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A ética, a informação e a mídia
Fala-se muito, hoje em dia, sobre ética. Ética na política, ética no esporte, ética nas profissões e ética nas relações sociais.
Fala-se tanto, a ponto de se banalizarem seus conceitos. A mídia não se farta de apresentar e incentivar debates sobre temas
polêmicos que envolvam padrões de comportamento, conceitos e modos de vida da sociedade, explorando, às vezes de maneira
banal, fatos isolados e obtendo daí preciosos dividendos.
Os diversos veículos de comunicação, a todo momento, nos colocam em contato com acontecimentos inusitados da vida
brasileira, alguns recheados de sensacionalismo, os quais, em dado momento, acabam transformando-se em fenômeno social, dada
a exploração massificada de episódios da vida real presentes no cotidiano de pessoas comuns.
O “caso Pedrinho” (o garoto seqüestrado de uma família de classe média, em uma maternidade em Brasília), por exemplo,
poderia ter passado despercebido por todos. Afinal, seria mais um caso de criança desaparecida em maternidade, no Brasil, como
tantos que existem. No entanto, os meios de comunicação, a pretexto de fazerem jornalismo, usaram e abusaram da imagem do
menino de rosto bonito. Focadas no senso comum, as pessoas condenaram, veementemente, o comportamento ético da mãe
adotiva. Acendeu-se, assim, o estopim para novas investigações e novas descobertas em torno do assunto, e a vida daquela mulher
se transformou, tendo ela sido convertida na mais terrível de todas as vilãs.
Diariamente, centenas de crianças são abandonadas pelas mães, que, não tendo como cuidar de seus filhos, devido às
dificuldades econômicas e sociais, deixam seus bebês renegados à própria sorte, nas calçadas, nas portas das casas, em latões de
lixo. Muitas dessas mães são adolescentes, solteiras, sem trabalho; algumas, dependentes de drogas.
Nas empresas, falências fraudulentas, falcatruas, sonegação, contrabando, irregularidades diversas, posturas antiéticas,
entre outros, também repercutem e são mais ou menos explorados, ao gosto da mídia, preservando, ou não, os interesses das partes
envolvidas.
A vida de pessoas comuns transforma-se em um jogo real e às vezes inescrupuloso. Intimidades desveladas, privacidade
ultrajada e muita gente querendo aparecer fazem o “show da vida real”. Isso é fantástico. Na minha opinião, ética está ligada a
atitude. Está relacionada com a aceitação pelo outro de determinadas ações praticadas por um indivíduo ou grupos de indivíduos.
A aceitação plena do outro parece-me algo utópico em sociedades tão desiguais.
Internet: www.eticaempresarial.com.br (com adaptações)
A partir da estrutura do texto, julgue os itens que se seguem.
Na linha 1, desde que seja feita a necessária adaptação na grafia da palavra “Ética ”, o ponto que antecede essa palavra pode ser substituído pelo sinal de dois-pontos sem comprometer a correção gramatical.
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A ética, a informação e a mídia
Fala-se muito, hoje em dia, sobre ética. Ética na política, ética no esporte, ética nas profissões e ética nas relações sociais.
Fala-se tanto, a ponto de se banalizarem seus conceitos. A mídia não se farta de apresentar e incentivar debates sobre temas
polêmicos que envolvam padrões de comportamento, conceitos e modos de vida da sociedade, explorando, às vezes de maneira
banal, fatos isolados e obtendo daí preciosos dividendos.
Os diversos veículos de comunicação, a todo momento, nos colocam em contato com acontecimentos inusitados da vida
brasileira, alguns recheados de sensacionalismo, os quais, em dado momento, acabam transformando-se em fenômeno social, dada
a exploração massificada de episódios da vida real presentes no cotidiano de pessoas comuns.
