e mental caminham juntas – e de forma amorosa.
Respeitar os meus próprios limites para não viver uma vida ansiosa e sobrecarregada. Me preocupar menos com o que
não está em minhas mãos. Dançar conforme a música – porque, quando a gente não aceita o que se apresenta, tudo fica
mais difícil. E olhar para o mundo com olhos de encantamento, celebrando o privilégio de estar aqui (mesmo se nada tão
grandioso assim me acontecer).
Enfim, prometer menos, viver mais.
Fonte: ZANELATO, Débora. Prometer menos, viver mais. Disponível em: vidasimples.co/colunista/quero-prometer-menos-e-viver-mais/.
Acesso em: 19 fev. 2025. Adapta
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição dessa passagem.
I- Em “viver uma vida ansiosa”, verifica-se o emprego da figura de linguagem pleonasmo como recurso de expressão.
II- Em “me preocupar menos”, o pronome oblíquo átono “me” foi usado, informalmente, proclítico, pois, formalmente, estaria enclítico, resultando a forma “preocupar-me”.
III- Em “quando a gente não aceita”, o termo “a gente” é marca de coloquialidade que poderia ser substituída pelo pronome pessoal “nós”, com o qual o verbo “aceita” deveria concordar.
IV- Em “dançar conforme a música”, verifica-se o emprego da linguagem conotativa e essa expressão assume, no texto, o sentido de aceitar a vida com ela é.
V- Em “quando a gente não aceita o que se apresenta”, o pronome “se” foi usado proclítico, de acordo com a norma, pois a palavra “que” é atrativa.
Estão CORRETAS as afirmativas
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se
refere.
Texto 01
Prometer menos, viver mais
[...] Há muitos anos – talvez desde garota – eu gosto de aproveitar esses dias finais para relembrar o que foi vivido
nos últimos 365 dias (em 2024, 366!) e, especialmente, para traçar minhas metas e objetivos para o ano seguinte.
Essa lista costumava ser enorme: eu inconscientemente acreditava que, na virada do ano, seria abastecida de toda
a energia necessária para mudar hábitos e construir o estilo de vida que eu tanto desejava, além de achar que aqueles
sonhos todos poderiam se realizar (nem com passe de mágica…). Minha lista tinha metas irreais, audaciosas e acabava
sempre por gerar frustração. Afinal, por mais que eu desejasse mudar muitas coisas na minha vida e concretizar tantos
planos, talvez a lista contemplasse coisas demais.
Nos últimos tempos, notei que minhas resoluções ficaram menores. Pensei, com um certo ar de preocupação: “será
que estou menos entusiasta de mim mesma?”. Mas talvez seja só um olhar mais maduro sobre o que, de fato, damos
conta de fazer. Não que eu ainda não tenha desejos grandiosos ou sonhos que demandem toda a energia de renovação,
mas sim que talvez eu esteja mais apaziguada de que nem sempre damos conta de realizar tudo aquilo que intencionamos
– e isso não é sinal nenhum de fracasso…
Afinal de contas, a vida não é o que a gente planeja. A vida é o que a gente vive. E, honestamente, por mais
assustador que isso possa parecer para algumas pessoas, temos muito pouco controle sobre os acontecimentos. Daí,
planejar é um ótimo start para nossas realizações, mas não garante que tudo aquilo sairá do papel. Menos ainda conforme
o planejado.
Por isso, para 2025, eu quero desejar poucas coisas. Mas talvez as mais importantes para o meu momento. Cuidar
do meu corpo em sua integralidade – entendendo que parte física e mental caminham juntas – e de forma amorosa.
Respeitar os meus próprios limites para não viver uma vida ansiosa e sobrecarregada. Me preocupar menos com o que
não está em minhas mãos. Dançar conforme a música – porque, quando a gente não aceita o que se apresenta, tudo fica
mais difícil. E olhar para o mundo com olhos de encantamento, celebrando o privilégio de estar aqui (mesmo se nada tão
grandioso assim me acontecer).
Enfim, prometer menos, viver mais.
Fonte: ZANELATO, Débora. Prometer menos, viver mais. Disponível em: vidasimples.co/colunista/quero-prometer-menos-e-viver-mais/.
Acesso em: 19 fev. 2025. Adapta
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Questão presente nas seguintes provas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se
refere.
Texto 01
Prometer menos, viver mais
[...] Há muitos anos – talvez desde garota – eu gosto de aproveitar esses dias finais para relembrar o que foi vivido
nos últimos 365 dias (em 2024, 366!) e, especialmente, para traçar minhas metas e objetivos para o ano seguinte.
