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2565621 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Leia o fragmento a seguir, retirado da obra Pedagogia da autonomia, de Paulo Freire, para responder à questão.
Ensinar exige reconhecer que a educação é
ideológica
O progresso científico e tecnológico que não responde fundamentalmente aos interesses humanos, às necessidades de nossa existência, perde, para mim, sua significação. A todo avanço tecnológico haveria de corresponder o empenho real de resposta imediata a qualquer desafio que pusesse em risco a alegria de viver dos homens e das mulheres. A um avanço tecnológico que ameaça a milhares de mulheres e de homens de perder seu trabalho deveria corresponder outro avanço tecnológico que estivesse a serviço do atendimento das vítimas do progresso anterior. Como se vê, esta é uma questão ética e política, e não tecnológica. O problema me parece muito claro. Assim como não posso usar minha liberdade de fazer coisas, de indagar, de caminhar, de agir, de criticar para esmagar a liberdade dos outros de fazer e de ser, assim também não poderia ser livre para usar os avanços científicos e tecnológicos que levam milhares de pessoas à desesperança. Não se trata, acrescentemos, de inibir a pesquisa e frear os avanços, mas de pô-los a serviço dos seres humanos. A aplicação de avanços tecnológicos com o sacrifício de milhares de pessoas é um exemplo a mais de quanto podemos ser transgressores da ética universal do ser humano e o fazemos em favor de uma ética pequena, a do mercado, a do lucro.
Disponível em: <encurtador.com.br/nyHMX>.
Acesso em: 28 out. 2019.
Leia a seguinte citação, atribuída ao dramaturgo alemão Bertolt Brecht.
“Há muitas maneiras de matar uma pessoa. Cravando um punhal, tirando o pão, não tratando sua doença, condenando à miséria, fazendo trabalhar até arrebentar, impelindo ao suicídio, enviando para a guerra etc. Só a primeira é proibida por nosso Estado.”
Paulo Freire endossa o pensamento de Bertolt Brecht ao sugerir que
 

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2565620 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Leia o fragmento a seguir, retirado da obra Pedagogia da autonomia, de Paulo Freire, para responder à questão.
Ensinar exige reconhecer que a educação é
ideológica
O progresso científico e tecnológico que não responde fundamentalmente aos interesses humanos, às necessidades de nossa existência, perde, para mim, sua significação. A todo avanço tecnológico haveria de corresponder o empenho real de resposta imediata a qualquer desafio que pusesse em risco a alegria de viver dos homens e das mulheres. A um avanço tecnológico que ameaça a milhares de mulheres e de homens de perder seu trabalho deveria corresponder outro avanço tecnológico que estivesse a serviço do atendimento das vítimas do progresso anterior. Como se vê, esta é uma questão ética e política, e não tecnológica. O problema me parece muito claro. Assim como não posso usar minha liberdade de fazer coisas, de indagar, de caminhar, de agir, de criticar para esmagar a liberdade dos outros de fazer e de ser, assim também não poderia ser livre para usar os avanços científicos e tecnológicos que levam milhares de pessoas à desesperança. Não se trata, acrescentemos, de inibir a pesquisa e frear os avanços, mas de pô-los a serviço dos seres humanos. A aplicação de avanços tecnológicos com o sacrifício de milhares de pessoas é um exemplo a mais de quanto podemos ser transgressores da ética universal do ser humano e o fazemos em favor de uma ética pequena, a do mercado, a do lucro.
Disponível em: <encurtador.com.br/nyHMX>.
Acesso em: 28 out. 2019.
Paulo Freire defende a ideia de que os progressos científico e tecnológico
 

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2565619 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Leia o excerto a seguir, retirado da obra Norma culta brasileira: desatando alguns nós, de Carlos Alberto Faraco, para responder à questão.
Ensinar gramática?
A crítica à gramatiquice e ao normativismo não significa, como pensam alguns desavisados, o abandono da reflexão gramatical e do ensino da norma culta / comum / standard. Refletir sobre a estrutura da língua e sobre seu funcionamento social é atividade auxiliar indispensável para o domínio fluente da fala e da escrita. E conhecer a norma culta / comum / standard é parte integrante do amadurecimento das nossas competências linguístico-culturais, em especial as que estão relacionadas à cultura escrita. O lema aqui pode ser: reflexão gramatical sem gramatiquice e estudo da norma culta / comum / standard sem normativismo.
Não cabe, no ensino de português, apenas agir no sentido de os alunos ampliarem seu domínio das atividades de fala e escrita. Junto com esse trabalho (que é, digamos com todas as letras, a parte central do ensino), é necessário realizar sempre uma ação reflexiva sobre a própria língua, integrando as atividades verbais e o pensar sobre elas.
Esse pensar visa a compreensão do funcionamento interno da língua e deve caminhar de uma percepção intuitiva dos fatos a uma progressiva sistematização, acompanhada da introdução do vocabulário gramatical básico (aquele que é indispensável, por exemplo, para se entender as informações contidas nos dicionários). No fundo, trata-se de desenvolver uma atitude científica de observar e descrever a organização estrutural da língua, com destaque para a imensa variedade de formas expressivas alternativas à disposição dos falantes.
(FARACO, 2008, p. 157-158.)
Com base em uma perspectiva alinhada à de Faraco, Marcos Bagno, na obra Gramática pedagógica do português brasileiro, discute tópicos gramaticais que devem, ou não, ser ensinados pelo professor de português.
Nessa direção, o autor assevera que um ensino desapegado do normativismo deve abrir mão do estudo
 