O “caso Pedrinho” (o garoto seqüestrado de uma família de classe média, em uma maternidade em Brasília), por exemplo,
poderia ter passado despercebido por todos. Afinal, seria mais um caso de criança desaparecida em maternidade, no Brasil, como
tantos que existem. No entanto, os meios de comunicação, a pretexto de fazerem jornalismo, usaram e abusaram da imagem do
menino de rosto bonito. Focadas no senso comum, as pessoas condenaram, veementemente, o comportamento ético da mãe
adotiva. Acendeu-se, assim, o estopim para novas investigações e novas descobertas em torno do assunto, e a vida daquela mulher
se transformou, tendo ela sido convertida na mais terrível de todas as vilãs.
Diariamente, centenas de crianças são abandonadas pelas mães, que, não tendo como cuidar de seus filhos, devido às
dificuldades econômicas e sociais, deixam seus bebês renegados à própria sorte, nas calçadas, nas portas das casas, em latões de
lixo. Muitas dessas mães são adolescentes, solteiras, sem trabalho; algumas, dependentes de drogas.
Nas empresas, falências fraudulentas, falcatruas, sonegação, contrabando, irregularidades diversas, posturas antiéticas,
entre outros, também repercutem e são mais ou menos explorados, ao gosto da mídia, preservando, ou não, os interesses das partes
envolvidas.
A vida de pessoas comuns transforma-se em um jogo real e às vezes inescrupuloso. Intimidades desveladas, privacidade
ultrajada e muita gente querendo aparecer fazem o “show da vida real”. Isso é fantástico. Na minha opinião, ética está ligada a
atitude. Está relacionada com a aceitação pelo outro de determinadas ações praticadas por um indivíduo ou grupos de indivíduos.
A aceitação plena do outro parece-me algo utópico em sociedades tão desiguais.
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A partir da estrutura do texto, julgue os itens que se seguem.
Quanto à tipologia textual, constata-se que predomina a narração, seguida pela descrição.
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A ética, a informação e a mídia
Fala-se muito, hoje em dia, sobre ética. Ética na política, ética no esporte, ética nas profissões e ética nas relações sociais.
Fala-se tanto, a ponto de se banalizarem seus conceitos. A mídia não se farta de apresentar e incentivar debates sobre temas
polêmicos que envolvam padrões de comportamento, conceitos e modos de vida da sociedade, explorando, às vezes de maneira
banal, fatos isolados e obtendo daí preciosos dividendos.
Os diversos veículos de comunicação, a todo momento, nos colocam em contato com acontecimentos inusitados da vida
brasileira, alguns recheados de sensacionalismo, os quais, em dado momento, acabam transformando-se em fenômeno social, dada
a exploração massificada de episódios da vida real presentes no cotidiano de pessoas comuns.
O “caso Pedrinho” (o garoto seqüestrado de uma família de classe média, em uma maternidade em Brasília), por exemplo,
poderia ter passado despercebido por todos. Afinal, seria mais um caso de criança desaparecida em maternidade, no Brasil, como
tantos que existem. No entanto, os meios de comunicação, a pretexto de fazerem jornalismo, usaram e abusaram da imagem do
menino de rosto bonito. Focadas no senso comum, as pessoas condenaram, veementemente, o comportamento ético da mãe
adotiva. Acendeu-se, assim, o estopim para novas investigações e novas descobertas em torno do assunto, e a vida daquela mulher
se transformou, tendo ela sido convertida na mais terrível de todas as vilãs.
Diariamente, centenas de crianças são abandonadas pelas mães, que, não tendo como cuidar de seus filhos, devido às
dificuldades econômicas e sociais, deixam seus bebês renegados à própria sorte, nas calçadas, nas portas das casas, em latões de
lixo. Muitas dessas mães são adolescentes, solteiras, sem trabalho; algumas, dependentes de drogas.
Nas empresas, falências fraudulentas, falcatruas, sonegação, contrabando, irregularidades diversas, posturas antiéticas,
entre outros, também repercutem e são mais ou menos explorados, ao gosto da mídia, preservando, ou não, os interesses das partes
envolvidas.
A vida de pessoas comuns transforma-se em um jogo real e às vezes inescrupuloso. Intimidades desveladas, privacidade
ultrajada e muita gente querendo aparecer fazem o “show da vida real”. Isso é fantástico. Na minha opinião, ética está ligada a
atitude. Está relacionada com a aceitação pelo outro de determinadas ações praticadas por um indivíduo ou grupos de indivíduos.
