Ao alocar recursos, sob demanda, de um servidor e
armazenamento de dados em um Data Center remoto,
localizado em qualquer ponto do planeta, com acesso pela
internet, você estará utilizando o que chamamos de:
O programa do MEC para educação a distância, que visa
proporcionar formação continuada para o uso pedagógico
das diferentes tecnologias da informação e da
comunicação é denominado:
As aprendizagens essenciais definidas na Base Nacional
Comum Curricular (BNCC) devem concorrer para assegurar
aos estudantes o desenvolvimento de dez competências
gerais, que consubstanciam, no âmbito pedagógico, os
direitos de aprendizagem e desenvolvimento.
Com relação às dez competências gerais, é correto afirmar
que são propostas para as seguintes etapas da Educação
Básica:
A Nota técnica nº4/2014 do MEC orienta quanto a
documentos comprobatórios de alunos com deficiência,
transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidade/superdotação no Censo Escolar.
Segundo essa nota técnica, cabe ao professor que atua no
Atendimento Escolar Especializado:
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
Infantil (Resolução CNE/CEB número 05/2009) explicitam
que as creches e as escolas de Educação Infantil devem
planejar formas de avaliação que contemplem o
acompanhamento do trabalho pedagógico e a avaliação do
desenvolvimento da criança.
Nesse sentido, as observações e registros devem ser
contextualizados, isto é, tomando as crianças em suas
histórias de vida, seus ambientes sociais e culturais e coconstrutoras de um processo dinâmico e complexo de
desenvolvimento pessoal e social.
Cabe aos professores anotarem o que observam, as
impressões e ideias que têm sobre os acontecimentos,
descrevendo o envolvimento das crianças nas atividades,
as iniciativas, as interações entre as crianças etc.
Os registros devem ser:
A avaliação da aprendizagem é competência da escola.
Como previsto no art. 31 da Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), na Seção II, Da
Educação Infantil, “a avaliação far-se-á mediante
acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem
o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino
fundamental”.
Portanto, a avaliação neste período não deve assumir
finalidades seletivas e classificatórias e, sim:
A trajetória da criança e do adolescente no Brasil é
marcada por diversas privações e dificuldades. Ao estudá-la, evidenciam-se diversos problemas enfrentados, tais
como, maus tratos, abusos sexuais, mortalidade infantil,
miséria, fome, crianças sem teto, sem família, escravas do
trabalho, isso tudo sendo causado por negligência do
Estado, da família e da sociedade em geral.
No Brasil, segundo a historiadora Mary Del Priore, “o
ensino público só foi instalado, e mesmo assim de forma
precária, durante o governo do Marquês de Pombal, na
segunda metade do século XVIII (...) No século XIX, a
alternativa para os filhos dos pobres não seria a educação,
mas a sua transformação em cidadãos úteis e produtivos
na lavoura, enquanto os filhos de uma pequena elite eram
ensinados por professores particulares.”
Por muito tempo a educação dos filhos dos pobres foi o
trabalho, momento no qual trabalhavam junto com seus
pais, aprendendo a cultivar, plantar, colher e pescar. Neste
tempo, os filhos dos pobres não tinham acesso ao saber
como os filhos das elites. Aos empregados, a educação era
a do aprender a fazer e, para os filhos de patrões, a escola
que ensinava a pensar.
(Adaptado: Angelica Henick e Paula de Faria, in: História da Infância do
Brasil)
A educação da sociedade brasileira foi um fator de
extrema importância que serviu para delimitar as classes
em:
O Brasil tem cerca de 20 milhões de crianças de até seis
anos de idade, segundo o IBGE. Garantir os direitos dessa
população, de modo a garantir-lhes vida, saúde, educação
e alimentação de qualidade, proteção, lazer e cultura é
fundamental.
Especialistas alertam que as crianças são as mais afetadas
pelo círculo vicioso da pobreza e pelo(a):