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Computador tem sentimento?

Angélica Queiroz

Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. No entanto, novos estudos e dispositivos estão transformando essa possibilidade, geralmente explorada na ficção científica, em algo real. Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários e oferecer soluções baseadas nessa interpretação.

O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais. “A computação cognitiva veio para ficar e está alterando a forma como nós lidamos com os computadores e resolvemos os nossos problemas do dia a dia. A cada dia nós vamos melhorar e aprimorar essas ferramentas com o apoio da inteligência artificial”, prevê.

Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente, possibilitando um tratamento mais adequado. Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.

O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar. “Ela trabalha desde a psicologia, passando pela sociologia, medicina e, claro, pela computação e engenharia”. Para ele o Brasil ainda explora pouco a área, e o grande gargalo é justamente a interação entre as diferentes áreas.

[...]

Adaptado de: https://jornal.ufg.br/n/92498-computador-tem-sentimento. Acesso em: 29 de mar. 2024.

Analise o emprego do “que” nos seguintes períodos:

I. “[...] a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada [...]”.

II. “[...] explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades [...]”.

III. “[...] a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado [...]”.

IV. “[...] auxiliar áreas como [...] a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente [...]”.

V. “O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar.”

Entre as cinco ocorrências da palavra “que” apresentadas, é correto afirmar que há

 

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Computador tem sentimento?

Angélica Queiroz

Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. No entanto, novos estudos e dispositivos estão transformando essa possibilidade, geralmente explorada na ficção científica, em algo real. Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários e oferecer soluções baseadas nessa interpretação.

O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais. “A computação cognitiva veio para ficar e está alterando a forma como nós lidamos com os computadores e resolvemos os nossos problemas do dia a dia. A cada dia nós vamos melhorar e aprimorar essas ferramentas com o apoio da inteligência artificial”, prevê.

Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente, possibilitando um tratamento mais adequado. Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.

O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar. “Ela trabalha desde a psicologia, passando pela sociologia, medicina e, claro, pela computação e engenharia”. Para ele o Brasil ainda explora pouco a área, e o grande gargalo é justamente a interação entre as diferentes áreas.

[...]

Adaptado de: https://jornal.ufg.br/n/92498-computador-tem-sentimento. Acesso em: 29 de mar. 2024.

Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA em relação ao seguinte período:

“O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais.”

 

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Computador tem sentimento?

Angélica Queiroz

Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. No entanto, novos estudos e dispositivos estão transformando essa possibilidade, geralmente explorada na ficção científica, em algo real. Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários e oferecer soluções baseadas nessa interpretação.

O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais. “A computação cognitiva veio para ficar e está alterando a forma como nós lidamos com os computadores e resolvemos os nossos problemas do dia a dia. A cada dia nós vamos melhorar e aprimorar essas ferramentas com o apoio da inteligência artificial”, prevê.

Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente, possibilitando um tratamento mais adequado. Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.

O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar. “Ela trabalha desde a psicologia, passando pela sociologia, medicina e, claro, pela computação e engenharia”. Para ele o Brasil ainda explora pouco a área, e o grande gargalo é justamente a interação entre as diferentes áreas.

[...]

Adaptado de: https://jornal.ufg.br/n/92498-computador-tem-sentimento. Acesso em: 29 de mar. 2024.

“Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.”

Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita totalmente correta desse excerto, incluindo a adequada correlação entre as vozes verbais.

 

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Computador tem sentimento?

Angélica Queiroz

Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. No entanto, novos estudos e dispositivos estão transformando essa possibilidade, geralmente explorada na ficção científica, em algo real. Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários e oferecer soluções baseadas nessa interpretação.

O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais. “A computação cognitiva veio para ficar e está alterando a forma como nós lidamos com os computadores e resolvemos os nossos problemas do dia a dia. A cada dia nós vamos melhorar e aprimorar essas ferramentas com o apoio da inteligência artificial”, prevê.

Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente, possibilitando um tratamento mais adequado. Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.

O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar. “Ela trabalha desde a psicologia, passando pela sociologia, medicina e, claro, pela computação e engenharia”. Para ele o Brasil ainda explora pouco a área, e o grande gargalo é justamente a interação entre as diferentes áreas.

[...]

Adaptado de: https://jornal.ufg.br/n/92498-computador-tem-sentimento. Acesso em: 29 de mar. 2024.

Considerando o seguinte excerto: “Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante.”, assinale a alternativa em que reescrita dele altera uma parte do seu significado básico original.

 

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Angélica Queiroz

Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. No entanto, novos estudos e dispositivos estão transformando essa possibilidade, geralmente explorada na ficção científica, em algo real. Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários e oferecer soluções baseadas nessa interpretação.

O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais. “A computação cognitiva veio para ficar e está alterando a forma como nós lidamos com os computadores e resolvemos os nossos problemas do dia a dia. A cada dia nós vamos melhorar e aprimorar essas ferramentas com o apoio da inteligência artificial”, prevê.

Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente, possibilitando um tratamento mais adequado. Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.

O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar. “Ela trabalha desde a psicologia, passando pela sociologia, medicina e, claro, pela computação e engenharia”. Para ele o Brasil ainda explora pouco a área, e o grande gargalo é justamente a interação entre as diferentes áreas.

[...]

Adaptado de: https://jornal.ufg.br/n/92498-computador-tem-sentimento. Acesso em: 29 de mar. 2024.

“[...] a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. [...] Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários [...].”

Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, sinônimos para as palavras sublinhadas no excerto apresentado.

 

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Angélica Queiroz

Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. No entanto, novos estudos e dispositivos estão transformando essa possibilidade, geralmente explorada na ficção científica, em algo real. Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários e oferecer soluções baseadas nessa interpretação.

O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais. “A computação cognitiva veio para ficar e está alterando a forma como nós lidamos com os computadores e resolvemos os nossos problemas do dia a dia. A cada dia nós vamos melhorar e aprimorar essas ferramentas com o apoio da inteligência artificial”, prevê.

Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente, possibilitando um tratamento mais adequado. Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.

O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar. “Ela trabalha desde a psicologia, passando pela sociologia, medicina e, claro, pela computação e engenharia”. Para ele o Brasil ainda explora pouco a área, e o grande gargalo é justamente a interação entre as diferentes áreas.

[...]

Adaptado de: https://jornal.ufg.br/n/92498-computador-tem-sentimento. Acesso em: 29 de mar. 2024.

É correto afirmar, em relação ao Texto 1, que se trata de uma

 

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