Foram encontradas 355 questões.
Um auditório foi construído de forma retangular, conforme a Figura. Aproximadamente, a área do palco representa quantos por cento da área total do auditório?

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As palavras que substituem, com equivalência semântica, as formas em gerúndio do título: "Causando e se achando" são, respectivamente:
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Analise a imagem seguinte e assinale a alternativa que não a analisa com adequação:

Fonte: Disponível em www.tarsiladoamaral.com.br
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"Existe um gás que é produzida durante a queima incompleta de moléculas orgânicas, e sua maior fonte emissora são. as matares a combustão, gasolina, álcool e diesel das automóveis. Este gás tem a propriedade de se combinar irreversivelmente com a hemoglobina da sangue, inutilizando-a para a transporte de oxigênio.". Marque a alternativa carreta que indica a gás poluente existente na queima destas moléculas e que também se encontra na fumaça das cigarras e das automóveis:
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É o bicho.
Bruno Hoffmann
A bicharada está ao nosso lado desde o início da aventura humana. Quando começou a dominar as armas, ohomem passou a domesticar os bichos. Desde então, a união nunca mais se desfez. Tornou-se fundamental para a evolução da espécie. "A conexão animal percorre a história e se conecta a outros grandes saltos evolutivos, incluindo a criação de ferramenta, a linguagem e a domesticação", explica a paleontóloga Pat Shipman, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Aos poucos, a relação deixou de ser apenas de dependência para tornar-se também amorosa. Um exemplo? Em Israel, foi encontrado um fóssil de uma criança abraçada a um cachorro. Os ossos estavam naquela posição havia pelo menos 10 mil anos. Outro que tinha veneração pelos bichos era Francisco de Assis, que, no século 13, ensinava: "Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãs do homem. Deus quer que ajudemos aos animais. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida".
O filósofo grego Demócrito, que viveu em 460 antes de Cristo, defendia: "O animal é tão ou mais sabido do que o homem. Conhece a medida da sua necessidade, enquanto o homem a ignora". Já o comediante norte-americano Bill Maher resumiu como poucos o prazer de ter um cão: "A razão de eu amar tanto o meu cachorro é porque quando chego em casa ele é o único no mundo que me trata como se fosse um Beatles".
Às vezes, porém, os animais deixam a posição de meros coadjuvantes para desempenhar o papel de protagonistas. Muitos foram alçados ao estrelato no mundo todo. E, claro, no Brasil. É a história de um desses brasileiros peludos que desfila a seguir.
Peteleco buscava pães e compunha sambas. Adoniran Barbosa não escondia de ninguém que um de seus melhores amigos era Peteleco, não se tratava de nenhum companheiro de rodas de samba, mas do cachorrinho xodó do compositor. Peteleco era tão sabido que buscava pães na padaria e costumava entrar no mar de Santos junto com o dono, deitado sobre seu peito.
A devoção pelo bichinho era tanta queAdoniran resolveu torná-lo também compositor. Seja para criar ao lado de artistas de outras associações de direitos autorais, seja para não colocar seu nome ao lado de desafetos, há pelo menos seis sambas de Adoniran assinados por Peteleco.
Fonte: Brasil. Almanaque de cultura popular. Ano 14, nov/12.
As palavras "tão" e "mais" em "'O animal é tão ou mais sabido do que o homem.'" dão ideias de:
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Escola do século XXI: espaço de construção
e produção de conhecimentos.
e produção de conhecimentos.
A luta em defesa de uma educação pública gratuita, democrática e de qualidade não é algo novo, nem uma invenção da primeira década deste século, embora seja sua prioridade. Desde o século XVIII, constitui uma das principais pautas de reivindicações e motivo de luta de vários segmentos sociais. Tais movimentos políticos foram fundamentais para a construção da educação pública, que, desde aquela época, se constitui como espaço de disputa hegemônica, no qual se confrontam dois projetos educacionais, um excludente e seletivo e outro, pautado por princípios de solidariedade e inclusão.
Tradicionalmente, sob a perspectiva educacional seletiva, tem-se garantido que os educandos advindos das classes dominantes e média tenham acesso à unidade educacional e nela permaneçam, desde as primeiras letras até a educação superior. Já os filhos da classe trabalhadora, desde o início de sua vida educacional, são constantemente ameaçados de exclusão e, em grande parte de fato excluídos. A ausência de políticas que garantam a todos o direito à educação expressa a concepção de setores da sociedade para os quais não é necessário que essas crianças ou jovens tenham acesso a formação geral, pois, ou considera-se que seja desnecessária ao tipo de trabalho que desenvolvem ou esta pode significar perigo à ordem estabelecida.
