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Disponível em: https://programajornaleeducacao.blogspot.com/2011/08/homem-x-maquina.html. Acesso em: 29 de mar. 2024.
Em cada alternativa a seguir, foi transcrita uma fala utilizada na charge, com uma correspondente forma reescrita entre parênteses.
Assinale a alternativa cuja reescrita se mantém totalmente de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Disponível em: https://programajornaleeducacao.blogspot.com/2011/08/homem-x-maquina.html. Acesso em: 29 de mar. 2024.
“Estou cansado de ser tratado como máquina! As pessoas acham que eu só existo virtualmente!”
Em relação aos elementos presentes no trecho transcrito da charge, é INCORRETO afirmar que
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Computador tem sentimento?
Angélica Queiroz
Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. No entanto, novos estudos e dispositivos estão transformando essa possibilidade, geralmente explorada na ficção científica, em algo real. Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários e oferecer soluções baseadas nessa interpretação.
O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais. “A computação cognitiva veio para ficar e está alterando a forma como nós lidamos com os computadores e resolvemos os nossos problemas do dia a dia. A cada dia nós vamos melhorar e aprimorar essas ferramentas com o apoio da inteligência artificial”, prevê.
Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente, possibilitando um tratamento mais adequado. Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.
O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar. “Ela trabalha desde a psicologia, passando pela sociologia, medicina e, claro, pela computação e engenharia”. Para ele o Brasil ainda explora pouco a área, e o grande gargalo é justamente a interação entre as diferentes áreas.
[...]
Adaptado de: https://jornal.ufg.br/n/92498-computador-tem-sentimento. Acesso em: 29 de mar. 2024.
“Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde [...].”
No trecho apresentado, as palavras e expressões destacadas introduzem os seguintes significados, respectivamente:
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Computador tem sentimento?
Angélica Queiroz
Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. No entanto, novos estudos e dispositivos estão transformando essa possibilidade, geralmente explorada na ficção científica, em algo real. Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários e oferecer soluções baseadas nessa interpretação.
O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais. “A computação cognitiva veio para ficar e está alterando a forma como nós lidamos com os computadores e resolvemos os nossos problemas do dia a dia. A cada dia nós vamos melhorar e aprimorar essas ferramentas com o apoio da inteligência artificial”, prevê.
Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente, possibilitando um tratamento mais adequado. Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.
O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar. “Ela trabalha desde a psicologia, passando pela sociologia, medicina e, claro, pela computação e engenharia”. Para ele o Brasil ainda explora pouco a área, e o grande gargalo é justamente a interação entre as diferentes áreas.
[...]
Adaptado de: https://jornal.ufg.br/n/92498-computador-tem-sentimento. Acesso em: 29 de mar. 2024.
Assinale a alternativa que explica corretamente o emprego da correspondente forma verbal destacada.
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Computador tem sentimento?
Angélica Queiroz
Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. No entanto, novos estudos e dispositivos estão transformando essa possibilidade, geralmente explorada na ficção científica, em algo real. Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários e oferecer soluções baseadas nessa interpretação.
O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais. “A computação cognitiva veio para ficar e está alterando a forma como nós lidamos com os computadores e resolvemos os nossos problemas do dia a dia. A cada dia nós vamos melhorar e aprimorar essas ferramentas com o apoio da inteligência artificial”, prevê.
Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente, possibilitando um tratamento mais adequado. Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.
O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar. “Ela trabalha desde a psicologia, passando pela sociologia, medicina e, claro, pela computação e engenharia”. Para ele o Brasil ainda explora pouco a área, e o grande gargalo é justamente a interação entre as diferentes áreas.
[...]
Adaptado de: https://jornal.ufg.br/n/92498-computador-tem-sentimento. Acesso em: 29 de mar. 2024.
Analise o emprego do “que” nos seguintes períodos:
I. “[...] a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada [...]”.
II. “[...] explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades [...]”.
III. “[...] a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado [...]”.
IV. “[...] auxiliar áreas como [...] a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente [...]”.
V. “O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar.”
Entre as cinco ocorrências da palavra “que” apresentadas, é correto afirmar que há
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Computador tem sentimento?
Angélica Queiroz
Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. No entanto, novos estudos e dispositivos estão transformando essa possibilidade, geralmente explorada na ficção científica, em algo real. Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários e oferecer soluções baseadas nessa interpretação.
O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais. “A computação cognitiva veio para ficar e está alterando a forma como nós lidamos com os computadores e resolvemos os nossos problemas do dia a dia. A cada dia nós vamos melhorar e aprimorar essas ferramentas com o apoio da inteligência artificial”, prevê.
Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente, possibilitando um tratamento mais adequado. Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.
O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar. “Ela trabalha desde a psicologia, passando pela sociologia, medicina e, claro, pela computação e engenharia”. Para ele o Brasil ainda explora pouco a área, e o grande gargalo é justamente a interação entre as diferentes áreas.
[...]
Adaptado de: https://jornal.ufg.br/n/92498-computador-tem-sentimento. Acesso em: 29 de mar. 2024.
Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA em relação ao seguinte período:
“O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais.”
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Computador tem sentimento?
Angélica Queiroz
Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. No entanto, novos estudos e dispositivos estão transformando essa possibilidade, geralmente explorada na ficção científica, em algo real. Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários e oferecer soluções baseadas nessa interpretação.
