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884400 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PROCERGS
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Escola ensina crianças a programar

No final de setembro, a escola primária St. Saviour, em Londres, viu seu famoso Cantinho da Leitura ser transformado no Cantinho da Programação.

A escola recebeu 30 unidades de Raspberry Pi (placa de computador vendida a um baixo preço) e peças de Lego com sen__or, que se encai__avam para formar um crocodilo robô de brinquedo. Usando códigos simples, as crianças aprenderam a programar as peças para que a boca do crocodilo se fechasse, “mordendo” seus dedos cada vez que os aproximassem dela.

“Queremos inspirar as crianças a criar e não só a consumir. Mesmo sendo divertido em pequenas doses, muito tempo gasto em coi__as como Angry Birds e jogos de videogame pode acabar estragando o cérebro desses garotos”, afirmou Nick Corston, cujos filhos estão matriculados no colégio.

Corston é cofundador e diretor do projeto Little House of Fairy Tales. Inspirado numa palestra da TED de 2006, em que Sir Ken Robinson discutia como o sistema educacional da Grã-Bretanha pode matar a criatividade das crianças, Corston decidiu promover o valor dos códigos de informática para o currículo escolar.

Segundo ele, o resultado foi bastante satisfatório. “Tanto os meninos quanto as meninas adoraram programação. Não houve nenhuma idade que se mostrou desinteressada ou sem habilidade”, disse Corston. “Não tiveram nenhum problema em entender os con__eitos de programação que mostramos a eles.” A escola St. Saviour espera agora que a simplicidade do seu Cantinho da Programação inspire outras escolas primárias a promover atividades semelhantes.

(Fonte: <http://blogs.estadao.com.br/link/escola-ensina-criancas-a-programar//> – texto adaptado)

Na frase o resultado foi bastante satisfatório (linha 14), o verbo está conjugado em qual tempo e modo verbal?

 

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884396 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PROCERGS
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Pipoqueiro comportamental

A economia comportamental é uma das áreas das ciências econômicas que busca entender e decifrar comportamentos aparentemente sem sentido dos indivíduos. Um exemplo disso é um estudo feito por um dos mais renomados estudiosos da área, Dan Ariely. Dan se deparou com a seguinte oferta da revista The Economist nos Estados Unidos.

Assinatura Eletrônica: $59

Assinatura Impressa: $125

Eletrônica + Impressa: $125

A pergunta imediata do pesquisador era: “Quem escolheria apenas a assinatura eletrônica, quando, pagando o mesmo valor, poderia ter as edições digital e impressa?” A segunda opção, seria, portanto, uma oferta sem sentido… Será?

Não parece muito sensato imaginar que profissionais da revista The Economist, uma das mais respeitadas publicações do mundo, pudessem fazer uma oferta dessas ingenuamente. Com a pulga atrás da orelha, Dan Ariely resolveu investigar os motivos que levavam a área de marketing da revista a trabalhar com essas promoções. Escolheu 100 estudantes para um experimento e perguntou eles com qual opção ficariam. O resultado foi o seguinte:

Assinatura Eletrônica: $59 – 16 estudantes

Assinatura Impressa: $125 – 0 estudantes

Eletrônica + Impressa: $125 – 84 estudantes

O resultado já era esperado. Alguns estudantes optaram pela versão eletrônica apenas. A grande maioria ficou com a que oferecia as duas versões e nenhum tolo ficou apenas com a impressa. Dando prosseguimento pesquisa, ele retirou a segunda opção (que aparentemente era inútil) da lista de ofertas. Fez a mesma pergunta e, para sua surpresa, o resultado foi:

Assinatura Eletrônica: $59 – 68 estudantes

Eletrônica + Impressa: $125 – 32 estudantes

Ou seja, dois terços dos estudantes optaram pela opção simples, mais em conta; e um terço continuou optando pela opção dupla, mais cara. Isso fez Dan concluir que a oferta que parecia tola, inocente, ingênua, era sim uma grande jogada de marketing, porque induzia os leitores a comprarem dois produtos – o digital e o impresso – pelo preço de um – o impresso apenas –, sem necessariamente precisar deles, mas apenas por acharem que estavam fazendo um negócio melhor.

