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Observe a seguinte sequência lógica, e em seguida assinale o valor de A:

(-1; 14; A; 254; 623)

 

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O princípio lógico matemático que estabelece que a = a e b = b. Logo, “a” sempre será igual a “a”, e “b” sempre será igual a “b”, é denominado de:
 

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Assinale corretamente a assertiva que representa uma equivalência lógica da seguinte proposição:
“Se João é alto então José é baixo”
 

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O espelho da sociedade em “O Animal Social”
Publicado pela primeira vez nos anos 1970 e constantemente atualizado, O Animal Social, de Elliot Aronson, tornou-se um dos clássicos mais influentes da psicologia social. Nele, o autor conduz o leitor a uma jornada fascinante sobre como nossas atitudes, escolhas e até emoções mais íntimas são moldadas pelas interações com os outros. Aronson mostra que compreender o ser humano exige olhar para além do indivíduo isolado: é preciso enxergar o tecido social que sustenta — e muitas vezes direciona — cada comportamento.
Com exemplos vivos e pesquisas instigantes, o livro examina fenômenos como a conformidade, a persuasão e os estereótipos, revelando o quanto somos permeáveis às pressões de grupos, à propaganda e à opinião alheia. Em vez de limitar-se a uma análise acadêmica, o autor costura narrativas que tornam evidente como esses mecanismos se manifestam em situações comuns, do convívio familiar às decisões po0líticas.
Entre os episódios mais marcantes discutidos por Aronson está o experimento de Solomon Asch, no qual voluntários eram convidados a identificar, em cartões simples, qual linha era igual a outra em comprimento. Quando os cúmplices do pesquisador — que faziam parte do grupo de avaliação — davam respostas evidentemente erradas, muitos participantes acabavam cedendo à pressão e repetindo o erro coletivo. O resultado expõe de maneira clara como a busca por aceitação social pode levar indivíduos a negar até mesmo o que os seus próprios olhos percebem.
Ao mesmo tempo, Aronson lembra que não somos apenas receptores passivos de influências sociais. O livro também revela nossa capacidade de empatia, cooperação e altruísmo, ressaltando que a vida em sociedade pode despertar tanto o lado mais sombrio quanto o mais luminoso do ser humano. Essa ambiguidade, longe de ser um defeito, é a essência da condição humana que o autor convida a refletir.
Mais do que um manual científico, “O Animal Social” é uma obra que instiga e provoca, mostrando que compreender a nós mesmos passa, inevitavelmente, por compreender os outros. Quem se deixa guiar por suas páginas não encontra apenas conceitos acadêmicos, mas uma chave para interpretar o mundo e, talvez, transformar a maneira como nele habita.
“Não me disseram que, ao terminarem o trabalho, entregar-me-iam os documentos.”
A respeito do período, assinale a alternativa correta.
 

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O espelho da sociedade em “O Animal Social”
Publicado pela primeira vez nos anos 1970 e constantemente atualizado, O Animal Social, de Elliot Aronson, tornou-se um dos clássicos mais influentes da psicologia social. Nele, o autor conduz o leitor a uma jornada fascinante sobre como nossas atitudes, escolhas e até emoções mais íntimas são moldadas pelas interações com os outros. Aronson mostra que compreender o ser humano exige olhar para além do indivíduo isolado: é preciso enxergar o tecido social que sustenta — e muitas vezes direciona — cada comportamento.
Com exemplos vivos e pesquisas instigantes, o livro examina fenômenos como a conformidade, a persuasão e os estereótipos, revelando o quanto somos permeáveis às pressões de grupos, à propaganda e à opinião alheia. Em vez de limitar-se a uma análise acadêmica, o autor costura narrativas que tornam evidente como esses mecanismos se manifestam em situações comuns, do convívio familiar às decisões po0líticas.
Entre os episódios mais marcantes discutidos por Aronson está o experimento de Solomon Asch, no qual voluntários eram convidados a identificar, em cartões simples, qual linha era igual a outra em comprimento. Quando os cúmplices do pesquisador — que faziam parte do grupo de avaliação — davam respostas evidentemente erradas, muitos participantes acabavam cedendo à pressão e repetindo o erro coletivo. O resultado expõe de maneira clara como a busca por aceitação social pode levar indivíduos a negar até mesmo o que os seus próprios olhos percebem.
Ao mesmo tempo, Aronson lembra que não somos apenas receptores passivos de influências sociais. O livro também revela nossa capacidade de empatia, cooperação e altruísmo, ressaltando que a vida em sociedade pode despertar tanto o lado mais sombrio quanto o mais luminoso do ser humano. Essa ambiguidade, longe de ser um defeito, é a essência da condição humana que o autor convida a refletir.
Mais do que um manual científico, “O Animal Social” é uma obra que instiga e provoca, mostrando que compreender a nós mesmos passa, inevitavelmente, por compreender os outros. Quem se deixa guiar por suas páginas não encontra apenas conceitos acadêmicos, mas uma chave para interpretar o mundo e, talvez, transformar a maneira como nele habita.
Assinale a alternativa em que o uso da crase está correto.
 

