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4016838 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Vargeão-SC
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Um depósito tem formato retangular, com 8 m de comprimento e 5 m de largura. O piso será coberto por uma camada de concreto com 10 cm de espessura. A área do piso e o volume de concreto necessário, respectivamente, serão:
 

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4016837 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Vargeão-SC
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TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.

Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.

De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.

Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

No segmento “nos automedicamos”, a posição do pronome “nos” caracteriza-se como:
 

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4016836 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Vargeão-SC
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TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.

Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.

De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.

Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

Na frase “Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos”, a forma verbal “estamos” encontra se no:
 

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4016835 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Vargeão-SC
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TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.

Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.

De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.

Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

Ao defender que “desestruturar-se é também liberdade”, a autora sugere que:
 

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4016834 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Vargeão-SC
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TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.

Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.

De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.

Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

No texto, a autora afirma que “a vida não é uma linha reta” para sustentar a ideia de que:
 

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4016833 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Vargeão-SC
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TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.

Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.

De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.

Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

No trecho “A maioria de nós tem medo de se desestruturar”, o vocábulo “maioria” classifica-se, do ponto de vista gramatical, como:
 

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4016832 Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Vargeão-SC
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A Norma Regulamentadora nº 1 estabelece deveres que cabem ao empregador no que se refere à segurança e à saúde no trabalho. Considerando essas disposições, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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4016831 Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Vargeão-SC
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A Norma Regulamentadora nº 5 estabelece regras para a constituição, a composição e o funcionamento da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) nas organizações. Considerando essas disposições, assinale a alternativa correta.
 

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4016830 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Vargeão-SC
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Na coleta seletiva, a separação correta dos resíduos é feita por meio de cores padronizadas; assim, papel e papelão devem ser descartados no recipiente de cor ________, plásticos no de cor ________, vidros no de cor ________ e resíduos orgânicos no de cor ________.

Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?

 

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4016829 Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Vargeão-SC
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As atividades de limpeza em ambientes institucionais seguem rotinas padronizadas que envolvem preparo do material, uso correto de equipamentos de proteção e execução ordenada das etapas, de modo a garantir higiene, segurança e eficiência. Considerando os procedimentos de espanação, varrição úmida, lavagem e limpeza de superfícies, assinale a alternativa correta.
 

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