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Read the following text carefully and then choose the correct alternative that answers the question or complete the statement below.
Science News
New Research Advances Voice Security Technology
ScienceDaily (Mar. 11, 2010) — Most people are familiar with security technology that scans a person's handprint or eye for identification purposes. Now, thanks in part to research from North Carolina State University, we are closer to practical technology that can test someone's voice to confirm their identity.
"The big picture is speaker authentication by computer," says Dr. Robert Rodman, professor of computer science at NC State and co-author of a new paper on the subject. "The acoustic parameters of the voice are affected by the shape of the vocal tract, and different people have different vocal tracts," Rodman explains. "This new research will help improve the speed of speech authentication, without sacrificing accuracy."
Rodman explains that speech authentication could have a host of applications in this age of heightened security and mobile electronics. "Potential users of this technology include government, financial, health-care and telecommunications industries," Rodman says, "for applications ranging from preventing ID theft and fraud to data protection."
Current computer models that are used to compare acoustic profiles, effectively evaluating whether a speaker is who he says he is, may take several seconds or more to process the information, which is still too long for the technology to gain widespread acceptance. "In order for this technology to gain traction among users," Rodman says, "the response time needs to improve without increasing the error rate."
To address this problem, Rodman and his fellow researchers modified existing computer models to streamline the authentication process so that it operates more efficiently. "This is part of the evolution of speech authentication software," Rodman says, "and it moves us closer to making this technology a practical, secure tool."
The research was co-authored by NC State's Rodman; Rahim Saeidi, Tomi Kinnunen and Pasi Franti of the University of Joensuu in Finland; and Hamid Reza Sadegh Mohammadi of the Iranian Academic Center for Education, Culture & Research.
The research, "Joint Frame and Gaussian Selection for Text Independent Speaker Verification", will be presented at the International Conference on Acoustics, Speech and Signal Processing (ICASSP) in Dallas, March 14-19. The research was funded, in part, by the Centre for International Mobility.
NC State's Department of Computer Science is part of the university's College of Engineering.
http://www.sciencedaily.com/releases/2010/03/100308102202.htm
The words of Dr. Rodman indicate that
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Read the following text carefully and then choose the correct alternative that answers the question or complete the statement below.
Science News
New Research Advances Voice Security Technology
ScienceDaily (Mar. 11, 2010) — Most people are familiar with security technology that scans a person's handprint or eye for identification purposes. Now, thanks in part to research from North Carolina State University, we are closer to practical technology that can test someone's voice to confirm their identity.
"The big picture is speaker authentication by computer," says Dr. Robert Rodman, professor of computer science at NC State and co-author of a new paper on the subject. "The acoustic parameters of the voice are affected by the shape of the vocal tract, and different people have different vocal tracts," Rodman explains. "This new research will help improve the speed of speech authentication, without sacrificing accuracy."
Rodman explains that speech authentication could have a host of applications in this age of heightened security and mobile electronics. "Potential users of this technology include government, financial, health-care and telecommunications industries," Rodman says, "for applications ranging from preventing ID theft and fraud to data protection."
Current computer models that are used to compare acoustic profiles, effectively evaluating whether a speaker is who he says he is, may take several seconds or more to process the information, which is still too long for the technology to gain widespread acceptance. "In order for this technology to gain traction among users," Rodman says, "the response time needs to improve without increasing the error rate."
To address this problem, Rodman and his fellow researchers modified existing computer models to streamline the authentication process so that it operates more efficiently. "This is part of the evolution of speech authentication software," Rodman says, "and it moves us closer to making this technology a practical, secure tool."
The research was co-authored by NC State's Rodman; Rahim Saeidi, Tomi Kinnunen and Pasi Franti of the University of Joensuu in Finland; and Hamid Reza Sadegh Mohammadi of the Iranian Academic Center for Education, Culture & Research.
The research, "Joint Frame and Gaussian Selection for Text Independent Speaker Verification", will be presented at the International Conference on Acoustics, Speech and Signal Processing (ICASSP) in Dallas, March 14-19. The research was funded, in part, by the Centre for International Mobility.
NC State's Department of Computer Science is part of the university's College of Engineering.
http://www.sciencedaily.com/releases/2010/03/100308102202.htm
According to the text, all the following statements are true of Dr. Robert Rodman, EXCEPT
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Sobre gráficos vetoriais e bitmaps, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Sobre o uso de papéis em impressão off-set, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Sobre pré-impressão, assinale a definição INCORRETA.
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A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), por meio da NBR 10068/87, padroniza os formatos e dimensões das folhas para desenho técnico. O formato básico foi padronizado com o nome de A0 que apresenta uma área de 1m2 conforme o desenho a seguir.