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O espelho da sociedade em “O Animal Social”
Publicado pela primeira vez nos anos 1970 e constantemente atualizado, O Animal Social, de Elliot Aronson, tornou-se um dos clássicos mais influentes da psicologia social. Nele, o autor conduz o leitor a uma jornada fascinante sobre como nossas atitudes, escolhas e até emoções mais íntimas são moldadas pelas interações com os outros. Aronson mostra que compreender o ser humano exige olhar para além do indivíduo isolado: é preciso enxergar o tecido social que sustenta — e muitas vezes direciona — cada comportamento.
Com exemplos vivos e pesquisas instigantes, o livro examina fenômenos como a conformidade, a persuasão e os estereótipos, revelando o quanto somos permeáveis às pressões de grupos, à propaganda e à opinião alheia. Em vez de limitar-se a uma análise acadêmica, o autor costura narrativas que tornam evidente como esses mecanismos se manifestam em situações comuns, do convívio familiar às decisões po0líticas.
Entre os episódios mais marcantes discutidos por Aronson está o experimento de Solomon Asch, no qual voluntários eram convidados a identificar, em cartões simples, qual linha era igual a outra em comprimento. Quando os cúmplices do pesquisador — que faziam parte do grupo de avaliação — davam respostas evidentemente erradas, muitos participantes acabavam cedendo à pressão e repetindo o erro coletivo. O resultado expõe de maneira clara como a busca por aceitação social pode levar indivíduos a negar até mesmo o que os seus próprios olhos percebem.
Ao mesmo tempo, Aronson lembra que não somos apenas receptores passivos de influências sociais. O livro também revela nossa capacidade de empatia, cooperação e altruísmo, ressaltando que a vida em sociedade pode despertar tanto o lado mais sombrio quanto o mais luminoso do ser humano. Essa ambiguidade, longe de ser um defeito, é a essência da condição humana que o autor convida a refletir.
Mais do que um manual científico, “O Animal Social” é uma obra que instiga e provoca, mostrando que compreender a nós mesmos passa, inevitavelmente, por compreender os outros. Quem se deixa guiar por suas páginas não encontra apenas conceitos acadêmicos, mas uma chave para interpretar o mundo e, talvez, transformar a maneira como nele habita.
Na palavra “incontestavelmente”, identifica-se corretamente:
 

