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Foram encontradas 338 questões.

A questão relaciona-se com o texto abaixo. Leia atentamente todo o texto antes de responder.

BANQUE O PROFETA

Arthur Clarke escreveu 2001: Uma Odisseia no Espaço entre 1966 e 1968. Como cientista, criara o conceito de satélites de telecomunicações. Mas como profeta da ficção não foi tão bem. Arthur e Stanley Kubrick sugeriram em 2001 que o homem teria colônias de exploração na Lua, naves rumo a Júpiter e que a PanAmerican seria a primeira companhia aérea a servir o espaço. (A empresa faliu em 1991). Para Clarke, em 2001 o máximo em matéria de computador seria o HAL-9000, um “mainframe” programado para matar. Com o sucesso do filme, Clarke lançou em 1982 a continuação, 2010: Odisseia 2. Em 2010, o cientista que criou o HAL-9000 pegava carona numa nave soviética para tentar consertar o computador na órbita de um satélite em Júpiter. Enquanto traz HAL de novo à vida, a missão é abortada porque na Terra estourou um conflito apocalíptico entre os Estados Unidos e a União Soviética por causa da Nicarágua. No processo, Júpiter explode e se transforma num minissol. Chegamos a 2010, sabendo que Júpiter está inteiro, girando ao redor do único sol que temos e que a URSS faliu no mesmo ano que a PanAmerican.

Agora o calendário maia e o diretor de cinema Roland Emmerich declaram que não passaremos de 2012, quando bilhões de pessoas morrerão.

Aceitar a possibilidade de uma catástrofe é um perigo real e imediato, porém achar que sabemos quando acontecerá é outra coisa.

Quebramos a cara ao bancar profetas. Faz parte das angústias humanas não controlar o futuro. Talvez por isso as previsões tendam a ser tão catastróficas e pessimistas. Projetamos nossos medos. Mesmo sabendo que é uma atividade de alto risco, vou inalar os vapores da vidência e fazer algumas previsões tecnológicas para 2010.

Este será o ano da ascensão definitiva da leitura digital. Leitores do tipo “Kindle” vão baratear e se espalhar.

A Microsoft vai mergulhar de vez na crise de quem insiste em internet 1.0. Não vai falir, claro. O Windows 7 deve vender muito bem. Mas por que comprar o novo Office se já escrevo esta coluna confortavelmente na “Google Docs”?

Vão surgir nas lojas monitores e consoles de videogames em 3D. Caros e cheios de “bugs”. É só o início. A terceira dimensão já se estabeleceu no cinema e está chegando à TV.

A indústria da música vai considerar o som do vinil artificial demais e anunciará o relançamento de discos no único formato que preserva o “calor” das gravações: a fita cassete.

A nova onda será o metaversa, uma versão simplificada e mais realista do “Second Life”. Será mais divertido que digitar até cento e quarenta toques. Encontraremos as pessoas numa “rua” virtual e estabeleceremos diálogos cara a cara com outros avatares. Fora encontros em lugares reservados.

O Brasil enfrentará suas primeiras grandes eleições da era do “Twitter” e do “Facebook”. O clima vai ficar irrespirável na blogosfera.

MARQUEZI, Dagomir. Revista Info, janeiro de 2010. (Texto adaptado)

“Arthur e Stanley Kubrick sugeriram em 2001 que o homem teria colônias de exploração na Lua, naves rumo a Júpiter e que a PanAmerican seria a primeira companhia aérea a servir o espaço.”

No que se refere ao uso do acento grave indicativo da crase, o trecho sublinhado pode ser substituído corretamente pela expressão

 