Essa lista costumava ser enorme: eu inconscientemente acreditava que, na virada do ano, seria abastecida de toda
a energia necessária para mudar hábitos e construir o estilo de vida que eu tanto desejava, além de achar que aqueles
sonhos todos poderiam se realizar (nem com passe de mágica…). Minha lista tinha metas irreais, audaciosas e acabava
sempre por gerar frustração. Afinal, por mais que eu desejasse mudar muitas coisas na minha vida e concretizar tantos
planos, talvez a lista contemplasse coisas demais.
Nos últimos tempos, notei que minhas resoluções ficaram menores. Pensei, com um certo ar de preocupação: “será
que estou menos entusiasta de mim mesma?”. Mas talvez seja só um olhar mais maduro sobre o que, de fato, damos
conta de fazer. Não que eu ainda não tenha desejos grandiosos ou sonhos que demandem toda a energia de renovação,
mas sim que talvez eu esteja mais apaziguada de que nem sempre damos conta de realizar tudo aquilo que intencionamos
– e isso não é sinal nenhum de fracasso…
Afinal de contas, a vida não é o que a gente planeja. A vida é o que a gente vive. E, honestamente, por mais
assustador que isso possa parecer para algumas pessoas, temos muito pouco controle sobre os acontecimentos. Daí,
planejar é um ótimo start para nossas realizações, mas não garante que tudo aquilo sairá do papel. Menos ainda conforme
o planejado.
Por isso, para 2025, eu quero desejar poucas coisas. Mas talvez as mais importantes para o meu momento. Cuidar
do meu corpo em sua integralidade – entendendo que parte física e mental caminham juntas – e de forma amorosa.
Respeitar os meus próprios limites para não viver uma vida ansiosa e sobrecarregada. Me preocupar menos com o que
não está em minhas mãos. Dançar conforme a música – porque, quando a gente não aceita o que se apresenta, tudo fica
mais difícil. E olhar para o mundo com olhos de encantamento, celebrando o privilégio de estar aqui (mesmo se nada tão
grandioso assim me acontecer).
Enfim, prometer menos, viver mais.
Fonte: ZANELATO, Débora. Prometer menos, viver mais. Disponível em: vidasimples.co/colunista/quero-prometer-menos-e-viver-mais/.
Acesso em: 19 fev. 2025. Adapta
Tendo em vista o contexto em que foi empregada, infere-se que a palavra “start” foi usada com sentido de
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Texto 01
Prometer menos, viver mais
[...] Há muitos anos – talvez desde garota – eu gosto de aproveitar esses dias finais para relembrar o que foi vivido
nos últimos 365 dias (em 2024, 366!) e, especialmente, para traçar minhas metas e objetivos para o ano seguinte.
Essa lista costumava ser enorme: eu inconscientemente acreditava que, na virada do ano, seria abastecida de toda
a energia necessária para mudar hábitos e construir o estilo de vida que eu tanto desejava, além de achar que aqueles
sonhos todos poderiam se realizar (nem com passe de mágica…). Minha lista tinha metas irreais, audaciosas e acabava
sempre por gerar frustração. Afinal, por mais que eu desejasse mudar muitas coisas na minha vida e concretizar tantos
planos, talvez a lista contemplasse coisas demais.
Nos últimos tempos, notei que minhas resoluções ficaram menores. Pensei, com um certo ar de preocupação: “será
que estou menos entusiasta de mim mesma?”. Mas talvez seja só um olhar mais maduro sobre o que, de fato, damos
conta de fazer. Não que eu ainda não tenha desejos grandiosos ou sonhos que demandem toda a energia de renovação,
mas sim que talvez eu esteja mais apaziguada de que nem sempre damos conta de realizar tudo aquilo que intencionamos
– e isso não é sinal nenhum de fracasso…
Afinal de contas, a vida não é o que a gente planeja. A vida é o que a gente vive. E, honestamente, por mais
assustador que isso possa parecer para algumas pessoas, temos muito pouco controle sobre os acontecimentos. Daí,
planejar é um ótimo start para nossas realizações, mas não garante que tudo aquilo sairá do papel. Menos ainda conforme
o planejado.
Por isso, para 2025, eu quero desejar poucas coisas. Mas talvez as mais importantes para o meu momento. Cuidar
do meu corpo em sua integralidade – entendendo que parte física e mental caminham juntas – e de forma amorosa.