Sabendo que sua largura e comprimento guardam entre si a mesma relação que guarda o lado de um quadrado e sua diagonal, os valores de X e Y em milímetros são, respectivamente,
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A questão relaciona-se com o texto abaixo. Leia atentamente todo o texto antes de responder.
BANQUE O PROFETA
Arthur Clarke escreveu 2001: Uma Odisseia no Espaço entre 1966 e 1968. Como cientista, criara o conceito de satélites de telecomunicações. Mas como profeta da ficção não foi tão bem. Arthur e Stanley Kubrick sugeriram em 2001 que o homem teria colônias de exploração na Lua, naves rumo a Júpiter e que a PanAmerican seria a primeira companhia aérea a servir o espaço. (A empresa faliu em 1991). Para Clarke, em 2001 o máximo em matéria de computador seria o HAL-9000, um “mainframe” programado para matar. Com o sucesso do filme, Clarke lançou em 1982 a continuação, 2010: Odisseia 2. Em 2010, o cientista que criou o HAL-9000 pegava carona numa nave soviética para tentar consertar o computador na órbita de um satélite em Júpiter. Enquanto traz HAL de novo à vida, a missão é abortada porque na Terra estourou um conflito apocalíptico entre os Estados Unidos e a União Soviética por causa da Nicarágua. No processo, Júpiter explode e se transforma num minissol. Chegamos a 2010, sabendo que Júpiter está inteiro, girando ao redor do único sol que temos e que a URSS faliu no mesmo ano que a PanAmerican.
Agora o calendário maia e o diretor de cinema Roland Emmerich declaram que não passaremos de 2012, quando bilhões de pessoas morrerão.
Aceitar a possibilidade de uma catástrofe é um perigo real e imediato, porém achar que sabemos quando acontecerá é outra coisa.
Quebramos a cara ao bancar profetas. Faz parte das angústias humanas não controlar o futuro. Talvez por isso as previsões tendam a ser tão catastróficas e pessimistas. Projetamos nossos medos. Mesmo sabendo que é uma atividade de alto risco, vou inalar os vapores da vidência e fazer algumas previsões tecnológicas para 2010.
Este será o ano da ascensão definitiva da leitura digital. Leitores do tipo “Kindle” vão baratear e se espalhar.
A Microsoft vai mergulhar de vez na crise de quem insiste em internet 1.0. Não vai falir, claro. O Windows 7 deve vender muito bem. Mas por que comprar o novo Office se já escrevo esta coluna confortavelmente na “Google Docs”?
Vão surgir nas lojas monitores e consoles de videogames em 3D. Caros e cheios de “bugs”. É só o início. A terceira dimensão já se estabeleceu no cinema e está chegando à TV.
A indústria da música vai considerar o som do vinil artificial demais e anunciará o relançamento de discos no único formato que preserva o “calor” das gravações: a fita cassete.
A nova onda será o metaversa, uma versão simplificada e mais realista do “Second Life”. Será mais divertido que digitar até cento e quarenta toques. Encontraremos as pessoas numa “rua” virtual e estabeleceremos diálogos cara a cara com outros avatares. Fora encontros em lugares reservados.
O Brasil enfrentará suas primeiras grandes eleições da era do “Twitter” e do “Facebook”. O clima vai ficar irrespirável na blogosfera.
MARQUEZI, Dagomir. Revista Info, janeiro de 2010. (Texto adaptado)
“Faz parte das angústias humanas não controlar o futuro.”
Assinale a alternativa que apresenta, quanto à concordância, uma redação CORRETA.
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A questão relaciona-se com o texto abaixo. Leia atentamente todo o texto antes de responder.
BANQUE O PROFETA
Arthur Clarke escreveu 2001: Uma Odisseia no Espaço entre 1966 e 1968. Como cientista, criara o conceito de satélites de telecomunicações. Mas como profeta da ficção não foi tão bem. Arthur e Stanley Kubrick sugeriram em 2001 que o homem teria colônias de exploração na Lua, naves rumo a Júpiter e que a PanAmerican seria a primeira companhia aérea a servir o espaço. (A empresa faliu em 1991). Para Clarke, em 2001 o máximo em matéria de computador seria o HAL-9000, um “mainframe” programado para matar. Com o sucesso do filme, Clarke lançou em 1982 a continuação, 2010: Odisseia 2. Em 2010, o cientista que criou o HAL-9000 pegava carona numa nave soviética para tentar consertar o computador na órbita de um satélite em Júpiter. Enquanto traz HAL de novo à vida, a missão é abortada porque na Terra estourou um conflito apocalíptico entre os Estados Unidos e a União Soviética por causa da Nicarágua. No processo, Júpiter explode e se transforma num minissol. Chegamos a 2010, sabendo que Júpiter está inteiro, girando ao redor do único sol que temos e que a URSS faliu no mesmo ano que a PanAmerican.
