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Ficou pior para quem bebe
O governo ainda espera a consolidação dos dados do
primeiro mês de aplicação da Lei Seca para avaliar seu impacto
sobre a cassação de CNHs. As primeiras projeções indicam, porém,
que as apreensões subirão, no mínimo, 10%. Antes da vigência
da Lei Seca, eram suspensas ou cassadas, em média,
aproximadamente 155.000 CNHs por ano. Se as previsões estiverem
corretas, a média anual deve subir para próximo de 170.000. A tabela
a seguir mostra esses resultados nos últimos anos (fonte:
DENATRAN).

Supondo que, neste ano de 2008, a variação na quantidade de CNHs emitidas de um mês para o mês anterior seja mantida constante e que, em fevereiro de 2008, tenham sido emitidas 175.000 habilitações, então o total de habilitações emitidas em 2008 será, em milhões,O governo ainda espera a consolidação dos dados do
primeiro mês de aplicação da Lei Seca para avaliar seu impacto
sobre a cassação de CNHs. As primeiras projeções indicam, porém,
que as apreensões subirão, no mínimo, 10%. Antes da vigência
da Lei Seca, eram suspensas ou cassadas, em média,
aproximadamente 155.000 CNHs por ano. Se as previsões estiverem
corretas, a média anual deve subir para próximo de 170.000. A tabela
a seguir mostra esses resultados nos últimos anos (fonte:
DENATRAN).

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Ficou pior para quem bebe
O governo ainda espera a consolidação dos dados do
primeiro mês de aplicação da Lei Seca para avaliar seu impacto
sobre a cassação de CNHs. As primeiras projeções indicam, porém,
que as apreensões subirão, no mínimo, 10%. Antes da vigência
da Lei Seca, eram suspensas ou cassadas, em média,
aproximadamente 155.000 CNHs por ano. Se as previsões estiverem
corretas, a média anual deve subir para próximo de 170.000. A tabela
a seguir mostra esses resultados nos últimos anos (fonte:
DENATRAN).

Considerando que, em 2005, o motivo de todas as cassações ou suspensões de CNH tenha sido dirigir veículo automotor depois de ingerir bebida alcoólica em quantidade superior à permitida, e que uma pesquisa tenha revelado que 12% da população brasileira admitia dirigir veículo automotor depois de ingerir bebida alcoólica em quantidade superior à permitida, e considerando, também, que a quantidade de CNHs cassadas ou suspensas corresponda, proporcionalmente, a 3 em cada 600 indivíduos que admitiam dirigir veículo automotor depois de ingerir bebida alcoólica em quantidade superior à permitida, é correto inferir que, em 2005, a população brasileira era, em milhões,O governo ainda espera a consolidação dos dados do
primeiro mês de aplicação da Lei Seca para avaliar seu impacto
sobre a cassação de CNHs. As primeiras projeções indicam, porém,
que as apreensões subirão, no mínimo, 10%. Antes da vigência
da Lei Seca, eram suspensas ou cassadas, em média,
aproximadamente 155.000 CNHs por ano. Se as previsões estiverem
corretas, a média anual deve subir para próximo de 170.000. A tabela
a seguir mostra esses resultados nos últimos anos (fonte:
DENATRAN).

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No ano de 2006, um indivíduo pagou R$ 4.000,00 pelas multas de trânsito recebidas, por ter cometido várias vezes um mesmo tipo de infração de trânsito, e o valor de cada uma dessas multas foi superior a R$ 200,00. Em 2007, o valor da multa pela mesma infração sofreu um reajuste de R$ 40,00, e esse mesmo indivíduo recebeu 3 multas a mais que em 2006, pagando um total de R$ 6.720,00.
Nessa situação, em 2006, o valor de cada multa era
Nessa situação, em 2006, o valor de cada multa era
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Em um posto de fiscalização da PRF, os veículos A, B e C foram abordados, e os seus condutores, Pedro, Jorge e Mário, foram autuados pelas seguintes infrações: (i) um deles estava dirigindo alcoolizado; (ii) outro apresentou a CNH vencida; (iii) a CNH apresentada pelo terceiro motorista era de categoria inferior à exigida para conduzir o veículo que ele dirigia. Sabe-se que Pedro era o condutor do veículo C; o motorista que apresentou a CNH vencida conduzia o veículo B; Mário era quem estava dirigindo alcoolizado.
Com relação a essa situação hipotética, julgue os itens que se seguem. Caso queira, use a tabela na coluna de rascunho como auxílio.
I A CNH do motorista do veículo A era de categoria inferior à exigida.
II Mário não era o condutor do veículo A.
III Jorge era o condutor do veículo B.
IV A CNH de Pedro estava vencida.
V A proposição "Se Pedro apresentou CNH vencida, então Mário é o condutor do veículo B" é verdadeira.
Estão certos apenas os itens
Com relação a essa situação hipotética, julgue os itens que se seguem. Caso queira, use a tabela na coluna de rascunho como auxílio.
I A CNH do motorista do veículo A era de categoria inferior à exigida.
II Mário não era o condutor do veículo A.
III Jorge era o condutor do veículo B.
IV A CNH de Pedro estava vencida.
V A proposição "Se Pedro apresentou CNH vencida, então Mário é o condutor do veículo B" é verdadeira.
Estão certos apenas os itens
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No tempo de andarilho
Prospera pouco no Pantanal o andarilho. Seis meses, durante
a seca, anda. Remói caminhos e descaminhos. Abastece de perna
as distâncias. E, quando as estradas somem, cobertas por águas,
arrancha.
O andarilho é um antipiqueteiro por vocação. Ninguém o
embuçala. Não tem nome nem relógio. Vagabundear é virtude
atuante para ele. Nem é um idiota programado, como nós. O próprio
esmo é que o erra.
Chega em geral com escuro. Não salva os moradores do
lugar. Menos por deseducado. Senão por alheamento e fastio.
Abeira-se do galpão, mais dois cachorros, magros, pede
comida, e se recolhe em sua vasilha de dormir armada no tempo.
Cedo, pela magrez dos cachorros que estão medindo o pátio,
toda a fazenda sabe que Bernardão chegou. "Venho do oco do
mundo. Vou para o oco do mundo." É a única coisa que ele adianta.
O que não adianta.
(...)
Enquanto as águas não descem e as estradas não se
mostram, Bernardo trabalha pela bóia. Claro que resmunga. Está
com raiva de quem inventou a enxada. E vai assustando o mato
como um feiticeiro.
Os hippies o imitam por todo o mundo. Não faz entretanto
brasão de seu pioneirismo. Isso de entortar pente no cabelo intratável
ele pratica de velho. A adesão pura à natureza e a inocência
nasceram com ele. Sabe plantas e peixes mais que os santos.
Não sei se os jovens de hoje, adeptos da natureza,
conseguirão restaurar dentro deles essa inocência. Não sei se
conseguirão matar dentro deles a centopéia do consumismo.
Porque, já desde nada, o grande luxo de Bernardo é ser
ninguém. Por fora é galalau. Por dentro não arredou de criança. É ser
que não conhece ter. Tanto que inveja não se acopla nele.
Manoel de Barros. Livro de pré-coisas: roteiro para uma excursão
poética no Pantanal. 2.a ed. Rio de Janeiro: Record, 1997, p. 47-8.
Utilizando a função poética da linguagem, o autor do textoProspera pouco no Pantanal o andarilho. Seis meses, durante
a seca, anda. Remói caminhos e descaminhos. Abastece de perna
as distâncias. E, quando as estradas somem, cobertas por águas,
arrancha.
O andarilho é um antipiqueteiro por vocação. Ninguém o
embuçala. Não tem nome nem relógio. Vagabundear é virtude
atuante para ele. Nem é um idiota programado, como nós. O próprio
esmo é que o erra.
Chega em geral com escuro. Não salva os moradores do
lugar. Menos por deseducado. Senão por alheamento e fastio.
Abeira-se do galpão, mais dois cachorros, magros, pede
comida, e se recolhe em sua vasilha de dormir armada no tempo.
Cedo, pela magrez dos cachorros que estão medindo o pátio,
toda a fazenda sabe que Bernardão chegou. "Venho do oco do
mundo. Vou para o oco do mundo." É a única coisa que ele adianta.
O que não adianta.
(...)
Enquanto as águas não descem e as estradas não se
mostram, Bernardo trabalha pela bóia. Claro que resmunga. Está
com raiva de quem inventou a enxada. E vai assustando o mato
como um feiticeiro.
Os hippies o imitam por todo o mundo. Não faz entretanto
brasão de seu pioneirismo. Isso de entortar pente no cabelo intratável
ele pratica de velho. A adesão pura à natureza e a inocência
nasceram com ele. Sabe plantas e peixes mais que os santos.
Não sei se os jovens de hoje, adeptos da natureza,
conseguirão restaurar dentro deles essa inocência. Não sei se
conseguirão matar dentro deles a centopéia do consumismo.
Porque, já desde nada, o grande luxo de Bernardo é ser
ninguém. Por fora é galalau. Por dentro não arredou de criança. É ser
que não conhece ter. Tanto que inveja não se acopla nele.
Manoel de Barros. Livro de pré-coisas: roteiro para uma excursão
poética no Pantanal. 2.a ed. Rio de Janeiro: Record, 1997, p. 47-8.
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A charge acima destaca principalmente o seguinte tema:
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medida que se expandia o Império Romano, a administração adaptava o esquema de construção de estradas nas novas províncias. No seu apogeu, a rede viária romana principal atingiu, consideradas as vias secundárias, cerca de 150.000 km. Os comerciantes romanos perceberam logo o interesse desses eixos viários. Distintamente de outras civilizações mediterrâneas que fundaram o seu desenvolvimento comercial quase unicamente a partir dos seus portos, os romanos utilizaram a sua rede de estradas em paralelo à sua frota comercial. Essa medida favoreceu os intercâmbios no interior do continente, provocando uma expansão mercantil fulgurante. Regiões inteiras especializaram-se e comerciaram entre si, principalmente vinho, azeite, cereais, cerâmicas e carnes.
Internet: (com adaptações).
De acordo com o texto acima, verifica-se que
Internet: (com adaptações).
De acordo com o texto acima, verifica-se que
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Considerando que os fragmentos de texto incluídos nas opções abaixo, na ordem em que são apresentados, são partes sucessivas de um texto adaptado (Internet: ), assinale a opção em que foram atendidas as normas da língua padrão escrita.
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