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1590494 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES

A filosofia está na moda. Depois do esoterismo, da

auto-ajuda, das iogas, da idolatria e das seitas, o novo

produto nas gôndolas são as idéias, o pensamento. A

perturbação diante de tantas mazelas, a velocidade das

mudanças, o ruído das coisas ou o mix de tudo isso está

levando as pessoas a trocar o personal trainer pelos tutores

intelectuais privados.

A sociedade pós-industrial aposentou os

economistas, o fim das ideologias está dispensando os

cientistas políticos, mas as perplexidades produzidas pelo

progresso sem bem-estar aumentaram a demanda pelos

filósofos. De preferência portáteis, agradáveis, recarregáveis

e sintéticos. Robôs capazes de recitar meia dúzia de sonoras

epígrafes e verbetes quando se aciona certa tecla ou se

menciona determinada palavra.

O que diria Sócrates diante do roubo de 2 milhões

de reais de dentro das dependências da Polícia Federal no

Rio? Tomaria outra dose de cicuta ou tentaria avaliar aquele

agrupamento humano incapaz de produzir diferenças entre

benfeitores e malfeitores?

O caso andou pelas manchetes, agora está nas

páginas dos crimes quotidianos, deixou o ranking do

impensável e encaixou-se no das banalidades. Mas é um dos

acontecimentos mais surpreendentes desta temporada de

surpresas. Seu ineditismo e sua dimensão o colocam no

âmbito dos paradigmas, caso de estudo, transcendental.

O policial-ladrão não é apenas uma excentricidade

como o homem que morde o cão. É uma subversão de todos

os valores, ruptura elementar da ordem, sinal de um caos

conceitual que anula os códigos e torna impossível qualquer

tipo de consenso. O agente da lei que pisoteia a lei representa

a impossibilidade da convivência.

De repente, descobre-se como são enganosas e

desviantes certas palavras de ordem marteladas há algumas

décadas tanto por governantes como pelos governados.

“Tudo pelo social” foi uma perigosa simplificação que

retirou das nossas preocupações o sentido moral da política.

Alberto Dines. Tempos modernos – revolução moral e revolução social. In: Jornal de Debates do Observatório da Imprensa, em 26/9/2005. Internet: observatorio.ultimosegundo.ig.com.br (com adaptações)

Com referência às idéias e às estruturas do texto, julgue os itens a seguir.

A indagação “O que diria Sócrates (...) no Rio?” (l.16-18) é parcialmente respondida com o período seguinte — “Tomaria (...) malfeitores?” (l.18-20).

 

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1590493 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES

A filosofia está na moda. Depois do esoterismo, da

auto-ajuda, das iogas, da idolatria e das seitas, o novo

produto nas gôndolas são as idéias, o pensamento. A

perturbação diante de tantas mazelas, a velocidade das

mudanças, o ruído das coisas ou o mix de tudo isso está

levando as pessoas a trocar o personal trainer pelos tutores

intelectuais privados.

A sociedade pós-industrial aposentou os

economistas, o fim das ideologias está dispensando os

cientistas políticos, mas as perplexidades produzidas pelo

progresso sem bem-estar aumentaram a demanda pelos

filósofos. De preferência portáteis, agradáveis, recarregáveis

e sintéticos. Robôs capazes de recitar meia dúzia de sonoras

epígrafes e verbetes quando se aciona certa tecla ou se

menciona determinada palavra.

O que diria Sócrates diante do roubo de 2 milhões

de reais de dentro das dependências da Polícia Federal no

Rio? Tomaria outra dose de cicuta ou tentaria avaliar aquele

agrupamento humano incapaz de produzir diferenças entre

benfeitores e malfeitores?

O caso andou pelas manchetes, agora está nas

páginas dos crimes quotidianos, deixou o ranking do

impensável e encaixou-se no das banalidades. Mas é um dos

acontecimentos mais surpreendentes desta temporada de

surpresas. Seu ineditismo e sua dimensão o colocam no

âmbito dos paradigmas, caso de estudo, transcendental.

