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Deseja-se criar no Oracle 10g uma tablespace que aloca um espaço em que tabelas ficam armazenadas. O datafile associado a ela deve ter tamanho de 60 MB, chamado SPACE que ter expandir seu tamanho automaticamente de 20 em 20 MB. A sintaxe para o comando é:
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São tablespaces do Oracle 10g:
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O Oracle 11g está disponível em várias versões, sendo uma delas indicada para corporações de qualquer tamanho que necessitem suportar grandes volumes de transações e aplicações de Business Intelligence. Provê escalabilidade para todas as configurações de hardware e pode ser utilizado para gerenciar grandes volumes de informações com alto nível de segurança. Essas características apontam para o Oracle 11g na seguinte versão:
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O Oracle 10g disponibiliza funções para conversão entre tipos de dados. Assim, para converter seu argumento em um tipo VARCHAR2 deve ser utilizada a seguinte função:
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O Oracle 10g é um banco de dados que utiliza um tipo de gerenciamento dos recursos da rede que permite a realocação do processamento e do armazenamento de dados de forma rápida e automática dentro de uma malha corporativa. O conceito da computação em malha é o compartilhamento de diversos recursos entre vários usuários com muitos aplicativos. Corresponde a um cenário em que todos os sistemas computacionais sejam compartilhados, de modo a criar um grupo de recursos dinâmicos. É uma tecnologia que implica em um método flexível e com ótima relação custo/benefício para gerenciamento da informação, conhecida por:
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No Oracle 10g uma instância é uma área de memória à qual os usuários se conectam. Serve como forma de acesso ao banco de dados, sendo composta de duas partes, a SGA (System Global Area) e os processos background. A SGA é composta, principalmente, de três subáreas, uma área de comandos, outra de dados e uma última de armazenamento de histórico. Essas áreas são conhecidas, respectivamente, como:
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No Oracle 10g é possível a utilização das chamadas constraints, que servem para validar a entrada de dados nas tabelas. Existem vários tipos de constraints, como NOT NULL que não permite valor nulo e UNIQUE, que exige valores exclusivos nos registros das tabelas e PRIMARY KEY, para definir uma chave primária em uma tabela. Para definir uma condição a ser satisfeita e para criar um relacionamento entre tabelas, existem as seguintes constraints:
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Na versão Oracle 10g, além do desempenho, acrescentaram-se dois novos tipos de dados BINARY_FLOAT e BINARY_DOUBLE, fazendo com que as operações sejam executadas mais rapidamente do que usando o tipo NUMBER. As únicas instruções SQL permitidas diretamente em um programa PL/SQL são DMLs como SELECT, INSERT, UPDATE e DELETE e instruções de controle de transação, como:
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O Oracle 10g disponibiliza para os usuários um amplo conjunto de tipos de dados nativos. Os usuários podem adicionar novos tipos utilizando o comando CREATE TYPE. Um deles é utilizado para representar ponto flutuante e precisão simples, enquanto que outros é usado para armazenar dados não estruturados e grande quantidade de bytes como imagens, fotos, vídeo, áudio, mapas e gráficos. Esses tipos são, respectivamente:
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No Oracle 8i, as “views” de dicionário de dados dividemse em três categorias : DBA, ALL e USER. A “view” através da qual é possível saber qual o número de “extents” de uma tabela, é:
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