Magna Concursos

Foram encontradas 120 questões.

1047360 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Se você quiser, compre um carro; é um conforto admirável. Mas não o faça sem conhecimento de causa, a fim de evitar desilusões futuras. Desde que o compra, o carro passa a interessar aos outros, muito mais que a você mesmo. É uma espécie de indústria às avessas, na qual você monta um engenho não para obter lucros, mas para distribuir seu dinheiro. Já na compra do carro, você contribui para uma infinidade de setores produtivos, que podemos encolher, ao máximo, nos seguintes itens: a indústria automobilística propriamente dita; os vendedores de automóveis; a siderurgia; a petroquímica; as fábricas de pneus e as de artefatos de borracha; as fábricas de plásticos, couros, tintas etc.; as fábricas de rolamentos e outras autopeças; as fábricas de relógios, rádios etc.; as indústrias de petróleo e muitos de seus derivados; as refinarias; os distribuidores de gasolina, as oficinas mecânicas. Seu automóvel é de fato uma sociedade anônima, da qual todos lucram, menos você. Ao comprar um carro, você entrou na órbita de toda essa gente; até ontem, você estava fora do alcance delas. Como proprietário de automóvel, você ainda terá relações com outras pessoas: com os colegas motoristas, que preferem bater no seu para-lama a dar uma marcha à ré de meio metro; com os pedestres e ciclistas imprudentes; com as crianças diabólicas que riscam sua pintura, sobretudo quando o carro está novinho em folha; com os sujeitos que só dirigem de farol alto; com os barbeiros de qualidades diversas; com a juventude desviada; com parentes e amigos, que o consideram um sujeito excelente ou ordinário, conforme sua subserviência à necessidade deles; com ladrões etc. Poderia escrever páginas sobre o automóvel que você comprou ou vai comprar, mas fico por aqui: tenho de tomar um táxi e ir à oficina ouvir do mecânico que o meu carro não está pronto. De qualquer forma, não desanime com minha crônica: vale a pena ter carro, pois, ser pedestre, embora mais tranquilo e mais barato, é ainda mais chato. A não ser que você tenha chegado, com Pascal, à suprema descoberta: a de que todos os males do homem se devem ao fato de ele não ficar quietinho no quarto.

Paulo Mendes Campos. Automóvel: sociedade anônima. In: Supermercado. Rio de Janeiro, Tecnoprint, 1976, p. 99-102 (com adaptações)

Com referência à ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

O emprego do sinal indicativo da crase, obrigatório em “indústria às avessas” e em “à suprema descoberta”, deve-se à formação de locuções adverbiais.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1047359 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Se você quiser, compre um carro; é um conforto admirável. Mas não o faça sem conhecimento de causa, a fim de evitar desilusões futuras. Desde que o compra, o carro passa a interessar aos outros, muito mais que a você mesmo. É uma espécie de indústria às avessas, na qual você monta um engenho não para obter lucros, mas para distribuir seu dinheiro. Já na compra do carro, você contribui para uma infinidade de setores produtivos, que podemos encolher, ao máximo, nos seguintes itens: a indústria automobilística propriamente dita; os vendedores de automóveis; a siderurgia; a petroquímica; as fábricas de pneus e as de artefatos de borracha; as fábricas de plásticos, couros, tintas etc.; as fábricas de rolamentos e outras autopeças; as fábricas de relógios, rádios etc.; as indústrias de petróleo e muitos de seus derivados; as refinarias; os distribuidores de gasolina, as oficinas mecânicas. Seu automóvel é de fato uma sociedade anônima, da qual todos lucram, menos você. Ao comprar um carro, você entrou na órbita de toda essa gente; até ontem, você estava fora do alcance delas. Como proprietário de automóvel, você ainda terá relações com outras pessoas: com os colegas motoristas, que preferem bater no seu para-lama a dar uma marcha à ré de meio metro; com os pedestres e ciclistas imprudentes; com as crianças diabólicas que riscam sua pintura, sobretudo quando o carro está novinho em folha; com os sujeitos que só dirigem de farol alto; com os barbeiros de qualidades diversas; com a juventude desviada; com parentes e amigos, que o consideram um sujeito excelente ou ordinário, conforme sua subserviência à necessidade deles; com ladrões etc. Poderia escrever páginas sobre o automóvel que você comprou ou vai comprar, mas fico por aqui: tenho de tomar um táxi e ir à oficina ouvir do mecânico que o meu carro não está pronto. De qualquer forma, não desanime com minha crônica: vale a pena ter carro, pois, ser pedestre, embora mais tranquilo e mais barato, é ainda mais chato. A não ser que você tenha chegado, com Pascal, à suprema descoberta: a de que todos os males do homem se devem ao fato de ele não ficar quietinho no quarto.

