Foram encontradas 25 questões.
1434187
Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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Considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público, o sistema contábil está estruturado nos seguintes subsistemas, EXCETO
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- Lei de Responsabilidade FiscalDespesa Pública (arts. 15 ao 24)Despesas com Pessoal e Seguridade Social (arts. 18 ao 24)
Marque a alternativa CORRETA. Segundo a Lei 101/2004, a despesa total com pessoal, em cada período de apuração, não poderá exceder à receita corrente líquida em
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Analise o conceito a seguir e, em seguida, marque a alternativa à qual esse conceito se refere:
“Representa os compromissos de exigibilidade superior a 12 meses, contraídos para atender a desequílibrios orçamentários ou a financiamentos de obras e serviços públicos”.
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1432971
Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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Qual o nome do crédito adicional destinado à despesa para o qual não haja previsão orçamentária específica?
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1432774
Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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Desde que não estejam comprometidos, consideram-se recursos disponíveis para abertura de crédito adicional, EXCETO
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1432724
Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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A respeito da estrutura para as categorias programáticas (00.000.00.000.0000.0000), marque a alternativa CORRETA.
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1431383
Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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Considerando uma Prefeitura Municipal, marque V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O Plano Plurianual deve ser encaminhado à Câmara dos Vereadoes até quatro meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro.
( ) O Plano Plurianual deve ser elaborado até o final do mês de janeiro do ano que se inicia o mandato do prefeito.
( ) A Lei de Diretrizes Orçamentárias deve ser encaminhada à Câmara dos Vereadores até oito meses e meio antes do encerramento do exercício financeiro.
( ) A Lei de Diretrizes Orçamentárias deve ser elaborada até dez meses antes do encerramento do exercício financeiro.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
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1431106
Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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Analise o Balanço Financeiro em R$ de um órgão público encerrado ao final de um determinado exercício financeiro:
| Receita | R$ | Despesa | R$ |
| Orçamentária | 1.800.000 | Orçamentária | 1.900.000 |
| Extraorçamentária | 90.000 | Extraorçamentária | 50.000 |
| Saldo do Exercício anterior | 40.000 |
É CORRETO afirmar que
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão que se segue.
O grande apagão
Sempre me impressionou o tabu que envolve algumas palavras. Por muito tempo palavrões pronunciados em outro idioma apareciam nas legendas de nossos cinemas e TV substituídos por reticências, ou numa tradução mais branda, enquanto na tela se desenrolavam cenas então ditas “fortes”. Hoje pouca coisa seria considerada imprópria, pois a qualquer hora do dia crianças ligam a TV e, a não ser que haja algum adulto presente propondo algo mais divertido, assistem a cenas tórridas. A intimidade pessoal vem sendo tão banalizada que pouca coisa nos choca – ou escondemos isso para que não pareçamos antiquados?
Voltando aos tabus verbais: procuramos evitar o nome de certas enfermidades que nos assustam, como se, pronunciadas, elas pudessem nos contaminar. O Diabo tem centenas de apelidos – um dos encantos na minha obra predileta, Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, é ver os nomes que lhe dão, sobretudo no interior, de “Coisa Ruim”, “Renegado” e outros: é a poderosa e colorida imaginação do povo, criativa como a das crianças.
Atualmente, ao menos nos escalões do governo, “recessão”, “apagão” e “racionamento” são os malditos, como se, mascarados por eufemismos, eles não fossem o flagelo real de empresas e indivíduos, pela incompetência ou interesses políticos das autoridades responsáveis (que vinham sendo avisadas), provocando a falta de água e os apagões elétricos, dentro de todo um quadro seriíssimo de falhas estruturais pelo país.
“Recessão”, como mencionada (logo corrigida ) pelo ministro da Fazenda, poderia ter uma conotação positiva, com o significado de controlar para arrumar, e depois refazer a casa, buscando o bem real de seus moradores – até onde isso interessa ao Estado.
Empenhado numa batalha feroz pela manutenção do poder, o governo nos arrastou a este fundo de oceano onde estamos ancorados, raspando as areias e ameaçando ali ficar: estimulou com veemência o consumo, deixando multidões inadimplentes ou gravemente endividadas. Tratou adversários de maneira abominável, iludiu o povo com promessas vãs, de muitas maneiras colaborou para o apagão das nossas estruturas públicas e a fragilidade dos nossos valores morais.
Volto a mencionar algumas mazelas, além de água e energia: o caos na educação (vejam as redações do Enem e o desinteresse pela melhor qualificação do ensino), que deveria obter os maiores investimentos, pois é onde tudo começa: posso tomar banho frio e enxergar à luz de velas, mas preciso de uma cabeça instruída para decidir minha vida e a do meu país.
Lembro o precaríssimo saneamento, a segurança falida, as leis ineficientes e a impunidade que causam uma carnificina diária; a situação da saúde é criminosa; os meios de transporte atormentam as pessoas e entravam a economia; a comunicação corre o risco de ser controlada; e relações internacionais inadequadas nos afastam dos países adiantados (lembrem que a diplomacia leva a imagem do país).
