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Considerar o livro “Coabitar a diferença: da reforma psiquiátrica à saúde mental coletiva” Desviat (2018), para responder às questões de números 25 a30.
Novas formas de gestão dos sistemas de saúde adotadas por governos utilizam medidas que buscam aumentar a eficiência do serviço público, visando eliminar suas travas administrativas mediante estratégias que coordenem planejamento e mercado. Algumas das críticas a tais formas são a discriminação negativa, a fragmentação da rede sanitária pública em múltiplas microempresas, o aumento dos custos de gestão e a ausência de participação de trabalhadores e usuários. Quanto à atenção em SM, Desviat aponta como uma das consequências dessas novas formas de gestão:
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Considerar o livro “Coabitar a diferença: da reforma psiquiátrica à saúde mental coletiva” Desviat (2018), para responder às questões de números 25 a30.
Com objetivo da constituição de uma SM de base comunitária, que vá além do estabelecimento de redes de serviços, modelos terapêuticos e equipes, e considere a formação e reconhecimento de grupos que partilhem valores, esperanças e necessidades comuns, é imprescindível:
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Considerar o livro “Coabitar a diferença: da reforma psiquiátrica à saúde mental coletiva” Desviat (2018), para responder às questões de números 25 a30.
Modernização e técnicas eficazes não trazem à população garantias sobre o alcance de benefícios esperados de um programa de saúde. No contexto da Reforma Psiquiátrica, ambas podem resultar apenas em inadequação às políticas de saúde, ao planejamento e aos projetos terapêuticos para o alcance das reais necessidades da população. Visando atender à demanda do doente mental, com ofertas variadas, o autor propõe que o campo da saúde mental mantenha primazia de alguns princípios em todo o planejamento e programação. Dentre esses princípios, podem ser destacados os seguintes:
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Considerar o livro “Coabitar a diferença: da reforma psiquiátrica à saúde mental coletiva” Desviat (2018), para responder às questões de números 25 a30.
O autor se refere a um modelo coletivo de assistência à saúde que tem como algumas de suas marcas ser público, descentralizado, com critérios de saúde pública e que leve em consideração as desigualdades sociais. Como elemento essencial condizente com este modelo, está a consideração de um espaço privilegiado para a integração de todos os recursos públicos e sua boa utilização, que objetiva permitir a harmonia de toda a rede, evitar duplicidades na cobertura e superar a hegemonia hospitalar. Tal elemento nomeia-se:
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Considerar o livro “Coabitar a diferença: da reforma psiquiátrica à saúde mental coletiva” Desviat (2018), para responder às questões de números 25 a30.
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Considerar o livro “Coabitar a diferença: da reforma psiquiátrica à saúde mental coletiva” Desviat (2018), para responder às questões de números 25 a30.
Objetivos da Reforma Psiquiátrica, como a melhoria dos serviços de saúde mental, maiores garantias legais para os internamentos e medidas cautelares e uma consideração social da loucura pouco menos estigmatizante, foram alcançados e reconhecidos. Porém, para que a proposta da Reforma se mantenha viva, diante de um contexto mercantilista, torna-se necessária uma:
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Considerar o artigo de Franco “As redes na micropolítica do processo de trabalho em saúde” (In: Pinheiro, R. & Mattos, 2006, para responder às questões de números 21 a 24.
O autor sugere algumas características para uma rede na saúde, de caráter rizomático e que opere na micropolítica do processo de trabalho em saúde, tendo o trabalho vivo em ato como elemento central na atividade produtiva. A característica que identifica conexões que vão produzindo mapas através de fluxos nos quais transita a ação dos sujeitos singulares que atuam neles, chama-se princípio da:
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Considerar o artigo de Franco “As redes na micropolítica do processo de trabalho em saúde” (In: Pinheiro, R. & Mattos, 2006, para responder às questões de números 21 a 24.
“Os trabalhadores da saúde em atividade, através do trabalho vivo em ato, fazem rizoma, operando com base em fortes conexões entre si, onde a ação de alguns complementa a ação de outros e vice-versa.” No que diz respeito às redes rizomáticas no trabalho em saúde, é INAPROPRIADO afirmar que:
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Considerar o artigo de Franco “As redes na micropolítica do processo de trabalho em saúde” (In: Pinheiro, R. & Mattos, 2006, para responder às questões de números 21 a 24.
Ao se observar o funcionamento das redes de cuidado do SUS, no cenário da produção de saúde e micropolítica do processo de trabalho, o aspecto central ao qual devem ser dirigidas reflexões e análises sobre as redes existentes é:
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Considerar o artigo de Franco “As redes na micropolítica do processo de trabalho em saúde” (In: Pinheiro, R. & Mattos, 2006, para responder às questões de números 21 a 24.
No que diz respeito ao processo de trabalho em saúde, na sua micropolítica, e a produção do cuidado, é correto afirmar que o trabalho vivo:
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