É a mesma estratégia usada pelo pipoqueiro que faz com que você entre no cinema quase soterrado por um balde de pipoca, porque vale mais a pena.

Pipoca Pequena: R$ 8,00

Pipoca Média: R$ 10,00

Pipoca Grande: R$ 11,00

A variação de preço não é proporcional ao tamanho do produto. O mesmo acontece com o milkshake de 700 mililitros que custa apenas 50 centavos a mais que o de 500, que, por sua vez, é só um real mais caro que o de 250. Então nós analisamos qual seria o valor mais justo para o milk-shake, achando que essa é a forma mais racional de pensar, sem perceber que somos levados comprar o que o vendedor quer e não o que nós desejamos e necessitamos.

Da próxima vez que você for ao cinema ou quando topar com uma liquidação, pare, pense e faça a razão funcionar de verdade sem se deixar levar pela emoção. Será que a pipoca maior é um bom negócio para você? Ah, e pense em mais um detalhe que Dan Ariely chamou atenção: o prato mais caro do restaurante não está no cardápio só para ser saboreado, mas principalmente para dar a sensação que os outros estão com preço bom. Sabendo disso, a chance de uma indigestão pode ser menor.

(Fonte: <http://carodinheiro.blogfolha.uol.com.br/2012/10/14/pipoqueiro-comportamental/> – texto adaptado)

Considere as seguintes afirmações referentes à pontuação no texto.

I. Os dois-pontos da linha 15 são empregados para anunciar a fala do pesquisador Dan Ariely.

II. Todos os travessões da linha 28 são usados para separar expressões explicativas, podendo ser substituídos por parênteses.

III. A segunda vírgula da linha 40 é empregada para separar orações coordenadas assindéticas.

Quais estão corretas?

 

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884394 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PROCERGS
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Pipoqueiro comportamental

A economia comportamental é uma das áreas das ciências econômicas que busca entender e decifrar comportamentos aparentemente sem sentido dos indivíduos. Um exemplo disso é um estudo feito por um dos mais renomados estudiosos da área, Dan Ariely. Dan se deparou com a seguinte oferta da revista The Economist nos Estados Unidos.

Assinatura Eletrônica: $59

Assinatura Impressa: $125

Eletrônica + Impressa: $125

A pergunta imediata do pesquisador era: “Quem escolheria apenas a assinatura eletrônica, quando, pagando o mesmo valor, poderia ter as edições digital e impressa?” A segunda opção, seria, portanto, uma oferta sem sentido… Será?

Não parece muito sensato imaginar que profissionais da revista The Economist, uma das mais respeitadas publicações do mundo, pudessem fazer uma oferta dessas ingenuamente. Com a pulga atrás da orelha, Dan Ariely resolveu investigar os motivos que levavam a área de marketing da revista a trabalhar com essas promoções. Escolheu 100 estudantes para um experimento e perguntou eles com qual opção ficariam. O resultado foi o seguinte:

Assinatura Eletrônica: $59 – 16 estudantes

Assinatura Impressa: $125 – 0 estudantes

Eletrônica + Impressa: $125 – 84 estudantes

O resultado já era esperado. Alguns estudantes optaram pela versão eletrônica apenas. A grande maioria ficou com a que oferecia as duas versões e nenhum tolo ficou apenas com a impressa. Dando prosseguimento pesquisa, ele retirou a segunda opção (que aparentemente era inútil) da lista de ofertas. Fez a mesma pergunta e, para sua surpresa, o resultado foi:

Assinatura Eletrônica: $59 – 68 estudantes

Eletrônica + Impressa: $125 – 32 estudantes

Ou seja, dois terços dos estudantes optaram pela opção simples, mais em conta; e um terço continuou optando pela opção dupla, mais cara. Isso fez Dan concluir que a oferta que parecia tola, inocente, ingênua, era sim uma grande jogada de marketing, porque induzia os leitores a comprarem dois produtos – o digital e o impresso – pelo preço de um – o impresso apenas –, sem necessariamente precisar deles, mas apenas por acharem que estavam fazendo um negócio melhor.