Paulo Mendes Campos. Automóvel: sociedade anônima. In: Supermercado. Rio de Janeiro, Tecnoprint, 1976, p. 99-102 (com adaptações)

Com referência à ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

Estaria mantida a correção gramatical do texto caso a oração “a fim de evitar desilusões futuras” fosse substituída pela seguinte: a fim de se evitarem desilusões futuras.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1047358 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Se você quiser, compre um carro; é um conforto admirável. Mas não o faça sem conhecimento de causa, a fim de evitar desilusões futuras. Desde que o compra, o carro passa a interessar aos outros, muito mais que a você mesmo. É uma espécie de indústria às avessas, na qual você monta um engenho não para obter lucros, mas para distribuir seu dinheiro. Já na compra do carro, você contribui para uma infinidade de setores produtivos, que podemos encolher, ao máximo, nos seguintes itens: a indústria automobilística propriamente dita; os vendedores de automóveis; a siderurgia; a petroquímica; as fábricas de pneus e as de artefatos de borracha; as fábricas de plásticos, couros, tintas etc.; as fábricas de rolamentos e outras autopeças; as fábricas de relógios, rádios etc.; as indústrias de petróleo e muitos de seus derivados; as refinarias; os distribuidores de gasolina, as oficinas mecânicas. Seu automóvel é de fato uma sociedade anônima, da qual todos lucram, menos você. Ao comprar um carro, você entrou na órbita de toda essa gente; até ontem, você estava fora do alcance delas. Como proprietário de automóvel, você ainda terá relações com outras pessoas: com os colegas motoristas, que preferem bater no seu para-lama a dar uma marcha à ré de meio metro; com os pedestres e ciclistas imprudentes; com as crianças diabólicas que riscam sua pintura, sobretudo quando o carro está novinho em folha; com os sujeitos que só dirigem de farol alto; com os barbeiros de qualidades diversas; com a juventude desviada; com parentes e amigos, que o consideram um sujeito excelente ou ordinário, conforme sua subserviência à necessidade deles; com ladrões etc. Poderia escrever páginas sobre o automóvel que você comprou ou vai comprar, mas fico por aqui: tenho de tomar um táxi e ir à oficina ouvir do mecânico que o meu carro não está pronto. De qualquer forma, não desanime com minha crônica: vale a pena ter carro, pois, ser pedestre, embora mais tranquilo e mais barato, é ainda mais chato. A não ser que você tenha chegado, com Pascal, à suprema descoberta: a de que todos os males do homem se devem ao fato de ele não ficar quietinho no quarto.

Paulo Mendes Campos. Automóvel: sociedade anônima. In: Supermercado. Rio de Janeiro, Tecnoprint, 1976, p. 99-102 (com adaptações)

