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A figura abaixo mostra um quadrado ABCD de lado L e dois triângulos ABE e CDF, onde E e F são os pontos médios dos segmentos CD e AB, respectivamente. 


Enunciado 4778266-1


A área de interseção entre os dois triângulos (área sombreada da figura) é dada por:
 

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Em uma empresa, 40% dos funcionários utilizam carro para ir ao trabalho, 50% utilizam transporte público e 20% utilizam ambos. Se o total de funcionários é de 600 pessoas, quantos não utilizam nem carro nem transporte público para ir ao trabalho?
 

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Uma professora de química misturou em um recipiente água e óleo numa proporção de 1:3, em volume, resultando num volume total de 12 litros. Em outro recipiente, ela misturou também essas duas substâncias, porém numa proporção de 2:5, resultando num volume total de 14 litros. Se a professora agora misturar o conteúdo dos dois recipientes, qual será a nova proporção entre água e óleo?
 

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Um campo de futebol tem 120 m de comprimento e 90 m de largura. Estima-se que um jogador de futebol corra cerca de 12 km por partida. Quantas voltas completas um jogador conseguiria dar ao longo do perímetro do campo percorrendo essa distância?
 

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Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que há o emprego correto da expressão em destaque.
 

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Analise as sentenças a seguir em relação às expressões em destaque:

I. Eles não puderam ir à peça de teatro, porquanto tiveram de viajar às pressas.
II. Podemos remarcar a reunião, caso você não possa comparecer neste dia.
III. Ouve música enquanto dirige.
IV. Ele explicou tudo tão detalhadamente, de sorte que não restaram dúvidas.
V. Fez o tratamento consoante lhe instruíram no hospital.

As expressões destacadas podem ser classificadas quanto ao significado que exprimem, respectivamente, em:
 

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Identifique em qual das sentenças a seguir ocorre numeral multiplicativo.
 

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Há uma oração introduzida por uma locução concessiva em:
 

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Quem sabe Deus está ouvindo
          Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcandoa um pouco para entrar na terra, sem sequer me dar conta do que fazia.
           Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:
           — Você vai criar um cajueiro aí?
           Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.
          — Mas é melhor arrancar logo, não é? Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso — mas confesso que havia nele um certo remorso. Um silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isto a empregada não sabe: ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão — disso eu não seria capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer, darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte.
           Hoje pela manhã ela começou a me dizer alguma coisa — “seu Rubem, o cajueiro…” — mas o telefone tocou, fui atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e transplantou para ele a mudinha. Veio me mostrar: 
         — Eu comprei um vaso.
         — Ahn...
          Depois de um silêncio, eu disse:
         — Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa... Ela olhou a plantinha e disse com convicção: — Esse aqui não vai morrer, não senhor.
          Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse pela compra do vaso e ficara aliviada com minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo, uma frase profética, dita apenas por dizer:
         — Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro!
          Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo, com certa gravidade:
          — É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo...
        Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros assuntos maiores.
BRAGA, R. Ai de ti, Copacabana! Rio de Janeiro, 1960. Disponível em < https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12044/quemsabe-deus-esta-ouvindo>. 
A palavra que tem exatamente o mesmo número de sílabas que “embaraçada”, que ocorre no texto, é:
 

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Quem sabe Deus está ouvindo
          Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcandoa um pouco para entrar na terra, sem sequer me dar conta do que fazia.
           Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:
           — Você vai criar um cajueiro aí?
           Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.
          — Mas é melhor arrancar logo, não é? Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso — mas confesso que havia nele um certo remorso. Um silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isto a empregada não sabe: ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão — disso eu não seria capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer, darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte.
           Hoje pela manhã ela começou a me dizer alguma coisa — “seu Rubem, o cajueiro…” — mas o telefone tocou, fui atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e transplantou para ele a mudinha. Veio me mostrar: 
         — Eu comprei um vaso.
         — Ahn...
          Depois de um silêncio, eu disse:
         — Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa... Ela olhou a plantinha e disse com convicção: — Esse aqui não vai morrer, não senhor.
          Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse pela compra do vaso e ficara aliviada com minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo, uma frase profética, dita apenas por dizer:
         — Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro!
          Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo, com certa gravidade:
          — É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo...
        Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros assuntos maiores.
BRAGA, R. Ai de ti, Copacabana! Rio de Janeiro, 1960. Disponível em < https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12044/quemsabe-deus-esta-ouvindo>. 
O verbo em “— Eu comprei um vaso.” está conjugado:
 

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