Sozinho, o ministro Joaquim Levy será um curativo sobre um imenso corpo doente. Seriam necessários muitos competentes como ele para consertar o que aí está. Esperemos que, apesar dos problemas (não sabemos da missa nem dezoito avos), ele não desista, a fim de que este povo não seja mais massacrado, e a nação não passe vexames iguais ao exemplo que cito aqui: como muitas entidades públicas no Brasil, várias embaixadas brasileiras estão com as contas atrasadas. O governo não lhes envia os recursos essenciais, elas precisam economizar energia e água, não pagam a funcionários e fornecedores, falta papel para as impressoras – logo até o papel higiênico será uma preciosidade.
Não sou pessimista, mas de um realismo moderado. Enquanto os responsáveis por essa escandalosa situação não tiverem a coragem de encarar a realidade, assumir e consertar seus malfeitos com honestidade e firmeza, continuaremos uma nação avestruz, com as ignorantes cabeças escondidas na areia. E não conseguiremos dar um passo à frente: será o escuro do apagão geral.
(LUFT, Lya. O grande apagão. Revista Veja. p. 23, 4 de fevereiro de 2015.)
As alternativas abaixo apresentam ações realizadas pelo governo para manter-se no poder, EXCETO
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão que se segue.
O grande apagão
Sempre me impressionou o tabu que envolve algumas palavras. Por muito tempo palavrões pronunciados em outro idioma apareciam nas legendas de nossos cinemas e TV substituídos por reticências, ou numa tradução mais branda, enquanto na tela se desenrolavam cenas então ditas “fortes”. Hoje pouca coisa seria considerada imprópria, pois a qualquer hora do dia crianças ligam a TV e, a não ser que haja algum adulto presente propondo algo mais divertido, assistem a cenas tórridas. A intimidade pessoal vem sendo tão banalizada que pouca coisa nos choca – ou escondemos isso para que não pareçamos antiquados?
Voltando aos tabus verbais: procuramos evitar o nome de certas enfermidades que nos assustam, como se, pronunciadas, elas pudessem nos contaminar. O Diabo tem centenas de apelidos – um dos encantos na minha obra predileta, Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, é ver os nomes que lhe dão, sobretudo no interior, de “Coisa Ruim”, “Renegado” e outros: é a poderosa e colorida imaginação do povo, criativa como a das crianças.
Atualmente, ao menos nos escalões do governo, “recessão”, “apagão” e “racionamento” são os malditos, como se, mascarados por eufemismos, eles não fossem o flagelo real de empresas e indivíduos, pela incompetência ou interesses políticos das autoridades responsáveis (que vinham sendo avisadas), provocando a falta de água e os apagões elétricos, dentro de todo um quadro seriíssimo de falhas estruturais pelo país.
“Recessão”, como mencionada (logo corrigida ) pelo ministro da Fazenda, poderia ter uma conotação positiva, com o significado de controlar para arrumar, e depois refazer a casa, buscando o bem real de seus moradores – até onde isso interessa ao Estado.
Empenhado numa batalha feroz pela manutenção do poder, o governo nos arrastou a este fundo de oceano onde estamos ancorados, raspando as areias e ameaçando ali ficar: estimulou com veemência o consumo, deixando multidões inadimplentes ou gravemente endividadas. Tratou adversários de maneira abominável, iludiu o povo com promessas vãs, de muitas maneiras colaborou para o apagão das nossas estruturas públicas e a fragilidade dos nossos valores morais.
Volto a mencionar algumas mazelas, além de água e energia: o caos na educação (vejam as redações do Enem e o desinteresse pela melhor qualificação do ensino), que deveria obter os maiores investimentos, pois é onde tudo começa: posso tomar banho frio e enxergar à luz de velas, mas preciso de uma cabeça instruída para decidir minha vida e a do meu país.
Lembro o precaríssimo saneamento, a segurança falida, as leis ineficientes e a impunidade que causam uma carnificina diária; a situação da saúde é criminosa; os meios de transporte atormentam as pessoas e entravam a economia; a comunicação corre o risco de ser controlada; e relações internacionais inadequadas nos afastam dos países adiantados (lembrem que a diplomacia leva a imagem do país).
Sozinho, o ministro Joaquim Levy será um curativo sobre um imenso corpo doente. Seriam necessários muitos competentes como ele para consertar o que aí está. Esperemos que, apesar dos problemas (não sabemos da missa nem dezoito avos), ele não desista, a fim de que este povo não seja mais massacrado, e a nação não passe vexames iguais ao exemplo que cito aqui: como muitas entidades públicas no Brasil, várias embaixadas brasileiras estão com as contas atrasadas. O governo não lhes envia os recursos essenciais, elas precisam economizar energia e água, não pagam a funcionários e fornecedores, falta papel para as impressoras – logo até o papel higiênico será uma preciosidade.
Não sou pessimista, mas de um realismo moderado. Enquanto os responsáveis por essa escandalosa situação não tiverem a coragem de encarar a realidade, assumir e consertar seus malfeitos com honestidade e firmeza, continuaremos uma nação avestruz, com as ignorantes cabeças escondidas na areia. E não conseguiremos dar um passo à frente: será o escuro do apagão geral.
(LUFT, Lya. O grande apagão. Revista Veja. p. 23, 4 de fevereiro de 2015.)
Todos os recursos de argumentação foram usados pela autora na construção do texto, EXCETO
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