Foram encontradas 40 questões.
Durante muito tempo, a avaliação de história e/ou exame tornou-se uma prática ameaçadora e autoritária, ditando conteúdos e metodologias, numa prática muitas vezes excludente, pois ignorava as diferenças de interesse e os ritmos de aprendizagem. Um modelo de avaliação sentencioso e punitivo, que media muito mais a quantidade do que a qualidade do conhecimento.
(Disponível em: ensinarhistoria.com.br.)
Considerando as concepções avaliativas atualizadas, especificamente no que diz respeito ao ensino da história, é importante salientar que:
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Segundo Michel de Certeau (1982), o historiador padece de uma frustração originária. Suas pretensões são políticas, na mesma medida que seu ofício e labor. Não é, senão por acaso, que o historiador deixa o palco para os sindicatos, classes sociais, grupos revolucionários, líderes religiosos e se encerra, a contragosto, nos bastidores do grande teatro do mundo. O texto de Certeau discorre, especificamente, sobre o papel do historiador e sua postura diante da própria construção historiográfica. Sobre o papel e a postura do professor de história, principalmente à vista dos parâmetros metodológicos atuais, é correto afirmar que:
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Influenciado pela estética do neorrealismo italiano nasceu, no Brasil, na passagem dos anos 1950-1960, o Cinema Novo. O Cinema Novo nasce escaldado pelo fracasso da experiência industrial da Vera Cruz entre os anos de 1940 e 1950, uma tentativa de organizar o cinema nacional nos moldes hollywoodianos(estrutura empresarial: grande estúdio; produções gigantescas; enormes sucessos de bilheteria; atores glamourizados pela imprensa, enfim, o cinema-espetáculo). A produção nacional não conseguia competir com a norte-americana.
(A influência neorrealista no cinema brasileiro e o início do Cinema Novo – Cinema em Foco.)
Com a frase célebre de seu idealizador Glauber Rocha: “Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”, o Cinema Novo caracterizou-se, entre outros aspectos:
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Com as tensões latentes e, após o exemplo dos inconfidentes mineiros, a Coroa portuguesa passou a vigiar mais de perto seus súditos da América. Em 1794, membros da Sociedade Literária do Rio de Janeiro foram acusados de conspiração. Denunciados às autoridades locais pelas reuniões noturnas, dez integrantes permaneceram presos por mais de três anos. Para a metrópole, desbaratava-se a suposta Conjuração do Rio de Janeiro e afastava-se o risco de uma nova Rebelião (Campos, 2009). No Brasil oitocentista, essas e outras revoltas, na maioria das vezes duramente reprimidas pela metrópole lusitana, tinham também em comum:
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Todos os discursos que revestiam a América de representações paradisíacas não teriam se tornado uma propaganda eficaz se não houvesse, mais concretamente, algum estímulo para a vinda e fixação de colonos portugueses nessas terras. Povoar era fundamental para os lusitanos manterem em seus domínios os americanos e resistir às incursões estrangeiras. Mas, apesar de tudo isso, era necessário apresentar uma alternativa de enriquecimento e poder que não fosse possível na metrópole. (Claro, 2009). A alternativa que se apresentou e que se vinculou aos circuitos comerciais do mundo da época foi:
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Para os Estados Unidos, principalmente no decorrer da Guerra Fria, a América Latina, além da região estratégica, era uma questão de segurança nacional. Diante de qualquer ameaça a seu domínio geopolítico e a seus interesses, por qualquer movimentação de cunho nacionalista ou esquerdizante, os governos estadunidenses responderam com intervenções militares diretas ou indiretas, apoiando, com frequência, golpes militares que mantiveram a região sob sua esfera de influência (Campos, 2009). Nesse contexto, um ponto em comum nos países latino-americanos foi:
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Em meio aos acontecimentos que marcaram o final da 2ª Guerra Mundial, a Argentina era vista pelo governo dos Estados Unidos como um quartel general regional de espionagem nazista. Em 1944, uma parcela considerável dos militares argentinos acreditava em uma vitória nazista; e continuaram acreditando, mesmo nos primeiros meses de 1945. Em 1946, ainda nesse contexto, ocorre a ascensão de Juan Peron ao poder, que, depois de passar pelo Ministério do Trabalho, foi eleito presidente. A partir da chegada de Peron ao Governo Federal, ao analisar as características de seu governo, percebe-se que:
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No Brasil, nas últimas décadas do século XIX e primeiras décadas do século XX, despontaram uma série de revoltas tanto rurais quanto urbanas. A figura mais destacada do Cangaço, uma dessas revoltas, foi Virgulino Ferreira da Silva, chamado de Lampião pelo efeito que as rajadas de seus tiros provocavam durante a noite. Nascido em Pernambuco, Lampião foi empregado do importante coronel Delmiro Gouveia. Tornou-se cangaceiro por volta de 1916 e em 1921 já formara o seu próprio bando, que chegou a ter cerca de 300 membros (Claro, 2009). Diante do exposto, é correto afirmar que o Cangaço, descrito por muitos historiadores como uma espécie de Banditismo Social:
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No contexto do Brasil colonial e das disputas entre os países europeus pelas terras do “Novo Mundo”, observa-se o caso da Monarquia francesa, que,rejeitando a partilha do mundo pelos ibéricos, procurou estabelecer núcleos colonizadores na América do Sul. Em 1555, foi fundada a “França Antártica”, na região da baía de Guanabara (Campos, 2009). Os franceses chegaram a se consolidar na América do Norte, nos territórios dos Grandes Lagos e do Rio São Lourenço, sendo que, aqui no Brasil:
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A África era considerada um continente a-histórico por excelência. Hegel (1770-1831) definiria, explicitamente, essa posição em sua “Filosofia da História”, onde afirmava que: “A África não é parte da história do mundo. Não tem movimentos, progressos a mostrar, movimentos históricos próprios dela. Isto quer dizer que sua parte setentrional pertence ao mundo europeu ou asiático. Aquilo que entendemos precisamente pela África é o espírito a-histórico, o espírito não desenvolvido, ainda envolto em condições naturais e que deve ser aqui apresentado apenas como no limiar da história do mundo”.
(Apud FAGE, J.D., in.: KI- ZERBO. J. 1982, p. 480. Adaptado.)
A ausência de estudos sobre a África foi uma das grandes lacunas no sistema educacional brasileiro por muito tempo. A inclusão dessa história nos meios acadêmicos e escolares representa:
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