Foram encontradas 280 questões.
Assim que chegou em sua hospedagem, Pedro decidiu organizar suas 9 roupas de verão em cabides. Sabe-se que ele possui 3
regatas, 4 bermudas e 2 camisas, e quer organizar, em uma fileira, todas em grupos por tipo, ou seja, todas as regatas juntas,
todas as bermudas juntas e todas as camisas juntas. De quantas formas diferentes Pedro poderá organizá-las no armário,
considerando que manterá os tipos agrupados?
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3958035
Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Na Biblioteca Municipal de Nova Esperança, estudantes do ensino fundamental se organizaram em três grupos de estudo: literatura
brasileira, ciências naturais e matemática financeira. Após o encerramento das atividades, registrou-se o seguinte:
• 25 alunos participaram do grupo de literatura brasileira;
• 22 alunos participaram do grupo de ciências naturais;
• 19 alunos participaram do grupo de matemática financeira;
• 9 alunos participaram dos grupos de literatura e ciências naturais;
• 7 alunos participaram dos grupos de literatura brasileira e matemática financeira;
• 6 alunos participaram dos grupos de ciências naturais e matemática financeira; e
• 4 alunos participaram dos três grupos de estudo.
Quantos alunos participaram de pelo menos um dos grupos de estudo oferecidos?
• 25 alunos participaram do grupo de literatura brasileira;
• 22 alunos participaram do grupo de ciências naturais;
• 19 alunos participaram do grupo de matemática financeira;
• 9 alunos participaram dos grupos de literatura e ciências naturais;
• 7 alunos participaram dos grupos de literatura brasileira e matemática financeira;
• 6 alunos participaram dos grupos de ciências naturais e matemática financeira; e
• 4 alunos participaram dos três grupos de estudo.
Quantos alunos participaram de pelo menos um dos grupos de estudo oferecidos?
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3958034
Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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5 entregadoras de aplicativo – Nina, Paula, Rafaela, Sabrina e Tânia – participaram de uma competição de entregas rápidas. Elas
saíram ao mesmo tempo, mas terminaram em momentos diferentes. Sabe-se que Sabrina completou todas as entregas antes
de Tânia, mas depois de Paula. Além disso, Nina terminou antes de Paula, mas depois de Rafaela. Qual foi a ordem, da que
chegou por último à que chegou primeiro, em que elas completaram as entregas?
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Durante uma campanha de arrecadação de alimentos, determinada escola observou que a quantidade de pacotes arrecadados
em cada dia aumentava em relação ao dia anterior, sendo 6 pacotes a mais por dia. Ao final do décimo quinto dia, a escola arrecadou o total de 990 pacotes de alimentos. Quantos pacotes de alimentos foram arrecadados somente no décimo quinto dia?
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3958032
Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Durante a cerimônia de premiação em um festival de cinema independente, os troféus foram sendo entregues seguindo uma
ordem numérica curiosa: o primeiro filme recebeu 3 estrelas simbólicas; o segundo recebeu 7; o terceiro recebeu 13; o quarto
recebeu 21; o quinto recebeu 31; e assim por diante. Mantendo esse padrão de acréscimo, quantas estrelas simbólicas o oitavo
filme premiado recebeu?
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3958031
Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Durante a audição para um espetáculo teatral, Diana e Lucas estavam entre os 250 candidatos avaliados. Todos foram classificados em ordem de desempenho, do primeiro ao último lugar, sem empates. Na lista final, entre Diana e a pessoa que ficou
em 3º lugar, havia exatamente outras 20 pessoas. Já Lucas ficou na 60ª posição, contando a lista de trás para frente (ou seja,
da última colocação para a primeira). Quantas pessoas foram classificadas entre Diana e Lucas, excluindo os dois?
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Durante uma expedição cicloturística por trilha ecológica, um ciclista percorreu determinado trajeto com distância D em exatas
6 horas, mantendo uma velocidade constante. Em uma nova tentativa, incentivado por condições climáticas mais favoráveis,
ele aumentou sua velocidade em 12 km/h e completou o mesmo itinerário em apenas 4 horas. Qual o valor da distância D?
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Na empresa de Gilberto, há apenas dois tipos de equipamentos no almoxarifado: notebooks e tablets. Sabe-se que 60% dos
equipamentos são notebooks e que 75% dos equipamentos estão destinados ao uso dos setores administrativos. Considerando
apenas os equipamentos destinados aos setores administrativos, sabe-se que 40% são tablets. Qual é a porcentagem dos
equipamentos no almoxarifado que são notebooks destinados a setores não administrativos?