O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais. “A computação cognitiva veio para ficar e está alterando a forma como nós lidamos com os computadores e resolvemos os nossos problemas do dia a dia. A cada dia nós vamos melhorar e aprimorar essas ferramentas com o apoio da inteligência artificial”, prevê.
Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente, possibilitando um tratamento mais adequado. Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.
O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar. “Ela trabalha desde a psicologia, passando pela sociologia, medicina e, claro, pela computação e engenharia”. Para ele o Brasil ainda explora pouco a área, e o grande gargalo é justamente a interação entre as diferentes áreas.
[...]
Adaptado de: https://jornal.ufg.br/n/92498-computador-tem-sentimento. Acesso em: 29 de mar. 2024.
“Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.”
Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita totalmente correta desse excerto, incluindo a adequada correlação entre as vozes verbais.
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Computador tem sentimento?
Angélica Queiroz
Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. No entanto, novos estudos e dispositivos estão transformando essa possibilidade, geralmente explorada na ficção científica, em algo real. Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários e oferecer soluções baseadas nessa interpretação.
O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais. “A computação cognitiva veio para ficar e está alterando a forma como nós lidamos com os computadores e resolvemos os nossos problemas do dia a dia. A cada dia nós vamos melhorar e aprimorar essas ferramentas com o apoio da inteligência artificial”, prevê.
Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente, possibilitando um tratamento mais adequado. Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.
O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar. “Ela trabalha desde a psicologia, passando pela sociologia, medicina e, claro, pela computação e engenharia”. Para ele o Brasil ainda explora pouco a área, e o grande gargalo é justamente a interação entre as diferentes áreas.
[...]
Adaptado de: https://jornal.ufg.br/n/92498-computador-tem-sentimento. Acesso em: 29 de mar. 2024.
Considerando o seguinte excerto: “Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante.”, assinale a alternativa em que reescrita dele altera uma parte do seu significado básico original.
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Computador tem sentimento?
Angélica Queiroz
Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. No entanto, novos estudos e dispositivos estão transformando essa possibilidade, geralmente explorada na ficção científica, em algo real. Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários e oferecer soluções baseadas nessa interpretação.
O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais. “A computação cognitiva veio para ficar e está alterando a forma como nós lidamos com os computadores e resolvemos os nossos problemas do dia a dia. A cada dia nós vamos melhorar e aprimorar essas ferramentas com o apoio da inteligência artificial”, prevê.
Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente, possibilitando um tratamento mais adequado. Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.
O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar. “Ela trabalha desde a psicologia, passando pela sociologia, medicina e, claro, pela computação e engenharia”. Para ele o Brasil ainda explora pouco a área, e o grande gargalo é justamente a interação entre as diferentes áreas.
[...]
Adaptado de: https://jornal.ufg.br/n/92498-computador-tem-sentimento. Acesso em: 29 de mar. 2024.
“[...] a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. [...] Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários [...].”
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, sinônimos para as palavras sublinhadas no excerto apresentado.
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Computador tem sentimento?
Angélica Queiroz
Desde a popularização dos computadores, a relação homem-máquina tem sido objeto de estudo dos cientistas, e a possibilidade de máquinas que sentem e identificam sentimentos sempre foi considerada, no mínimo, intrigante. No entanto, novos estudos e dispositivos estão transformando essa possibilidade, geralmente explorada na ficção científica, em algo real. Com a computação afetiva, os computadores estão cada vez mais hábeis na tarefa de detectar o estado de espírito dos usuários e oferecer soluções baseadas nessa interpretação.
O professor do Instituto de Informática (INF) da Universidade Federal de Goiás, Celso Gonçalves Camilo, é especialista em inteligência artificial, ramo da ciência da computação responsável por desenvolver o raciocínio das máquinas, e explica que a computação afetiva ou cognitiva é um conjunto de recursos desenvolvidos para analisar e expressar afetividades por meio de métodos computacionais. “A computação cognitiva veio para ficar e está alterando a forma como nós lidamos com os computadores e resolvemos os nossos problemas do dia a dia. A cada dia nós vamos melhorar e aprimorar essas ferramentas com o apoio da inteligência artificial”, prevê.
Segundo Celso Camilo, muitos programas de computador já são capazes de identificar o estado emocional do usuário, e esses dados podem ser bastante úteis e auxiliar áreas como a educação, a partir do desenvolvimento de dispositivos que aliam fatores emocionais e cognitivos em busca de um melhor aprendizado, ou a saúde, com sensores que medem o estresse do paciente, possibilitando um tratamento mais adequado. Além disso, a computação afetiva pode ser aproveitada na própria interação homem-máquina, quando o computador busca oferecer soluções sob medida para o usuário.
O professor destaca que a computação afetiva é multidisciplinar. “Ela trabalha desde a psicologia, passando pela sociologia, medicina e, claro, pela computação e engenharia”. Para ele o Brasil ainda explora pouco a área, e o grande gargalo é justamente a interação entre as diferentes áreas.
[...]
Adaptado de: https://jornal.ufg.br/n/92498-computador-tem-sentimento. Acesso em: 29 de mar. 2024.
É correto afirmar, em relação ao Texto 1, que se trata de uma
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