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3941693
Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Xangri-Lá-RS
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Xangri-Lá-RS
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Leia o trecho a seguir e o enunciado subsequente a seu respeito:
“Ainda não tinha vencido cem braças de caminho, quando um assobio, que repercutiu nas matas, me veio orientar acerca do perigo iminente, que aí me aguardava. E logo dois homens apareceram, e amarraram-me com cordas. Era uma prisioneira – era uma escrava! Foi embalde que supliquei em nome de minha filha, que me restituíssem a liberdade: os bárbaros sorriam-se das minhas lágrimas, e olhavam-me sem compaixão. Julguei enlouquecer, julguei morrer, mas não me foi possível... a sorte me reservava ainda longos combates. Quando me arrancaram daqueles lugares, onde tudo me ficava – pátria, esposo, mãe e filha, e liberdade! Meu Deus! O que se passou no fundo de minha alma, só vós o pudestes avaliar! ...
Meteram-me a mim e a mais trezentos companheiros de infortúnio e de cativeiro no estreito e infecto porão de um navio. Trinta dias de cruéis tormentos, e de falta absoluta de tudo quanto é mais necessário à vida passamos nessa sepultura até que abordamos as praias brasileiras. Para caber a mercadoria humana no porão fomos amarrados em pé e para que não houvesse receio de revolta, acorrentados como os animais ferozes das nossas matas, que se levam para recreio dos potentados da Europa. Davam-nos a água imunda, podre e dada com mesquinhez, a comida má e ainda mais porca: vimos morrer ao nosso lado muitos companheiros à falta de ar, de alimento e de água. É horrível lembrar que criaturas humanas tratem a seus semelhantes assim e que não lhes doa a consciência de levá-los à sepultura asfixiados e famintos!
Muitos não deixavam chegar esse último extremo – davam-se à morte”.
O trecho anterior faz parte do romance ______________, de ________________, considerado o primeiro romance de autoria feminina negra do Brasil, no qual Mãe Suzana, uma escravizada, ganha a voz e pode narrar sua própria história numa construção narrativa inovadora para a literatura do período ________________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
“Ainda não tinha vencido cem braças de caminho, quando um assobio, que repercutiu nas matas, me veio orientar acerca do perigo iminente, que aí me aguardava. E logo dois homens apareceram, e amarraram-me com cordas. Era uma prisioneira – era uma escrava! Foi embalde que supliquei em nome de minha filha, que me restituíssem a liberdade: os bárbaros sorriam-se das minhas lágrimas, e olhavam-me sem compaixão. Julguei enlouquecer, julguei morrer, mas não me foi possível... a sorte me reservava ainda longos combates. Quando me arrancaram daqueles lugares, onde tudo me ficava – pátria, esposo, mãe e filha, e liberdade! Meu Deus! O que se passou no fundo de minha alma, só vós o pudestes avaliar! ...
Meteram-me a mim e a mais trezentos companheiros de infortúnio e de cativeiro no estreito e infecto porão de um navio. Trinta dias de cruéis tormentos, e de falta absoluta de tudo quanto é mais necessário à vida passamos nessa sepultura até que abordamos as praias brasileiras. Para caber a mercadoria humana no porão fomos amarrados em pé e para que não houvesse receio de revolta, acorrentados como os animais ferozes das nossas matas, que se levam para recreio dos potentados da Europa. Davam-nos a água imunda, podre e dada com mesquinhez, a comida má e ainda mais porca: vimos morrer ao nosso lado muitos companheiros à falta de ar, de alimento e de água. É horrível lembrar que criaturas humanas tratem a seus semelhantes assim e que não lhes doa a consciência de levá-los à sepultura asfixiados e famintos!
Muitos não deixavam chegar esse último extremo – davam-se à morte”.
O trecho anterior faz parte do romance ______________, de ________________, considerado o primeiro romance de autoria feminina negra do Brasil, no qual Mãe Suzana, uma escravizada, ganha a voz e pode narrar sua própria história numa construção narrativa inovadora para a literatura do período ________________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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A questão refere-se ao poema abaixo:
A Jesus Cristo Nosso Senhor
Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido;
Antes, quanto mais tenho delinquido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado.
Se basta a vos irar tanto pecado,
A abrandar-vos sobeja um só gemido:
Que a mesma culpa, que vos há ofendido,
Vos tem para o perdão lisonjeado.
Se uma ovelha perdida já cobrada,
Glória tal e prazer tão repentino
Vos deu, como afirmais na Sacra História:
Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,
Cobrai-a; e não queirais, Pastor Divino,
Perder na vossa ovelha a vossa glória.
“Se basta a vos irar tanto pecado,
A abrandar-vos sobeja um só gemido”
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3941691
Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Xangri-Lá-RS
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Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Xangri-Lá-RS
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A questão refere-se ao poema abaixo:
A Jesus Cristo Nosso Senhor
Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido;
Antes, quanto mais tenho delinquido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado.
Se basta a vos irar tanto pecado,
A abrandar-vos sobeja um só gemido:
Que a mesma culpa, que vos há ofendido,
Vos tem para o perdão lisonjeado.
Se uma ovelha perdida já cobrada,
Glória tal e prazer tão repentino
Vos deu, como afirmais na Sacra História:
Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,
Cobrai-a; e não queirais, Pastor Divino,
Perder na vossa ovelha a vossa glória.
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3941690
Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Xangri-Lá-RS
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Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Xangri-Lá-RS
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A questão refere-se ao poema abaixo:
A Jesus Cristo Nosso Senhor
Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido;
Antes, quanto mais tenho delinquido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado.