É a mesma estratégiaB usada pelo pipoqueiro que faz com que você entre no cinema quase soterrado por um balde de pipoca, porque vale mais a pena.

Pipoca Pequena: R$ 8,00

Pipoca Média: R$ 10,00

Pipoca Grande: R$ 11,00

A variação de preço não é proporcional ao tamanho do produto. O mesmo acontece com o milkshake de 700 mililitros que custa apenas 50 centavos a mais que o de 500, que, por sua vez, é só um real mais caro que o de 250. Então nós analisamos qual seria o valor mais justo para o milk-shake, achando que essa é a forma mais racional de pensar, sem perceber que somos levados comprar o que o vendedor quer e não o que nós desejamos e necessitamos.

Da próxima vez que você for ao cinema ou quando topar com uma liquidação, pare, pense e faça a razão funcionar de verdade sem se deixar levar pela emoção. Será que a pipoca maior é um bom negócio para você? Ah, e pense em mais um detalhe que Dan Ariely chamou atenção: o prato mais caro do restaurante não está no cardápio só para ser saboreado, mas principalmente para dar a sensação que os outros estão com preço bom. Sabendo disso, a chance de uma indigestão pode ser menor.

(Fonte: <http://carodinheiro.blogfolha.uol.com.br/2012/10/14/pipoqueiro-comportamental/> – texto adaptado)

Assinale a palavra que, ao perder o acento gráfico, NÃO se constitui em palavra da Língua Portuguesa.

 

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884392 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PROCERGS
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Pipoqueiro comportamental

A economia comportamental é uma das áreas das ciências econômicas que busca entender e decifrar comportamentos aparentemente sem sentido dos indivíduos. Um exemplo disso é um estudo feito por um dos mais renomados estudiosos da área, Dan Ariely. Dan se deparou com a seguinte oferta da revista The Economist nos Estados Unidos.

Assinatura Eletrônica: $59

Assinatura Impressa: $125

Eletrônica + Impressa: $125

A pergunta imediata do pesquisador era: “Quem escolheria apenas a assinatura eletrônica, quando, pagando o mesmo valor, poderia ter as edições digital e impressa?” A segunda opção, seria, portanto, uma oferta sem sentido… Será?

Não parece muito sensato imaginar que profissionais da revista The Economist, uma das mais respeitadas publicações do mundo, pudessem fazer uma oferta dessas ingenuamente. Com a pulga atrás da orelha, Dan Ariely resolveu investigar os motivos que levavam a área de marketing da revista a trabalhar com essas promoções. Escolheu 100 estudantes para um experimento e perguntou eles com qual opção ficariam. O resultado foi o seguinte:

Assinatura Eletrônica: $59 – 16 estudantes

Assinatura Impressa: $125 – 0 estudantes

Eletrônica + Impressa: $125 – 84 estudantes

O resultado já era esperado. Alguns estudantes optaram pela versão eletrônica apenas. A grande maioria ficou com a que oferecia as duas versões e nenhum tolo ficou apenas com a impressa. Dando prosseguimento pesquisa, ele retirou a segunda opção (que aparentemente era inútil) da lista de ofertas. Fez a mesma pergunta e, para sua surpresa, o resultado foi:

Assinatura Eletrônica: $59 – 68 estudantes

Eletrônica + Impressa: $125 – 32 estudantes

Ou seja, dois terços dos estudantes optaram pela opção simples, mais em conta; e um terço continuou optando pela opção dupla, mais cara. Isso fez Dan concluir que a oferta que parecia tola, inocente, ingênua, era sim uma grande jogada de marketing, porque induzia os leitores a comprarem dois produtos – o digital e o impresso – pelo preço de um – o impresso apenas –, sem necessariamente precisar deles, mas apenas por acharem que estavam fazendo um negócio melhor.