A aceitação plena do outro parece-me algo utópico em sociedades tão desiguais.
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A partir das idéias do texto acima, julgue os itens a seguir.
Os períodos que compõem o trecho que se inicia em “Na minha opinião, ética está ligada a atitude” (l.21-22) e vai até o fim do texto, por apresentarem mudança de perspectiva no desenvolvimento do tema, com a presença de uma idéia conclusiva, poderiam constituir um outro parágrafo.
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Fala-se tanto, a ponto de se banalizarem seus conceitos. A mídia não se farta de apresentar e incentivar debates sobre temas
polêmicos que envolvam padrões de comportamento, conceitos e modos de vida da sociedade, explorando, às vezes de maneira
banal, fatos isolados e obtendo daí preciosos dividendos.
Os diversos veículos de comunicação, a todo momento, nos colocam em contato com acontecimentos inusitados da vida
brasileira, alguns recheados de sensacionalismo, os quais, em dado momento, acabam transformando-se em fenômeno social, dada
a exploração massificada de episódios da vida real presentes no cotidiano de pessoas comuns.
O “caso Pedrinho” (o garoto seqüestrado de uma família de classe média, em uma maternidade em Brasília), por exemplo,
poderia ter passado despercebido por todos. Afinal, seria mais um caso de criança desaparecida em maternidade, no Brasil, como
tantos que existem. No entanto, os meios de comunicação, a pretexto de fazerem jornalismo, usaram e abusaram da imagem do
menino de rosto bonito. Focadas no senso comum, as pessoas condenaram, veementemente, o comportamento ético da mãe
adotiva. Acendeu-se, assim, o estopim para novas investigações e novas descobertas em torno do assunto, e a vida daquela mulher
se transformou, tendo ela sido convertida na mais terrível de todas as vilãs.
Diariamente, centenas de crianças são abandonadas pelas mães, que, não tendo como cuidar de seus filhos, devido às
dificuldades econômicas e sociais, deixam seus bebês renegados à própria sorte, nas calçadas, nas portas das casas, em latões de
lixo. Muitas dessas mães são adolescentes, solteiras, sem trabalho; algumas, dependentes de drogas.
Nas empresas, falências fraudulentas, falcatruas, sonegação, contrabando, irregularidades diversas, posturas antiéticas,
entre outros, também repercutem e são mais ou menos explorados, ao gosto da mídia, preservando, ou não, os interesses das partes
envolvidas.
A vida de pessoas comuns transforma-se em um jogo real e às vezes inescrupuloso. Intimidades desveladas, privacidade
ultrajada e muita gente querendo aparecer fazem o “show da vida real”. Isso é fantástico. Na minha opinião, ética está ligada a
atitude. Está relacionada com a aceitação pelo outro de determinadas ações praticadas por um indivíduo ou grupos de indivíduos.
A aceitação plena do outro parece-me algo utópico em sociedades tão desiguais.
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A partir das idéias do texto acima, julgue os itens a seguir.
Na linha 21, com a oração “Isso é fantástico”, o autor do texto critica as pessoas que se comprazem, impunemente, em assistir a reality shows que retratam misérias da vida alheia.
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Fala-se tanto, a ponto de se banalizarem seus conceitos. A mídia não se farta de apresentar e incentivar debates sobre temas
polêmicos que envolvam padrões de comportamento, conceitos e modos de vida da sociedade, explorando, às vezes de maneira
banal, fatos isolados e obtendo daí preciosos dividendos.
Os diversos veículos de comunicação, a todo momento, nos colocam em contato com acontecimentos inusitados da vida
brasileira, alguns recheados de sensacionalismo, os quais, em dado momento, acabam transformando-se em fenômeno social, dada
a exploração massificada de episódios da vida real presentes no cotidiano de pessoas comuns.
