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Foram encontradas 40 questões.

843819 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Vertentes-PE
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Nos termos da Lei Federal no 4.504/1964 que dispõe sobre o Estatuto da Terra, é INCORRETO dizer que:
 

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843818 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Vertentes-PE
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Quanto à hierarquia fluvial, considere as questões a seguir:
I. Canais de primeira ordem são os menores identificáveis caracterizados por drenagens intermitentes. II. Canais de segunda ordem são formados pela confluência de dois canais de primeira ordem. III. Onde um canal de ordem menor encontrar um de ordem maior, o canal a jusante mantém a maior das duas ordens. IV. A ordem da bacia hidrográfica é designada como a ordem do rio que passa pelo exutório.
Estão corretas:
 

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"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.
(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.)
Bobbio afirma que Sutart Mill:
 

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"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.
(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.)
Para Bobbio, adotar a prática de Stuart Mill:
 

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"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.
(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.)
Segundo o texto, o cidadão passivo:
 

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"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.
(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.)
Assinale a alternativa correta sobre a ausência de crase nos trechos:
 

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"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.
(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.)
Assinale a alternativa correta:
 

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"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.
(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.)
Pode-se afirmar que Stuart Mill defendia:
 

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Para bem criar passarinho é proveitoso ignorar as grades, as prisões, as teias. É bom se desfazer das paredes, cercas, muros e soltar-se, deixar-se vagar entre perfume e brisa. É melhor ainda não dispor de trilhas ou veredas e ter o ar inteiro como um espaço pequeno para a ligeireza das asas. Para bem criar passarinho é bom construir uma gaiola, mais ampla que a terra, de janelas abertas para o universo com seus planetas e constelações. E, depois, há que vigiar o sabor das frutas maduras nas árvores e provar do conteúdo das sementes.

(QUEIRÓS, Bartolomeu Campos. Para criar passarinho. Belo Horizonte: Miguilim, 2000.)

Em qual das alternativas a palavra ou expressão não exprime a circunstância relacionada?

Questão Anulada

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"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.
(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.)
São acentuadas pela mesma regra:
Questão Anulada

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