É a mesma estratégia usada pelo pipoqueiro que faz com que você entre no cinema quase soterrado por um balde de pipoca, porque vale mais a pena.

Pipoca Pequena: R$ 8,00

Pipoca Média: R$ 10,00

Pipoca Grande: R$ 11,00

A variação de preço não é proporcional ao tamanho do produto. O mesmo acontece com o milkshake de 700 mililitros que custa apenas 50 centavos a mais que o de 500, que, por sua vez, é só um real mais caro que o de 250. Então nós analisamos qual seria o valor mais justo para o milk-shake, achando que essa é a forma mais racional de pensar, sem perceber que somos levados comprar o que o vendedor quer e não o que nós desejamos e necessitamos.

Da próxima vez que você for ao cinema ou quando topar com uma liquidação, pare, pense e faça a razão funcionar de verdade sem se deixar levar pela emoção. Será que a pipoca maior é um bom negócio para você? Ah, e pense em mais um detalhe que Dan Ariely chamou atenção: o prato mais caro do restaurante não está no cardápio só para ser saboreado, mas principalmente para dar a sensação que os outros estão com preço bom. Sabendo disso, a chance de uma indigestão pode ser menor.

(Fonte: <http://carodinheiro.blogfolha.uol.com.br/2012/10/14/pipoqueiro-comportamental/> – texto adaptado)

Observe as seguintes assertivas:

I. O primeiro período do texto apresenta um dos ramos das ciências econômicas, que será abordado ao longo do texto.

II. Na linha 21, o advérbio aparentemente modifica era inútil, antecipando o argumento de que a segunda opção tinha utilidade, apesar de não parecer.

III. No último parágrafo do texto, o autor aproximase do leitor, pois o orienta a refletir mais sobre as promoções e suas vantagens.

Quais estão corretas?

 

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884389 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PROCERGS
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Escola ensina crianças a programar

No final de setembro, a escola primária St. Saviour, em Londres, viu seu famoso Cantinho da Leitura ser transformado no Cantinho da Programação.

A escola recebeu 30 unidades de Raspberry Pi (placa de computador vendida a um baixo preço) e peças de Lego com sen__or, que se encai__avam para formar um crocodilo robô de brinquedo. Usando códigos simples, as crianças aprenderam a programar as peças para que a boca do crocodilo se fechasse, “mordendo” seus dedos cada vez que os aproximassem dela.

“Queremos inspirar as crianças a criar e não só a consumir. Mesmo sendo divertido em pequenas doses, muito tempo gasto em coi__as como Angry Birds e jogos de videogame pode acabar estragando o cérebro desses garotos”, afirmou Nick Corston, cujos filhos estão matriculados no colégio.

Corston é cofundador e diretor do projeto Little House of Fairy Tales. Inspirado numa palestra da TED de 2006, em que Sir Ken Robinson discutia como o sistema educacional da Grã-Bretanha pode matar a criatividade das crianças, Corston decidiu promover o valor dos códigos de informática para o currículo escolar.

Segundo ele, o resultado foi bastante satisfatório. “Tanto os meninos quanto as meninas adoraram programação. Não houve nenhuma idade que se mostrou desinteressada ou sem habilidade”, disse Corston. “Não tiveram nenhum problema em entender os con__eitos de programação que mostramos a eles.” A escola St. Saviour espera agora que a simplicidade do seu Cantinho da Programação inspire outras escolas primárias a promover atividades semelhantes.

(Fonte: <http://blogs.estadao.com.br/link/escola-ensina-criancas-a-programar//> – texto adaptado)

Em qual das frases abaixo, todas retiradas do texto, a forma verbal sublinhada admite flexão da voz passiva?

 

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884388 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PROCERGS
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Escola ensina crianças a programar

No final de setembro, a escola primária St. Saviour, em Londres, viu seu famoso Cantinho da Leitura ser transformado no Cantinho da Programação.