O “caso Pedrinho” (o garoto seqüestrado de uma família de classe média, em uma maternidade em Brasília), por exemplo,
poderia ter passado despercebido por todos. Afinal, seria mais um caso de criança desaparecida em maternidade, no Brasil, como
tantos que existem. No entanto, os meios de comunicação, a pretexto de fazerem jornalismo, usaram e abusaram da imagem do
menino de rosto bonito. Focadas no senso comum, as pessoas condenaram, veementemente, o comportamento ético da mãe
adotiva. Acendeu-se, assim, o estopim para novas investigações e novas descobertas em torno do assunto, e a vida daquela mulher
se transformou, tendo ela sido convertida na mais terrível de todas as vilãs.
Diariamente, centenas de crianças são abandonadas pelas mães, que, não tendo como cuidar de seus filhos, devido às
dificuldades econômicas e sociais, deixam seus bebês renegados à própria sorte, nas calçadas, nas portas das casas, em latões de
lixo. Muitas dessas mães são adolescentes, solteiras, sem trabalho; algumas, dependentes de drogas.
Nas empresas, falências fraudulentas, falcatruas, sonegação, contrabando, irregularidades diversas, posturas antiéticas,
entre outros, também repercutem e são mais ou menos explorados, ao gosto da mídia, preservando, ou não, os interesses das partes
envolvidas.
A vida de pessoas comuns transforma-se em um jogo real e às vezes inescrupuloso. Intimidades desveladas, privacidade
ultrajada e muita gente querendo aparecer fazem o “show da vida real”. Isso é fantástico. Na minha opinião, ética está ligada a
atitude. Está relacionada com a aceitação pelo outro de determinadas ações praticadas por um indivíduo ou grupos de indivíduos.
A aceitação plena do outro parece-me algo utópico em sociedades tão desiguais.
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A partir das idéias do texto acima, julgue os itens a seguir.
O autor está-se referindo exclusivamente ao panorama político brasileiro atual, ao mencionar “falências fraudulentas, falcatruas, sonegação, contrabando, irregularidades diversas, posturas antiéticas” (l.17).
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Fala-se tanto, a ponto de se banalizarem seus conceitos. A mídia não se farta de apresentar e incentivar debates sobre temas
polêmicos que envolvam padrões de comportamento, conceitos e modos de vida da sociedade, explorando, às vezes de maneira
banal, fatos isolados e obtendo daí preciosos dividendos.
Os diversos veículos de comunicação, a todo momento, nos colocam em contato com acontecimentos inusitados da vida
brasileira, alguns recheados de sensacionalismo, os quais, em dado momento, acabam transformando-se em fenômeno social, dada
a exploração massificada de episódios da vida real presentes no cotidiano de pessoas comuns.
O “caso Pedrinho” (o garoto seqüestrado de uma família de classe média, em uma maternidade em Brasília), por exemplo,
poderia ter passado despercebido por todos. Afinal, seria mais um caso de criança desaparecida em maternidade, no Brasil, como
tantos que existem. No entanto, os meios de comunicação, a pretexto de fazerem jornalismo, usaram e abusaram da imagem do
menino de rosto bonito. Focadas no senso comum, as pessoas condenaram, veementemente, o comportamento ético da mãe
adotiva. Acendeu-se, assim, o estopim para novas investigações e novas descobertas em torno do assunto, e a vida daquela mulher
se transformou, tendo ela sido convertida na mais terrível de todas as vilãs.
Diariamente, centenas de crianças são abandonadas pelas mães, que, não tendo como cuidar de seus filhos, devido às
dificuldades econômicas e sociais, deixam seus bebês renegados à própria sorte, nas calçadas, nas portas das casas, em latões de
lixo. Muitas dessas mães são adolescentes, solteiras, sem trabalho; algumas, dependentes de drogas.
Nas empresas, falências fraudulentas, falcatruas, sonegação, contrabando, irregularidades diversas, posturas antiéticas,
entre outros, também repercutem e são mais ou menos explorados, ao gosto da mídia, preservando, ou não, os interesses das partes
envolvidas.