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O espelho da sociedade em “O Animal Social”
Publicado pela primeira vez nos anos 1970 e constantemente atualizado, O Animal Social, de Elliot Aronson, tornou-se um dos clássicos mais influentes da psicologia social. Nele, o autor conduz o leitor a uma jornada fascinante sobre como nossas atitudes, escolhas e até emoções mais íntimas são moldadas pelas interações com os outros. Aronson mostra que compreender o ser humano exige olhar para além do indivíduo isolado: é preciso enxergar o tecido social que sustenta — e muitas vezes direciona — cada comportamento.
Com exemplos vivos e pesquisas instigantes, o livro examina fenômenos como a conformidade, a persuasão e os estereótipos, revelando o quanto somos permeáveis às pressões de grupos, à propaganda e à opinião alheia. Em vez de limitar-se a uma análise acadêmica, o autor costura narrativas que tornam evidente como esses mecanismos se manifestam em situações comuns, do convívio familiar às decisões po0líticas.
Entre os episódios mais marcantes discutidos por Aronson está o experimento de Solomon Asch, no qual voluntários eram convidados a identificar, em cartões simples, qual linha era igual a outra em comprimento. Quando os cúmplices do pesquisador — que faziam parte do grupo de avaliação — davam respostas evidentemente erradas, muitos participantes acabavam cedendo à pressão e repetindo o erro coletivo. O resultado expõe de maneira clara como a busca por aceitação social pode levar indivíduos a negar até mesmo o que os seus próprios olhos percebem.
Ao mesmo tempo, Aronson lembra que não somos apenas receptores passivos de influências sociais. O livro também revela nossa capacidade de empatia, cooperação e altruísmo, ressaltando que a vida em sociedade pode despertar tanto o lado mais sombrio quanto o mais luminoso do ser humano. Essa ambiguidade, longe de ser um defeito, é a essência da condição humana que o autor convida a refletir.
Mais do que um manual científico, “O Animal Social” é uma obra que instiga e provoca, mostrando que compreender a nós mesmos passa, inevitavelmente, por compreender os outros. Quem se deixa guiar por suas páginas não encontra apenas conceitos acadêmicos, mas uma chave para interpretar o mundo e, talvez, transformar a maneira como nele habita.
Considere o período: “O projeto fracassou; contudo, os resultados revelaram avanços significativos.” A conjunção “contudo” estabelece uma relação de:
 

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O espelho da sociedade em “O Animal Social”
Publicado pela primeira vez nos anos 1970 e constantemente atualizado, O Animal Social, de Elliot Aronson, tornou-se um dos clássicos mais influentes da psicologia social. Nele, o autor conduz o leitor a uma jornada fascinante sobre como nossas atitudes, escolhas e até emoções mais íntimas são moldadas pelas interações com os outros. Aronson mostra que compreender o ser humano exige olhar para além do indivíduo isolado: é preciso enxergar o tecido social que sustenta — e muitas vezes direciona — cada comportamento.
Com exemplos vivos e pesquisas instigantes, o livro examina fenômenos como a conformidade, a persuasão e os estereótipos, revelando o quanto somos permeáveis às pressões de grupos, à propaganda e à opinião alheia. Em vez de limitar-se a uma análise acadêmica, o autor costura narrativas que tornam evidente como esses mecanismos se manifestam em situações comuns, do convívio familiar às decisões po0líticas.
Entre os episódios mais marcantes discutidos por Aronson está o experimento de Solomon Asch, no qual voluntários eram convidados a identificar, em cartões simples, qual linha era igual a outra em comprimento. Quando os cúmplices do pesquisador — que faziam parte do grupo de avaliação — davam respostas evidentemente erradas, muitos participantes acabavam cedendo à pressão e repetindo o erro coletivo. O resultado expõe de maneira clara como a busca por aceitação social pode levar indivíduos a negar até mesmo o que os seus próprios olhos percebem.
Ao mesmo tempo, Aronson lembra que não somos apenas receptores passivos de influências sociais. O livro também revela nossa capacidade de empatia, cooperação e altruísmo, ressaltando que a vida em sociedade pode despertar tanto o lado mais sombrio quanto o mais luminoso do ser humano. Essa ambiguidade, longe de ser um defeito, é a essência da condição humana que o autor convida a refletir.
Mais do que um manual científico, “O Animal Social” é uma obra que instiga e provoca, mostrando que compreender a nós mesmos passa, inevitavelmente, por compreender os outros. Quem se deixa guiar por suas páginas não encontra apenas conceitos acadêmicos, mas uma chave para interpretar o mundo e, talvez, transformar a maneira como nele habita.
Leia o trecho:
“Segundo os especialistas, a leitura precoce transforma a relação da criança com o mundo; entretanto, para muitos pais, isso é apenas mais uma exigência da escola.”