A escola recebeu 30 unidades de Raspberry Pi (placa de computador vendida a um baixo preço) e peças de Lego com sen__or, que se encai__avam para formar um crocodilo robô de brinquedo. Usando códigos simples, as crianças aprenderam a programar as peças para que a boca do crocodilo se fechasse, “mordendo” seus dedos cada vez que os aproximassem dela.

“Queremos inspirar as crianças a criar e não só a consumir. Mesmo sendo divertido em pequenas doses, muito tempo gasto em coi__as como Angry Birds e jogos de videogame pode acabar estragando o cérebro desses garotos”, afirmou Nick Corston, cujos filhos estão matriculados no colégio.

Corston é cofundador e diretor do projeto Little House of Fairy Tales. Inspirado numa palestra da TED de 2006, em que Sir Ken Robinson discutia como o sistema educacional da Grã-Bretanha pode matar a criatividade das crianças, Corston decidiu promover o valor dos códigos de informática para o currículo escolar.

Segundo ele, o resultado foi bastante satisfatório. “Tanto os meninos quanto as meninas adoraram programação. Não houve nenhuma idade que se mostrou desinteressada ou sem habilidade”, disse Corston. “Não tiveram nenhum problema em entender os con__eitos de programação que mostramos a eles.” A escola St. Saviour espera agora que a simplicidade do seu Cantinho da Programação inspire outras escolas primárias a promover atividades semelhantes.

(Fonte: <http://blogs.estadao.com.br/link/escola-ensina-criancas-a-programar//> – texto adaptado)

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os vocábulos retirados do texto às respectivas regras de acentuação.

Coluna 1

1. Monossílabo tônico.

2. Paroxítono terminado em ditongo crescente.

3. Proparoxítono.

4. Oxítono.

Coluna 2

( ) cérebro.

( ) colégio.

( ) é.

( ) informática.

( ) satisfatório.

( ) só.

( ) robô.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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884386 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PROCERGS
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Escola ensina crianças a programar

No final de setembro, a escola primária St. Saviour, em Londres, viu seu famoso Cantinho da Leitura ser transformado no Cantinho da Programação.

A escola recebeu 30 unidades de Raspberry Pi (placa de computador vendida a um baixo preço) e peças de Lego com sen__or, que se encai__avam para formar um crocodilo robô de brinquedo. Usando códigos simples, as crianças aprenderam a programar as peças para que a boca do crocodilo se fechasse, “mordendo” seus dedos cada vez que os aproximassem dela.

“Queremos inspirar as crianças a criar e não só a consumir. Mesmo sendo divertido em pequenas doses, muito tempo gasto em coi__as como Angry Birds e jogos de videogame pode acabar estragando o cérebro desses garotos”, afirmou Nick Corston, cujos filhos estão matriculados no colégio.

Corston é cofundador e diretor do projeto Little House of Fairy Tales. Inspirado numa palestra da TED de 2006, em que Sir Ken Robinson discutia como o sistema educacional da Grã-Bretanha pode matar a criatividade das crianças, Corston decidiu promover o valor dos códigos de informática para o currículo escolar.

Segundo ele, o resultado foi bastante satisfatório. “Tanto os meninos quanto as meninas adoraram programação. Não houve nenhuma idade que se mostrou desinteressada ou sem habilidade”, disse Corston. “Não tiveram nenhum problema em entender os con__eitos de programação que mostramos a eles.” A escola St. Saviour espera agora que a simplicidade do seu Cantinho da Programação inspire outras escolas primárias a promover atividades semelhantes.

(Fonte: <http://blogs.estadao.com.br/link/escola-ensina-criancas-a-programar//> – texto adaptado)

Analise as afirmações que são feitas abaixo, a respeito do seguinte fragmento do texto: Corston decidiu promover o valor dos códigos de informática para o currículo escolar. (linhas 12 e 13)

I. Há duas orações, sendo uma delas reduzida de infinitivo.

II. A oração sublinhada funciona como complemento adverbial.

III. O fragmento constitui-se em um período composto por coordenação.

Quais estão corretas?