Com referência à ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

No período “Mas não o faça sem conhecimento de causa”, o elemento “o”, que estabelece coesão com os períodos anteriores, marca a elipse do sintagma nominal “um carro”.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1047357 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Se você quiser, compre um carro; é um conforto admirável. Mas não o faça sem conhecimento de causa, a fim de evitar desilusões futuras. Desde que o compra, o carro passa a interessar aos outros, muito mais que a você mesmo. É uma espécie de indústria às avessas, na qual você monta um engenho não para obter lucros, mas para distribuir seu dinheiro. Já na compra do carro, você contribui para uma infinidade de setores produtivos, que podemos encolher, ao máximo, nos seguintes itens: a indústria automobilística propriamente dita; os vendedores de automóveis; a siderurgia; a petroquímica; as fábricas de pneus e as de artefatos de borracha; as fábricas de plásticos, couros, tintas etc.; as fábricas de rolamentos e outras autopeças; as fábricas de relógios, rádios etc.; as indústrias de petróleo e muitos de seus derivados; as refinarias; os distribuidores de gasolina, as oficinas mecânicas. Seu automóvel é de fato uma sociedade anônima, da qual todos lucram, menos você. Ao comprar um carro, você entrou na órbita de toda essa gente; até ontem, você estava fora do alcance delas. Como proprietário de automóvel, você ainda terá relações com outras pessoas: com os colegas motoristas, que preferem bater no seu para-lama a dar uma marcha à ré de meio metro; com os pedestres e ciclistas imprudentes; com as crianças diabólicas que riscam sua pintura, sobretudo quando o carro está novinho em folha; com os sujeitos que só dirigem de farol alto; com os barbeiros de qualidades diversas; com a juventude desviada; com parentes e amigos, que o consideram um sujeito excelente ou ordinário, conforme sua subserviência à necessidade deles; com ladrões etc. Poderia escrever páginas sobre o automóvel que você comprou ou vai comprar, mas fico por aqui: tenho de tomar um táxi e ir à oficina ouvir do mecânico que o meu carro não está pronto. De qualquer forma, não desanime com minha crônica: vale a pena ter carro, pois, ser pedestre, embora mais tranquilo e mais barato, é ainda mais chato. A não ser que você tenha chegado, com Pascal, à suprema descoberta: a de que todos os males do homem se devem ao fato de ele não ficar quietinho no quarto.

Paulo Mendes Campos. Automóvel: sociedade anônima. In: Supermercado. Rio de Janeiro, Tecnoprint, 1976, p. 99-102 (com adaptações)

Com referência à ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

Em “é um conforto admirável”, observa-se coesão lexical por hiperonímia, ou seja, o substantivo “conforto”, de sentido mais genérico, abrange o sentido, mais específico, do adjetivo “admirável”.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1047356 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Se você quiser, compre um carro; é um conforto admirável. Mas não o faça sem conhecimento de causa, a fim de evitar desilusões futuras. Desde que o compra, o carro passa a interessar aos outros, muito mais que a você mesmo. É uma espécie de indústria às avessas, na qual você monta um engenho não para obter lucros, mas para distribuir seu dinheiro. Já na compra do carro, você contribui para uma infinidade de setores produtivos, que podemos encolher, ao máximo, nos seguintes itens: a indústria automobilística propriamente dita; os vendedores de automóveis; a siderurgia; a petroquímica; as fábricas de pneus e as de artefatos de borracha; as fábricas de plásticos, couros, tintas etc.; as fábricas de rolamentos e outras autopeças; as fábricas de relógios, rádios etc.; as indústrias de petróleo e muitos de seus derivados; as refinarias; os distribuidores de gasolina, as oficinas mecânicas. Seu automóvel é de fato uma sociedade anônima, da qual todos lucram, menos você. Ao comprar um carro, você entrou na órbita de toda essa gente; até ontem, você estava fora do alcance delas. Como proprietário de automóvel, você ainda terá relações com outras pessoas: com os colegas motoristas, que preferem bater no seu para-lama a dar uma marcha à ré de meio metro; com os pedestres e ciclistas imprudentes; com as crianças diabólicas que riscam sua pintura, sobretudo quando o carro está novinho em folha; com os sujeitos que só dirigem de farol alto; com os barbeiros de qualidades diversas; com a juventude desviada; com parentes e amigos, que o consideram um sujeito excelente ou ordinário, conforme sua subserviência à necessidade deles; com ladrões etc. Poderia escrever páginas sobre o automóvel que você comprou ou vai comprar, mas fico por aqui: tenho de tomar um táxi e ir à oficina ouvir do mecânico que o meu carro não está pronto. De qualquer forma, não desanime com minha crônica: vale a pena ter carro, pois, ser pedestre, embora mais tranquilo e mais barato, é ainda mais chato. A não ser que você tenha chegado, com Pascal, à suprema descoberta: a de que todos os males do homem se devem ao fato de ele não ficar quietinho no quarto.

