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Foram encontradas 120 questões.

1590754 Ano: 2006
Disciplina: Informática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
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Considere que se deseja produzir códigos de 7 caracteres, em que os 3 primeiros caracteres sejam letras escolhidas entre as 26 do alfabeto e os 4 últimos sejam algarismos, de 0 a 9. Com relação a essa construção de códigos, julgue os itens subseqüentes.

A quantidade de códigos distintos que começam com AMX é igual a 104.

 

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1590753 Ano: 2006
Disciplina: Informática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
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Considere que se deseja produzir códigos de 7 caracteres, em que os 3 primeiros caracteres sejam letras escolhidas entre as 26 do alfabeto e os 4 últimos sejam algarismos, de 0 a 9. Com relação a essa construção de códigos, julgue os itens subseqüentes.

A quantidade de códigos que começam com a letra Z, terminam com o algarismo 0 e têm todos os caracteres distinto é inferior a 300.000.

 

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1590751 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
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De acordo com o portal www.prodest.es.gov.br, são clientes do PRODEST vários órgãos do governo do estado do Espírito Santo, entre eles 14 secretarias de estado e 7 institutos que atendem à comunidade. Considere a hipótese de que o PRODEST devesse escolher 8 dessas secretarias e 5 desses institutos para testar uma nova tecnologia. Nessas condições, o PRODEST poderia fazer essa escolha entre mais de 63 mil maneiras diferentes.

 

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1590748 Ano: 2006
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
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A lógica proposicional trata do raciocínio por meio de proposições (frases afirmativas ou negativas) que podem ser julgadas como verdadeiras — V — ou falsas — F. Considere que as letras A e B representam proposições básicas. A proposição ¬A representa a negação da proposição A e, portanto, ¬A é F quando A for V, e ¬A é V quando A for F. A proposição A∨B é a disjunção de A e B, e A∨B é F se A e B são F; caso contrário, V. A proposição A∧B é a conjunção de A e B, e A∧B é V se A e B são V; caso contrário, é F. Uma argumentação é uma seqüência finita de proposições em que algumas são consideradas hipóteses e as outras são obtidas a partir das hipóteses e das proposições que vão sendo inseridas na argumentação, usando-se algumas regras de dedução. Uma regra de dedução, chamada regra do corte, é a seguinte: “Se, em uma argumentação, são assumidas como verdadeiras proposições que tenham a forma P∨¬A∨Q e R∨A∨S, em que P, Q, R e S representam proposições que contêm apenas proposições básicas, negadas ou não, e o conectivo lógico ∨, então a proposição P∨Q∨R∨S pode ser assumida como verdadeira na seqüência de proposições que constituem a argumentação.” A partir dessas instruções, julgue os itens a seguir.

enunciado 1590748-1

 

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1590747 Ano: 2006
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
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A lógica proposicional trata do raciocínio por meio de proposições (frases afirmativas ou negativas) que podem ser julgadas como verdadeiras — V — ou falsas — F. Considere que as letras A e B representam proposições básicas. A proposição ¬A representa a negação da proposição A e, portanto, ¬A é F quando A for V, e ¬A é V quando A for F. A proposição A∨B é a disjunção de A e B, e A∨B é F se A e B são F; caso contrário, V. A proposição A∧B é a conjunção de A e B, e A∧B é V se A e B são V; caso contrário, é F. Uma argumentação é uma seqüência finita de proposições em que algumas são consideradas hipóteses e as outras são obtidas a partir das hipóteses e das proposições que vão sendo inseridas na argumentação, usando-se algumas regras de dedução. Uma regra de dedução, chamada regra do corte, é a seguinte: “Se, em uma argumentação, são assumidas como verdadeiras proposições que tenham a forma P∨¬A∨Q e R∨A∨S, em que P, Q, R e S representam proposições que contêm apenas proposições básicas, negadas ou não, e o conectivo lógico ∨, então a proposição P∨Q∨R∨S pode ser assumida como verdadeira na seqüência de proposições que constituem a argumentação.” A partir dessas instruções, julgue os itens a seguir.

A proposição “O estado do Espírito Santo não é produtor de petróleo ou Guarapari não tem lindas praias” corresponde à negação da proposição “O estado do Espírito Santo é produtor de petróleo e Guarapari tem lindas praias.”

 

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1590746 Ano: 2006
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
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A lógica proposicional trata do raciocínio por meio de proposições (frases afirmativas ou negativas) que podem ser julgadas como verdadeiras — V — ou falsas — F. Considere que as letras A e B representam proposições básicas. A proposição ¬A representa a negação da proposição A e, portanto, ¬A é F quando A for V, e ¬A é V quando A for F. A proposição A∨B é a disjunção de A e B, e A∨B é F se A e B são F; caso contrário, V. A proposição A∧B é a conjunção de A e B, e A∧B é V se A e B são V; caso contrário, é F. Uma argumentação é uma seqüência finita de proposições em que algumas são consideradas hipóteses e as outras são obtidas a partir das hipóteses e das proposições que vão sendo inseridas na argumentação, usando-se algumas regras de dedução. Uma regra de dedução, chamada regra do corte, é a seguinte: “Se, em uma argumentação, são assumidas como verdadeiras proposições que tenham a forma P∨¬A∨Q e R∨A∨S, em que P, Q, R e S representam proposições que contêm apenas proposições básicas, negadas ou não, e o conectivo lógico ∨, então a proposição P∨Q∨R∨S pode ser assumida como verdadeira na seqüência de proposições que constituem a argumentação.” A partir dessas instruções, julgue os itens a seguir.

Considere a seguinte lista de frases:

1 Rio Branco é a capital do estado de Rondônia.

2 Qual é o horário do filme?

3 O Brasil é pentacampeão de futebol.

4 Que belas flores!

5 Marlene não é atriz e Djanira é pintora.

Nessa lista, há exatamente 4 proposições.