O policial-ladrão não é apenas uma excentricidade

como o homem que morde o cão. É uma subversão de todos

os valores, ruptura elementar da ordem, sinal de um caos

conceitual que anula os códigos e torna impossível qualquer

tipo de consenso. O agente da lei que pisoteia a lei representa

a impossibilidade da convivência.

De repente, descobre-se como são enganosas e

desviantes certas palavras de ordem marteladas há algumas

décadas tanto por governantes como pelos governados.

“Tudo pelo social” foi uma perigosa simplificação que

retirou das nossas preocupações o sentido moral da política.

Alberto Dines. Tempos modernos – revolução moral e revolução social. In: Jornal de Debates do Observatório da Imprensa, em 26/9/2005. Internet: observatorio.ultimosegundo.ig.com.br (com adaptações)

Com referência às idéias e às estruturas do texto, julgue os itens a seguir.

A inclusão do segmento Esses novos filósofos devem ser antes de “Robôs capazes de recitar” (l.13), com a conseqüente substituição da maiúscula pela minúscula, não provoca alterações semânticas no período.

 

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1590492 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES

A filosofia está na moda. Depois do esoterismo, da

auto-ajuda, das iogas, da idolatria e das seitas, o novo

produto nas gôndolas são as idéias, o pensamento. A

perturbação diante de tantas mazelas, a velocidade das

mudanças, o ruído das coisas ou o mix de tudo isso está

levando as pessoas a trocar o personal trainer pelos tutores

intelectuais privados.

A sociedade pós-industrial aposentou os

economistas, o fim das ideologias está dispensando os

cientistas políticos, mas as perplexidades produzidas pelo

progresso sem bem-estar aumentaram a demanda pelos

filósofos. De preferência portáteis, agradáveis, recarregáveis

e sintéticos. Robôs capazes de recitar meia dúzia de sonoras

epígrafes e verbetes quando se aciona certa tecla ou se

menciona determinada palavra.

O que diria Sócrates diante do roubo de 2 milhões

de reais de dentro das dependências da Polícia Federal no

Rio? Tomaria outra dose de cicuta ou tentaria avaliar aquele

agrupamento humano incapaz de produzir diferenças entre

benfeitores e malfeitores?

O caso andou pelas manchetes, agora está nas

páginas dos crimes quotidianos, deixou o ranking do

impensável e encaixou-se no das banalidades. Mas é um dos

acontecimentos mais surpreendentes desta temporada de

surpresas. Seu ineditismo e sua dimensão o colocam no

âmbito dos paradigmas, caso de estudo, transcendental.

O policial-ladrão não é apenas uma excentricidade

como o homem que morde o cão. É uma subversão de todos

os valores, ruptura elementar da ordem, sinal de um caos

conceitual que anula os códigos e torna impossível qualquer

tipo de consenso. O agente da lei que pisoteia a lei representa

a impossibilidade da convivência.

De repente, descobre-se como são enganosas e

desviantes certas palavras de ordem marteladas há algumas

décadas tanto por governantes como pelos governados.

“Tudo pelo social” foi uma perigosa simplificação que

retirou das nossas preocupações o sentido moral da política.

Alberto Dines. Tempos modernos – revolução moral e revolução social. In: Jornal de Debates do Observatório da Imprensa, em 26/9/2005. Internet: observatorio.ultimosegundo.ig.com.br (com adaptações)

Com referência às idéias e às estruturas do texto, julgue os itens a seguir.

A seqüência “portáteis, agradáveis, recarregáveis e sintéticos” (l.12-13) refere-se a “filósofos” (l.12).

 

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1590491 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
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A filosofia está na moda. Depois do esoterismo, da

auto-ajuda, das iogas, da idolatria e das seitas, o novo

produto nas gôndolas são as idéias, o pensamento. A

perturbação diante de tantas mazelas, a velocidade das

mudanças, o ruído das coisas ou o mix de tudo isso está

levando as pessoas a trocar o personal trainer pelos tutores

intelectuais privados.

