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In 2003's first half, Brazil's economy fell into recession. Most economists expect growth for the entire year to be a miserly 1%. And a governmentlinked research group recently embarrassed ministers by predicting growth of just 0.5% in 2003. Taxes are a serious obstacle to growth. Brazil's tax burden is among the highest in the world, equal to 41.7% of salaries. Reforms now proceeding through Congress will simplify the tax system, but won't reduce the total burden. That will be possible only if interest rates fall and the government can keep spending in check, thereby reducing the amount of money needed to pay its own debts. For now, Brazil's economy is going nowhere.
(By Jonathan Wheatley in São Paulo - adapted. From: Business Week September 10, 2003)
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In 2003's first half, Brazil's economy fell into recession. Most economists expect growth for the entire year to be a miserly 1%. And a governmentlinked research group recently embarrassed ministers by predicting growth of just 0.5% in 2003. Taxes are a serious obstacle to growth. Brazil's tax burden is among the highest in the world, equal to 41.7% of salaries. Reforms now proceeding through Congress will simplify the tax system, but won't reduce the total burden. That will be possible only if interest rates fall and the government can keep spending in check, thereby reducing the amount of money needed to pay its own debts. For now, Brazil's economy is going nowhere.
(By Jonathan Wheatley in São Paulo - adapted. From: Business Week September 10, 2003)
The picture of the current Brazilian economy given by this article is
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Em relação ao texto, assinale a opção incorreta a respeito dos sinais de pontuação.
O governo, de janeiro a maio deste ano, arrecadou R$ 937 milhões adicionais por meio do Programa de Integração Social - PIS. Em dezembro do ano passado, a alíquota da contribuição subiu de 0,65% para 1,65%. O aumento foi concedido para compensar possíveis perdas de arrecadação com o fim da cumulatividade - incidência da contribuição em todas as etapas da fabricação do mesmo produto -, que foi aprovado no final do ano passado.
(Sílvia Mugnatto, Folha de S.Paulo, 01/09/2003)
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Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas do texto.
Todo e qualquer processo de reforma 1 realiza pela necessidade de modificar procedimentos 2 encontrem inadequados ou ultrapassados diante das finalidades para 3 foram instituídos. O modelo tributário brasileiro foi redesenhado na Assembléia Nacional Constituinte de 1988, dentro de uma visão federativa 4 buscava o fortalecimento dos Estados e municípios. Essa afirmação é comprovada 5 observamos o espaço tributário pertencente à União que foi cedido aos Estados, como a tributação da energia elétrica, do petróleo e seus derivados, da comunicação e da prestação do serviço de transporte.
(Adaptado de Lúcio Alcântara, Folha de S.Paulo,01/09/2003)
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Assinale a opção em desacordo com as idéias do texto.
Não mais se conta com um eixo filosófico ou religioso sobre o qual girem as ciências, as técnicas e até mesmo a organização social. Como adverte Edgar Morin, a ciência também produz a ignorância, uma vez que as especializações caminham para fora dos grandes contextos reais, das realidades complexas. Paradoxalmente, cada avanço unidirecional dos conhecimentos científicos produz mais desorientação e perplexidade na esfera das ações a implementar, para as quais se pressupõem acerto e segurança. Vivemos em uma nebulosa, que não é a via-láctea deslocando-se no espaço cósmico e explicável pela astronomia, mas em uma nebulosa provocada pela falta de contornos definidos para o saber, para a razão e, na prática, para as decisões fundamentais. Afinal, o que significa tudo isso para a felicidade das pessoas e o destino último da sociedade?
(José de Ávila Aguiar Coimbra, Fronteiras da Ética, São Paulo: Senac, 2002, p. 27)
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Em relação ao texto, assinale a opção incorreta.
A ciência moderna desestruturou saberes tradicionais, e seu paradigma mecanicista, que encara o mundo natural como máquina desmontável, levou a razão humana aos limites da perplexidade, porquanto a fragmentação do conhecimento em pequenos redutos fechados se afasta progressivamente da visão do conjunto. A excessiva especialização das partes subtrai o conhecimento do todo. Daí resulta a dificuldade teórica e prática para que o espírito humano se situe no tempo e no espaço da sua existência concreta.
(José de Ávila Aguiar Coimbra, Fronteiras da Ética, São Paulo: Senac, 2002, p. 27)
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Seja nos mitos de criação seja na cosmologia de hoje, há uma busca do sentido do mundo, um esforço de compreensão da natureza e do universo. As representações do espírito humano, num caso e noutro, constituem variações sobre o mesmo tema: penetrar no âmago da realidade.
Não é segredo algum descobrir que a busca de sentido para o cosmos se engata com a procura de sentido para a existência da família humana. Para além das concepções científicas e das diversidades culturais, o porquê da nossa vida, de sua origem e do seu destino, acompanha passo a passo nossa evolução histórica. A ocupação do planeta, a organização da convivialidade, a compatibilização dos contrários, presentes em toda parte, e a eterna busca de valores transcendentes estão no mesmo séquito que acompanha a observação do mundo natural, nas descobertas de nexo entre causa e efeito, nos postulados científicos e nas aplicações técnicas.
(José de Ávila Aguiar Coimbra, Fronteiras da Ética, São Paulo: Senac, 2002, p.20)
Assinale a opção que está de acordo com a idéia central do texto.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Seja nos mitos de criação seja na cosmologia de hoje, há uma busca do sentido do mundo, um esforço de compreensão da natureza e do universo. As representações do espírito humano, num caso e noutro, constituem variações sobre o mesmo tema: penetrar no âmago da realidade.
Não é segredo algum descobrir que a busca de sentido para o cosmos se engata com a procura de sentido para a existência da família humana. Para além das concepções científicas e das diversidades culturais, o porquê da nossa vida, de sua origem e do seu destino, acompanha passo a passo nossa evolução histórica. A ocupação do planeta, a organização da convivialidade, a compatibilização dos contrários, presentes em toda parte, e a eterna busca de valores transcendentes estão no mesmo séquito que acompanha a observação do mundo natural, nas descobertas de nexo entre causa e efeito, nos postulados científicos e nas aplicações técnicas.
(José de Ávila Aguiar Coimbra, Fronteiras da Ética, São Paulo: Senac, 2002, p.20)
Assinale a substituição ou adaptação sugerida que prejudicaria os sentidos originais ou a correção gramatical do texto.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
O panorama da sociedade contemporânea sugere-nos A) incontáveis abordagens da ética. À medida que B) a modernidade - ou a pós-modernidade - avança, novas facetas surgem com a metamorfose do espírito humano C) e sua variedade quase infinita de ações. Mas, falar sobre ética é como tratar da epopéia C) humana. Na verdade, está mais para odisséia D), gênero que descreve navegações acidentadas, lutas e contratempos incessantes, embates de vida e morte, ilusões de falsos valores como cantos de sereias, assédios a pessoas e a propriedades, interesses contraditórios de classes dominantes figuradas pelos deuses, ora hostis ora favoráveis. As aventuras de Ulisses sintetizam e representam o confronto de ideais E) nobres e de paixões mesquinhas. Não obstante narram-se A) também feitos de abnegação, laços de fidelidade entre as pessoas e suas terras, lances de racionalidade e emoção, a perseverança na reconquista de valores essenciais. Os mitos clássicos são representações de vicissitudes humanas e situações éticas reais.
(Adaptado de José de Ávila Aguiar Coimbra, Fronteiras da Ética, São Paulo: Senac, 2002, págs.17 e 18)
Em relação ao texto, assinale a opção correta.
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Leia o texto abaixo para responder à questão
Com a tramitação das reformas constitucionais no Congresso, estamos prestes a inscrever em nossa Carta Magna disposições como limite salarial de integrantes dos poderes e dos serviços públicos estaduais, assunto que dificilmente se discutirá no Legislativo de qualquer outra federação, monárquica ou republicana, presidencialista ou parlamentarista, e que pouco provavelmente se encontrará em outra Constituição. A indagação cabível, a meu ver, é como e por que chegamos a tanto.
O cerne desse desafio, que julgo não respondido, pode ser resumido num simples raciocínio: o sistema federativo, por oposição à forma unitária do Estado, nada mais é do que distribuir espacialmente o poder.
A origem e o fundamento da divisão espacial do poder, representados pela federação, devem ser procurados entre aqueles que criaram o primeiro regime federativo do mundo. O modelo confederativo, como se sabe, já era conhecido historicamente e foi adotado nos artigos da confederação que precederam e viabilizaram a luta pela independência das 13 colônias da América do Norte. O que marca a singularidade do novo sistema é exatamente a diferença entre as confederações anteriores e a alternativa criada pelos convencionais da Filadélfia. Equilibrar poderes, distribuir competências e responsabilidades rigorosamente simétricas em uma nação tão profundamente assimétrica, mais do que um desafio de engenharia política, ainda é uma incógnita indecifrada, que, como a esfinge, ameaça-nos devorar.
(Marco Maciel, Pacto federativo, Folha de São Paulo, 14/09/2003, com adaptações)
Assinale a opção que representa uma relação de coesão no texto.
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