Foram encontradas 40 questões.
Considerando o emprego adequado de crase, avaliar se
as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a
sequência correspondente.
( ) Fui à escola pela manhã, mas saí antes do almoço.
( ) Devolver à sua mãe o dinheiro é fundamental.
( ) Peço à todos que deixem os materiais organizados.
( ) Fui à escola pela manhã, mas saí antes do almoço.
( ) Devolver à sua mãe o dinheiro é fundamental.
( ) Peço à todos que deixem os materiais organizados.
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Considerando as regras de regência nominal, assinalar a
alternativa INCORRETA.
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Assinalar a alternativa em que a pontuação está
INCORRETA.
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De acordo com as classificações de sujeito, relacionar as
colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Sujeito composto.
(2) Sujeito indeterminado.
(3) Sujeito inexistente.
( ) Precisa-se de vendedores.
( ) Religião, política e dinheiro são temas sensíveis.
( ) Ontem choveu demais.
(1) Sujeito composto.
(2) Sujeito indeterminado.
(3) Sujeito inexistente.
( ) Precisa-se de vendedores.
( ) Religião, política e dinheiro são temas sensíveis.
( ) Ontem choveu demais.
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A relação existente entre as orações abaixo é de:
Gosto de ficar em casa, mas também gosto de sair.
Gosto de ficar em casa, mas também gosto de sair.
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Assinalar a alternativa em que todas as palavras são
proparoxítonas.
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Quando é que uma mulher é realmente bonita? No
momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa
festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso
amarelo, postura artificial, desempenho para o público.
Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.
Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa,
uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na
outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro,
nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa
passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro
de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.
Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da
blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo erguido
num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do
ônibus, centenas de pessoas cruzando-se e ninguém
enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da
mão, ajeita a sobrancelha com os dedos. Perfeita.
O carro estacionado às pressas numa rua
desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa
de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre
o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel
catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando
as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e
mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só
eu estou te vendo. Encantadora.
Fonte: Martha Medeiros. Adaptado.
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Quando é que uma mulher é realmente bonita? No
momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa
festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso
amarelo, postura artificial, desempenho para o público.
Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.
Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa,
uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na
outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro,
nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa
passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro
de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.
Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da
blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo erguido
num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do
ônibus, centenas de pessoas cruzando-se e ninguém
enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da
mão, ajeita a sobrancelha com os dedos. Perfeita.
O carro estacionado às pressas numa rua
desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa
de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre
o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel
catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando
as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e
mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só
eu estou te vendo. Encantadora.
Fonte: Martha Medeiros. Adaptado.
O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas [...].
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Quando é que uma mulher é realmente bonita? No
momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa
festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso
amarelo, postura artificial, desempenho para o público.
Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.
Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa,
uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na
outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro,
nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa
passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro
de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.
Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da
blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo erguido
num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do
ônibus, centenas de pessoas cruzando-se e ninguém
enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da
mão, ajeita a sobrancelha com os dedos. Perfeita.
O carro estacionado às pressas numa rua
desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa
de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre
o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel
catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando
as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e
mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só
eu estou te vendo. Encantadora.
Fonte: Martha Medeiros. Adaptado.
( ) O texto, em formato de crônica, apresenta situações cotidianas que respondem às perguntas impostas pela autora, demonstrando a beleza feminina no mundano.
( ) As mulheres são bonitas quando estão sendo vistas por todos.
( ) O último parágrafo é um exemplo da complexidade das mulheres, demonstrando que “beleza” é um termo amplo.
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Quando é que uma mulher é realmente bonita? No
momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa
festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso
amarelo, postura artificial, desempenho para o público.
Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.
Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa,
uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na
outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro,
nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa
passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro
de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.
Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da
blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo erguido
num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do
ônibus, centenas de pessoas cruzando-se e ninguém
enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da
mão, ajeita a sobrancelha com os dedos. Perfeita.
O carro estacionado às pressas numa rua
desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa
de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre
o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel
catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando
as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e
mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só
eu estou te vendo. Encantadora.
Fonte: Martha Medeiros. Adaptado.
I. A expressão “às pressas” (último parágrafo) é uma locução adverbial de modo, podendo ser substituída por “apressadamente”.
II. O adjetivo sublinhado no 3º parágrafo está escrito incorretamente, sendo sua forma correta com hífen.
Está CORRETO o que se afirma:
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