A sociedade pós-industrial aposentou os

economistas, o fim das ideologias está dispensando os

cientistas políticos, mas as perplexidades produzidas pelo

progresso sem bem-estar aumentaram a demanda pelos

filósofos. De preferência portáteis, agradáveis, recarregáveis

e sintéticos. Robôs capazes de recitar meia dúzia de sonoras

epígrafes e verbetes quando se aciona certa tecla ou se

menciona determinada palavra.

O que diria Sócrates diante do roubo de 2 milhões

de reais de dentro das dependências da Polícia Federal no

Rio? Tomaria outra dose de cicuta ou tentaria avaliar aquele

agrupamento humano incapaz de produzir diferenças entre

benfeitores e malfeitores?

O caso andou pelas manchetes, agora está nas

páginas dos crimes quotidianos, deixou o ranking do

impensável e encaixou-se no das banalidades. Mas é um dos

acontecimentos mais surpreendentes desta temporada de

surpresas. Seu ineditismo e sua dimensão o colocam no

âmbito dos paradigmas, caso de estudo, transcendental.

O policial-ladrão não é apenas uma excentricidade

como o homem que morde o cão. É uma subversão de todos

os valores, ruptura elementar da ordem, sinal de um caos

conceitual que anula os códigos e torna impossível qualquer

tipo de consenso. O agente da lei que pisoteia a lei representa

a impossibilidade da convivência.

De repente, descobre-se como são enganosas e

desviantes certas palavras de ordem marteladas há algumas

décadas tanto por governantes como pelos governados.

“Tudo pelo social” foi uma perigosa simplificação que

retirou das nossas preocupações o sentido moral da política.

Alberto Dines. Tempos modernos – revolução moral e revolução social. In: Jornal de Debates do Observatório da Imprensa, em 26/9/2005. Internet: observatorio.ultimosegundo.ig.com.br (com adaptações)

Com referência às idéias e às estruturas do texto, julgue os itens a seguir.

No segundo parágrafo, há relação entre campo de atuação e profissional nas seguintes aproximações: sociedade pós-industrial > economistas, fim das ideologias > cientistas políticos, progresso > filósofos.

 

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1590490 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES

A filosofia está na moda. Depois do esoterismo, da

auto-ajuda, das iogas, da idolatria e das seitas, o novo

produto nas gôndolas são as idéias, o pensamento. A

perturbação diante de tantas mazelas, a velocidade das

mudanças, o ruído das coisas ou o mix de tudo isso está

levando as pessoas a trocar o personal trainer pelos tutores

intelectuais privados.

A sociedade pós-industrial aposentou os

economistas, o fim das ideologias está dispensando os

cientistas políticos, mas as perplexidades produzidas pelo

progresso sem bem-estar aumentaram a demanda pelos

filósofos. De preferência portáteis, agradáveis, recarregáveis

e sintéticos. Robôs capazes de recitar meia dúzia de sonoras

epígrafes e verbetes quando se aciona certa tecla ou se

menciona determinada palavra.

O que diria Sócrates diante do roubo de 2 milhões

de reais de dentro das dependências da Polícia Federal no

Rio? Tomaria outra dose de cicuta ou tentaria avaliar aquele

agrupamento humano incapaz de produzir diferenças entre

benfeitores e malfeitores?

O caso andou pelas manchetes, agora está nas

páginas dos crimes quotidianos, deixou o ranking do

impensável e encaixou-se no das banalidades. Mas é um dos

acontecimentos mais surpreendentes desta temporada de

surpresas. Seu ineditismo e sua dimensão o colocam no

âmbito dos paradigmas, caso de estudo, transcendental.

O policial-ladrão não é apenas uma excentricidade

como o homem que morde o cão. É uma subversão de todos

os valores, ruptura elementar da ordem, sinal de um caos

conceitual que anula os códigos e torna impossível qualquer

tipo de consenso. O agente da lei que pisoteia a lei representa

a impossibilidade da convivência.

De repente, descobre-se como são enganosas e

desviantes certas palavras de ordem marteladas há algumas

décadas tanto por governantes como pelos governados.

“Tudo pelo social” foi uma perigosa simplificação que

retirou das nossas preocupações o sentido moral da política.