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BANQUE O PROFETA

Arthur Clarke escreveu 2001: Uma Odisseia no Espaço entre 1966 e 1968. Como cientista, criara o conceito de satélites de telecomunicações. Mas como profeta da ficção não foi tão bem. Arthur e Stanley Kubrick sugeriram em 2001 que o homem teria colônias de exploração na Lua, naves rumo a Júpiter e que a PanAmerican seria a primeira companhia aérea a servir o espaço. (A empresa faliu em 1991). Para Clarke, em 2001 o máximo em matéria de computador seria o HAL-9000, um “mainframe” programado para matar. Com o sucesso do filme, Clarke lançou em 1982 a continuação, 2010: Odisseia 2. Em 2010, o cientista que criou o HAL-9000 pegava carona numa nave soviética para tentar consertar o computador na órbita de um satélite em Júpiter. Enquanto traz HAL de novo à vida, a missão é abortada porque na Terra estourou um conflito apocalíptico entre os Estados Unidos e a União Soviética por causa da Nicarágua. No processo, Júpiter explode e se transforma num minissol. Chegamos a 2010, sabendo que Júpiter está inteiro, girando ao redor do único sol que temos e que a URSS faliu no mesmo ano que a PanAmerican.

Agora o calendário maia e o diretor de cinema Roland Emmerich declaram que não passaremos de 2012, quando bilhões de pessoas morrerão.

Aceitar a possibilidade de uma catástrofe é um perigo real e imediato, porém achar que sabemos quando acontecerá é outra coisa.

Quebramos a cara ao bancar profetas. Faz parte das angústias humanas não controlar o futuro. Talvez por isso as previsões tendam a ser tão catastróficas e pessimistas. Projetamos nossos medos. Mesmo sabendo que é uma atividade de alto risco, vou inalar os vapores da vidência e fazer algumas previsões tecnológicas para 2010.

Este será o ano da ascensão definitiva da leitura digital. Leitores do tipo “Kindle” vão baratear e se espalhar.

A Microsoft vai mergulhar de vez na crise de quem insiste em internet 1.0. Não vai falir, claro. O Windows 7 deve vender muito bem. Mas por que comprar o novo Office se já escrevo esta coluna confortavelmente na “Google Docs”?

Vão surgir nas lojas monitores e consoles de videogames em 3D. Caros e cheios de “bugs”. É só o início. A terceira dimensão já se estabeleceu no cinema e está chegando à TV.

A indústria da música vai considerar o som do vinil artificial demais e anunciará o relançamento de discos no único formato que preserva o “calor” das gravações: a fita cassete.

A nova onda será o metaversa, uma versão simplificada e mais realista do “Second Life”. Será mais divertido que digitar até cento e quarenta toques. Encontraremos as pessoas numa “rua” virtual e estabeleceremos diálogos cara a cara com outros avatares. Fora encontros em lugares reservados.

O Brasil enfrentará suas primeiras grandes eleições da era do “Twitter” e do “Facebook”. O clima vai ficar irrespirável na blogosfera.

MARQUEZI, Dagomir. Revista Info, janeiro de 2010. (Texto adaptado)

“Como cientista, criara o conceito de satélites de telecomunicações.”

O termo sublinhado corresponde à forma verbal

 

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BANQUE O PROFETA

Arthur Clarke escreveu 2001: Uma Odisseia no Espaço entre 1966 e 1968. Como cientista, criara o conceito de satélites de telecomunicações. Mas como profeta da ficção não foi tão bem. Arthur e Stanley Kubrick sugeriram em 2001 que o homem teria colônias de exploração na Lua, naves rumo a Júpiter e que a PanAmerican seria a primeira companhia aérea a servir o espaço. (A empresa faliu em 1991). Para Clarke, em 2001 o máximo em matéria de computador seria o HAL-9000, um “mainframe” programado para matar. Com o sucesso do filme, Clarke lançou em 1982 a continuação, 2010: Odisseia 2. Em 2010, o cientista que criou o HAL-9000 pegava carona numa nave soviética para tentar consertar o computador na órbita de um satélite em Júpiter. Enquanto traz HAL de novo à vida, a missão é abortada porque na Terra estourou um conflito apocalíptico entre os Estados Unidos e a União Soviética por causa da Nicarágua. No processo, Júpiter explode e se transforma num minissol. Chegamos a 2010, sabendo que Júpiter está inteiro, girando ao redor do único sol que temos e que a URSS faliu no mesmo ano que a PanAmerican.

Agora o calendário maia e o diretor de cinema Roland Emmerich declaram que não passaremos de 2012, quando bilhões de pessoas morrerão.

