Foram encontradas 30 questões.
Leia a tirinha para responder às questões de números 09 e 10.

(Mauricio de Sousa. Chico Bento: histórias de pescador.
Porto Alegre, RS: L&PM, 2016)
Nas falas de Chico Bento: “Todo mundo aqui da vila gostou.” (primeiro quadrinho), e “É tão divertido!” (último quadrinho), as palavras destacadas estabelecem, na ordem em que se apresentam, sentido de
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Leia a tirinha para responder às questões de números 09 e 10.

(Mauricio de Sousa. Chico Bento: histórias de pescador.
Porto Alegre, RS: L&PM, 2016)
Conforme a leitura dos quadrinhos, é correto afirmar que
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Assinale a alternativa em que a concordância entre as palavras está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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O emprego da vírgula está de acordo com a norma-padrão em:
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Assinale a alternativa em que o emprego da crase obedece à norma-padrão da língua portuguesa.
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Infância proibida
Paula era uma criança de uns três anos. Alice, sua mãe, não a deixava brincar com terra, não deixava que a menina entrasse no mar nem que andasse de pés descalços. Talvez tivesse razão quando impunha essas proibições, dizendo que era para o bem da filha, para que não pegasse nenhuma doença, não corresse nenhum risco. O fato é que muitas crianças não queriam ser filhas de Alice.
Sem pé na terra, na grama, na areia, que infância era aquela, que graça haveria em ser como um objeto de cristal cujo vestido limpo jamais ficaria imundo, cuja trança jamais se desmancharia? Todos acreditavam, porém, que a intenção da mãe era fruto do amor e da proteção que desejava dar à filha.
Toda a cautela de Alice, ao não deixar a filha brincar com a terra, não mergulhar, não arriscar, não saltar, provavelmente era para impedir grandes tragédias. Muitas pessoas, se pudessem, construiriam muros contra imprevistos ou qualquer situação que causasse sofrimento. Entretanto é importante que tenhamos algumas cicatrizes, porque são elas que nos fazem mais fortes.
A criança que todos já fomos um dia precisou correr riscos, ter alguns arranhões e cicatrizes. A partir disso aprendemos que os riscos e imprevistos sempre farão parte da vida.
(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso. 9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)
No trecho do primeiro parágrafo — Talvez tivesse razão quando impunha essas proibições, dizendo que era para o bem da filha, para que não pegasse nenhuma doença... —, as palavras destacadas estabelecem, na ordem em que se apresentam, sentido de
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Infância proibida
Paula era uma criança de uns três anos. Alice, sua mãe, não a deixava brincar com terra, não deixava que a menina entrasse no mar nem que andasse de pés descalços. Talvez tivesse razão quando impunha essas proibições, dizendo que era para o bem da filha, para que não pegasse nenhuma doença, não corresse nenhum risco. O fato é que muitas crianças não queriam ser filhas de Alice.
Sem pé na terra, na grama, na areia, que infância era aquela, que graça haveria em ser como um objeto de cristal cujo vestido limpo jamais ficaria imundo, cuja trança jamais se desmancharia? Todos acreditavam, porém, que a intenção da mãe era fruto do amor e da proteção que desejava dar à filha.
Toda a cautela de Alice, ao não deixar a filha brincar com a terra, não mergulhar, não arriscar, não saltar, provavelmente era para impedir grandes tragédias. Muitas pessoas, se pudessem, construiriam muros contra imprevistos ou qualquer situação que causasse sofrimento. Entretanto é importante que tenhamos algumas cicatrizes, porque são elas que nos fazem mais fortes.
A criança que todos já fomos um dia precisou correr riscos, ter alguns arranhões e cicatrizes. A partir disso aprendemos que os riscos e imprevistos sempre farão parte da vida.
(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso. 9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)
Assinale a alternativa em que há palavras ou expressões empregadas com sentido figurado.
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Infância proibida
Paula era uma criança de uns três anos. Alice, sua mãe, não a deixava brincar com terra, não deixava que a menina entrasse no mar nem que andasse de pés descalços. Talvez tivesse razão quando impunha essas proibições, dizendo que era para o bem da filha, para que não pegasse nenhuma doença, não corresse nenhum risco. O fato é que muitas crianças não queriam ser filhas de Alice.
Sem pé na terra, na grama, na areia, que infância era aquela, que graça haveria em ser como um objeto de cristal cujo vestido limpo jamais ficaria imundo, cuja trança jamais se desmancharia? Todos acreditavam, porém, que a intenção da mãe era fruto do amor e da proteção que desejava dar à filha.
Toda a cautela de Alice, ao não deixar a filha brincar com a terra, não mergulhar, não arriscar, não saltar, provavelmente era para impedir grandes tragédias. Muitas pessoas, se pudessem, construiriam muros contra imprevistos ou qualquer situação que causasse sofrimento. Entretanto é importante que tenhamos algumas cicatrizes, porque são elas que nos fazem mais fortes.
A criança que todos já fomos um dia precisou correr riscos, ter alguns arranhões e cicatrizes. A partir disso aprendemos que os riscos e imprevistos sempre farão parte da vida.
(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso. 9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)
Segundo o texto, o medo dos imprevistos
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Infância proibida
Paula era uma criança de uns três anos. Alice, sua mãe, não a deixava brincar com terra, não deixava que a menina entrasse no mar nem que andasse de pés descalços. Talvez tivesse razão quando impunha essas proibições, dizendo que era para o bem da filha, para que não pegasse nenhuma doença, não corresse nenhum risco. O fato é que muitas crianças não queriam ser filhas de Alice.
Sem pé na terra, na grama, na areia, que infância era aquela, que graça haveria em ser como um objeto de cristal cujo vestido limpo jamais ficaria imundo, cuja trança jamais se desmancharia? Todos acreditavam, porém, que a intenção da mãe era fruto do amor e da proteção que desejava dar à filha.
Toda a cautela de Alice, ao não deixar a filha brincar com a terra, não mergulhar, não arriscar, não saltar, provavelmente era para impedir grandes tragédias. Muitas pessoas, se pudessem, construiriam muros contra imprevistos ou qualquer situação que causasse sofrimento. Entretanto é importante que tenhamos algumas cicatrizes, porque são elas que nos fazem mais fortes.
A criança que todos já fomos um dia precisou correr riscos, ter alguns arranhões e cicatrizes. A partir disso aprendemos que os riscos e imprevistos sempre farão parte da vida.
(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso. 9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)
Conforme o segundo parágrafo, é correto afirmar que, em relação às atitudes de Alice com a filha, as pessoas
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Infância proibida
Paula era uma criança de uns três anos. Alice, sua mãe, não a deixava brincar com terra, não deixava que a menina entrasse no mar nem que andasse de pés descalços. Talvez tivesse razão quando impunha essas proibições, dizendo que era para o bem da filha, para que não pegasse nenhuma doença, não corresse nenhum risco. O fato é que muitas crianças não queriam ser filhas de Alice.
Sem pé na terra, na grama, na areia, que infância era aquela, que graça haveria em ser como um objeto de cristal cujo vestido limpo jamais ficaria imundo, cuja trança jamais se desmancharia? Todos acreditavam, porém, que a intenção da mãe era fruto do amor e da proteção que desejava dar à filha.
Toda a cautela de Alice, ao não deixar a filha brincar com a terra, não mergulhar, não arriscar, não saltar, provavelmente era para impedir grandes tragédias. Muitas pessoas, se pudessem, construiriam muros contra imprevistos ou qualquer situação que causasse sofrimento. Entretanto é importante que tenhamos algumas cicatrizes, porque são elas que nos fazem mais fortes.
A criança que todos já fomos um dia precisou correr riscos, ter alguns arranhões e cicatrizes. A partir disso aprendemos que os riscos e imprevistos sempre farão parte da vida.
(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso. 9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)
De acordo com o primeiro parágrafo, é correto afirmar que
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