Respeitar os meus próprios limites para não viver uma vida ansiosa e sobrecarregada. Me preocupar menos com o que
não está em minhas mãos. Dançar conforme a música – porque, quando a gente não aceita o que se apresenta, tudo fica
mais difícil. E olhar para o mundo com olhos de encantamento, celebrando o privilégio de estar aqui (mesmo se nada tão
grandioso assim me acontecer).
Enfim, prometer menos, viver mais.
Fonte: ZANELATO, Débora. Prometer menos, viver mais. Disponível em: vidasimples.co/colunista/quero-prometer-menos-e-viver-mais/.
Acesso em: 19 fev. 2025. Adapta
I- A maturidade, advinda com o tempo, permite a simplificação da vida.
II- Os sonhos e os desejos significativos desaparecem com a maturidade.
III- O alcance das metas, na maturidade, é essencial para evitar a frustração.
IV- O desrespeito aos próprios limites traz como consequência a ansiedade.
V- O controle de todos os acontecimentos da vida é um objetivo inatingível.
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refere.
Texto 01
Prometer menos, viver mais
[...] Há muitos anos – talvez desde garota – eu gosto de aproveitar esses dias finais para relembrar o que foi vivido
nos últimos 365 dias (em 2024, 366!) e, especialmente, para traçar minhas metas e objetivos para o ano seguinte.
Essa lista costumava ser enorme: eu inconscientemente acreditava que, na virada do ano, seria abastecida de toda
a energia necessária para mudar hábitos e construir o estilo de vida que eu tanto desejava, além de achar que aqueles
sonhos todos poderiam se realizar (nem com passe de mágica…). Minha lista tinha metas irreais, audaciosas e acabava
sempre por gerar frustração. Afinal, por mais que eu desejasse mudar muitas coisas na minha vida e concretizar tantos
planos, talvez a lista contemplasse coisas demais.
Nos últimos tempos, notei que minhas resoluções ficaram menores. Pensei, com um certo ar de preocupação: “será
que estou menos entusiasta de mim mesma?”. Mas talvez seja só um olhar mais maduro sobre o que, de fato, damos
conta de fazer. Não que eu ainda não tenha desejos grandiosos ou sonhos que demandem toda a energia de renovação,
mas sim que talvez eu esteja mais apaziguada de que nem sempre damos conta de realizar tudo aquilo que intencionamos
– e isso não é sinal nenhum de fracasso…
Afinal de contas, a vida não é o que a gente planeja. A vida é o que a gente vive. E, honestamente, por mais
assustador que isso possa parecer para algumas pessoas, temos muito pouco controle sobre os acontecimentos. Daí,
planejar é um ótimo start para nossas realizações, mas não garante que tudo aquilo sairá do papel. Menos ainda conforme
o planejado.
Por isso, para 2025, eu quero desejar poucas coisas. Mas talvez as mais importantes para o meu momento. Cuidar
do meu corpo em sua integralidade – entendendo que parte física e mental caminham juntas – e de forma amorosa.
Respeitar os meus próprios limites para não viver uma vida ansiosa e sobrecarregada. Me preocupar menos com o que
não está em minhas mãos. Dançar conforme a música – porque, quando a gente não aceita o que se apresenta, tudo fica
mais difícil. E olhar para o mundo com olhos de encantamento, celebrando o privilégio de estar aqui (mesmo se nada tão
grandioso assim me acontecer).
Enfim, prometer menos, viver mais.
Fonte: ZANELATO, Débora. Prometer menos, viver mais. Disponível em: vidasimples.co/colunista/quero-prometer-menos-e-viver-mais/.
Acesso em: 19 fev. 2025. Adapta
I- A informação entre parênteses “(em 2024, 366!)” indica que o ano de 2024 passou tão devagar que pareceu ter um dia a mais, quando, na verdade, teve os mesmos 365 dias de todos os anos.
II- Os últimos dias do ano são usados, habitualmente, para fazer uma retrospectiva do que foi experienciado durante o ano de 2024.
III- A informação entre parênteses “(em 2024, 366!)” constrói uma ironia, pois expressa que o ano de 2024 foi permeado por acontecimentos ruins, dando a impressão de que teve mais dias.
IV- A ação de relembrar o que foi vivido durante o ano tem, principalmente, o objetivo de focar e verificar os erros cometidos para que eles não se repitam.
V- A informação entre parênteses “(em 2024, 366!)” permite concluir que 2024 foi um ano bissexto, que é o ano ao qual é acrescentado um dia extra ao mês de fevereiro, ficando com 366 dias, um dia a mais do que os anos normais de 365 dias.
Estão CORRETAS as afirmativas
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