Foram encontradas 538 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
"Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando."
O número de preposições (simples e aglutinadas) presentes na frase é de:
Provas
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
"Como podemos "projetá-lo" para o futuro, diz o professor Barbante".
A norma-padrão de colocação pronominal destacada na frase denomina-se:
Provas
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
Vários dados são essenciais para compreender como o clima mudou no passado e para projetar cenários futuros.
Com base no texto, analise as afirmativas e escolha a alternativa correta.
Provas
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
"Os cientistas europeus "trabalharam" durante quatro verões na Antártica".
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Provas
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas".
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Provas
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
O gelo mais antigo do mundo, datado de muitos anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Com base no texto apresentado, analise as afirmativas e escolha a alternativa correta.
Provas
O Microsoft Office é amplamente utilizado para a criação e edição de documentos e planilhas, sendo essencial compreender as ferramentas disponíveis no Word e no Excel para realizar tarefas com eficiência. Acerca do assunto, marque (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas.
(__) A utilização do recurso "Quebra de Página" no Word permite iniciar o conteúdo em uma nova página sem alterar a formatação do texto anterior.
(__) No Excel, a função SOMA pode ser utilizada para somar células adjacentes, mas não permite somar intervalos de células separados na mesma fórmula.
(__) No Word, o uso de estilos permite padronizar títulos, textos e subtítulos, mas sua alteração não reflete automaticamente em todo o documento.
(__) No Excel, a função PROCV é usada para localizar um valor específico em uma tabela com base em um critério fornecido.
A sequência está correta em:
Provas
A segurança patrimonial abrange medidas de proteção que visam minimizar riscos e garantir a segurança de bens, pessoas e informações. Um dos pontos críticos é a avaliação de vulnerabilidades no perímetro de segurança, considerando estratégias integradas. Sobre esse aspecto, assinale a alternativa correta.
Provas
O controle de entrada e saída de veículos em estacionamentos é uma atividade que exige organização e uso de protocolos específicos para garantir segurança e eficiência. Entre os aspectos importantes, destaca-se a verificação de informações antes da liberação do veículo. Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.
Provas
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste "do continente", a quase três mil metros de altitude.
Em relação à classe gramatical, o termo destacado na frase trata-se de uma locução:
Provas
Caderno Container