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3773159
Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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Assinale a alternativa que possui um termo com erro de
acentuação nos termos da Norma Culta da Língua
Portuguesa:
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3773158
Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em
algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas
regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças
cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma
transição epidemiológica no país, tendência que já vem
sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras
instituições, como Fundação Getúlio Vargas e
Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais,
acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health −
Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados
de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema
de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de
2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes
prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69
anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças
cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados,
enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de
municípios em que o câncer é a principal causa de morte
quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a
mortalidade por problemas cardiovasculares caiu
drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas
10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as
mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os
avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as
campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande
impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O
câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças
com diferentes causas e alguns são mais fáceis de
prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro
Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do
programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da
Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são
mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O
resultado mostra que, quanto maior o acesso a
tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa
o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças
cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco
— como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má
alimentação —, as particularidades de cada tipo de
tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças
cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de
vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença
de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes
por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do
colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com
diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a
tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver
políticas específicas para cada região, capazes de
melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e
mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária.
"Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas
antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da
obesidade, que é um fator de risco para vários tumores.
Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de
20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser
evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca
Rezende.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim
eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/
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3773157
Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
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Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em
algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas
regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças
cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma
transição epidemiológica no país, tendência que já vem
sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras
instituições, como Fundação Getúlio Vargas e
Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais,
acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health −
Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados
de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema
de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de
2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes
prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69
anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças
cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados,
enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de
municípios em que o câncer é a principal causa de morte
quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a
mortalidade por problemas cardiovasculares caiu
drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas
10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as
mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os
avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as
campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande
impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O
câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças
com diferentes causas e alguns são mais fáceis de
prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro
Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do
programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da
Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são
mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O
resultado mostra que, quanto maior o acesso a
tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa
o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças
cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco
— como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má
alimentação —, as particularidades de cada tipo de
tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças
cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de
vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença
de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes
por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do
colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com
diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a
tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver
políticas específicas para cada região, capazes de
melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e
mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária.
"Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas
antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da
obesidade, que é um fator de risco para vários tumores.
Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de
20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser
evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca
Rezende.
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3773156
Ano: 2024
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Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em
algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas
regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças
cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma
transição epidemiológica no país, tendência que já vem
sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras
instituições, como Fundação Getúlio Vargas e
Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais,
acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health −
Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados
de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema
de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de
2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes
prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69
anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças
cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados,
enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de
municípios em que o câncer é a principal causa de morte
quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a
mortalidade por problemas cardiovasculares caiu
drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas
10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as
mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os
avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as
campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande
impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O
câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças
com diferentes causas e alguns são mais fáceis de
prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro
Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do
programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da
Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são
mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O
resultado mostra que, quanto maior o acesso a
tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa
o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças
cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco
— como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má
alimentação —, as particularidades de cada tipo de
tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças
cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de
vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença
de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes
por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do
colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com
diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a
tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver
políticas específicas para cada região, capazes de
melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e
mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária.
"Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas
antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da
obesidade, que é um fator de risco para vários tumores.
Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de
20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser
evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca
Rezende.
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eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/
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Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
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Nas eleições presidenciais de 2022, a polarização
política foi um dos principais temas debatidos. Qual dos
fatores contribuiu para essa polarização?
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3773128
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
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Provas:
A transição energética é uma questão crítica em nível
global. Em 2022, qual dos seguintes eventos
exemplificou os desafios dessa transição na Europa?
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3773127
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
Em 2022, o Brasil sediou o primeiro Festival de Literatura
Indígena, com o objetivo de dar voz aos povos
originários. Um dos temas centrais discutidos no festival
foi:
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3773126
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
Em 2022, uma obra literária brasileira ganhou destaque
por tratar da identidade cultural e das questões sociais
contemporâneas. Qual foi essa obra e seu autor?
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3773125
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
Em 2024, o Brasil e outros países do Mercosul buscaram
firmar um acordo de livre comércio com a União
Europeia. Qual dos seguintes fatores complicou as
negociações?
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3773318
Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Saúde Pública
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Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em
algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas
regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças
cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma
transição epidemiológica no país, tendência que já vem
sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras
instituições, como Fundação Getúlio Vargas e
Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais,
acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health −
Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados
de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema
de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de
2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes
prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69
anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças
cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados,
enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de
municípios em que o câncer é a principal causa de morte
quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a
mortalidade por problemas cardiovasculares caiu
drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas
10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as
mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os
avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as
campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande
impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O
câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças
com diferentes causas e alguns são mais fáceis de
prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro
Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do
programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da
Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são
mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O
resultado mostra que, quanto maior o acesso a
tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa
o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças
cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco
— como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má
alimentação —, as particularidades de cada tipo de
tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças
cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de
vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença
de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes
por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do
colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com
diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a
tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver
políticas específicas para cada região, capazes de
melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e
mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária.
"Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas
antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da
obesidade, que é um fator de risco para vários tumores.
Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de
20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser
evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca
Rezende.
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