 

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884384 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PROCERGS
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Pipoqueiro comportamental

A economia comportamental é uma das áreas das ciências econômicas que busca entender e decifrar comportamentos aparentemente sem sentido dos indivíduos. Um exemplo disso é um estudo feito por um dos mais renomados estudiosos da área, Dan Ariely. Dan se deparou com a seguinte oferta da revista The Economist nos Estados Unidos.

Assinatura Eletrônica: $59

Assinatura Impressa: $125

Eletrônica + Impressa: $125

A pergunta imediata do pesquisador era: “Quem escolheria apenas a assinatura eletrônica, quando, pagando o mesmo valor, poderia ter as edições digital e impressa?” A segunda opção, seria, portanto, uma oferta sem sentido… Será?

Não parece muito sensato imaginar que profissionais da revista The Economist, uma das mais respeitadas publicações do mundo, pudessem fazer uma oferta dessas ingenuamente. Com a pulga atrás da orelha, Dan Ariely resolveu investigar os motivos que levavam a área de marketing da revista a trabalhar com essas promoções. Escolheu 100 estudantes para um experimento e perguntou eles com qual opção ficariam. O resultado foi o seguinte:

Assinatura Eletrônica: $59 – 16 estudantes

Assinatura Impressa: $125 – 0 estudantes

Eletrônica + Impressa: $125 – 84 estudantes

O resultado já era esperado. Alguns estudantes optaram pela versão eletrônica apenas. A grande maioria ficou com a que oferecia as duas versões e nenhum tolo ficou apenas com a impressa. Dando prosseguimento pesquisa, ele retirou a segunda opção (que aparentemente era inútil) da lista de ofertas. Fez a mesma pergunta e, para sua surpresa, o resultado foi:

Assinatura Eletrônica: $59 – 68 estudantes

Eletrônica + Impressa: $125 – 32 estudantes

Ou seja, dois terços dos estudantes optaram pela opção simples, mais em conta; e um terço continuou optando pela opção dupla, mais cara. Isso fez Dan concluir que a oferta que parecia tola, inocente, ingênua, era sim uma grande jogada de marketing, porque induzia os leitores a comprarem dois produtos – o digital e o impresso – pelo preço de um – o impresso apenas –, sem necessariamente precisar deles, mas apenas por acharem que estavam fazendo um negócio melhor.

É a mesma estratégia usada pelo pipoqueiro que faz com que você entre no cinema quase soterrado por um balde de pipoca, porque vale mais a pena.

Pipoca Pequena: R$ 8,00

Pipoca Média: R$ 10,00

Pipoca Grande: R$ 11,00

A variação de preço não é proporcional ao tamanho do produto. O mesmo acontece com o milkshake de 700 mililitros que custa apenas 50 centavos a mais que o de 500, que, por sua vez, é só um real mais caro que o de 250. Então nós analisamos qual seria o valor mais justo para o milk-shake, achando que essa é a forma mais racional de pensar, sem perceber que somos levados comprar o que o vendedor quer e não o que nós desejamos e necessitamos.

Da próxima vez que você for ao cinema ou quando topar com uma liquidação, pare, pense e faça a razão funcionar de verdade sem se deixar levar pela emoção. Será que a pipoca maior é um bom negócio para você? Ah, e pense em mais um detalhe que Dan Ariely chamou atenção: o prato mais caro do restaurante não está no cardápio só para ser saboreado, mas principalmente para dar a sensação que os outros estão com preço bom. Sabendo disso, a chance de uma indigestão pode ser menor.

(Fonte: <http://carodinheiro.blogfolha.uol.com.br/2012/10/14/pipoqueiro-comportamental/> – texto adaptado)

A variação de preço não é proporcional ao tamanho do produto. O mesmo acontece com o milk-shake de 700 mililitros que custa apenas 50 centavos a mais que o de 500, que, por sua vez, é só um real mais caro que o de 250.

A palavra mesmo é classificada, na ocorrência do trecho acima, como

 

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884383 Ano: 2012
Disciplina: Português
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Escola ensina crianças a programar

No final de setembro, a escola primária St. Saviour, em Londres, viu seu famoso Cantinho da Leitura ser transformado no Cantinho da Programação.

A escola recebeu 30 unidades de Raspberry Pi (placa de computador vendida a um baixo preço) e peças de Lego com sen__or, que se encai__avam para formar um crocodilo robô de brinquedo. Usando códigos simples, as crianças aprenderam a programar as peças para que a boca do crocodilo se fechasse, “mordendo” seus dedos cada vez que os aproximassem dela.

“Queremos inspirar as crianças a criar e não só a consumir. Mesmo sendo divertido em pequenas doses, muito tempo gasto em coi__as como Angry Birds e jogos de videogame pode acabar estragando o cérebro desses garotos”, afirmou Nick Corston, cujos filhos estão matriculados no colégio.

Corston é cofundador e diretor do projeto Little House of Fairy Tales. Inspirado numa palestra da TED de 2006, em que Sir Ken Robinson discutia como o sistema educacional da Grã-Bretanha pode matar a criatividade das crianças, Corston decidiu promover o valor dos códigos de informática para o currículo escolar.

Segundo ele, o resultado foi bastante satisfatório. “Tanto os meninos quanto as meninas adoraram programação. Não houve nenhuma idade que se mostrou desinteressada ou sem habilidade”, disse Corston. “Não tiveram nenhum problema em entender os con__eitos de programação que mostramos a eles.” A escola St. Saviour espera agora que a simplicidade do seu Cantinho da Programação inspire outras escolas primárias a promover atividades semelhantes.

(Fonte: <http://blogs.estadao.com.br/link/escola-ensina-criancas-a-programar//> – texto adaptado)

Analise as seguintes assertivas em relação ao texto:

I. A iniciativa de inserir programação na escola visa incentivar as crianças a serem mais criativas e não apenas consumistas.

II. Jogos de videogames e de celulares fazem com que o cérebro das crianças seja corroído definitivamente.

III. As crianças da escola St. Saviour entenderam e adoraram aprender programação, mas os mais novos tiveram problemas de concentração.

Quais estão corretas?

 

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884381 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PROCERGS
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Escola ensina crianças a programar

No final de setembro, a escola primária St. Saviour, em Londres, viu seu famoso Cantinho da Leitura ser transformado no Cantinho da Programação.

A escola recebeu 30 unidades de Raspberry Pi (placa de computador vendida a um baixo preço) e peças de Lego com sen__or, que se encai__avam para formar um crocodilo robô de brinquedo. Usando códigos simples, as crianças aprenderam a programar as peças para que a boca do crocodilo se fechasse, “mordendo” seus dedos cada vez que os aproximassem dela.

“Queremos inspirar as crianças a criar e não só a consumir. Mesmo sendo divertido em pequenas doses, muito tempo gasto em coi__as como Angry Birds e jogos de videogame pode acabar estragando o cérebro desses garotos”, afirmou Nick Corston, cujos filhos estão matriculados no colégio.

Corston é cofundador e diretor do projeto Little House of Fairy Tales. Inspirado numa palestra da TED de 2006, em que Sir Ken Robinson discutia como o sistema educacional da Grã-Bretanha pode matar a criatividade das crianças, Corston decidiu promover o valor dos códigos de informática para o currículo escolar.

Segundo ele, o resultado foi bastante satisfatório. “Tanto os meninos quanto as meninas adoraram programação. Não houve nenhuma idade que se mostrou desinteressada ou sem habilidade”, disse Corston. “Não tiveram nenhum problema em entender os con__eitos de programação que mostramos a eles.” A escola St. Saviour espera agora que a simplicidade do seu Cantinho da Programação inspire outras escolas primárias a promover atividades semelhantes.

(Fonte: <http://blogs.estadao.com.br/link/escola-ensina-criancas-a-programar//> – texto adaptado)

Assinale a alternativa em que o verbo inspirar possui a mesma regência que em Queremos inspirar as crianças a criar (linha 07).

 

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