A característica discursiva predominante do trecho é:
 

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Com exemplos vivos e pesquisas instigantes, o livro examina fenômenos como a conformidade, a persuasão e os estereótipos, revelando o quanto somos permeáveis às pressões de grupos, à propaganda e à opinião alheia. Em vez de limitar-se a uma análise acadêmica, o autor costura narrativas que tornam evidente como esses mecanismos se manifestam em situações comuns, do convívio familiar às decisões po0líticas.
Entre os episódios mais marcantes discutidos por Aronson está o experimento de Solomon Asch, no qual voluntários eram convidados a identificar, em cartões simples, qual linha era igual a outra em comprimento. Quando os cúmplices do pesquisador — que faziam parte do grupo de avaliação — davam respostas evidentemente erradas, muitos participantes acabavam cedendo à pressão e repetindo o erro coletivo. O resultado expõe de maneira clara como a busca por aceitação social pode levar indivíduos a negar até mesmo o que os seus próprios olhos percebem.
Ao mesmo tempo, Aronson lembra que não somos apenas receptores passivos de influências sociais. O livro também revela nossa capacidade de empatia, cooperação e altruísmo, ressaltando que a vida em sociedade pode despertar tanto o lado mais sombrio quanto o mais luminoso do ser humano. Essa ambiguidade, longe de ser um defeito, é a essência da condição humana que o autor convida a refletir.
Mais do que um manual científico, “O Animal Social” é uma obra que instiga e provoca, mostrando que compreender a nós mesmos passa, inevitavelmente, por compreender os outros. Quem se deixa guiar por suas páginas não encontra apenas conceitos acadêmicos, mas uma chave para interpretar o mundo e, talvez, transformar a maneira como nele habita.
Considere o período: “Naquela manhã chuvosa, o trabalhador caminhava apressadamente.” Sobre os elementos linguísticos destacados, é correto afirmar que:
 

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Com exemplos vivos e pesquisas instigantes, o livro examina fenômenos como a conformidade, a persuasão e os estereótipos, revelando o quanto somos permeáveis às pressões de grupos, à propaganda e à opinião alheia. Em vez de limitar-se a uma análise acadêmica, o autor costura narrativas que tornam evidente como esses mecanismos se manifestam em situações comuns, do convívio familiar às decisões po0líticas.
Entre os episódios mais marcantes discutidos por Aronson está o experimento de Solomon Asch, no qual voluntários eram convidados a identificar, em cartões simples, qual linha era igual a outra em comprimento. Quando os cúmplices do pesquisador — que faziam parte do grupo de avaliação — davam respostas evidentemente erradas, muitos participantes acabavam cedendo à pressão e repetindo o erro coletivo. O resultado expõe de maneira clara como a busca por aceitação social pode levar indivíduos a negar até mesmo o que os seus próprios olhos percebem.
Ao mesmo tempo, Aronson lembra que não somos apenas receptores passivos de influências sociais. O livro também revela nossa capacidade de empatia, cooperação e altruísmo, ressaltando que a vida em sociedade pode despertar tanto o lado mais sombrio quanto o mais luminoso do ser humano. Essa ambiguidade, longe de ser um defeito, é a essência da condição humana que o autor convida a refletir.
Mais do que um manual científico, “O Animal Social” é uma obra que instiga e provoca, mostrando que compreender a nós mesmos passa, inevitavelmente, por compreender os outros. Quem se deixa guiar por suas páginas não encontra apenas conceitos acadêmicos, mas uma chave para interpretar o mundo e, talvez, transformar a maneira como nele habita.
Analise as palavras a seguir:
heróico, autoescola, micro-ondas, ideia

Após a reforma ortográfica (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa), é correto afirmar que:
 

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