Foram encontradas 460 questões.
Leia o texto para responder à questão.
Eis a última perplexidade dos habitantes de Buenos Aires: como a fumaça do lixo queimado nos fornos, que todos
os edifícios sempre tiveram no porão, estava contaminando
demais o ambiente, uma saudável portaria municipal acaba
de proibir essa operação. A população foi instruída no sentido
de reunir as sobras domésticas em sacolas plásticas, que depois das 9h da noite devem ser colocadas ao lado do elevador
de serviço. O porteiro as recolhe de manhã e junta todas em
outra sacolona, a qual por sua vez é posta na calçada. Com
tanto trabalho, os lixeiros vêm tarde ou não aparecem. Os
depósitos gerais também não estão preparados para receber
tal quantidade de detritos, mas as autoridades se sentem em
paz, pois estabeleceram um prazo máximo de dois anos para
que os moradores dos edifícios de mais de 25 apartamentos
instalem, no lugar do forno inútil, máquinas compactadoras,
que reduzirão o lixo a pequenos e confortáveis volumes. (Estão sendo fabricadas a toda pressa e algumas empresas já
as anunciam, por preços inatingíveis). A quinta-feira, 12 de
janeiro último, em que essa medida entrou em vigor, foi sugestivamente batizada pelo prefeito de “Dia do ar puro”.
(Maria Julieta Drummond de Andrade. Coisas de antes e de agora.
https://cronicabrasileira.org.br, 1980. Adaptado)
• … como a fumaça do lixo queimado nos fornos, que todos os edifícios sempre tiveram no porão, estava contaminando demais o ambiente…
• … as sobras domésticas em sacolas plásticas, que depois das 9h da noite devem ser colocadas ao lado do elevador de serviço.
• (Estão sendo fabricadas a toda pressa e algumas empresas já as anunciam, por preços inatingíveis).
Assinale a alternativa em que corretamente se indicam as circunstâncias das expressões destacadas, na ordem em que se encontram.
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Eis a última perplexidade dos habitantes de Buenos Aires: como a fumaça do lixo queimado nos fornos, que todos
os edifícios sempre tiveram no porão, estava contaminando
demais o ambiente, uma saudável portaria municipal acaba
de proibir essa operação. A população foi instruída no sentido
de reunir as sobras domésticas em sacolas plásticas, que depois das 9h da noite devem ser colocadas ao lado do elevador
de serviço. O porteiro as recolhe de manhã e junta todas em
outra sacolona, a qual por sua vez é posta na calçada. Com
tanto trabalho, os lixeiros vêm tarde ou não aparecem. Os
depósitos gerais também não estão preparados para receber
tal quantidade de detritos, mas as autoridades se sentem em
paz, pois estabeleceram um prazo máximo de dois anos para
que os moradores dos edifícios de mais de 25 apartamentos
instalem, no lugar do forno inútil, máquinas compactadoras,
que reduzirão o lixo a pequenos e confortáveis volumes. (Estão sendo fabricadas a toda pressa e algumas empresas já
as anunciam, por preços inatingíveis). A quinta-feira, 12 de
janeiro último, em que essa medida entrou em vigor, foi sugestivamente batizada pelo prefeito de “Dia do ar puro”.
(Maria Julieta Drummond de Andrade. Coisas de antes e de agora.
https://cronicabrasileira.org.br, 1980. Adaptado)
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Assinale a alternativa em que a palavra destacada está
de acordo com a norma-padrão de emprego de pronomes.
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Leia o texto para responder à questão.
Não importa se é Natal, Dia das Crianças, aniversário.
Todo ano, eu ouço o mesmo pedido de presente dos meus
filhos quando uma data dessas se aproxima: “Mamãe, me
dá um celular? Todo mundo tem menos eu”. E a minha resposta tem sido sempre a mesma: “só aos 13 anos”. Nos últimos tempos, porém, alguns movimentos estão me fazendo
repensar a decisão. Tanto no Brasil quanto fora crescem as
mobilizações de pais e especialistas para retardar ainda mais
a entrega de celular aos filhos.