Contrariamente à perspectiva seletiva, existe uma outra, cujo princípio fundamental é a inclusão. Nesse sentido, defende-se a educação como direito de todos os indivíduos, independentemente de origem social, de sexo, de cor, de etnia, de credo e de diversidades físicas, mentais ou sensoriais. A todo ser humano deve ser garantida a oportunidade de viver plenamente todas as fases de sua vida, bem como ter acesso às experiências mais significativas que a human.idade acumulou.
A disputa entre estas duas perspectivas acontece tanto nas esferas do poder constituído, no executivo, no legislativo e no judiciário, como nas várias organizações da sociedade civil, entre elas os meios de comunicação, igrejas, partidos políticos, etc. No entanto, é necessário lembrar que tal disputa não se limita a essas instâncias; ela se dá, também, no espaço das unidades educacionais em geral, assim como na sala de aula.
O fazer pedagógico pode contribuir para a formação tanto de indivíduos unilaterais, alienados e acomodados à sua realidade no intuito de transformá-Ia. O fracasso escolar e a negação do direito ao acesso à educação formal reforçam a exclusão e se constituem como mecanismos utilizados pelos setores hegemônicos para a manutenção de seus privilégios. A construção da hegemonia ocorre, entre outras formas, com a desvalorização da cultura popular, que se dá no cotidiano nesse caso da unidade educacional e pela difusão de ideias de que são iiegítimos os hábitos, os valores e as atitudes da maioria da população e, em específico, dos usuários da escola pública.
A palavra escola em grego significa ócio. Na Idade Média, surgiu para atender à demanda de uma nova. classe social a elite, que necessitava ocupar seu tempo ocioso de forma nobre e digna. Este lugar era a escola que, inicialmente, era espaço de lazer e, consequentemente, para o prazer. Com o passar do tempo começava a perder este significado, passando a ser vista como um lugar onde se adquire novas Informaçoes, que na maioria das vezes acabam sendo dissociadas da realidade.
Hoje, a escola deve ser vista como um lugar de construção e troca de conhecimentos entre professor-alunos e alunos-sociedade. A escola deve propiciar um ambiente atrativo para manter seus alunos em sala. Para isso, deve preparar seus professores e utilizar metodologias inovadoras para o aprimoramento do processo educativo.
Com a utilização de metodologias inovadoras na prática pedagógica do professor, pode-se montar uma teia entre o saber do mundo real e a escola, levando-se em conta as diversas culturas e o intercâmbio entre professor-aluno dinamizando e enriquecendo a educação.
A sala de aula agora é uma janela aberta para o mundo e o professor o responsável por facilitar a aprendizagem e proporcionar situações que desenvolvam no estudante a capacidade de pensar por si mesmo, incentivando-o continuamente a buscar o conhecimento.
Fonte: Conhecimento Prático: Língua Portuguesa, n. 38, p. 21.
A alteração da ordem das palavras só provoca alteração semântica na alternativa:
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Em se plantando, tudo dá.
Nós nos lembramos de nossas mães a nos pedir para ir buscar cal virgem nalguma construção das redondezas. Era para um especialíssimo doce de abóbora. Uma dessas mães do meio do século 20, a gaúcha de Rio Grande Mabel Dias Teixeira, aos 85 anos nos passa sua receita. Corta uma abóbora média em cubos e deixa em água com duas colheres de cal. Enquanto isso, adianta a calda, com açúcar cristal: "Tem que ser meio rala, já explico por quê."
Após uma hora, ela recolhe os cubos, lava bem "para não ficar nenhum resíduo", e está quase no ponto. "A cal queima: a abóbora é macia, fica quase cozida, e com a casca dos cubos já durinha."
A calda, completa Mabel, temperada a cravo e canela em pau, vai engrossar quando você cozinhar os cubos nela por meia hora - "sem mexer para não desmanchar e absorver bem a calda".
A criançada ansiava pelos cubos na compoteira, de um alaranjado escuro, translúcidos e crocantes. Quando você trincava, a boca se enchia da polpa, que explodia num néctar dos deuses. O que só saberíamos meio século depois, ao escrever aqui sobre abóbora, é que já se usava cal para fazer doce no tempo em que se acreditava em deuses.
Supõe-se que a abóbora seja nativa do atual México. Povos dali a conhecem há mais de sete mil anos. Junto com o milho, figuravam dieta básica de astecas e maias dos andinos incas e de nossos indígenas. Da família Cucurbitácea, é parente da melancia, do melão, do chuchu, do pepino. Entre nós tem vários nomes: abóbora-de-pescoço, abobra, jerimu, jurumu, jerimum.