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Gramática com sabor: “vende frango-se” e uma possível representação das passivas sintéticas no português popular
Entre placas de mercados e anúncios improvisados, as frases “vende frango-se” e “forra banco-se” surgem como exemplos
fascinantes de como a linguagem pode se adaptar às necessidades práticas do cotidiano. O deslocamento do “-se” para depois
do sujeito paciente, embora desafie as regras da gramática padrão, cumpre com a missão essencial da linguagem: comunicar.
Mas o que essa inversão revela? Mais do que um simples “erro gramatical”, essa construção é, na verdade, um reflexo de
criatividade linguística e funcionalidade.
Na gramática normativa, a partícula “-se” deve estar diretamente conectada ao verbo, como em “vende-se frango”. Essa
configuração caracteriza a voz passiva sintética no português, em que o verbo e o pronome (no caso, “vende-se”) formam uma
unidade gramatical que expressa uma ação sem agente explícito – na qual o sujeito (no exemplo, “frango”) é, semanticamente,
paciente da ação. Na construção “vende frango-se”, essa unidade é rompida, com o sujeito paciente, “frango”, deslocado para
uma posição imediatamente após o verbo.
Esse deslocamento serve a uma função pragmática clara: prioriza o elemento a ser vendido como central da mensagem,
conferindo-lhe maior visibilidade e destaque. A estrutura é particularmente eficaz em contextos informais, como anúncios de
venda, em que a clareza e a rapidez da comunicação são essenciais. Apesar de se afastar da norma tradicional, a frase mantém
a impessoalidade característica da voz passiva por meio da partícula “-se”, que continua a desempenhar sua função gramatical.
Embora a construção seja funcional no contexto específico, é importante observar que ela representa uma adaptação que
rompe com a sequência esperada da voz passiva sintética. Essa inversão é atípica em registros formais e compromete sua
aceitabilidade, em que a ordem normativa “verbo-se” auxilia na decodificação mais sistemática da mensagem. No entanto, em
cartazes informais, essa inversão emergente cumpre sua função comunicativa ao destacar o elemento de maior interesse: o
produto ou serviço oferecido.
Portanto, a frase “vende frango-se” demonstra como a organização sintática pode ser ajustada para atender a demandas
pragmáticas específicas, sem comprometer a funcionalidade ou a clareza, desde que o contexto seja apropriado. Trata-se de
um exemplo de como o uso da língua pode flexibilizar-se para alcançar objetivos comunicativos específicos, ainda que se afaste
da norma-padrão.
Por trás dessa inversão está uma questão ainda mais interessante: a voz passiva sintética, usada em “vende-se frango”,
pode não ser uma estrutura produtiva na língua falada. Longe dos anúncios comerciais (“aluga-se”, “compra-se” etc.), ela soa
artificial, distante, e tende a ser substituída na fala cotidiana por formas mais naturais aos falantes de português brasileiro,
como “vende frango aqui” ou até “tem frango pra vender”. Essa preferência por construções diretas pode explicar por que, em
contextos informais de escrita, o uso da norma-padrão se desdobra em adaptações criativas.
A dificuldade em internalizar a passiva sintética na fala pode ser um dos motivos pelos quais sua aplicação na escrita
informal é frequentemente ajustada. Nesse caso, “vende frango-se” não seria um “erro”, mas uma adaptação da língua às
formas mais intuitivas e funcionais de comunicação. Isso sugere que a variante culta pode estar perdendo vitalidade em
contextos práticos, afinal, a norma não é um objetivo em si mesma, mas um conjunto de ferramentas que, aqui, cede espaço à
criatividade.
A norma gramatical pode até ser uma estrada asfaltada, mas a língua popular prefere pegar atalhos. Enquanto as regras
tradicionalistas insistem na “correção”, a fala das ruas faz o que precisa ser feito: comunica-se, funciona e segue em frente.
No fim das contas, “vende frango-se” é mais do que uma frase curiosa ou um exemplo de gramática alternativa. É uma
celebração da língua como um organismo vivo, flexível e profundamente humano. Ao desafiar a norma-padrão, ela nos convida a
repensar o que é considerado “certo” ou “errado” na linguagem e a reconhecer que as regras existem para servir à comunicação,
e não o contrário.