 

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1590745 Ano: 2006
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
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A lógica proposicional trata do raciocínio por meio de proposições (frases afirmativas ou negativas) que podem ser julgadas como verdadeiras — V — ou falsas — F. Considere que as letras A e B representam proposições básicas. A proposição ¬A representa a negação da proposição A e, portanto, ¬A é F quando A for V, e ¬A é V quando A for F. A proposição A∨B é a disjunção de A e B, e A∨B é F se A e B são F; caso contrário, V. A proposição A∧B é a conjunção de A e B, e A∧B é V se A e B são V; caso contrário, é F. Uma argumentação é uma seqüência finita de proposições em que algumas são consideradas hipóteses e as outras são obtidas a partir das hipóteses e das proposições que vão sendo inseridas na argumentação, usando-se algumas regras de dedução. Uma regra de dedução, chamada regra do corte, é a seguinte: “Se, em uma argumentação, são assumidas como verdadeiras proposições que tenham a forma P∨¬A∨Q e R∨A∨S, em que P, Q, R e S representam proposições que contêm apenas proposições básicas, negadas ou não, e o conectivo lógico ∨, então a proposição P∨Q∨R∨S pode ser assumida como verdadeira na seqüência de proposições que constituem a argumentação.” A partir dessas instruções, julgue os itens a seguir.

Considere como verdadeiras as seguintes proposições:

  • “O professor Mozart não deu um concerto de piano, ou o ingresso não era barato, ou estava chovendo, ou os seus alunos não compareceram.”
  • “O professor Mozart não deu um concerto de piano, ou o ingresso era barato”.

Nesse caso, simbolizando adequadamente as proposições envolvidas, de acordo com a regra do corte, conclui-se que “O professor Mozart não deu um concerto de piano, ou não estava chovendo, ou os seus alunos compareceram”.

 

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1590744 Ano: 2006
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
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The globalized world in which the new information

society is born cannot procure its security using the same

concepts and structures as last century’s industrial society.

The necessary reformulation must finally do away with

reactive, basically repressive security and give way to

preventive security with culture and coexistence as

indispensable vectors.

“Security is a common good and an indispensable

factor in progress, development and freedom”. None of those

attending the Dialogue on promoting coexistence and

security in the information society disagreed with these

words. By way of an irrefutable axiom, these words headed

the presentation made by the Councilor of the Department of

the Interior of the Catalan Government, Monserrat Tura, in

the inaugural session, as well as the Declaration of Barcelona

approved in the closing session of the Dialogue.

After this unanimous starting point, the Dialogue

dealt with the various conceptions of security and how to

promote it in a new globalized world. The so-called new

technologies are transforming the industrial society of this

century into what is called the information society. This new

globalized world offers new opportunities but, at the same

time, poses new challenges and perils if, as Marcel A.

Boisard, Director General of UNITAR, said, “security is a

taboo issue”. At least in this Dialogue, that premise was not

true.

do away with – get rid of or to destroy

Internet: http://www.barcelona2004.org (with adaptations)

In the text,

“as well as” (l.15) is a comparative.

 

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1590743 Ano: 2006
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
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The globalized world in which the new information

society is born cannot procure its security using the same

concepts and structures as last century’s industrial society.

The necessary reformulation must finally do away with

reactive, basically repressive security and give way to

preventive security with culture and coexistence as

indispensable vectors.

“Security is a common good and an indispensable

factor in progress, development and freedom”. None of those

attending the Dialogue on promoting coexistence and

security in the information society disagreed with these

words. By way of an irrefutable axiom, these words headed

the presentation made by the Councilor of the Department of

the Interior of the Catalan Government, Monserrat Tura, in

the inaugural session, as well as the Declaration of Barcelona

approved in the closing session of the Dialogue.

After this unanimous starting point, the Dialogue

dealt with the various conceptions of security and how to

promote it in a new globalized world. The so-called new

technologies are transforming the industrial society of this

century into what is called the information society. This new

globalized world offers new opportunities but, at the same

time, poses new challenges and perils if, as Marcel A.

Boisard, Director General of UNITAR, said, “security is a

taboo issue”. At least in this Dialogue, that premise was not

true.

do away with – get rid of or to destroy

Internet: http://www.barcelona2004.org (with adaptations)

In the text,

“give way to” (l.5) means become replaced by something, especially because it is better, cheaper, easier, etc.

 

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1590742 Ano: 2006
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
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The globalized world in which the new information

society is born cannot procure its security using the same

concepts and structures as last century’s industrial society.

The necessary reformulation must finally do away with

reactive, basically repressive security and give way to

preventive security with culture and coexistence as

indispensable vectors.

“Security is a common good and an indispensable

factor in progress, development and freedom”. None of those

attending the Dialogue on promoting coexistence and

security in the information society disagreed with these

words. By way of an irrefutable axiom, these words headed

the presentation made by the Councilor of the Department of

the Interior of the Catalan Government, Monserrat Tura, in

the inaugural session, as well as the Declaration of Barcelona

approved in the closing session of the Dialogue.

After this unanimous starting point, the Dialogue

dealt with the various conceptions of security and how to

promote it in a new globalized world. The so-called new

technologies are transforming the industrial society of this

century into what is called the information society. This new

globalized world offers new opportunities but, at the same

time, poses new challenges and perils if, as Marcel A.

Boisard, Director General of UNITAR, said, “security is a

taboo issue”. At least in this Dialogue, that premise was not

true.

do away with – get rid of or to destroy

Internet: http://www.barcelona2004.org (with adaptations)

From the text, it can be deduced that

the final paragraph ended up in divergent viewpoints.

 

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