É planta anual, rasteira, de talo oco e grandes folhas verdes, flores amarelas ?U alaranjadas, tamanho e formato conforme a variedade. E o maior e mais pesado fruto da natureza. No hemisfério Norte promovem concursos, num dos quais, em Ohio, Estados Unidos, apareceu um exemplar que entrou para o livro dos recordes: 850 quilos.
Quem leu Lobato na infância vai se lembrar de Américo Pisca-pisca, que queria reformar a natureza, colocando abóboras em árvore frondosa e jabuticabas em planta rasteira. Deita-se à sombra de uma jabuticabeira e, no melhor do sono, cai-lhe uma frutinha no nariz. Pisca-pisca acorda e reflete que é melhor ficar tudo como está. E ele nem imaginava que pudesse haver abóbora de quase uma tonelada. Adequada a um semnúmero de pratos salgados, a obra-prima da abóbora para nós é mesmo seu doce com cal virgem.
Sua prima Cucurbita pepo, a abóbora-moranga, entre nós famosa pelo prato litorâneo Camarão na Moranga, nos Estados Unidos, exerce papel principal no Dia das Bruxas, 31 de outubro. A garotada sai pedindo doce com uma vela acesa dentro da moranga em forma de máscara. No oriente, ela é símbolo de fecundidade e abundância, pelo mundaréu de sementes. E uma curiosidade: enquanto na França chamar alguém de moranga gourde é chamar de cabeça-oca, em regiões da África comem-se as sementes em busca de inteligência.
FONTE: REINISCH, Kátia. SEVERIANO, Mylton.Brasil: Almanaque de Cultura Popular, n. 163.
Sobre a estrutura textual, não é correto afirmar:
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A doença de Chagas é uma doença sistêmica decorrente da infecção humana por um protozoário hemoflagelado, o Trypanosoma cruzí e constitui uma parasitose que ocorre de forma endêmica, exclusivamente no continente americano, onde a presença dos insetos vetores favorece sua transmissão. Em 2007, foram notificados, na região Norte, 129 casos de doença de Chagas e 4 óbitos. Sobre a doença de Chagas, marque a alternativa incorreta:
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É o bicho.
Bruno Hoffmann
A bicharada está ao nosso lado desde o início da aventura humana. Quando começou a dominar as armas, ohomem passou a domesticar os bichos. Desde então, a união nunca mais se desfez. Tornou-se fundamental para a evolução da espécie. "A conexão animal percorre a história e se conecta a outros grandes saltos evolutivos, incluindo a criação de ferramenta, a linguagem e a domesticação", explica a paleontóloga Pat Shipman, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Aos poucos, a relação deixou de ser apenas de dependência para tornar-se também amorosa. Um exemplo? Em Israel, foi encontrado um fóssil de uma criança abraçada a um cachorro. Os ossos estavam naquela posição havia pelo menos 10 mil anos. Outro que tinha veneração pelos bichos era Francisco de Assis, que, no século 13, ensinava: "Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãs do homem. Deus quer que ajudemos aos animais. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida".
O filósofo grego Demócrito, que viveu em 460 antes de Cristo, defendia: "O animal é tão ou mais sabido do que o homem. Conhece a medida da sua necessidade, enquanto o homem a ignora". Já o comediante norte-americano Bill Maher resumiu como poucos o prazer de ter um cão: "A razão de eu amar tanto o meu cachorro é porque quando chego em casa ele é o único no mundo que me trata como se fosse um Beatles".
Às vezes, porém, os animais deixam a posição de meros coadjuvantes para desempenhar o papel de protagonistas. Muitos foram alçados ao estrelato no mundo todo. E, claro, no Brasil. É a história de um desses brasileiros peludos que desfila a seguir.
Peteleco buscava pães e compunha sambas. Adoniran Barbosa não escondia de ninguém que um de seus melhores amigos era Peteleco, não se tratava de nenhum companheiro de rodas de samba, mas do cachorrinho xodó do compositor. Peteleco era tão sabido que buscava pães na padaria e costumava entrar no mar de Santos junto com o dono, deitado sobre seu peito.
A devoção pelo bichinho era tanta queAdoniran resolveu torná-lo também compositor. Seja para criar ao lado de artistas de outras associações de direitos autorais, seja para não colocar seu nome ao lado de desafetos, há pelo menos seis sambas de Adoniran assinados por Peteleco.
Fonte: Brasil. Almanaque de cultura popular. Ano 14, nov/12.
Assinale a opção em que há substantivo abstrato:
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Uma corda de comprimento igual a 200 metros é dividida em pedaços diretamente proporcionais aos números 2, 3 e 5. Qual o comprimento do maior pedaço?
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