Aceitar a possibilidade de uma catástrofe é um perigo real e imediato, porém achar que sabemos quando acontecerá é outra coisa.

Quebramos a cara ao bancar profetas. Faz parte das angústias humanas não controlar o futuro. Talvez por isso as previsões tendam a ser tão catastróficas e pessimistas. Projetamos nossos medos. Mesmo sabendo que é uma atividade de alto risco, vou inalar os vapores da vidência e fazer algumas previsões tecnológicas para 2010.

Este será o ano da ascensão definitiva da leitura digital. Leitores do tipo “Kindle” vão baratear e se espalhar.

A Microsoft vai mergulhar de vez na crise de quem insiste em internet 1.0. Não vai falir, claro. O Windows 7 deve vender muito bem. Mas por que comprar o novo Office se já escrevo esta coluna confortavelmente na “Google Docs”?

Vão surgir nas lojas monitores e consoles de videogames em 3D. Caros e cheios de “bugs”. É só o início. A terceira dimensão já se estabeleceu no cinema e está chegando à TV.

A indústria da música vai considerar o som do vinil artificial demais e anunciará o relançamento de discos no único formato que preserva o “calor” das gravações: a fita cassete.

A nova onda será o metaversa, uma versão simplificada e mais realista do “Second Life”. Será mais divertido que digitar até cento e quarenta toques. Encontraremos as pessoas numa “rua” virtual e estabeleceremos diálogos cara a cara com outros avatares. Fora encontros em lugares reservados.

O Brasil enfrentará suas primeiras grandes eleições da era do “Twitter” e do “Facebook”. O clima vai ficar irrespirável na blogosfera.

MARQUEZI, Dagomir. Revista Info, janeiro de 2010. (Texto adaptado)

“[...] relançamento de discos no único formato que preserva o 'calor' das gravações [...]”

Assinale a alternativa em que a justificativa para a utilização de aspas no termo sublinhado é a mesma do trecho acima.

 

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BANQUE O PROFETA

Arthur Clarke escreveu 2001: Uma Odisseia no Espaço entre 1966 e 1968. Como cientista, criara o conceito de satélites de telecomunicações. Mas como profeta da ficção não foi tão bem. Arthur e Stanley Kubrick sugeriram em 2001 que o homem teria colônias de exploração na Lua, naves rumo a Júpiter e que a PanAmerican seria a primeira companhia aérea a servir o espaço. (A empresa faliu em 1991). Para Clarke, em 2001 o máximo em matéria de computador seria o HAL-9000, um “mainframe” programado para matar. Com o sucesso do filme, Clarke lançou em 1982 a continuação, 2010: Odisseia 2. Em 2010, o cientista que criou o HAL-9000 pegava carona numa nave soviética para tentar consertar o computador na órbita de um satélite em Júpiter. Enquanto traz HAL de novo à vida, a missão é abortada porque na Terra estourou um conflito apocalíptico entre os Estados Unidos e a União Soviética por causa da Nicarágua. No processo, Júpiter explode e se transforma num minissol. Chegamos a 2010, sabendo que Júpiter está inteiro, girando ao redor do único sol que temos e que a URSS faliu no mesmo ano que a PanAmerican.

Agora o calendário maia e o diretor de cinema Roland Emmerich declaram que não passaremos de 2012, quando bilhões de pessoas morrerão.

Aceitar a possibilidade de uma catástrofe é um perigo real e imediato, porém achar que sabemos quando acontecerá é outra coisa.

Quebramos a cara ao bancar profetas. Faz parte das angústias humanas não controlar o futuro. Talvez por isso as previsões tendam a ser tão catastróficas e pessimistas. Projetamos nossos medos. Mesmo sabendo que é uma atividade de alto risco, vou inalar os vapores da vidência e fazer algumas previsões tecnológicas para 2010.

Este será o ano da ascensão definitiva da leitura digital. Leitores do tipo “Kindle” vão baratear e se espalhar.

A Microsoft vai mergulhar de vez na crise de quem insiste em internet 1.0. Não vai falir, claro. O Windows 7 deve vender muito bem. Mas por que comprar o novo Office se já escrevo esta coluna confortavelmente na “Google Docs”?