Agora o calendário maia e o diretor de cinema Roland Emmerich declaram que não passaremos de 2012, quando bilhões de pessoas morrerão.
Aceitar a possibilidade de uma catástrofe é um perigo real e imediato, porém achar que sabemos quando acontecerá é outra coisa.
Quebramos a cara ao bancar profetas. Faz parte das angústias humanas não controlar o futuro. Talvez por isso as previsões tendam a ser tão catastróficas e pessimistas. Projetamos nossos medos. Mesmo sabendo que é uma atividade de alto risco, vou inalar os vapores da vidência e fazer algumas previsões tecnológicas para 2010.
Este será o ano da ascensão definitiva da leitura digital. Leitores do tipo “Kindle” vão baratear e se espalhar.
A Microsoft vai mergulhar de vez na crise de quem insiste em internet 1.0. Não vai falir, claro. O Windows 7 deve vender muito bem. Mas por que comprar o novo Office se já escrevo esta coluna confortavelmente na “Google Docs”?
Vão surgir nas lojas monitores e consoles de videogames em 3D. Caros e cheios de “bugs”. É só o início. A terceira dimensão já se estabeleceu no cinema e está chegando à TV.
A indústria da música vai considerar o som do vinil artificial demais e anunciará o relançamento de discos no único formato que preserva o “calor” das gravações: a fita cassete.
A nova onda será o metaversa, uma versão simplificada e mais realista do “Second Life”. Será mais divertido que digitar até cento e quarenta toques. Encontraremos as pessoas numa “rua” virtual e estabeleceremos diálogos cara a cara com outros avatares. Fora encontros em lugares reservados.
O Brasil enfrentará suas primeiras grandes eleições da era do “Twitter” e do “Facebook”. O clima vai ficar irrespirável na blogosfera.
MARQUEZI, Dagomir. Revista Info, janeiro de 2010. (Texto adaptado)
“[...] por que comprar o novo Office se já escrevo esta coluna confortavelmente na 'Google Docs'?”
Assinale a alternativa que contém INCORREÇÃO na ortografia.
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A questão relaciona-se com o texto abaixo. Leia atentamente todo o texto antes de responder.
BANQUE O PROFETA
Arthur Clarke escreveu 2001: Uma Odisseia no Espaço entre 1966 e 1968. Como cientista, criara o conceito de satélites de telecomunicações. Mas como profeta da ficção não foi tão bem. Arthur e Stanley Kubrick sugeriram em 2001 que o homem teria colônias de exploração na Lua, naves rumo a Júpiter e que a PanAmerican seria a primeira companhia aérea a servir o espaço. (A empresa faliu em 1991). Para Clarke, em 2001 o máximo em matéria de computador seria o HAL-9000, um “mainframe” programado para matar. Com o sucesso do filme, Clarke lançou em 1982 a continuação, 2010: Odisseia 2. Em 2010, o cientista que criou o HAL-9000 pegava carona numa nave soviética para tentar consertar o computador na órbita de um satélite em Júpiter. Enquanto traz HAL de novo à vida, a missão é abortada porque na Terra estourou um conflito apocalíptico entre os Estados Unidos e a União Soviética por causa da Nicarágua. No processo, Júpiter explode e se transforma num minissol. Chegamos a 2010, sabendo que Júpiter está inteiro, girando ao redor do único sol que temos e que a URSS faliu no mesmo ano que a PanAmerican.
Agora o calendário maia e o diretor de cinema Roland Emmerich declaram que não passaremos de 2012, quando bilhões de pessoas morrerão.
Aceitar a possibilidade de uma catástrofe é um perigo real e imediato, porém achar que sabemos quando acontecerá é outra coisa.
Quebramos a cara ao bancar profetas. Faz parte das angústias humanas não controlar o futuro. Talvez por isso as previsões tendam a ser tão catastróficas e pessimistas. Projetamos nossos medos. Mesmo sabendo que é uma atividade de alto risco, vou inalar os vapores da vidência e fazer algumas previsões tecnológicas para 2010.
Este será o ano da ascensão definitiva da leitura digital. Leitores do tipo “Kindle” vão baratear e se espalhar.
A Microsoft vai mergulhar de vez na crise de quem insiste em internet 1.0. Não vai falir, claro. O Windows 7 deve vender muito bem. Mas por que comprar o novo Office se já escrevo esta coluna confortavelmente na “Google Docs”?
Vão surgir nas lojas monitores e consoles de videogames em 3D. Caros e cheios de “bugs”. É só o início. A terceira dimensão já se estabeleceu no cinema e está chegando à TV.
A indústria da música vai considerar o som do vinil artificial demais e anunciará o relançamento de discos no único formato que preserva o “calor” das gravações: a fita cassete.
A nova onda será o metaversa, uma versão simplificada e mais realista do “Second Life”. Será mais divertido que digitar até cento e quarenta toques. Encontraremos as pessoas numa “rua” virtual e estabeleceremos diálogos cara a cara com outros avatares. Fora encontros em lugares reservados.
O Brasil enfrentará suas primeiras grandes eleições da era do “Twitter” e do “Facebook”. O clima vai ficar irrespirável na blogosfera.
MARQUEZI, Dagomir. Revista Info, janeiro de 2010. (Texto adaptado)
Assinale a alternativa em que a substituição do termo sublinhado está gramaticalmente INCORRETA.
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A questão relaciona-se com o texto abaixo. Leia atentamente todo o texto antes de responder.
BANQUE O PROFETA
Arthur Clarke escreveu 2001: Uma Odisseia no Espaço entre 1966 e 1968. Como cientista, criara o conceito de satélites de telecomunicações. Mas como profeta da ficção não foi tão bem. Arthur e Stanley Kubrick sugeriram em 2001 que o homem teria colônias de exploração na Lua, naves rumo a Júpiter e que a PanAmerican seria a primeira companhia aérea a servir o espaço. (A empresa faliu em 1991). Para Clarke, em 2001 o máximo em matéria de computador seria o HAL-9000, um “mainframe” programado para matar. Com o sucesso do filme, Clarke lançou em 1982 a continuação, 2010: Odisseia 2. Em 2010, o cientista que criou o HAL-9000 pegava carona numa nave soviética para tentar consertar o computador na órbita de um satélite em Júpiter. Enquanto traz HAL de novo à vida, a missão é abortada porque na Terra estourou um conflito apocalíptico entre os Estados Unidos e a União Soviética por causa da Nicarágua. No processo, Júpiter explode e se transforma num minissol. Chegamos a 2010, sabendo que Júpiter está inteiro, girando ao redor do único sol que temos e que a URSS faliu no mesmo ano que a PanAmerican.
Agora o calendário maia e o diretor de cinema Roland Emmerich declaram que não passaremos de 2012, quando bilhões de pessoas morrerão.
Aceitar a possibilidade de uma catástrofe é um perigo real e imediato, porém achar que sabemos quando acontecerá é outra coisa.
Quebramos a cara ao bancar profetas. Faz parte das angústias humanas não controlar o futuro. Talvez por isso as previsões tendam a ser tão catastróficas e pessimistas. Projetamos nossos medos. Mesmo sabendo que é uma atividade de alto risco, vou inalar os vapores da vidência e fazer algumas previsões tecnológicas para 2010.
Este será o ano da ascensão definitiva da leitura digital. Leitores do tipo “Kindle” vão baratear e se espalhar.
A Microsoft vai mergulhar de vez na crise de quem insiste em internet 1.0. Não vai falir, claro. O Windows 7 deve vender muito bem. Mas por que comprar o novo Office se já escrevo esta coluna confortavelmente na “Google Docs”?
Vão surgir nas lojas monitores e consoles de videogames em 3D. Caros e cheios de “bugs”. É só o início. A terceira dimensão já se estabeleceu no cinema e está chegando à TV.
A indústria da música vai considerar o som do vinil artificial demais e anunciará o relançamento de discos no único formato que preserva o “calor” das gravações: a fita cassete.
A nova onda será o metaversa, uma versão simplificada e mais realista do “Second Life”. Será mais divertido que digitar até cento e quarenta toques. Encontraremos as pessoas numa “rua” virtual e estabeleceremos diálogos cara a cara com outros avatares. Fora encontros em lugares reservados.
O Brasil enfrentará suas primeiras grandes eleições da era do “Twitter” e do “Facebook”. O clima vai ficar irrespirável na blogosfera.
MARQUEZI, Dagomir. Revista Info, janeiro de 2010. (Texto adaptado)
“A indústria da música vai considerar o som do vinil artificial demais e anunciará o relançamento de discos no único formato que preserva o 'calor' das gravações: a fita cassete.”
Assinale a alternativa em que foram mantidos o sentido, os tempos e os modos verbais na redação.
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