Foram encontradas 250 questões.
Leia a charge a seguir para responder à próxima questão.

CAZO. 1 em cada 5 brasileiros admite usar o celular
ao dirigir. Blog do AFTM. 07 jul. 2019. Disponível
em <https://blogdoaftm.com.br/charge1-em-cada-5-
brasileiros-admite-usar-o-celular-ao-dirigir/>.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia a charge a seguir para responder à próxima questão.

CAZO. 1 em cada 5 brasileiros admite usar o celular
ao dirigir. Blog do AFTM. 07 jul. 2019. Disponível
em <https://blogdoaftm.com.br/charge1-em-cada-5-
brasileiros-admite-usar-o-celular-ao-dirigir/>.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Vou aonde o vento levar, para qualquer
caminho que a vida escolher” (Tom Lima)
No contexto em que está sendo utilizada, a palavra destacada acima pode ser substituída adequadamente por:
No contexto em que está sendo utilizada, a palavra destacada acima pode ser substituída adequadamente por:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“É como se as pessoas se vissem realmente
confrontadas com suas questões.” (Paula Dione)
Em relação às palavras destacadas no período acima, é correto afirmar que:
Em relação às palavras destacadas no período acima, é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Há uma nova estação chegando.” (La
Fontaine)
Reescrevendo o trecho acima com a expressão destacada no plural, considere as seguintes formas, mesmo com alteração no tempo verbal:
(I) Há umas novas estações chegando
(II) Existe umas novas estações chegando
(III) Existem umas novas estações chegando
(IV) Haviam umas novas estações chegando
Assinale a alternativa que apresenta todas as formas reescritas corretamente.
Reescrevendo o trecho acima com a expressão destacada no plural, considere as seguintes formas, mesmo com alteração no tempo verbal:
(I) Há umas novas estações chegando
(II) Existe umas novas estações chegando
(III) Existem umas novas estações chegando
(IV) Haviam umas novas estações chegando
Assinale a alternativa que apresenta todas as formas reescritas corretamente.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que apresenta, entre
parênteses, a análise correta do termo ou oração
destacada em cada período.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Meu celular, minha vida
Há uma nova doença nos anais da
medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem
celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e
deriva de “no mobile phobia”.
O fato é óbvio: para qualquer lugar que se
olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua,
restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô,
escola e até igreja.
(...)
Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais
e comunitárias. A família tradicional, que se
reunia à mesa de refeições ou na sala para
conversar, é hoje um bem escasso. As relações
matrimoniais mal resistem à primeira crise.
Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em
média, cerca de sete anos!
Na opinião de Aristóteles, amizades são
imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto,
nesse mundo competitivo, muitas andam
contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou
prejudicadas pela falta de tempo.
Resta então, nesse mar revolto no qual
naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha
salvadora do celular! O aparelho corresponde
muito bem às contradições da pós-modernidade:
por ele me comunico, sem conversar; opino, sem
me comprometer; me expresso, sem me
envolver; troco mensagens e torpedos, sem me
doar a ninguém e a nenhuma causa.
O fascínio do celular consiste em
amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas
e, no entanto, fico na minha, olhando o meu
umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas
pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos,
necessitando de minha presença física
consoladora ou incentivadora.
O celular faz de mim, Clark Kent, um
Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta
atenção, agora gozo de um público multimídia
ligado no que expresso. Em contrapartida, o
celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho,
de convivência familiar e com amigos. Com ele
ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez
mais difícil a concentração.
O celular é um espelho mágico. Repare
como as pessoas o fitam. É como se se vissem na
tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado
de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de
que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar
sucessivamente diferentes planetas.
(...)
Ah, como é saudável estar bem consigo
mesmo e manter o celular desligado por um bom
tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que
parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa
autoestima, falta de ansiedade, consistência
subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida
ancorada em um sentido altruísta.
FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da
cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em
<https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/fre
i-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Meu celular, minha vida
Há uma nova doença nos anais da
medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem
celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e
deriva de “no mobile phobia”.
O fato é óbvio: para qualquer lugar que se
olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua,
restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô,
escola e até igreja.
(...)
Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais
e comunitárias. A família tradicional, que se
reunia à mesa de refeições ou na sala para
conversar, é hoje um bem escasso. As relações
matrimoniais mal resistem à primeira crise.
Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em
média, cerca de sete anos!
Na opinião de Aristóteles, amizades são
imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto,
nesse mundo competitivo, muitas andam
contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou
prejudicadas pela falta de tempo.
Resta então, nesse mar revolto no qual
naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha
salvadora do celular! O aparelho corresponde
muito bem às contradições da pós-modernidade:
por ele me comunico, sem conversar; opino, sem
me comprometer; me expresso, sem me
envolver; troco mensagens e torpedos, sem me
doar a ninguém e a nenhuma causa.
O fascínio do celular consiste em
amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas
e, no entanto, fico na minha, olhando o meu
umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas
pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos,
necessitando de minha presença física
consoladora ou incentivadora.
O celular faz de mim, Clark Kent, um
Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta
atenção, agora gozo de um público multimídia
ligado no que expresso. Em contrapartida, o
celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho,
de convivência familiar e com amigos. Com ele
ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez
mais difícil a concentração.
O celular é um espelho mágico. Repare
como as pessoas o fitam. É como se se vissem na
tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado
de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de
que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar
sucessivamente diferentes planetas.
(...)
Ah, como é saudável estar bem consigo
mesmo e manter o celular desligado por um bom
tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que
parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa
autoestima, falta de ansiedade, consistência
subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida
ancorada em um sentido altruísta.
FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da
cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em
<https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/fre
i-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.
Assinale a alternativa em que os elementos completam corretamente as lacunas do período seguinte, na mesma ordem, em relação à palavra destacada no trecho acima.
A palavra “para” pode ser substituída por “__________” e possui o sentido de __________.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Meu celular, minha vida
Há uma nova doença nos anais da
medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem
celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e
deriva de “no mobile phobia”.
O fato é óbvio: para qualquer lugar que se
olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua,
restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô,
escola e até igreja.
(...)
Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais
e comunitárias. A família tradicional, que se
reunia à mesa de refeições ou na sala para
conversar, é hoje um bem escasso. As relações
matrimoniais mal resistem à primeira crise.
Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em
média, cerca de sete anos!
Na opinião de Aristóteles, amizades são
imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto,
nesse mundo competitivo, muitas andam
contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou
prejudicadas pela falta de tempo.
Resta então, nesse mar revolto no qual
naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha
salvadora do celular! O aparelho corresponde
muito bem às contradições da pós-modernidade:
por ele me comunico, sem conversar; opino, sem
me comprometer; me expresso, sem me
envolver; troco mensagens e torpedos, sem me
doar a ninguém e a nenhuma causa.
O fascínio do celular consiste em
amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas
e, no entanto, fico na minha, olhando o meu
umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas
pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos,
necessitando de minha presença física
consoladora ou incentivadora.
O celular faz de mim, Clark Kent, um
Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta
atenção, agora gozo de um público multimídia
ligado no que expresso. Em contrapartida, o
celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho,
de convivência familiar e com amigos. Com ele
ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez
mais difícil a concentração.
O celular é um espelho mágico. Repare
como as pessoas o fitam. É como se se vissem na
tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado
de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de
que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar
sucessivamente diferentes planetas.
(...)
Ah, como é saudável estar bem consigo
mesmo e manter o celular desligado por um bom
tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que
parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa
autoestima, falta de ansiedade, consistência
subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida
ancorada em um sentido altruísta.
FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da
cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em
<https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/fre
i-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Meu celular, minha vida
Há uma nova doença nos anais da
medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem
celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e
deriva de “no mobile phobia”.
O fato é óbvio: para qualquer lugar que se
olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua,
restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô,
escola e até igreja.
(...)
Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais
e comunitárias. A família tradicional, que se
reunia à mesa de refeições ou na sala para
conversar, é hoje um bem escasso. As relações
matrimoniais mal resistem à primeira crise.
Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em
média, cerca de sete anos!
Na opinião de Aristóteles, amizades são
imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto,
nesse mundo competitivo, muitas andam
contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou
prejudicadas pela falta de tempo.
Resta então, nesse mar revolto no qual
naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha
salvadora do celular! O aparelho corresponde
muito bem às contradições da pós-modernidade:
por ele me comunico, sem conversar; opino, sem
me comprometer; me expresso, sem me
envolver; troco mensagens e torpedos, sem me
doar a ninguém e a nenhuma causa.
O fascínio do celular consiste em
amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas
e, no entanto, fico na minha, olhando o meu
umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas
pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos,
necessitando de minha presença física
consoladora ou incentivadora.
O celular faz de mim, Clark Kent, um
Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta
atenção, agora gozo de um público multimídia
ligado no que expresso. Em contrapartida, o
celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho,
de convivência familiar e com amigos. Com ele
ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez
mais difícil a concentração.
O celular é um espelho mágico. Repare
como as pessoas o fitam. É como se se vissem na
tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado
de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de
que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar
sucessivamente diferentes planetas.
(...)
Ah, como é saudável estar bem consigo
mesmo e manter o celular desligado por um bom
tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que
parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa
autoestima, falta de ansiedade, consistência
subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida
ancorada em um sentido altruísta.
FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da
cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em
<https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/fre
i-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container