Vão surgir nas lojas monitores e consoles de videogames em 3D. Caros e cheios de “bugs”. É só o início. A terceira dimensão já se estabeleceu no cinema e está chegando à TV.

A indústria da música vai considerar o som do vinil artificial demais e anunciará o relançamento de discos no único formato que preserva o “calor” das gravações: a fita cassete.

A nova onda será o metaversa, uma versão simplificada e mais realista do “Second Life”. Será mais divertido que digitar até cento e quarenta toques. Encontraremos as pessoas numa “rua” virtual e estabeleceremos diálogos cara a cara com outros avatares. Fora encontros em lugares reservados.

O Brasil enfrentará suas primeiras grandes eleições da era do “Twitter” e do “Facebook”. O clima vai ficar irrespirável na blogosfera.

MARQUEZI, Dagomir. Revista Info, janeiro de 2010. (Texto adaptado)

“Vão surgir nas lojas monitores e consoles de videogames em 3D. Caros e cheios de „bugs". É só o início. A terceira dimensão já se estabeleceu no cinema e está chegando à TV.”

Assinale a redação em que se mantêm o sentido e a coesão, sem se incorrer em erro gramatical.

 

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Arthur Clarke escreveu 2001: Uma Odisseia no Espaço entre 1966 e 1968. Como cientista, criara o conceito de satélites de telecomunicações. Mas como profeta da ficção não foi tão bem. Arthur e Stanley Kubrick sugeriram em 2001 que o homem teria colônias de exploração na Lua, naves rumo a Júpiter e que a PanAmerican seria a primeira companhia aérea a servir o espaço. (A empresa faliu em 1991). Para Clarke, em 2001 o máximo em matéria de computador seria o HAL-9000, um “mainframe” programado para matar. Com o sucesso do filme, Clarke lançou em 1982 a continuação, 2010: Odisseia 2. Em 2010, o cientista que criou o HAL-9000 pegava carona numa nave soviética para tentar consertar o computador na órbita de um satélite em Júpiter. Enquanto traz HAL de novo à vida, a missão é abortada porque na Terra estourou um conflito apocalíptico entre os Estados Unidos e a União Soviética por causa da Nicarágua. No processo, Júpiter explode e se transforma num minissol. Chegamos a 2010, sabendo que Júpiter está inteiro, girando ao redor do único sol que temos e que a URSS faliu no mesmo ano que a PanAmerican.

Agora o calendário maia e o diretor de cinema Roland Emmerich declaram que não passaremos de 2012, quando bilhões de pessoas morrerão.

Aceitar a possibilidade de uma catástrofe é um perigo real e imediato, porém achar que sabemos quando acontecerá é outra coisa.

Quebramos a cara ao bancar profetas. Faz parte das angústias humanas não controlar o futuro. Talvez por isso as previsões tendam a ser tão catastróficas e pessimistas. Projetamos nossos medos. Mesmo sabendo que é uma atividade de alto risco, vou inalar os vapores da vidência e fazer algumas previsões tecnológicas para 2010.

Este será o ano da ascensão definitiva da leitura digital. Leitores do tipo “Kindle” vão baratear e se espalhar.

A Microsoft vai mergulhar de vez na crise de quem insiste em internet 1.0. Não vai falir, claro. O Windows 7 deve vender muito bem. Mas por que comprar o novo Office se já escrevo esta coluna confortavelmente na “Google Docs”?

Vão surgir nas lojas monitores e consoles de videogames em 3D. Caros e cheios de “bugs”. É só o início. A terceira dimensão já se estabeleceu no cinema e está chegando à TV.

A indústria da música vai considerar o som do vinil artificial demais e anunciará o relançamento de discos no único formato que preserva o “calor” das gravações: a fita cassete.

A nova onda será o metaversa, uma versão simplificada e mais realista do “Second Life”. Será mais divertido que digitar até cento e quarenta toques. Encontraremos as pessoas numa “rua” virtual e estabeleceremos diálogos cara a cara com outros avatares. Fora encontros em lugares reservados.

