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Foram encontradas 379 questões.

For millennia, social development was tantamount

to social survival: the daily goal of people, with the

exception of a tiny ruling minority, was to get by, make a

family, and steal a few moments of joy out of the harshness

of the human condition. This is still the lot of many. Yet over

the last two centuries, with the advent of the industrial age,

social development came to involve the goal of improving

people’s livelihood. Capital accumulation and investment,

technological development geared towards material

production, and massive inputs of labor and natural resources

were the generators of wealth, both under capitalism and

under statism. Social struggles and political reform or

revolution took care of diffusing the harvest of productivity

within society at large, albeit2 with the shortcomings of a

world divided between North and South, and organized in

class societies that tended to reproduce themselves.

There is something new in the information age. It

can be empirically argued that at the source of productivity

and competitiveness (that jointly determine the generation of

wealth and its differential appropriation by economic units),

there is the capacity to generate new knowledge and to

process relevant information efficiently. To be sure,

information and knowledge have always been essential

factors in power and production. Yet it is only when new

information and communication technologies empower

humankind with the ability incessantly to feed knowledge

back into knowledge, experience into experience, that there

is, at the same time, unprecedented productivity potential,

and an especially close link between the activity of the mind,

on the one hand, and material production, be it of goods or

services, on the other.

tantamount – being almost the same or having the same effect;

albeit – used to reduce to strength and effect of what has just been said,

although.

UNRISD Discussion Paper n.º 114 (with adaptations).

From the text, it can be inferred that

for years on end, social progress was the day to day aim of everyone the world over.

 

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Com referência a correspondências oficiais, julgue o item abaixo.

A seguinte construção pode constar do corpo de uma ata: O senhor Alberto Dines afirmou, na sessão Jornal de Debates do Observatório da Imprensa, em 26/9/2005, que a expressão “Tudo pelo social” foi uma perigosa simplificação que retirou das nossas preocupações o sentido moral da política.
 

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1590502 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES

Quanto à correção gramatical e à manutenção das idéias básicas do trecho indicado do texto, julgue as reescritas nos itens abaixo.

“De repente (...) pelos governados” (l.33-35): De repente, os cidadãos descobrem o quanto são enganadoras e dissuasivas certas palavras-guias dos governantes ouvidas faz décadas pelos governados.

 

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1590501 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES

Quanto à correção gramatical e à manutenção das idéias básicas do trecho indicado do texto, julgue as reescritas nos itens abaixo.

“Seu ineditismo (...) estudo, transcendental” (l.25-26): As manchetes dos jornais colocaram o caso em estudo no âmbito dos paradigmas, pelo ineditismo e pela dimensão, transcendental.

 

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1590500 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES

Quanto à correção gramatical e à manutenção das idéias básicas do trecho indicado do texto, julgue as reescritas nos itens abaixo.

“De preferência (...) determinada palavra” (l.12-15): Se as pessoas acionassem determinada tecla mágica, computadores mais modernos, tal qual robôs imitando papagaios sintéticos, diriam meia dúzia de sonoras palavra vasias de sentido.

 

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1590499 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES

Quanto à correção gramatical e à manutenção das idéias básicas do trecho indicado do texto, julgue as reescritas nos itens abaixo.

“A perturbação (...) intelectuais privados” (R.3-7): Os tutores, intelectuais privados, estão substituindo o personal trainer dos indivíduos, e a perturbação ambiental além do ruído das coisas perante à tantas mazelas está levando as pessoas a loucura.

 

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1590498 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES

A filosofia está na moda. Depois do esoterismo, da

auto-ajuda, das iogas, da idolatria e das seitas, o novo

produto nas gôndolas são as idéias, o pensamento. A

perturbação diante de tantas mazelas, a velocidade das

mudanças, o ruído das coisas ou o mix de tudo isso está

levando as pessoas a trocar o personal trainer pelos tutores

intelectuais privados.

A sociedade pós-industrial aposentou os

economistas, o fim das ideologias está dispensando os

cientistas políticos, mas as perplexidades produzidas pelo

progresso sem bem-estar aumentaram a demanda pelos

filósofos. De preferência portáteis, agradáveis, recarregáveis

e sintéticos. Robôs capazes de recitar meia dúzia de sonoras

epígrafes e verbetes quando se aciona certa tecla ou se

menciona determinada palavra.

O que diria Sócrates diante do roubo de 2 milhões

de reais de dentro das dependências da Polícia Federal no

Rio? Tomaria outra dose de cicuta ou tentaria avaliar aquele

agrupamento humano incapaz de produzir diferenças entre

benfeitores e malfeitores?