Paulo Mendes Campos. Automóvel: sociedade anônima. In: Supermercado. Rio de Janeiro, Tecnoprint, 1976, p. 99-102 (com adaptações)

Com referência à ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

A pontuação empregada no texto permaneceria correta e não haveria mudança nos sentidos se o trecho “setores produtivos, que podemos encolher, ao máximo, nos seguintes itens” fosse reescrito da seguinte forma: setores produtivos que podemos encolher, ao máximo nos seguintes itens.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1047355 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Se você quiser, compre um carro; é um conforto admirável. Mas não o faça sem conhecimento de causa, a fim de evitar desilusões futuras. Desde que o compra, o carro passa a interessar aos outros, muito mais que a você mesmo. É uma espécie de indústria às avessas, na qual você monta um engenho não para obter lucros, mas para distribuir seu dinheiro. Já na compra do carro, você contribui para uma infinidade de setores produtivos, que podemos encolher, ao máximo, nos seguintes itens: a indústria automobilística propriamente dita; os vendedores de automóveis; a siderurgia; a petroquímica; as fábricas de pneus e as de artefatos de borracha; as fábricas de plásticos, couros, tintas etc.; as fábricas de rolamentos e outras autopeças; as fábricas de relógios, rádios etc.; as indústrias de petróleo e muitos de seus derivados; as refinarias; os distribuidores de gasolina, as oficinas mecânicas. Seu automóvel é de fato uma sociedade anônima, da qual todos lucram, menos você. Ao comprar um carro, você entrou na órbita de toda essa gente; até ontem, você estava fora do alcance delas. Como proprietário de automóvel, você ainda terá relações com outras pessoas: com os colegas motoristas, que preferem bater no seu para-lama a dar uma marcha à ré de meio metro; com os pedestres e ciclistas imprudentes; com as crianças diabólicas que riscam sua pintura, sobretudo quando o carro está novinho em folha; com os sujeitos que só dirigem de farol alto; com os barbeiros de qualidades diversas; com a juventude desviada; com parentes e amigos, que o consideram um sujeito excelente ou ordinário, conforme sua subserviência à necessidade deles; com ladrões etc. Poderia escrever páginas sobre o automóvel que você comprou ou vai comprar, mas fico por aqui: tenho de tomar um táxi e ir à oficina ouvir do mecânico que o meu carro não está pronto. De qualquer forma, não desanime com minha crônica: vale a pena ter carro, pois, ser pedestre, embora mais tranquilo e mais barato, é ainda mais chato. A não ser que você tenha chegado, com Pascal, à suprema descoberta: a de que todos os males do homem se devem ao fato de ele não ficar quietinho no quarto.

Paulo Mendes Campos. Automóvel: sociedade anônima. In: Supermercado. Rio de Janeiro, Tecnoprint, 1976, p. 99-102 (com adaptações)