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2565618 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Leia o excerto a seguir, retirado da obra Norma culta brasileira: desatando alguns nós, de Carlos Alberto Faraco, para responder à questão.
Ensinar gramática?
A crítica à gramatiquice e ao normativismo não significa, como pensam alguns desavisados, o abandono da reflexão gramatical e do ensino da norma culta / comum / standard. Refletir sobre a estrutura da língua e sobre seu funcionamento social é atividade auxiliar indispensável para o domínio fluente da fala e da escrita. E conhecer a norma culta / comum / standard é parte integrante do amadurecimento das nossas competências linguístico-culturais, em especial as que estão relacionadas à cultura escrita. O lema aqui pode ser: reflexão gramatical sem gramatiquice e estudo da norma culta / comum / standard sem normativismo.
Não cabe, no ensino de português, apenas agir no sentido de os alunos ampliarem seu domínio das atividades de fala e escrita. Junto com esse trabalho (que é, digamos com todas as letras, a parte central do ensino), é necessário realizar sempre uma ação reflexiva sobre a própria língua, integrando as atividades verbais e o pensar sobre elas.
Esse pensar visa a compreensão do funcionamento interno da língua e deve caminhar de uma percepção intuitiva dos fatos a uma progressiva sistematização, acompanhada da introdução do vocabulário gramatical básico (aquele que é indispensável, por exemplo, para se entender as informações contidas nos dicionários). No fundo, trata-se de desenvolver uma atitude científica de observar e descrever a organização estrutural da língua, com destaque para a imensa variedade de formas expressivas alternativas à disposição dos falantes.
(FARACO, 2008, p. 157-158.)
Faraco recomenda ao professor que
 

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2565617 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Com base nos dispositivos da Lei nº 8.666/1993, sobre contratos administrativos, assinale a alternativa incorreta.
 

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Cleide pretende comprar uma bicicleta a fim de praticar diariamente ciclismo. Ela entrou em uma loja especializada na venda desse tipo de produto e, após escolher a bicicleta que iria comprar, o vendedor da loja, prontamente, explicou quais as formas de pagamento:
• À vista no valor de R$ 1 720,00; ou
• A prazo, em duas parcelas iguais, sendo a primeira no ato da compra e a segundo trinta dias após o primeiro pagamento.
Ao verificar que o valor do produto, nas condições do pagamento a prazo, é de R$ 1 840,00, Cleide, imediatamente, calculou o percentual da taxa mensal de juros praticados pela loja de bicicletas, chegando ao valor igual a
 

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2565032 Ano: 2019
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Ao se ampliar o olhar para além da aparente bidimensionalidade do texto verbal escrito e, assim, ver e analisar outras dramaturgias que se apresentam no ato da encenação no palco, cria-se a ideia de um relevo como característica do múltiplo, o que corrobora para se entender que o conceito de dramaturgia está presente em vários constituintes da encenação.
Desde modo, não se relaciona às novas e variadas formas de se compreender o que é dramaturgia o fato de que
 

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2565031 Ano: 2019
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Segundo Martins, Picosque e Guerra (2009), as gramáticas das diferentes linguagens da arte podem ser abordadas separadamente, mas muitas vezes elas são imbricadas em inventivas formas poéticas que dão novas feições a cada uma delas.
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando adequadamente as descrições das linguagens artísticas com os recursos das suas realizações.
COLUNA I
1. Teatro, dança, música, artes visuais
2. Artes cênicas
3. Novas estéticas em teatro
COLUNA II
( ) Cenografia, ambientação, figurino
( ) Recursos tecnológicos, projeções, luz
( ) Instalação, videoclipe, performance
Assinale a sequência correta.
 

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2565030 Ano: 2019
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Ao se considerar a dramaturgia um conceito múltiplo, o que se quer dizer, de algum modo, é que as possibilidades de dramaturgias são diversas, no sentido de que vários são os constituintes de uma encenação possíveis de serem tratados como dramatúrgicos.
Logo, o caráter diverso em torno do entendimento sobre dramaturgia está relacionado aos diferentes modos
 

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2565029 Ano: 2019
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Depois de Brecht, a dramaturgia teve seu sentido ampliado, compreendendo a estrutura interna da obra, mas também o resultado final do texto posto em cena com uma finalidade específica, com o intuito de influenciar o espectador de tal forma que o mova inclusive a própria ação.
PALLOTTINI, Renata. O que é dramaturgia.
São Paulo: Brasiliense, 2005. p. 14-15 (Adaptação).
Com o advento de uma nova dramaturgia, surgiu uma nova figura na feitura do ato teatral. A figura a que se faz referência é a
 

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