O caso andou pelas manchetes, agora está nas

páginas dos crimes quotidianos, deixou o ranking do

impensável e encaixou-se no das banalidades. Mas é um dos

acontecimentos mais surpreendentes desta temporada de

surpresas. Seu ineditismo e sua dimensão o colocam no

âmbito dos paradigmas, caso de estudo, transcendental.

O policial-ladrão não é apenas uma excentricidade

como o homem que morde o cão. É uma subversão de todos

os valores, ruptura elementar da ordem, sinal de um caos

conceitual que anula os códigos e torna impossível qualquer

tipo de consenso. O agente da lei que pisoteia a lei representa

a impossibilidade da convivência.

De repente, descobre-se como são enganosas e

desviantes certas palavras de ordem marteladas há algumas

décadas tanto por governantes como pelos governados.

“Tudo pelo social” foi uma perigosa simplificação que

retirou das nossas preocupações o sentido moral da política.

Alberto Dines. Tempos modernos – revolução moral e revolução social. In: Jornal de Debates do Observatório da Imprensa, em 26/9/2005. Internet: observatorio.ultimosegundo.ig.com.br (com adaptações)

Com referência às idéias e às estruturas do texto, julgue os itens a seguir.

O parágrafo descritivo iniciado na linha 27 está sintetizado na expressão “impossibilidade da convivência” (l.32).

 

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1590497 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES

A filosofia está na moda. Depois do esoterismo, da

auto-ajuda, das iogas, da idolatria e das seitas, o novo

produto nas gôndolas são as idéias, o pensamento. A

perturbação diante de tantas mazelas, a velocidade das

mudanças, o ruído das coisas ou o mix de tudo isso está

levando as pessoas a trocar o personal trainer pelos tutores

intelectuais privados.

A sociedade pós-industrial aposentou os

economistas, o fim das ideologias está dispensando os

cientistas políticos, mas as perplexidades produzidas pelo

progresso sem bem-estar aumentaram a demanda pelos

filósofos. De preferência portáteis, agradáveis, recarregáveis

e sintéticos. Robôs capazes de recitar meia dúzia de sonoras

epígrafes e verbetes quando se aciona certa tecla ou se

menciona determinada palavra.

O que diria Sócrates diante do roubo de 2 milhões

de reais de dentro das dependências da Polícia Federal no

Rio? Tomaria outra dose de cicuta ou tentaria avaliar aquele

agrupamento humano incapaz de produzir diferenças entre

benfeitores e malfeitores?

O caso andou pelas manchetes, agora está nas

páginas dos crimes quotidianos, deixou o ranking do

impensável e encaixou-se no das banalidades. Mas é um dos

acontecimentos mais surpreendentes desta temporada de

surpresas. Seu ineditismo e sua dimensão o colocam no

âmbito dos paradigmas, caso de estudo, transcendental.

O policial-ladrão não é apenas uma excentricidade

como o homem que morde o cão. É uma subversão de todos

os valores, ruptura elementar da ordem, sinal de um caos

conceitual que anula os códigos e torna impossível qualquer

tipo de consenso. O agente da lei que pisoteia a lei representa

a impossibilidade da convivência.

De repente, descobre-se como são enganosas e

desviantes certas palavras de ordem marteladas há algumas

décadas tanto por governantes como pelos governados.

“Tudo pelo social” foi uma perigosa simplificação que

retirou das nossas preocupações o sentido moral da política.

Alberto Dines. Tempos modernos – revolução moral e revolução social. In: Jornal de Debates do Observatório da Imprensa, em 26/9/2005. Internet: observatorio.ultimosegundo.ig.com.br (com adaptações)

Com referência às idéias e às estruturas do texto, julgue os itens a seguir.

A reescrita a seguir mantém as idéias do período “Mas é um dos acontecimentos mais surpreendentes desta temporada de surpresas” (l.23-25): Porém é mais um acontecimento surpreendente desta temporada.

 

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1590496 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES

A filosofia está na moda. Depois do esoterismo, da

auto-ajuda, das iogas, da idolatria e das seitas, o novo

produto nas gôndolas são as idéias, o pensamento. A

perturbação diante de tantas mazelas, a velocidade das

mudanças, o ruído das coisas ou o mix de tudo isso está

levando as pessoas a trocar o personal trainer pelos tutores

intelectuais privados.

A sociedade pós-industrial aposentou os

economistas, o fim das ideologias está dispensando os

cientistas políticos, mas as perplexidades produzidas pelo

progresso sem bem-estar aumentaram a demanda pelos

filósofos. De preferência portáteis, agradáveis, recarregáveis

e sintéticos. Robôs capazes de recitar meia dúzia de sonoras

epígrafes e verbetes quando se aciona certa tecla ou se

menciona determinada palavra.

O que diria Sócrates diante do roubo de 2 milhões

de reais de dentro das dependências da Polícia Federal no

Rio? Tomaria outra dose de cicuta ou tentaria avaliar aquele

agrupamento humano incapaz de produzir diferenças entre

benfeitores e malfeitores?

O caso andou pelas manchetes, agora está nas

páginas dos crimes quotidianos, deixou o ranking do

impensável e encaixou-se no das banalidades. Mas é um dos

acontecimentos mais surpreendentes desta temporada de

surpresas. Seu ineditismo e sua dimensão o colocam no

âmbito dos paradigmas, caso de estudo, transcendental.

O policial-ladrão não é apenas uma excentricidade

como o homem que morde o cão. É uma subversão de todos

os valores, ruptura elementar da ordem, sinal de um caos

conceitual que anula os códigos e torna impossível qualquer

tipo de consenso. O agente da lei que pisoteia a lei representa

a impossibilidade da convivência.

De repente, descobre-se como são enganosas e

desviantes certas palavras de ordem marteladas há algumas

décadas tanto por governantes como pelos governados.

“Tudo pelo social” foi uma perigosa simplificação que

retirou das nossas preocupações o sentido moral da política.

Alberto Dines. Tempos modernos – revolução moral e revolução social. In: Jornal de Debates do Observatório da Imprensa, em 26/9/2005. Internet: observatorio.ultimosegundo.ig.com.br (com adaptações)

Com referência às idéias e às estruturas do texto, julgue os itens a seguir.

Estão unidas pelo processo de coordenação as orações do período “O caso andou pelas manchetes, agora está nas páginas dos crimes quotidianos, deixou o ranking do impensável e encaixou-se no das banalidades” (l.21-23).
 

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1590495 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES

A filosofia está na moda. Depois do esoterismo, da

auto-ajuda, das iogas, da idolatria e das seitas, o novo

produto nas gôndolas são as idéias, o pensamento. A

perturbação diante de tantas mazelas, a velocidade das

mudanças, o ruído das coisas ou o mix de tudo isso está

levando as pessoas a trocar o personal trainer pelos tutores

intelectuais privados.

A sociedade pós-industrial aposentou os

economistas, o fim das ideologias está dispensando os

cientistas políticos, mas as perplexidades produzidas pelo

progresso sem bem-estar aumentaram a demanda pelos

filósofos. De preferência portáteis, agradáveis, recarregáveis

e sintéticos. Robôs capazes de recitar meia dúzia de sonoras

epígrafes e verbetes quando se aciona certa tecla ou se

menciona determinada palavra.

O que diria Sócrates diante do roubo de 2 milhões

de reais de dentro das dependências da Polícia Federal no

Rio? Tomaria outra dose de cicuta ou tentaria avaliar aquele

agrupamento humano incapaz de produzir diferenças entre

benfeitores e malfeitores?

O caso andou pelas manchetes, agora está nas

páginas dos crimes quotidianos, deixou o ranking do

impensável e encaixou-se no das banalidades. Mas é um dos

acontecimentos mais surpreendentes desta temporada de

surpresas. Seu ineditismo e sua dimensão o colocam no

âmbito dos paradigmas, caso de estudo, transcendental.

O policial-ladrão não é apenas uma excentricidade

como o homem que morde o cão. É uma subversão de todos

os valores, ruptura elementar da ordem, sinal de um caos

conceitual que anula os códigos e torna impossível qualquer

tipo de consenso. O agente da lei que pisoteia a lei representa

a impossibilidade da convivência.

De repente, descobre-se como são enganosas e

desviantes certas palavras de ordem marteladas há algumas

décadas tanto por governantes como pelos governados.

“Tudo pelo social” foi uma perigosa simplificação que

retirou das nossas preocupações o sentido moral da política.

Alberto Dines. Tempos modernos – revolução moral e revolução social. In: Jornal de Debates do Observatório da Imprensa, em 26/9/2005. Internet: observatorio.ultimosegundo.ig.com.br (com adaptações)

Com referência às idéias e às estruturas do texto, julgue os itens a seguir.

Em “O caso andou pelas manchetes, agora está nas páginas dos crimes quotidianos, deixou o ranking do impensável e encaixou-se no das banalidades” (l.21-23), o sujeito “caso” refere-se a “roubo de 2 milhões de reais de dentro das dependências da Polícia Federal” (l.16-17).

 

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