Com referência à ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

De acordo com os sentidos do texto, depreende-se que a “suprema descoberta” de Pascal é uma metáfora para razão e submissão, o que está evidenciado naquilo que Pascal impõe: “ficar quietinho no quarto”.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1047352 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Se você quiser, compre um carro; é um conforto admirável. Mas não o faça sem conhecimento de causa, a fim de evitar desilusões futuras. Desde que o compra, o carro passa a interessar aos outros, muito mais que a você mesmo. É uma espécie de indústria às avessas, na qual você monta um engenho não para obter lucros, mas para distribuir seu dinheiro. Já na compra do carro, você contribui para uma infinidade de setores produtivos, que podemos encolher, ao máximo, nos seguintes itens: a indústria automobilística propriamente dita; os vendedores de automóveis; a siderurgia; a petroquímica; as fábricas de pneus e as de artefatos de borracha; as fábricas de plásticos, couros, tintas etc.; as fábricas de rolamentos e outras autopeças; as fábricas de relógios, rádios etc.; as indústrias de petróleo e muitos de seus derivados; as refinarias; os distribuidores de gasolina, as oficinas mecânicas. Seu automóvel é de fato uma sociedade anônima, da qual todos lucram, menos você. Ao comprar um carro, você entrou na órbita de toda essa gente; até ontem, você estava fora do alcance delas. Como proprietário de automóvel, você ainda terá relações com outras pessoas: com os colegas motoristas, que preferem bater no seu para-lama a dar uma marcha à ré de meio metro; com os pedestres e ciclistas imprudentes; com as crianças diabólicas que riscam sua pintura, sobretudo quando o carro está novinho em folha; com os sujeitos que só dirigem de farol alto; com os barbeiros de qualidades diversas; com a juventude desviada; com parentes e amigos, que o consideram um sujeito excelente ou ordinário, conforme sua subserviência à necessidade deles; com ladrões etc. Poderia escrever páginas sobre o automóvel que você comprou ou vai comprar, mas fico por aqui: tenho de tomar um táxi e ir à oficina ouvir do mecânico que o meu carro não está pronto. De qualquer forma, não desanime com minha crônica: vale a pena ter carro, pois, ser pedestre, embora mais tranquilo e mais barato, é ainda mais chato. A não ser que você tenha chegado, com Pascal, à suprema descoberta: a de que todos os males do homem se devem ao fato de ele não ficar quietinho no quarto.

Paulo Mendes Campos. Automóvel: sociedade anônima. In: Supermercado. Rio de Janeiro, Tecnoprint, 1976, p. 99-102 (com adaptações)

Com referência à ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

Depreende-se do texto que a atribuição do status de sociedade anônima ao automóvel é uma ironia quanto à personalidade, à responsabilidade, à afeição e ao envolvimento dos entes que seriam os associados.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1047350 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

A previsão de asfaltamento de rodovias na região amazônica estimulará ainda mais a expansão da fronteira agrícola e a da exploração madeireira, o que poderá acarretar conversão de florestas em pastagens e áreas agrícolas, e, consequentemente, profunda perda do patrimônio genético de vários ecossistemas da Amazônia — ainda pouco conhecido — e redução regional das chuvas, com resultante aumento da flamabilidade de suas paisagens e extensiva savanização. Somam-se a isso as contribuições dessas mudanças para o aquecimento global, tendo em vista que o desmatamento representa, hoje, cerca de 75% das emissões de gás carbônico brasileiras, e suas conexões climáticas — alterações no clima de outras regiões —, como a diminuição de chuvas no Sudeste brasileiro e o agravamento do período de estiagem no meio-oeste americano. Por conseguinte, grandes mudanças na cobertura florestal têm importantes implicações quanto à perda de biodiversidade e à prosperidade da sociedade da Amazônia, a longo prazo. Nessa perspectiva, um importante desafio para a comunidade científica consiste em simular os efeitos da infraestrutura de transporte nos padrões regionais de mudanças de uso e cobertura do solo. A avaliação dos impactos indiretos dessas mudanças é de particular interesse tanto para planejadores regionais como para cientistas que estudam as mudanças climáticas. O desenho de uma estratégia de conservação para a floresta amazônica dependerá do rápido avanço na nossa compreensão das conexões da floresta com seus ecossistemas nativos e vida silvestre, clima regional, em conjunto com a economia e com o bem-estar da sociedade local.

Britaldo Silveira Soares-Filho et al. Cenários de desmatamento para a Amazônia. Internet: < www.scielo.br > (com adaptações).

Julgue o item, relativo ao texto acima.