Alberto Dines. Tempos modernos – revolução moral e revolução social. In: Jornal de Debates do Observatório da Imprensa, em 26/9/2005. Internet: observatorio.ultimosegundo.ig.com.br (com adaptações)

Com referência às idéias e às estruturas do texto, julgue os itens a seguir.

A valorização da intelectualidade é uma decorrência da velocidade das mudanças e da perturbação das mazelas pessoais.

 

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1590489 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
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A filosofia está na moda. Depois do esoterismo, da

auto-ajuda, das iogas, da idolatria e das seitas, o novo

produto nas gôndolas são as idéias, o pensamento. A

perturbação diante de tantas mazelas, a velocidade das

mudanças, o ruído das coisas ou o mix de tudo isso está

levando as pessoas a trocar o personal trainer pelos tutores

intelectuais privados.

A sociedade pós-industrial aposentou os

economistas, o fim das ideologias está dispensando os

cientistas políticos, mas as perplexidades produzidas pelo

progresso sem bem-estar aumentaram a demanda pelos

filósofos. De preferência portáteis, agradáveis, recarregáveis

e sintéticos. Robôs capazes de recitar meia dúzia de sonoras

epígrafes e verbetes quando se aciona certa tecla ou se

menciona determinada palavra.

O que diria Sócrates diante do roubo de 2 milhões

de reais de dentro das dependências da Polícia Federal no

Rio? Tomaria outra dose de cicuta ou tentaria avaliar aquele

agrupamento humano incapaz de produzir diferenças entre

benfeitores e malfeitores?

O caso andou pelas manchetes, agora está nas

páginas dos crimes quotidianos, deixou o ranking do

impensável e encaixou-se no das banalidades. Mas é um dos

acontecimentos mais surpreendentes desta temporada de

surpresas. Seu ineditismo e sua dimensão o colocam no

âmbito dos paradigmas, caso de estudo, transcendental.

O policial-ladrão não é apenas uma excentricidade

como o homem que morde o cão. É uma subversão de todos

os valores, ruptura elementar da ordem, sinal de um caos

conceitual que anula os códigos e torna impossível qualquer

tipo de consenso. O agente da lei que pisoteia a lei representa

a impossibilidade da convivência.

De repente, descobre-se como são enganosas e

desviantes certas palavras de ordem marteladas há algumas

décadas tanto por governantes como pelos governados.

“Tudo pelo social” foi uma perigosa simplificação que

retirou das nossas preocupações o sentido moral da política.

Alberto Dines. Tempos modernos – revolução moral e revolução social. In: Jornal de Debates do Observatório da Imprensa, em 26/9/2005. Internet: observatorio.ultimosegundo.ig.com.br (com adaptações)

Com referência às idéias e às estruturas do texto, julgue os itens a seguir.

Na contemporaneidade, pela seqüência da evolução natural do pensamento, a filosofia sucede a auto-ajuda e a ioga.

 

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1590880 Ano: 2006
Disciplina: Informática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
Provas:

Considerando os programas aplicativos do ambiente Microsoft Windows, julgue os próximos itens.

A função =SE(B5>7,“aprovado”,“reprovado”), pode ser inserida como conteúdo de uma célula de planilha do Microsoft Excel 2002, e constitui uma função do tipo lógica.

Questão Anulada

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1590820 Ano: 2006
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
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No que se refere às normas de qualidade e aos modelos de referência para gerenciamento de processos de tecnologia da informação, julgue os itens que se seguem.

O Project Management Institute (PMI) criou o guide to the project management body of knowledge — guia para o universo do conhecimento de gerenciamento de projetos —, mais conhecido como PMBOOK. O PMBOOK define cinco grupos de processos, que são: processos de inicialização; processos de planejamento; processos de execução; processos de monitoração e controle; e processos de encerramento.

Questão Anulada

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1590769 Ano: 2006
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
Provas:

O Active Directory é uma implementação de serviço de diretório, criado pela Microsoft, que armazena informações sobre objetos em rede de computadores. No que se refere ao Active Directory, julgue os itens a seguir.

O Active Directory permite definir o tempo de utilização de senhas por grupos.

Questão Anulada

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