Entre o rigor da gramática e a simplicidade das placas improvisadas, fica claro que a criatividade é o que mantém a língua
vibrante. O frango vendido na esquina e a estrutura que o anuncia são, juntos, um lembrete de que a verdadeira riqueza linguística
está na diversidade – e que a norma é apenas uma das muitas possibilidades da linguagem.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/gramatica. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)
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Gramática com sabor: “vende frango-se” e uma possível representação das passivas sintéticas no português popular
Entre placas de mercados e anúncios improvisados, as frases “vende frango-se” e “forra banco-se” surgem como exemplos
fascinantes de como a linguagem pode se adaptar às necessidades práticas do cotidiano. O deslocamento do “-se” para depois
do sujeito paciente, embora desafie as regras da gramática padrão, cumpre com a missão essencial da linguagem: comunicar.
Mas o que essa inversão revela? Mais do que um simples “erro gramatical”, essa construção é, na verdade, um reflexo de
criatividade linguística e funcionalidade.
Na gramática normativa, a partícula “-se” deve estar diretamente conectada ao verbo, como em “vende-se frango”. Essa
configuração caracteriza a voz passiva sintética no português, em que o verbo e o pronome (no caso, “vende-se”) formam uma
unidade gramatical que expressa uma ação sem agente explícito – na qual o sujeito (no exemplo, “frango”) é, semanticamente,
paciente da ação. Na construção “vende frango-se”, essa unidade é rompida, com o sujeito paciente, “frango”, deslocado para
uma posição imediatamente após o verbo.
Esse deslocamento serve a uma função pragmática clara: prioriza o elemento a ser vendido como central da mensagem,
conferindo-lhe maior visibilidade e destaque. A estrutura é particularmente eficaz em contextos informais, como anúncios de
venda, em que a clareza e a rapidez da comunicação são essenciais. Apesar de se afastar da norma tradicional, a frase mantém
a impessoalidade característica da voz passiva por meio da partícula “-se”, que continua a desempenhar sua função gramatical.
Embora a construção seja funcional no contexto específico, é importante observar que ela representa uma adaptação que
rompe com a sequência esperada da voz passiva sintética. Essa inversão é atípica em registros formais e compromete sua
aceitabilidade, em que a ordem normativa “verbo-se” auxilia na decodificação mais sistemática da mensagem. No entanto, em
cartazes informais, essa inversão emergente cumpre sua função comunicativa ao destacar o elemento de maior interesse: o
produto ou serviço oferecido.
Portanto, a frase “vende frango-se” demonstra como a organização sintática pode ser ajustada para atender a demandas
pragmáticas específicas, sem comprometer a funcionalidade ou a clareza, desde que o contexto seja apropriado. Trata-se de
um exemplo de como o uso da língua pode flexibilizar-se para alcançar objetivos comunicativos específicos, ainda que se afaste
da norma-padrão.
Por trás dessa inversão está uma questão ainda mais interessante: a voz passiva sintética, usada em “vende-se frango”,
pode não ser uma estrutura produtiva na língua falada. Longe dos anúncios comerciais (“aluga-se”, “compra-se” etc.), ela soa
artificial, distante, e tende a ser substituída na fala cotidiana por formas mais naturais aos falantes de português brasileiro,
como “vende frango aqui” ou até “tem frango pra vender”. Essa preferência por construções diretas pode explicar por que, em
contextos informais de escrita, o uso da norma-padrão se desdobra em adaptações criativas.
A dificuldade em internalizar a passiva sintética na fala pode ser um dos motivos pelos quais sua aplicação na escrita
informal é frequentemente ajustada. Nesse caso, “vende frango-se” não seria um “erro”, mas uma adaptação da língua às
formas mais intuitivas e funcionais de comunicação. Isso sugere que a variante culta pode estar perdendo vitalidade em
contextos práticos, afinal, a norma não é um objetivo em si mesma, mas um conjunto de ferramentas que, aqui, cede espaço à
criatividade.
A norma gramatical pode até ser uma estrada asfaltada, mas a língua popular prefere pegar atalhos. Enquanto as regras
tradicionalistas insistem na “correção”, a fala das ruas faz o que precisa ser feito: comunica-se, funciona e segue em frente.
No fim das contas, “vende frango-se” é mais do que uma frase curiosa ou um exemplo de gramática alternativa. É uma
celebração da língua como um organismo vivo, flexível e profundamente humano. Ao desafiar a norma-padrão, ela nos convida a
repensar o que é considerado “certo” ou “errado” na linguagem e a reconhecer que as regras existem para servir à comunicação,
e não o contrário.
Entre o rigor da gramática e a simplicidade das placas improvisadas, fica claro que a criatividade é o que mantém a língua
vibrante. O frango vendido na esquina e a estrutura que o anuncia são, juntos, um lembrete de que a verdadeira riqueza linguística
está na diversidade – e que a norma é apenas uma das muitas possibilidades da linguagem.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/gramatica. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)
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