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Foram encontradas 20 questões.

2708101 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IDESG
Orgão: Pref. Vila Valério-ES
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Qual é a soma dos algarismos do triplo do valor da expressão:

!$ \dfrac{-2\left[-\dfrac{1}{2}-\left(-3\right)\right]}{\dfrac{3}{2}\div\left[\dfrac{1}{2}-\left(+3\right)\ \times\left(-2\right)^2\right]} !$ ?

 

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2708100 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IDESG
Orgão: Pref. Vila Valério-ES
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Se João fez uma aplicação de R$3.500,00 durante 8 meses a uma taxa de juros simples de 15% ao ano, qual é o montante dessa aplicação?

 

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2708099 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IDESG
Orgão: Pref. Vila Valério-ES
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Quanto é o triplo do quadrado de 70% de 80%?

 

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2708098 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IDESG
Orgão: Pref. Vila Valério-ES
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Qual é a razão entre uma quinzena e o terceiro menor número primo?

 

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2708097 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IDESG
Orgão: Pref. Vila Valério-ES
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Sabendo que a e b são os menores valores possíveis para que o número 3.a4b seja divisível por 6, é verdadeiro que:

 

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Atenção: O texto a seguir deve ser utilizado como base para responder às questões 01 a 05:

FURTO DE FLOR

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.)

O porteiro estava atento e repreendeu-me”. Sobre a oração destacada, julgue os seguintes itens:

I. O sujeito é simples.

II. O predicado é verbal.

III. O verbo é de ligação.

IV. O sujeito é “atento”.

Assinale a alternativa correta:

 

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Atenção: O texto a seguir deve ser utilizado como base para responder às questões 01 a 05:

FURTO DE FLOR

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.)

“Eu a furtara, eu a via morrer”. A forma verbal destacada está no pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo, assim como o verbo destacado na seguinte opção:

 

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Atenção: O texto a seguir deve ser utilizado como base para responder às questões 01 a 05:

FURTO DE FLOR

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.)

Marque a alternativa que apresenta a única palavra, das retiradas do texto, que NÃO é paroxítona:

 

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Atenção: O texto a seguir deve ser utilizado como base para responder às questões 01 a 05:

FURTO DE FLOR

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.)

Sobre a atitude do porteiro ao final do texto, é correto afirmar que (escolha a interpretação mais plausível, mais coerente com a leitura do texto):

 

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Atenção: O texto a seguir deve ser utilizado como base para responder às questões 01 a 05:

FURTO DE FLOR

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.)

“Trouxe-a para casa e coloquei-a num copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida”. Dentre as opções abaixo, a interpretação mais coerente com a mensagem transmitida pelo primeiro parágrafo do texto é:

 

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