Se basta a vos irar tanto pecado,
A abrandar-vos sobeja um só gemido:
Que a mesma culpa, que vos há ofendido,
Vos tem para o perdão lisonjeado.
Se uma ovelha perdida já cobrada,
Glória tal e prazer tão repentino
Vos deu, como afirmais na Sacra História:
Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,
Cobrai-a; e não queirais, Pastor Divino,
Perder na vossa ovelha a vossa glória.
I. Trata-se de um poema de Gregório de Matos Guerra, representante do Arcadismo brasileiro.
II. Uma das características típicas do período literário ao qual o poema pertence é a dualidade entre a vida terrena e a salvação da alma, presente na negociação com Deus.
III. Outra característica típica do período do Arcadismo, ao qual o texto pertence, é o bucolismo, como se nota pela temática do pastoralismo no último terceto.
Quais estão corretas?
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Assinale a alternativa na qual NÃO seja possível identificar a ocorrência da figura de
linguagem conhecida como personificação.
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Leia as definições a seguir a respeito da função sintática “objeto direto” ou “OD”:
I. Quando o objeto direto é um pronome pessoal tônico, ocorre um OD ___________, como em “Deste modo, prejudicas a ti e a ela”.
II. Quando queremos dar destaque ou ênfase à ideia contida no objeto direto, colocamo-lo no início da frase e depois o repetimos ou reforçamos por meio do pronome oblíquo, formando um OD ___________, como em “O bem, muitos o louvam”.
III. Em construções enfáticas, nas quais antecipamos o objeto direto para dar-lhe realce, ocorre um OD ___________, como em “A você é que não enganam”.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
I. Quando o objeto direto é um pronome pessoal tônico, ocorre um OD ___________, como em “Deste modo, prejudicas a ti e a ela”.
II. Quando queremos dar destaque ou ênfase à ideia contida no objeto direto, colocamo-lo no início da frase e depois o repetimos ou reforçamos por meio do pronome oblíquo, formando um OD ___________, como em “O bem, muitos o louvam”.
III. Em construções enfáticas, nas quais antecipamos o objeto direto para dar-lhe realce, ocorre um OD ___________, como em “A você é que não enganam”.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Assinale a alternativa que apresenta uma forma verbal arrizotônica.
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A questão refere-se ao texto a seguir, do Professor Cláudio Moreno.
Caro mestre, sempre ouvi, na minha família, dizerem “Não fique brava comigo”, “A mãe está
muito brava porque nós chegamos tarde em casa”, etc. Casei com um gaúcho e até hoje estranho
muito quando ele diz que eu sou muito braba. Afinal, qual é a forma correta: é bravo ou brabo?
Hortênsia S. M — São Paulo
Prezada Hortênsia, como a única diferença fonológica entre brabo e bravo é a consoante
inicial da última sílaba (/b/ ou /v/), tenho certeza de que nos encontramos diante de variantes de um
mesmo vocábulo. Esse espetáculo nós já vimos outras vezes: a alternância entre esses dois fonemas
aparece em pares como assobiar e assoviar, bergamota e vergamota, piaba e piava, entre muitos
outros; é um processo que já ocorria no Latim Vulgar e se transferiu para nossa língua, sendo ainda
muito presente no Norte de Portugal, onde se ouve binho, barrer e bento onde nós
diríamos vinho, varrer e vento. Um belo e curioso exemplo tu vais encontrar numa das redondilhas
de Camões, em que ele escreve bívora no lugar de víbora.
(Fonte: https://sualingua.com.br/brabo-ou-bravo/)
“Como a única diferença fonológica entre brabo e bravo é a consoante inicial da última sílaba (/b/ ou /v/), tenho certeza de que nos encontramos diante de variantes de um mesmo vocábulo”.
I. O período é composto por quatro orações.
II. A oração principal apresenta duas orações a ela subordinadas, uma causal e uma completiva nominal.
III. Há três verbos transitivos no trecho e um de ligação.
Quais estão corretas?
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A questão refere-se ao texto a seguir, do Professor Cláudio Moreno.
Caro mestre, sempre ouvi, na minha família, dizerem “Não fique brava comigo”, “A mãe está
muito brava porque nós chegamos tarde em casa”, etc. Casei com um gaúcho e até hoje estranho
muito quando ele diz que eu sou muito braba. Afinal, qual é a forma correta: é bravo ou brabo?
Hortênsia S. M — São Paulo
Prezada Hortênsia, como a única diferença fonológica entre brabo e bravo é a consoante
inicial da última sílaba (/b/ ou /v/), tenho certeza de que nos encontramos diante de variantes de um
mesmo vocábulo. Esse espetáculo nós já vimos outras vezes: a alternância entre esses dois fonemas
aparece em pares como assobiar e assoviar, bergamota e vergamota, piaba e piava, entre muitos
outros; é um processo que já ocorria no Latim Vulgar e se transferiu para nossa língua, sendo ainda
muito presente no Norte de Portugal, onde se ouve binho, barrer e bento onde nós
diríamos vinho, varrer e vento. Um belo e curioso exemplo tu vais encontrar numa das redondilhas
de Camões, em que ele escreve bívora no lugar de víbora.
(Fonte: https://sualingua.com.br/brabo-ou-bravo/)
( ) Pode-se afirmar que o texto se assemelha ao gênero carta, pois apresenta um interlocutor a quem o autor se dirige através de um vocativo, com o objetivo de responder algo.
( ) É possível identificar, pelo menos, uma sequência expositiva na resposta do Professor Moreno.
( ) Nota-se no texto um caso típico de intertextualidade intergêneros, pois tem-se sequências de diferentes tipos textuais compondo a resposta do Professor Moreno.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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