Nos Estados Unidos, por exemplo, há um movimento que
incentiva pais a assumir um compromisso com outras famílias de só entregar um smartphone ao filho no final do oitavo
ano escolar. Segundo eles, 10 anos é hoje a idade média
com que as crianças americanas ganham o primeiro aparelho e isso se deve sobretudo a um motivo: “pressão social
irrealista”. De novo, o clássico “todo mundo tem, menos eu”.
O site do movimento alerta que os smartphones são
potencialmente perigosos para as crianças por uma lista extensa de motivos. Os mais assustadores se baseiam
em pesquisas que, além de impactos na escola, mostram
que a dependência do celular pode produzir respostas cerebrais semelhantes à produzida por álcool, drogas e jogo.
“Smartphones são como máquinas caça-níqueis nos bolsos
infantis constantemente persuadindo as crianças a usá-los
cada vez mais”, afirmam os organizadores do movimento.
“Esses dispositivos estão mudando rapidamente a infância
das crianças. Brincar ao ar livre, passar tempo com amigos,
ler livros e sair com a família estão sendo trocados por horas
de bate-papo em redes sociais e aplicativos de mensagens.
Pais sentem-se impotentes nessa difícil batalha e precisam
de apoio”, acrescentam.
(Luciana Garbin. Celular aos 14 anos e rede social aos 16?
Por que campanha que cresce no País e fora merece atenção.
www.estadao.com.br, 19.06.2024. Adaptado)
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Não importa se é Natal, Dia das Crianças, aniversário.
Todo ano, eu ouço o mesmo pedido de presente dos meus
filhos quando uma data dessas se aproxima: “Mamãe, me
dá um celular? Todo mundo tem menos eu”. E a minha resposta tem sido sempre a mesma: “só aos 13 anos”. Nos últimos tempos, porém, alguns movimentos estão me fazendo
repensar a decisão. Tanto no Brasil quanto fora crescem as
mobilizações de pais e especialistas para retardar ainda mais
a entrega de celular aos filhos.
Nos Estados Unidos, por exemplo, há um movimento que
incentiva pais a assumir um compromisso com outras famílias de só entregar um smartphone ao filho no final do oitavo
ano escolar. Segundo eles, 10 anos é hoje a idade média
com que as crianças americanas ganham o primeiro aparelho e isso se deve sobretudo a um motivo: “pressão social
irrealista”. De novo, o clássico “todo mundo tem, menos eu”.
O site do movimento alerta que os smartphones são
potencialmente perigosos para as crianças por uma lista extensa de motivos. Os mais assustadores se baseiam
em pesquisas que, além de impactos na escola, mostram
que a dependência do celular pode produzir respostas cerebrais semelhantes à produzida por álcool, drogas e jogo.
“Smartphones são como máquinas caça-níqueis nos bolsos
infantis constantemente persuadindo as crianças a usá-los
cada vez mais”, afirmam os organizadores do movimento.
“Esses dispositivos estão mudando rapidamente a infância
das crianças. Brincar ao ar livre, passar tempo com amigos,
ler livros e sair com a família estão sendo trocados por horas
de bate-papo em redes sociais e aplicativos de mensagens.
Pais sentem-se impotentes nessa difícil batalha e precisam
de apoio”, acrescentam.
(Luciana Garbin. Celular aos 14 anos e rede social aos 16?
Por que campanha que cresce no País e fora merece atenção.
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Não importa se é Natal, Dia das Crianças, aniversário.
Todo ano, eu ouço o mesmo pedido de presente dos meus
filhos quando uma data dessas se aproxima: “Mamãe, me
dá um celular? Todo mundo tem menos eu”. E a minha resposta tem sido sempre a mesma: “só aos 13 anos”. Nos últimos tempos, porém, alguns movimentos estão me fazendo
repensar a decisão. Tanto no Brasil quanto fora crescem as
mobilizações de pais e especialistas para retardar ainda mais
a entrega de celular aos filhos.
Nos Estados Unidos, por exemplo, há um movimento que
incentiva pais a assumir um compromisso com outras famílias de só entregar um smartphone ao filho no final do oitavo
ano escolar. Segundo eles, 10 anos é hoje a idade média
com que as crianças americanas ganham o primeiro aparelho e isso se deve sobretudo a um motivo: “pressão social
irrealista”. De novo, o clássico “todo mundo tem, menos eu”.
O site do movimento alerta que os smartphones são
potencialmente perigosos para as crianças por uma lista extensa de motivos. Os mais assustadores se baseiam
em pesquisas que, além de impactos na escola, mostram
que a dependência do celular pode produzir respostas cerebrais semelhantes à produzida por álcool, drogas e jogo.
“Smartphones são como máquinas caça-níqueis nos bolsos
infantis constantemente persuadindo as crianças a usá-los
cada vez mais”, afirmam os organizadores do movimento.
“Esses dispositivos estão mudando rapidamente a infância
das crianças. Brincar ao ar livre, passar tempo com amigos,
ler livros e sair com a família estão sendo trocados por horas
de bate-papo em redes sociais e aplicativos de mensagens.
Pais sentem-se impotentes nessa difícil batalha e precisam
de apoio”, acrescentam.
(Luciana Garbin. Celular aos 14 anos e rede social aos 16?
Por que campanha que cresce no País e fora merece atenção.
www.estadao.com.br, 19.06.2024. Adaptado)
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Não importa se é Natal, Dia das Crianças, aniversário.
Todo ano, eu ouço o mesmo pedido de presente dos meus
filhos quando uma data dessas se aproxima: “Mamãe, me
dá um celular? Todo mundo tem menos eu”. E a minha resposta tem sido sempre a mesma: “só aos 13 anos”. Nos últimos tempos, porém, alguns movimentos estão me fazendo
repensar a decisão. Tanto no Brasil quanto fora crescem as
mobilizações de pais e especialistas para retardar ainda mais
a entrega de celular aos filhos.
Nos Estados Unidos, por exemplo, há um movimento que
incentiva pais a assumir um compromisso com outras famílias de só entregar um smartphone ao filho no final do oitavo
ano escolar. Segundo eles, 10 anos é hoje a idade média
com que as crianças americanas ganham o primeiro aparelho e isso se deve sobretudo a um motivo: “pressão social
irrealista”. De novo, o clássico “todo mundo tem, menos eu”.
O site do movimento alerta que os smartphones são
potencialmente perigosos para as crianças por uma lista extensa de motivos. Os mais assustadores se baseiam
em pesquisas que, além de impactos na escola, mostram
que a dependência do celular pode produzir respostas cerebrais semelhantes à produzida por álcool, drogas e jogo.
“Smartphones são como máquinas caça-níqueis nos bolsos
infantis constantemente persuadindo as crianças a usá-los
cada vez mais”, afirmam os organizadores do movimento.
“Esses dispositivos estão mudando rapidamente a infância
das crianças. Brincar ao ar livre, passar tempo com amigos,
ler livros e sair com a família estão sendo trocados por horas
de bate-papo em redes sociais e aplicativos de mensagens.
Pais sentem-se impotentes nessa difícil batalha e precisam
de apoio”, acrescentam.
(Luciana Garbin. Celular aos 14 anos e rede social aos 16?
Por que campanha que cresce no País e fora merece atenção.
www.estadao.com.br, 19.06.2024. Adaptado)
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Leia a tira para responder à questão.

(Alexandre Beck. Armandinho.
www.facebook.com/tirasarmandinho, 05.07.2024)
• “Inteligente, otimista, gosta de aprender e se preocupa com os outros!”
• “Mas e a aparência dela, filho…”
As vírgulas foram empregadas nos trechos para
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(Alexandre Beck. Armandinho.
www.facebook.com/tirasarmandinho, 05.07.2024)
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3806327
Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: VUNESP
Orgão: SAAE Aparecida-SP
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: VUNESP
Orgão: SAAE Aparecida-SP
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Nos trabalhos de manutenção de redes de esgoto, é necessário o uso de calçados resistentes de proteção, com alta impermeabilidade.
Nesse caso, os calçados mais indicados são os calçados de
Nesse caso, os calçados mais indicados são os calçados de
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