O Brasil enfrentará suas primeiras grandes eleições da era do “Twitter” e do “Facebook”. O clima vai ficar irrespirável na blogosfera.

MARQUEZI, Dagomir. Revista Info, janeiro de 2010. (Texto adaptado)

“O clima vai ficar irrespirável na blogosfera.”

O trecho destacado faz uma alusão

 

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BANQUE O PROFETA

Arthur Clarke escreveu 2001: Uma Odisseia no Espaço entre 1966 e 1968. Como cientista, criara o conceito de satélites de telecomunicações. Mas como profeta da ficção não foi tão bem. Arthur e Stanley Kubrick sugeriram em 2001 que o homem teria colônias de exploração na Lua, naves rumo a Júpiter e que a PanAmerican seria a primeira companhia aérea a servir o espaço. (A empresa faliu em 1991). Para Clarke, em 2001 o máximo em matéria de computador seria o HAL-9000, um “mainframe” programado para matar. Com o sucesso do filme, Clarke lançou em 1982 a continuação, 2010: Odisseia 2. Em 2010, o cientista que criou o HAL-9000 pegava carona numa nave soviética para tentar consertar o computador na órbita de um satélite em Júpiter. Enquanto traz HAL de novo à vida, a missão é abortada porque na Terra estourou um conflito apocalíptico entre os Estados Unidos e a União Soviética por causa da Nicarágua. No processo, Júpiter explode e se transforma num minissol. Chegamos a 2010, sabendo que Júpiter está inteiro, girando ao redor do único sol que temos e que a URSS faliu no mesmo ano que a PanAmerican.

Agora o calendário maia e o diretor de cinema Roland Emmerich declaram que não passaremos de 2012, quando bilhões de pessoas morrerão.

Aceitar a possibilidade de uma catástrofe é um perigo real e imediato, porém achar que sabemos quando acontecerá é outra coisa.

Quebramos a cara ao bancar profetas. Faz parte das angústias humanas não controlar o futuro. Talvez por isso as previsões tendam a ser tão catastróficas e pessimistas. Projetamos nossos medos. Mesmo sabendo que é uma atividade de alto risco, vou inalar os vapores da vidência e fazer algumas previsões tecnológicas para 2010.

Este será o ano da ascensão definitiva da leitura digital. Leitores do tipo “Kindle” vão baratear e se espalhar.

A Microsoft vai mergulhar de vez na crise de quem insiste em internet 1.0. Não vai falir, claro. O Windows 7 deve vender muito bem. Mas por que comprar o novo Office se já escrevo esta coluna confortavelmente na “Google Docs”?

Vão surgir nas lojas monitores e consoles de videogames em 3D. Caros e cheios de “bugs”. É só o início. A terceira dimensão já se estabeleceu no cinema e está chegando à TV.

A indústria da música vai considerar o som do vinil artificial demais e anunciará o relançamento de discos no único formato que preserva o “calor” das gravações: a fita cassete.

A nova onda será o metaversa, uma versão simplificada e mais realista do “Second Life”. Será mais divertido que digitar até cento e quarenta toques. Encontraremos as pessoas numa “rua” virtual e estabeleceremos diálogos cara a cara com outros avatares. Fora encontros em lugares reservados.

O Brasil enfrentará suas primeiras grandes eleições da era do “Twitter” e do “Facebook”. O clima vai ficar irrespirável na blogosfera.

MARQUEZI, Dagomir. Revista Info, janeiro de 2010. (Texto adaptado)

Assinale a alternativa que contém o trecho que melhor sintetiza o objetivo do texto.

 

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A questão relaciona-se com o texto abaixo. Leia atentamente todo o texto antes de responder.

PAZ NA REDE

A partir do dia 20 de novembro, internautas do mundo todo poderão assinar um documento que defende a indicação da rede mundial de computadores ao Prêmio Nobel da Paz de 2010. Quanto mais pessoas acessarem o site disponível, maiores as chances de conseguirmos que a web seja reconhecida pela sua capacidade de conectar pessoas, gerar novas ideias e difundir a democracia, e não como um instrumento de preconceito e crime. Abaixo, você lê, na íntegra, o manifesto assinado pelos embaixadores desse ambicioso projeto. São eles: o estilista Giorgio Armani, a ativista iraniana e Nobel da Paz em 2003 Shirin Ebadi, o cientista italiano Umberto Veronesi e os diretores da revista Wired na Itália, na Inglaterra e nos Estados Unidos. No Brasil, Galileu é a primeira revista do País a divulgar a causa. E, além de você, também queremos estimular que outras publicações do Brasil também adotem e espalhem a ideia dessa campanha.

Enunciado 3561739-1

GALILEU, dezembro, 2009 (Texto adaptado).

Manifesto

“Finalmente compreendemos que a internet não é uma rede de computadores, mas um infinito entrelace de pessoas.

Homens e mulheres, de todas as latitudes, conectados entre si por meio da maior plataforma de relações que a humanidade já conheceu. A cultura digital criou os fundamentos para uma nova civilização. E essa civilização está construindo a dialética, o confronto e a solidariedade por meio da comunicação.

Porque, desde sempre, a democracia germina onde há hospitalidade, escuta, troca e compartilhamento.

E, desde sempre, o encontro com o „outro" é o antídoto mais eficaz contra o ódio e o conflito.

É por isso que a internet é um instrumento de paz.

É por isso que cada um de nós, dentro da rede, pode ser uma semente de não-violência.

É por isso que a Rede merece o próximo Prêmio Nobel para a paz. Que será um Nobel dado também a cada um de nós.”

Giorgio Armani, Shirin Ebadi, Umberto Veronesi e Wired team.

“É por isso que a internet é um instrumento de paz.”

A palavra e a expressão sublinhadas nessa frase podem ser classificadas, respectivamente, como

 

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PAZ NA REDE

A partir do dia 20 de novembro, internautas do mundo todo poderão assinar um documento que defende a indicação da rede mundial de computadores ao Prêmio Nobel da Paz de 2010. Quanto mais pessoas acessarem o site disponível, maiores as chances de conseguirmos que a web seja reconhecida pela sua capacidade de conectar pessoas, gerar novas ideias e difundir a democracia, e não como um instrumento de preconceito e crime. Abaixo, você lê, na íntegra, o manifesto assinado pelos embaixadores desse ambicioso projeto. São eles: o estilista Giorgio Armani, a ativista iraniana e Nobel da Paz em 2003 Shirin Ebadi, o cientista italiano Umberto Veronesi e os diretores da revista Wired na Itália, na Inglaterra e nos Estados Unidos. No Brasil, Galileu é a primeira revista do País a divulgar a causa. E, além de você, também queremos estimular que outras publicações do Brasil também adotem e espalhem a ideia dessa campanha.

Enunciado 3561738-1

GALILEU, dezembro, 2009 (Texto adaptado).

Manifesto

“Finalmente compreendemos que a internet não é uma rede de computadores, mas um infinito entrelace de pessoas.

Homens e mulheres, de todas as latitudes, conectados entre si por meio da maior plataforma de relações que a humanidade já conheceu. A cultura digital criou os fundamentos para uma nova civilização. E essa civilização está construindo a dialética, o confronto e a solidariedade por meio da comunicação.

Porque, desde sempre, a democracia germina onde há hospitalidade, escuta, troca e compartilhamento.

E, desde sempre, o encontro com o „outro" é o antídoto mais eficaz contra o ódio e o conflito.

É por isso que a internet é um instrumento de paz.

É por isso que cada um de nós, dentro da rede, pode ser uma semente de não-violência.

É por isso que a Rede merece o próximo Prêmio Nobel para a paz. Que será um Nobel dado também a cada um de nós.”

Giorgio Armani, Shirin Ebadi, Umberto Veronesi e Wired team.

“[...] a democracia germina onde há hospitalidade [...]”

A forma verbal sublinhada está conjugada na 3ª pessoa do singular porque

 

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PAZ NA REDE

A partir do dia 20 de novembro, internautas do mundo todo poderão assinar um documento que defende a indicação da rede mundial de computadores ao Prêmio Nobel da Paz de 2010. Quanto mais pessoas acessarem o site disponível, maiores as chances de conseguirmos que a web seja reconhecida pela sua capacidade de conectar pessoas, gerar novas ideias e difundir a democracia, e não como um instrumento de preconceito e crime. Abaixo, você lê, na íntegra, o manifesto assinado pelos embaixadores desse ambicioso projeto. São eles: o estilista Giorgio Armani, a ativista iraniana e Nobel da Paz em 2003 Shirin Ebadi, o cientista italiano Umberto Veronesi e os diretores da revista Wired na Itália, na Inglaterra e nos Estados Unidos. No Brasil, Galileu é a primeira revista do País a divulgar a causa. E, além de você, também queremos estimular que outras publicações do Brasil também adotem e espalhem a ideia dessa campanha.

Enunciado 3561737-1

GALILEU, dezembro, 2009 (Texto adaptado).

Manifesto

“Finalmente compreendemos que a internet não é uma rede de computadores, mas um infinito entrelace de pessoas.

Homens e mulheres, de todas as latitudes, conectados entre si por meio da maior plataforma de relações que a humanidade já conheceu. A cultura digital criou os fundamentos para uma nova civilização. E essa civilização está construindo a dialética, o confronto e a solidariedade por meio da comunicação.

Porque, desde sempre, a democracia germina onde há hospitalidade, escuta, troca e compartilhamento.

E, desde sempre, o encontro com o „outro" é o antídoto mais eficaz contra o ódio e o conflito.

É por isso que a internet é um instrumento de paz.

É por isso que cada um de nós, dentro da rede, pode ser uma semente de não-violência.

É por isso que a Rede merece o próximo Prêmio Nobel para a paz. Que será um Nobel dado também a cada um de nós.”

Giorgio Armani, Shirin Ebadi, Umberto Veronesi e Wired team.

“A cultura digital criou os fundamentos para uma nova civilização.”

As palavras sublinhadas exercem, nessa frase, uma função

 

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PAZ NA REDE

A partir do dia 20 de novembro, internautas do mundo todo poderão assinar um documento que defende a indicação da rede mundial de computadores ao Prêmio Nobel da Paz de 2010. Quanto mais pessoas acessarem o site disponível, maiores as chances de conseguirmos que a web seja reconhecida pela sua capacidade de conectar pessoas, gerar novas ideias e difundir a democracia, e não como um instrumento de preconceito e crime. Abaixo, você lê, na íntegra, o manifesto assinado pelos embaixadores desse ambicioso projeto. São eles: o estilista Giorgio Armani, a ativista iraniana e Nobel da Paz em 2003 Shirin Ebadi, o cientista italiano Umberto Veronesi e os diretores da revista Wired na Itália, na Inglaterra e nos Estados Unidos. No Brasil, Galileu é a primeira revista do País a divulgar a causa. E, além de você, também queremos estimular que outras publicações do Brasil também adotem e espalhem a ideia dessa campanha.

Enunciado 3561736-1

GALILEU, dezembro, 2009 (Texto adaptado).

Manifesto

“Finalmente compreendemos que a internet não é uma rede de computadores, mas um infinito entrelace de pessoas.

Homens e mulheres, de todas as latitudes, conectados entre si por meio da maior plataforma de relações que a humanidade já conheceu. A cultura digital criou os fundamentos para uma nova civilização. E essa civilização está construindo a dialética, o confronto e a solidariedade por meio da comunicação.

Porque, desde sempre, a democracia germina onde há hospitalidade, escuta, troca e compartilhamento.

E, desde sempre, o encontro com o „outro" é o antídoto mais eficaz contra o ódio e o conflito.

É por isso que a internet é um instrumento de paz.

É por isso que cada um de nós, dentro da rede, pode ser uma semente de não-violência.

É por isso que a Rede merece o próximo Prêmio Nobel para a paz. Que será um Nobel dado também a cada um de nós.”

Giorgio Armani, Shirin Ebadi, Umberto Veronesi e Wired team.

“[...] queremos estimular que outras publicações [...] também adotem e espalhem a idéia dessa campanha.”

As formas verbais sublinhadas nessa frase NÃO estão conjugadas

 

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