Foram encontradas 240 questões.
3773166
Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
Imagine que você está em um banco e precisa sacar R$
80,00 de um caixa eletrônico. Este caixa eletrônico
oferece notas de R$ 50,00, R$ 20,00, R$ 10,00 e R$
5,00. Você começa a pensar nas diferentes combinações
de notas que podem totalizar o valor desejado.
Nesse contexto, quantas maneiras diferentes a máquina pode te fornecer R$ 80,00 usando essas notas?
Nesse contexto, quantas maneiras diferentes a máquina pode te fornecer R$ 80,00 usando essas notas?
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3773165
Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
A empresa "Eventos & Cia" precisa organizar uma
conferência em um centro de convenções, preparando o
salão, palco, iluminação e cadeiras. Anteriormente, 6
funcionários levaram 12 horas para concluir uma tarefa
semelhante. Para agilizar o processo devido a um
aumento de eventos, a empresa planeja usar 9
funcionários. Nesse contexto, quanto tempo será
necessário para completar o trabalho com essa equipe
maior, assumindo a mesma taxa de eficiência?
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3773164
Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
Durante uma aula de culinária na Escola de Gastronomia
Sabores & Saberes, os alunos aprenderam a importância
de ajustar receitas de forma proporcional. A professora
Paula explicou que, quando se aumenta ou diminui a
quantidade de um ingrediente, é essencial manter a
proporção entre os demais para que a receita tenha o
mesmo sabor e textura.
Para praticar, a turma recebeu uma receita de bolo que utilizava a seguinte proporção: 3 xícaras de farinha para cada 2 xícaras de açúcar.
Em um dos exercícios, a professora pediu que os alunos calculassem a quantidade de açúcar necessária para uma versão maior da receita, onde foram usadas 15 xícaras de farinha.
Portanto, quantas xícaras de açúcar devem ser usadas para manter a mesma proporção?
Para praticar, a turma recebeu uma receita de bolo que utilizava a seguinte proporção: 3 xícaras de farinha para cada 2 xícaras de açúcar.
Em um dos exercícios, a professora pediu que os alunos calculassem a quantidade de açúcar necessária para uma versão maior da receita, onde foram usadas 15 xícaras de farinha.
Portanto, quantas xícaras de açúcar devem ser usadas para manter a mesma proporção?
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3773163
Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
O gerente de estoque de um armazém, Sr. Carlos, está
monitorando a quantidade de caixas de um novo produto
que chega semanalmente. Ele observou que, a cada
semana, o número de caixas recebidas segue uma
sequência crescente. As quantidades registradas nas
últimas semanas foram 5, 11, 17, 23, e ele precisa prever
quantas caixas serão recebidas na próxima semana para
organizar o espaço no armazém e garantir que haja
capacidade de armazenamento.
Após analise, Sr. Carlos descobriu que chegarão na próxima semana:
Após analise, Sr. Carlos descobriu que chegarão na próxima semana:
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3773161
Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Leia com atenção as afirmativas abaixo:
I.Cada árvore que cai é um lamento da natureza, clamando por proteção.
II.A biodiversidade é um tesouro escondido que devemos proteger para as futuras gerações.
III.A água é um recurso essencial para a sobrevivência de todos os seres vivos.
IV.O planeta é nossa casa, e cada ação positiva em prol da ecologia é uma pequena semente de esperança.
V.A reciclagem ajuda a diminuir a quantidade de resíduos nos aterros sanitários.
Em quais das afirmativas lidas há a presença de sentido conotativo?
I.Cada árvore que cai é um lamento da natureza, clamando por proteção.
II.A biodiversidade é um tesouro escondido que devemos proteger para as futuras gerações.
III.A água é um recurso essencial para a sobrevivência de todos os seres vivos.
IV.O planeta é nossa casa, e cada ação positiva em prol da ecologia é uma pequena semente de esperança.
V.A reciclagem ajuda a diminuir a quantidade de resíduos nos aterros sanitários.
Em quais das afirmativas lidas há a presença de sentido conotativo?
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3773160
Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
Leia com atenção a afirmativa abaixo:
Concerteza não foram os portugueses quem descobriu a baía brasileira.
Assinale a alternativa que indica qual termo está com a ortografia incorreta os termos da Norma Culta da Língua Portuguesa:
Concerteza não foram os portugueses quem descobriu a baía brasileira.
Assinale a alternativa que indica qual termo está com a ortografia incorreta os termos da Norma Culta da Língua Portuguesa:
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3773159
Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Português
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Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
Assinale a alternativa que possui um termo com erro de
acentuação nos termos da Norma Culta da Língua
Portuguesa:
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3773158
Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Português
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Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em
algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas
regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças
cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma
transição epidemiológica no país, tendência que já vem
sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras
instituições, como Fundação Getúlio Vargas e
Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais,
acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health −
Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados
de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema
de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de
2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes
prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69
anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças
cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados,
enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de
municípios em que o câncer é a principal causa de morte
quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a
mortalidade por problemas cardiovasculares caiu
drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas
10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as
mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os
avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as
campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande
impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O
câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças
com diferentes causas e alguns são mais fáceis de
prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro
Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do
programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da
Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são
mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O
resultado mostra que, quanto maior o acesso a
tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa
o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças
cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco
— como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má
alimentação —, as particularidades de cada tipo de
tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças
cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de
vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença
de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes
por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do
colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com
diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a
tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver
políticas específicas para cada região, capazes de
melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e
mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária.
"Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas
antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da
obesidade, que é um fator de risco para vários tumores.
Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de
20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser
evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca
Rezende.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim
eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/
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3773157
Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em
algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas
regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças
cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma
transição epidemiológica no país, tendência que já vem
sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras
instituições, como Fundação Getúlio Vargas e
Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais,
acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health −
Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados
de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema
de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de
2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes
prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69
anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças
cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados,
enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de
municípios em que o câncer é a principal causa de morte
quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a
mortalidade por problemas cardiovasculares caiu
drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas
10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as
mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os
avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as
campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande
impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O
câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças
com diferentes causas e alguns são mais fáceis de
prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro
Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do
programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da
Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são
mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O
resultado mostra que, quanto maior o acesso a
tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa
o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças
cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco
— como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má
alimentação —, as particularidades de cada tipo de
tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças
cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de
vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença
de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes
por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do
colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com
diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a
tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver
políticas específicas para cada região, capazes de
melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e
mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária.
"Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas
antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da
obesidade, que é um fator de risco para vários tumores.
Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de
20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser
evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca
Rezende.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim
eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/
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Questão presente nas seguintes provas
3773156
Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em
algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas
regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças
cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma
transição epidemiológica no país, tendência que já vem
sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras
instituições, como Fundação Getúlio Vargas e
Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais,
acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health −
Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados
de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema
de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de
2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes
prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69
anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças
cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados,
enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de
municípios em que o câncer é a principal causa de morte
quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a
mortalidade por problemas cardiovasculares caiu
drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas
10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as
mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os
avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as
campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande
impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O
câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças
com diferentes causas e alguns são mais fáceis de
prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro
Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do
programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da
Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são
mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O
resultado mostra que, quanto maior o acesso a
tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa
o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças
cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco
— como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má
alimentação —, as particularidades de cada tipo de
tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças
cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de
vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença
de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes
por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do
colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com
diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a
tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver
políticas específicas para cada região, capazes de
melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e
mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária.
"Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas
antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da
obesidade, que é um fator de risco para vários tumores.
Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de
20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser
evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca
Rezende.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim
eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/
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