A vida de pessoas comuns transforma-se em um jogo real e às vezes inescrupuloso. Intimidades desveladas, privacidade
ultrajada e muita gente querendo aparecer fazem o “show da vida real”. Isso é fantástico. Na minha opinião, ética está ligada a
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A aceitação plena do outro parece-me algo utópico em sociedades tão desiguais.
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Ao empregar os termos “sensacionalismo” (l.6) e “exploração massificada” (l.7), o autor tece uma crítica à conduta de diversos veículos de comunicação.
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Fala-se tanto, a ponto de se banalizarem seus conceitos. A mídia não se farta de apresentar e incentivar debates sobre temas
polêmicos que envolvam padrões de comportamento, conceitos e modos de vida da sociedade, explorando, às vezes de maneira
banal, fatos isolados e obtendo daí preciosos dividendos.
Os diversos veículos de comunicação, a todo momento, nos colocam em contato com acontecimentos inusitados da vida
brasileira, alguns recheados de sensacionalismo, os quais, em dado momento, acabam transformando-se em fenômeno social, dada
a exploração massificada de episódios da vida real presentes no cotidiano de pessoas comuns.
O “caso Pedrinho” (o garoto seqüestrado de uma família de classe média, em uma maternidade em Brasília), por exemplo,
poderia ter passado despercebido por todos. Afinal, seria mais um caso de criança desaparecida em maternidade, no Brasil, como
tantos que existem. No entanto, os meios de comunicação, a pretexto de fazerem jornalismo, usaram e abusaram da imagem do
menino de rosto bonito. Focadas no senso comum, as pessoas condenaram, veementemente, o comportamento ético da mãe
adotiva. Acendeu-se, assim, o estopim para novas investigações e novas descobertas em torno do assunto, e a vida daquela mulher
se transformou, tendo ela sido convertida na mais terrível de todas as vilãs.
Diariamente, centenas de crianças são abandonadas pelas mães, que, não tendo como cuidar de seus filhos, devido às
dificuldades econômicas e sociais, deixam seus bebês renegados à própria sorte, nas calçadas, nas portas das casas, em latões de
lixo. Muitas dessas mães são adolescentes, solteiras, sem trabalho; algumas, dependentes de drogas.
Nas empresas, falências fraudulentas, falcatruas, sonegação, contrabando, irregularidades diversas, posturas antiéticas,
entre outros, também repercutem e são mais ou menos explorados, ao gosto da mídia, preservando, ou não, os interesses das partes
envolvidas.
A vida de pessoas comuns transforma-se em um jogo real e às vezes inescrupuloso. Intimidades desveladas, privacidade
ultrajada e muita gente querendo aparecer fazem o “show da vida real”. Isso é fantástico. Na minha opinião, ética está ligada a
atitude. Está relacionada com a aceitação pelo outro de determinadas ações praticadas por um indivíduo ou grupos de indivíduos.
A aceitação plena do outro parece-me algo utópico em sociedades tão desiguais.
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A partir das idéias do texto acima, julgue os itens a seguir.
O primeiro parágrafo apresenta uma referência elogiosa às pessoas que mantêm conduta ética em todos os aspectos de sua vida.
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Considerando os programas aplicativos do ambiente Microsoft Windows, julgue os próximos itens.
A função =SE(B5>7,“aprovado”,“reprovado”), pode ser inserida como conteúdo de uma célula de planilha do Microsoft Excel 2002, e constitui uma função do tipo lógica.
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Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
No que se refere às normas de qualidade e aos modelos de referência para gerenciamento de processos de tecnologia da informação, julgue os itens que se seguem.
O Project Management Institute (PMI) criou o guide to the project management body of knowledge — guia para o universo do conhecimento de gerenciamento de projetos —, mais conhecido como PMBOOK. O PMBOOK define cinco grupos de processos, que são: processos de inicialização; processos de planejamento; processos de execução; processos de monitoração e controle; e processos de encerramento.
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Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
O Active Directory é uma implementação de serviço de diretório, criado pela Microsoft, que armazena informações sobre objetos em rede de computadores. No que se refere ao Active Directory, julgue os itens a seguir.
O Active Directory permite definir o tempo de utilização de senhas por grupos.
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Caderno Container