Uma professora realizou uma ação avaliativa no início de
um processo de ensino e aprendizagem. Seu objetivo era
obter informações sobre os conhecimentos, aptidões e
competências dos estudantes, visando à delimitação das
intervenções mais adequadas.
A principal função da avaliação que foi realizada
denomina-se:
A brincadeira é um elemento fundamental para o
desenvolvimento infantil.
Através dela, emoções e ideias são descobertas e expostas.
São vivenciadas pela imitação que a criança propõe sobre a
realidade ao seu redor.
A escola deve incentivar e organizar a base estrutural
dessa brincadeira.
No ambiente escolar, o professor deve:
Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação
Infantil, a autonomia pode ser definida como a capacidade
de se conduzir e tomar decisões por si próprias, levando
em conta regras, valores, sua perspectiva pessoal, bem
como a perspectiva do outro.
Nesse sentido, podemos afirmar que, nesta faixa etária,
mais do que um objetivo a ser alcançado com as crianças, a
autonomia é:
A Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica,
tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança
até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico,
intelectual e social, complementando a ação da família e
da comunidade. (Art. 29 Lei 9394/96).
Nesse sentido, o Referencial Curricular para a Educação
Infantil (RCNEI, 1998) mostra que existem temas
importantes a serem trabalhados, dentre eles: o
desenvolvimento de projetos que nasçam da curiosidade e
dos questionamentos feitos pela própria criança; a
reafirmação da importância da vivência social; o
conhecimento e o entendimento de jogos; o despertar da
consciência de que todo ser humano é sempre agente
transformador do mundo.
E, ainda, a utilização:
Desde que nascem, as crianças estão mergulhadas em
contextos sociais diversos que lhes apresentam aromas,
sons, cores, formas, texturas, gestos, choros e variadas
manifestações culturais e expressivas que, em profusão,
anunciam o mundo. Sabe-se que a infância é uma
construção social e histórica. Neste período da vida,
meninos e meninas são considerados sujeitos históricos e
de direitos, o que constitui formas de estar no mundo
manifestas nas relações e práticas diárias por elas
vivenciadas, experimentando a cada instante suas
brincadeiras, invenções, fantasias, desejos que lhes
permitem construir sentidos e culturas das quais fazem
parte permitindo-nos afirmar que são ativos, capazes, com
saberes diversos, que se manifestam com riqueza
demonstrando suas capacidades de compreender e
expressar o mundo.
A sensibilidade tem um papel importante quando
pensamos na construção de nossas concepções de mundo
e sobre o mundo, incidindo no modo como o projetamos e
o construímos.
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São condições fundamentais para a formação humana, as
dimensões:
Como afirma Vygotsky, da mesma forma que a linguagem
oral é apropriada pela criança naturalmente, a partir da
necessidade de expressão nela criada por sua vivência
social numa sociedade que fala, a escrita precisa se fazer
uma necessidade natural da criança numa sociedade que
escreve e lê.
Nesse sentido, muda o caráter do trabalho do professor e
da professora. Em lugar de impor às crianças atividades de
escrita em situações que para elas não fazem sentido,
professor e professora se tornam:
A prática docente na Educação infantil precisa valorizar a
criança como sujeito de direitos, ativo, participante,
protagonista; como ser histórico e social que se apropria
da cultura existente, reproduzindo-a e modificando-a e,
por isso, tem um papel importantíssimo para que a
aprendizagem e o desenvolvimento dessa criança aconteça
de forma plena e integral.
Os professores devem reconhecer que a criança tem
necessidade e direito de ser cuidada e acolhida como
pessoa. E isto implica em atender suas individualidades,
compreender suas manifestações emocionais, agir sobre
elas, acatá-las como linguagem própria das crianças
pequenas, dar e receber afeto, proporcionar o
desenvolvimento da autonomia e, ainda, segundo
MACÊDO e DIAS:
Durante todo o século XVI, crianças e adultos eram
educados conjuntamente, não havendo separações entre
as diferentes idades.
A partir do século XVII, intensifica-se a preocupação em
educar separadamente crianças e jovens, visando a
transmissão de disciplina e o aperfeiçoamento espiritual e
moral. Surgem, nessa época, os primeiros colégios,
“instituições complexas de ensino, vigilância e
enquadramento da juventude”. O internato de crianças
passou a se tornar prática aceitável no final do século XVII,
com a criação dos grandes colégios internos, para onde a
burguesia levava seus filhos, e com a instalação dos
conventos onde as meninas se preparavam para o
casamento, “ao abrigo de todas as tentações contrárias à
virtude”.
Havia, portanto, até o início do século XVII, grande
diferenciação entre a educação destinada às crianças do
sexo masculino e as do sexo feminino, assim com
destinada às famílias burguesas e às famílias operárias.
(adaptado: https://pedagogiaaopedaletra.com/)
Às meninas, cabia apenas uma educação visando:
A Literatura Infantil proporciona à criança um
desenvolvimento emocional, social e cognitivo
indiscutíveis. Segundo Fanny Abramovich, quando as
crianças ouvem histórias, passam a visualizar de forma
mais clara, sentimentos que têm em relação ao mundo. As
histórias trabalham problemas existenciais típicos da
infância, como medos, sentimentos de inveja e de carinho,
curiosidade, dor, perda, além de ensinarem infinitos
assuntos.
Ainda segundo a autora, “é através de uma história que se
podem descobrir outros lugares, outros tempos, outros
jeitos de agir e de serem, outras regras, outra ética, outra
ótica... É ficar sabendo história, filosofia, direito, política,
sociologia, antropologia, etc. sem precisar saber o nome
disso tudo, e muito menos achar que tem cara de aula.”
Nesse sentido, podemos afirmar que a leitura é
fundamental para a formação de crianças e jovens,
principalmente porque fazemos parte de uma sociedade: