Foram encontradas 70 questões.
Um cubo de ouro maciço com 2cm de aresta vale hoje R$9.120,00. O valor de um cubo de ouro maciço com 3cm de, aresta é:
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Quando um usuário acessa a Internet por meio de um browser, alguns sites armazenam informações em um pequeno arquivo de texto no computador, que não são considerados vírus mas são utilizados posteriormente pelos sites num novo acesso. Existem vários os tipos desse arquivo e pode-se optar por permitir que alguns, nenhum ou todos eles sejam salvos no computador. Se o usuário não permitir o armazenamento desse arquivo, provavelmente ele não conseguirá exibir alguns sitas nem aproveitar os recursos de personalização, como notícias locais e meteorologia ou cotações de ações. Esse arquivo é conhecido pela seguinte denominação:
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No que tange à evolução que se deu no conceito de "serviço público·, a corrente doutrinária que entendia o serviço público como aquele prestado pelo próprio Estado, através dos órgãos públicos, adotava o critério:
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Ombudsman é:
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RUDE E DOLOROSO
Minha posição quanto à conveniência ou não de se unificar o português falado no mundo é um destemido "não sei". Talvez não valha o trabalho que dará para mudar regras e hábitos - sem falar em dicionários - pode-se prever que as mudanças, se vierem, levarão tempo para "pegar". Mas os escritores em português têm um interesse menos acadêmico do que prátlco na unificação do seu idioma, que aumentaria o mercado em potencial para seus livros. O "rude e doloroso' idioma de Bllac é falado por mais gente do que fala francês, mas temos razões para nos queixar da sua relativa obscuridade. Ao contrário da Espanha, que perdeu seu império americano mas deixou um imenso mercado pare o Garcia Márquez e o Vargas Liosa, Portugal não foi muito pródigo com a sua língua.
Os navegadores, catequizadores e comerciantes portugueses largaram palavras avulsas pelos caminhos da sua exploração do mundo, como pepitas raras. Até hoje na Costa Ocidental da África usam a palavra "dash' para go~eta. Vem do português 'deixar", como em "Vou deixar uns trocados para você, ó mameluco. No Japão, o prato de camarão com legumes fritos chamado "tempura' tem este nome por causa dos portugueses que só comiam peixe durante os "Quattuor Tempora', ou Quatro Tempos, de cinzas e oontrição, do ano litúrgioo. O mandarim chinês vem de "mandar" mesmo, combinada com o sãnscrito "mantrin', ou conselheiro. Algumas palavras portuguesas andaram pelo mundo e voltaram com seu sentido mudado. 'Casta', substantivo, camada social, vem do português 'casta', adjetivo. "Fetiche' oomeçou a vida oomo feitiço.
Mas não deixaram uma lingua universal como o espanhol, que não é o mesmo para todos os hispanófonos mas tem menos diferenças do que as que separam um português dos outros.
E, mesmo com a unificação da gramática e do vocabulário, restaria a questão da pronúncia. Uma certa vez fui entrevistado por um casal que apresentava o noticiário numa TV do Porto. Meu pânico começou na primeira pergunta, que não entendi. Adivinhei que era sobre a recepção à literatura portuguesa no Brasil e falei no Saramago. A segunda pergunta era parecida com a primeira, só menos inteligfvel. Fui de Saramago outra vez. A terceira e a quarta, a mesma coisa. Não sei se era para ser uma entrevista rápida mesmo ou se eles desistiram, desconfiando da minha sanidade mental, e nAo perguntaram mais nada. Peio menos o "Obrigado" eu entendi. A dicção estranha do casal era especialmente diflcil, e a culpa por não entendê-Ios era minha, mas o português de Portugal muitas vezes nos lembra a descrição do Bilac. Se bem que no caso a rudeza é nossa, da colônia.
(Verríslmo, Jornal o Globo, 18 de outubro de 2007, adaptado).
Pode-se omitir a preposição, sem prejufzo semântico, no trecho:
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RUDE E DOLOROSO
Minha posição quanto à conveniência ou não de se unificar o português falado no mundo é um destemido "não sei". Talvez não valha o trabalho que dará para mudar regras e hábitos - sem falar em dicionários - pode-se prever que as mudanças, se vierem, levarão tempo para "pegar". Mas os esaitores em português têm um interesse menos acadêmico do que prátlco na unificação do seu idioma, que aumentaria o mercado em potencial para seus livros. O "rude e doloroso' idioma de Bllac é falado por mais gente do que fala francês, mas temos razões para nos queixar da sua relativa obscuridade. Ao contrário da Espanha, que perdeu seu império americano mas deixou um imenso mercado pare o Garcia Márquez e o Vargas Liosa, Portugal não foi muito pródigo com a sua língua.
Os navegadores, catequizadores e comerciantes portugueses largaram palavras avulsas pelos caminhos da sua exploração do mundo, como pepitas raras. Até hoje na Costa Ocidental da África usam a palavra "dash' para go~eta. Vem do português 'deixar", como em "Vou deixar uns trocados para você, ó mameluco. No Japão, o prato de camarão com legumes fritos chamado "tempura' tem este nome por causa dos portugueses que só comiam peixe durante os "Quattuor Tempora', ou Quatro Tempos, de cinzas e oontrição, do ano litúrgioo. O mandarim chinês vem de "mandar" mesmo, combinada com o sãnscrito "mantrin', ou conselheiro. Algumas palavras portuguesas andaram pelo mundo e voltaram com seu sentido mudado. 'Casta', substantivo, camada social, vem do português 'casta', adjetivo. "Fetiche' oomeçou a vida oomo feitiço.
Mas não deixaram uma lingua universal como o espanhol, que não é o mesmo para todos os hispanófonos mas tem menos diferenças do que as que separam um português dos outros.
E, mesmo com a unificação da gramática e do vocabulário, restaria a questão da pronúncia. Uma certa vez fui entrevistado por um casal que apresentava o noticiário numa TV do Porto. Meu pânico começou na primeira pergunta, que não entendi. Adivinhei que era sobre a recepção à literatura portuguesa no Brasil e falei no Saramago. A segunda pergunta era parecida com a primeira, só menos inteligfvel. Fui de Saramago outra vez. A terceira e a quarta, a mesma coisa. Não sei se era para ser uma entrevista rápida mesmo ou se eles desistiram, desconfiando da minha sanidade mental, e nAo perguntaram mais nada. Peio menos o "Obrigado" eu entendi. A dicção estranha do casal era especialmente diflcil, e a culpa por não entendê-Ios era minha, mas o português de Portugal muitas vezes nos lembra a descrição do Bilac. Se bem que no caso a rudeza é nossa, da colônia.
(Verríslmo, Jornal o Globo, 18 de outubro de 2007, adaptado).
A ideia contida no segmento" ... Portugal não foi muito pródigo com a sua Iíngua." justifica-se no segmento:
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Considere um número real x e faça com ele as seguintes operações sucessivas: multiplique por 2, em seguida some 1, multiplique por 3 e subtraia 5. Se o resultado foi 220, o vaior de x está entre:
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RUDE E DOLOROSO
Minha posição quanto à conveniência ou não de se unificar o português falado no mundo é um destemido "não sei". Talvez não valha o trabalho que dará para mudar regras e hábitos - sem falar em dicionários - pode-se prever que as mudanças, se vierem, levarão tempo para "pegar". Mas os esaitores em português têm um interesse menos acadêmico do que prátlco na unificação do seu idioma, que aumentaria o mercado em potencial para seus livros. O "rude e doloroso' idioma de Bllac é falado por mais gente do que fala francês, mas temos razões para nos queixar da sua relativa obscuridade. Ao contrário da Espanha, que perdeu seu império americano mas deixou um imenso mercado pare o Garcia Márquez e o Vargas Liosa, Portugal não foi muito pródigo com a sua língua.
Os navegadores, catequizadores e comerciantes portugueses largaram palavras avulsas pelos caminhos da sua exploração do mundo, como pepitas raras. Até hoje na Costa Ocidental da África usam a palavra "dash' para go~eta. Vem do português 'deixar", como em "Vou deixar uns trocados para você, ó mameluco. No Japão, o prato de camarão com legumes fritos chamado "tempura' tem este nome por causa dos portugueses que só comiam peixe durante os "Quattuor Tempora', ou Quatro Tempos, de cinzas e oontrição, do ano litúrgioo. O mandarim chinês vem de "mandar" mesmo, combinada com o sãnscrito "mantrin', ou conselheiro. Algumas palavras portuguesas andaram pelo mundo e voltaram com seu sentido mudado. 'Casta', substantivo, camada social, vem do português 'casta', adjetivo. "Fetiche' oomeçou a vida oomo feitiço.
Mas não deixaram uma lingua universal como o espanhol, que não é o mesmo para todos os hispanófonos mas tem menos diferenças do que as que separam um português dos outros.
E, mesmo com a unificação da gramática e do vocabulário, restaria a questão da pronúncia. Uma certa vez fui entrevistado por um casal que apresentava o noticiário numa TV do Porto. Meu pânico começou na primeira pergunta, que não entendi. Adivinhei que era sobre a recepção à literatura portuguesa no Brasil e falei no Saramago. A segunda pergunta era parecida com a primeira, só menos inteligfvel. Fui de Saramago outra vez. A terceira e a quarta, a mesma coisa. Não sei se era para ser uma entrevista rápida mesmo ou se eles desistiram, desconfiando da minha sanidade mental, e nAo perguntaram mais nada. Peio menos o "Obrigado" eu entendi. A dicção estranha do casal era especialmente diflcil, e a culpa por não entendê-Ios era minha, mas o português de Portugal muitas vezes nos lembra a descrição do Bilac. Se bem que no caso a rudeza é nossa, da colônia.
(Verríslmo, Jornal o Globo, 18 de outubro de 2007, adaptado).
Em " ... para todos os hispanófonos ..., de acordo com o contexto, a palavra em destaque significa:
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A inércia do Poder Legislativo em analisar a medida provisória no prazo de 60 (sessenta) dias, a contar de sua publicação, acaneta:
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Um Assistente Previdenciário está trabalhando em um microcomputador e acessa a área de trabalho do Windows XP Professional e, nessa atividade, ativou, em sequência, o Wonl2007 BR, o o browser Firefox Mozilla 3,5 e o Excel 2007 BR. Nesse processo, as três aplicações estão operando num esquema denominado multitarefa preemptiva. É possível acessar diretamente cada uma das três aplicações ativas, sem utilizar qualquer janela de diálogo, por meio do seguinte atalho de teclado:
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