O período “Por conseguinte, (...) a longo prazo” estaria igualmente correto se a expressão adverbial “a longo prazo” fosse deslocada para o início desse período, da seguinte maneira: A longo prazo, por conseguinte, (...).

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1047349 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

A previsão de asfaltamento de rodovias na região amazônica estimulará ainda mais a expansão da fronteira agrícola e a da exploração madeireira, o que poderá acarretar conversão de florestas em pastagens e áreas agrícolas, e, consequentemente, profunda perda do patrimônio genético de vários ecossistemas da Amazônia — ainda pouco conhecido — e redução regional das chuvas, com resultante aumento da flamabilidade de suas paisagens e extensiva savanização. Somam-se a isso as contribuições dessas mudanças para o aquecimento global, tendo em vista que o desmatamento representa, hoje, cerca de 75% das emissões de gás carbônico brasileiras, e suas conexões climáticas — alterações no clima de outras regiões —, como a diminuição de chuvas no Sudeste brasileiro e o agravamento do período de estiagem no meio-oeste americano. Por conseguinte, grandes mudanças na cobertura florestal têm importantes implicações quanto à perda de biodiversidade e à prosperidade da sociedade da Amazônia, a longo prazo. Nessa perspectiva, um importante desafio para a comunidade científica consiste em simular os efeitos da infraestrutura de transporte nos padrões regionais de mudanças de uso e cobertura do solo. A avaliação dos impactos indiretos dessas mudanças é de particular interesse tanto para planejadores regionais como para cientistas que estudam as mudanças climáticas. O desenho de uma estratégia de conservação para a floresta amazônica dependerá do rápido avanço na nossa compreensão das conexões da floresta com seus ecossistemas nativos e vida silvestre, clima regional, em conjunto com a economia e com o bem-estar da sociedade local.

Britaldo Silveira Soares-Filho et al. Cenários de desmatamento para a Amazônia. Internet: < www.scielo.br > (com adaptações).

Julgue o item, relativo ao texto acima.

Infere-se do texto que as taxas atuais de emissão de gás carbônico brasileiras, na visão dos autores, deram origem a outras grandes mudanças ambientais.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1047348 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

A previsão de asfaltamento de rodovias na região amazônica estimulará ainda mais a expansão da fronteira agrícola e a da exploração madeireira, o que poderá acarretar conversão de florestas em pastagens e áreas agrícolas, e, consequentemente, profunda perda do patrimônio genético de vários ecossistemas da Amazônia — ainda pouco conhecido — e redução regional das chuvas, com resultante aumento da flamabilidade de suas paisagens e extensiva savanização. Somam-se a isso as contribuições dessas mudanças para o aquecimento global, tendo em vista que o desmatamento representa, hoje, cerca de 75% das emissões de gás carbônico brasileiras, e suas conexões climáticas — alterações no clima de outras regiões —, como a diminuição de chuvas no Sudeste brasileiro e o agravamento do período de estiagem no meio-oeste americano. Por conseguinte, grandes mudanças na cobertura florestal têm importantes implicações quanto à perda de biodiversidade e à prosperidade da sociedade da Amazônia, a longo prazo. Nessa perspectiva, um importante desafio para a comunidade científica consiste em simular os efeitos da infraestrutura de transporte nos padrões regionais de mudanças de uso e cobertura do solo. A avaliação dos impactos indiretos dessas mudanças é de particular interesse tanto para planejadores regionais como para cientistas que estudam as mudanças climáticas. O desenho de uma estratégia de conservação para a floresta amazônica dependerá do rápido avanço na nossa compreensão das conexões da floresta com seus ecossistemas nativos e vida silvestre, clima regional, em conjunto com a economia e com o bem-estar da sociedade local.

Britaldo Silveira Soares-Filho et al. Cenários de desmatamento para a Amazônia. Internet: < www.scielo.br > (com adaptações).

Julgue o item, relativo ao texto acima.

O trecho “em conjunto com a economia e com o bem-estar da sociedade local” é complemento do termo nominal “compreensão”.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas