Magna Concursos

Foram encontradas 70 questões.

2392223 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: RIOPREVIDÊNCIA
Provas:
Antônio era viúvo e tinha três filhos: um com 13 anos, outro com 14 anos e, o mais velho, com 18 anos. Um dia, Antônio chamou seus filhos e disse que tinha feito seu testamento deixando para eles a quantia que tinha acumulado na caderneta de poupança.
"Quando eu morrer", disse ele, "o montante deverá ser dividido em partes diretamente proporcionais às idades de vocês no dia de minha morte".
Antônio morreu cinco anos depois desse dia e, na caderneta de poupança, havia exatos R$ 450.000,00. A quantia que o filho mais velho recebeu foi:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2391959 Ano: 2010
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: CEPERJ
Orgão: RIOPREVIDÊNCIA
Provas:
Implementação de políticas públicas é definido como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2391920 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: RIOPREVIDÊNCIA
Provas:
RUDE E DOLOROSO
Minha posição quanto à conveniência ou não de se unificar o português falado no mundo é um destemido "não sei". Talvez não valha o trabalho que dará para mudar regras e hábitos - sem falar em dicionários - pode-se prever que as mudanças, se vierem, levarão tempo para "pegar". Mas os esaitores em português têm um interesse menos acadêmico do que prátlco na unificação do seu idioma, que aumentaria o mercado em potencial para seus livros. O "rude e doloroso' idioma de Bllac é falado por mais gente do que fala francês, mas temos razões para nos queixar da sua relativa obscuridade. Ao contrário da Espanha, que perdeu seu império americano mas deixou um imenso mercado pare o Garcia Márquez e o Vargas Liosa, Portugal não foi muito pródigo com a sua língua.
Os navegadores, catequizadores e comerciantes portugueses largaram palavras avulsas pelos caminhos da sua exploração do mundo, como pepitas raras. Até hoje na Costa Ocidental da África usam a palavra "dash' para go~eta. Vem do português 'deixar", como em "Vou deixar uns trocados para você, ó mameluco. No Japão, o prato de camarão com legumes fritos chamado "tempura' tem este nome por causa dos portugueses que só comiam peixe durante os "Quattuor Tempora', ou Quatro Tempos, de cinzas e oontrição, do ano litúrgioo. O mandarim chinês vem de "mandar" mesmo, combinada com o sãnscrito "mantrin', ou conselheiro. Algumas palavras portuguesas andaram pelo mundo e voltaram com seu sentido mudado. 'Casta', substantivo, camada social, vem do português 'casta', adjetivo. "Fetiche' oomeçou a vida oomo feitiço.
Mas não deixaram uma lingua universal como o espanhol, que não é o mesmo para todos os hispanófonos mas tem menos diferenças do que as que separam um português dos outros.
E, mesmo com a unificação da gramática e do vocabulário, restaria a questão da pronúncia. Uma certa vez fui entrevistado por um casal que apresentava o noticiário numa TV do Porto. Meu pânico começou na primeira pergunta, que não entendi. Adivinhei que era sobre a recepção à literatura portuguesa no Brasil e falei no Saramago. A segunda pergunta era parecida com a primeira, só menos inteligfvel. Fui de Saramago outra vez. A terceira e a quarta, a mesma coisa. Não sei se era para ser uma entrevista rápida mesmo ou se eles desistiram, desconfiando da minha sanidade mental, e nAo perguntaram mais nada. Peio menos o "Obrigado" eu entendi. A dicção estranha do casal era especialmente diflcil, e a culpa por não entendê-Ios era minha, mas o português de Portugal muitas vezes nos lembra a descrição do Bilac. Se bem que no caso a rudeza é nossa, da colônia.
(Verríslmo, Jornal o Globo, 18 de outubro de 2007, adaptado).
Em • ... temos razões para nos queixar da sua relativa obscuridade: (/. 9/10) - considerando o termo em destaque, infere-se do segmento que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2391340 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: RIOPREVIDÊNCIA
Provas:
RUDE E DOLOROSO
Minha posição quanto à conveniência ou não de se unificar o português falado no mundo é um destemido "não sei". Talvez não valha o trabalho que dará para mudar regras e hábitos - sem falar em dicionários - pode-se prever que as mudanças, se vierem, levarão tempo para "pegar". Mas os esaitores em português têm um interesse menos acadêmico do que prátlco na unificação do seu idioma, que aumentaria o mercado em potencial para seus livros. O "rude e doloroso' idioma de Bllac é falado por mais gente do que fala francês, mas temos razões para nos queixar da sua relativa obscuridade. Ao contrário da Espanha, que perdeu seu império americano mas deixou um imenso mercado pare o Garcia Márquez e o Vargas Liosa, Portugal não foi muito pródigo com a sua língua.
Os navegadores, catequizadores e comerciantes portugueses largaram palavras avulsas pelos caminhos da sua exploração do mundo, como pepitas raras. Até hoje na Costa Ocidental da África usam a palavra "dash' para go~eta. Vem do português 'deixar", como em "Vou deixar uns trocados para você, ó mameluco. No Japão, o prato de camarão com legumes fritos chamado "tempura' tem este nome por causa dos portugueses que só comiam peixe durante os "Quattuor Tempora', ou Quatro Tempos, de cinzas e oontrição, do ano litúrgioo. O mandarim chinês vem de "mandar" mesmo, combinada com o sãnscrito "mantrin', ou conselheiro. Algumas palavras portuguesas andaram pelo mundo e voltaram com seu sentido mudado. 'Casta', substantivo, camada social, vem do português 'casta', adjetivo. "Fetiche' oomeçou a vida oomo feitiço.
Mas não deixaram uma lingua universal como o espanhol, que não é o mesmo para todos os hispanófonos mas tem menos diferenças do que as que separam um português dos outros.
E, mesmo com a unificação da gramática e do vocabulário, restaria a questão da pronúncia. Uma certa vez fui entrevistado por um casal que apresentava o noticiário numa TV do Porto. Meu pânico começou na primeira pergunta, que não entendi. Adivinhei que era sobre a recepção à literatura portuguesa no Brasil e falei no Saramago. A segunda pergunta era parecida com a primeira, só menos inteligfvel. Fui de Saramago outra vez. A terceira e a quarta, a mesma coisa. Não sei se era para ser uma entrevista rápida mesmo ou se eles desistiram, desconfiando da minha sanidade mental, e nAo perguntaram mais nada. Peio menos o "Obrigado" eu entendi. A dicção estranha do casal era especialmente diflcil, e a culpa por não entendê-Ios era minha, mas o português de Portugal muitas vezes nos lembra a descrição do Bilac. Se bem que no caso a rudeza é nossa, da colônia.
(Verríslmo, Jornal o Globo, 18 de outubro de 2007, adaptado).
O uso da vírgula ou a sua omissão determina alteração semântica no segmento:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2391336 Ano: 2010
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: CEPERJ
Orgão: RIOPREVIDÊNCIA
Provas:
Tício foi filiado ao sistema previdenciário após a edição da Lei nº 8.213/91, tendo contribuído regularmente com a previdência social, por ter relação de emprego regular, desde o início. Para postular a sua aposentadoria por idade, deverá comprovar ser maior de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2390969 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: RIOPREVIDÊNCIA
Provas:
RUDE E DOLOROSO
Minha posição quanto à conveniência ou não de se unificar o português falado no mundo é um destemido "não sei". Talvez não valha o trabalho que dará para mudar regras e hábitos - sem falar em dicionários - pode-se prever que as mudanças, se vierem, levarão tempo para "pegar". Mas os esaitores em português têm um interesse menos acadêmico do que prátlco na unificação do seu idioma, que aumentaria o mercado em potencial para seus livros. O "rude e doloroso' idioma de Bllac é falado por mais gente do que fala francês, mas temos razões para nos queixar da sua relativa obscuridade. Ao contrário da Espanha, que perdeu seu império americano mas deixou um imenso mercado pare o Garcia Márquez e o Vargas Liosa, Portugal não foi muito pródigo com a sua língua.
Os navegadores, catequizadores e comerciantes portugueses largaram palavras avulsas pelos caminhos da sua exploração do mundo, como pepitas raras. Até hoje na Costa Ocidental da África usam a palavra "dash' para go~eta. Vem do português 'deixar", como em "Vou deixar uns trocados para você, ó mameluco. No Japão, o prato de camarão com legumes fritos chamado "tempura' tem este nome por causa dos portugueses que só comiam peixe durante os "Quattuor Tempora', ou Quatro Tempos, de cinzas e oontrição, do ano litúrgioo. O mandarim chinês vem de "mandar" mesmo, combinada com o sãnscrito "mantrin', ou conselheiro. Algumas palavras portuguesas andaram pelo mundo e voltaram com seu sentido mudado. 'Casta', substantivo, camada social, vem do português 'casta', adjetivo. "Fetiche' oomeçou a vida oomo feitiço.
Mas não deixaram uma lingua universal como o espanhol, que não é o mesmo para todos os hispanófonos mas tem menos diferenças do que as que separam um português dos outros.
E, mesmo com a unificação da gramática e do vocabulário, restaria a questão da pronúncia. Uma certa vez fui entrevistado por um casal que apresentava o noticiário numa TV do Porto. Meu pânico começou na primeira pergunta, que não entendi. Adivinhei que era sobre a recepção à literatura portuguesa no Brasil e falei no Saramago. A segunda pergunta era parecida com a primeira, só menos inteligfvel. Fui de Saramago outra vez. A terceira e a quarta, a mesma coisa. Não sei se era para ser uma entrevista rápida mesmo ou se eles desistiram, desconfiando da minha sanidade mental, e nAo perguntaram mais nada. Peio menos o "Obrigado" eu entendi. A dicção estranha do casal era especialmente diflcil, e a culpa por não entendê-Ios era minha, mas o português de Portugal muitas vezes nos lembra a descrição do Bilac. Se bem que no caso a rudeza é nossa, da colônia.
(Verríslmo, Jornal o Globo, 18 de outubro de 2007, adaptado).
Segundo o enunciador, em relação à Lrificação da prorúlcia da Iíngua portuguesa o interesse dos escritores em português é, sobretudo:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2390777 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: CEPERJ
Orgão: RIOPREVIDÊNCIA
Provas:
Um conceito estreitamente relacionado com a burocracia, segundo o tipo-ideal teoricamente conhecido, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2390666 Ano: 2010
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: CEPERJ
Orgão: RIOPREVIDÊNCIA
Provas:
O Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro - RIOPREVlDÊNCIA tem várias finalidades, dentre as quais está a de arrecadar, assegurar e administrar recursos financeiros e outros ativos para o custeio dos proventos de aposentadoria ou reforma, das pensões e outros beneflcíos concedidos ou a conceder, aos membros e servidores estatutários e seus dependentes, pelo Estado do Rio de Janeiro, suas fundações e autarquias. Dentre os princípios abaixo relacionados, o que não deve ser aplicado pelo RIOPREVIDENCIA é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2390433 Ano: 2010
Disciplina: Administração Pública
Banca: CEPERJ
Orgão: RIOPREVIDÊNCIA
Provas:
David Osborne e Ted Gaebler, em seu famoso livro Reinvenfando o governo, ao apreciar a idéia da privatização do setor público, afirmam:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2390103 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: CEPERJ
Orgão: RIOPREVIDÊNCIA
Provas:
Dentre os dispositivos empregados na segurança de um microcompu1ador, existe um que possui um fusível internamente que "queima" quando a corrente ultrapassa um valor-limite, garantindo, dessa forma, a integridade física do equipamento. Esse dispositivo é conhecido por:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas