Foram encontradas 54 questões.
Leia o texto a seguir para responder às questões 1 a 4.
A fofoqueira
Uma mulher espalhou uma fofoca sobre uma vizinha. Alguns dias depois o bairro inteiro sabia da história. A moça que foi alvo da fofoca ficou muito magoada e ofendida. Mais tarde, a mulher que espalhou o boato descobriu que era tudo mentira. Ficou muito arrependida e foi visitar um velho sábio para descobrir o que podia fazer para consertar o estrago.
- Vá até a praça do mercado - disse ele -, compre uma galinha e mande matá-la. Depois, no caminho de casa, depene a galinha e solte as penas uma por uma pela rua.
Embora surpresa com o conselho, a mulher fez o que ele tinha mandado.
No dia seguinte, o sábio disse:
- Agora vá, recolha todas as penas que deixou cair ontem e traga para mim.
A mulher seguiu o mesmo caminho, mas, para seu desespero, o vento tinha dispersado todas as penas. Depois de procurar por horas, ela voltou só com três penas na mão.
- Está vendo - disse o velho sábio -, é fácil soltá-las, mas é impossível recolhê-las. Com a fofoca também é assim. Não custa muito espalhar um boato, mas, depois que ele se espalha, nunca se pode reverter o dano completamente. 1.
Autor desconhecido, enviado por Helen Hazinski. . Rio de Janeiro: Sextante, 2011, p. 28-29
Assinale a alternativa que apresenta o ditado popular que melhor ilustra o ensinamento do texto.
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Assinale a alternativa em que NENHUM dos impostos listados é de competência dos Municípios.
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Analise as assertivas a seguir, cada qual com a definição de uma função administrativa.
I. Planejamento: é a função através da qual as atividades a serem realizadas são desenhadas e os resultados a serem obtidos são fixados.
II. Organização: trata-se da função de estruturar os recursos disponíveis para que tudo aquilo que foi planejado possa ser executado.
III. Direção: trata-se da função administrativa na qual os resultados obtidos são analisados em função daquilo que havia sido planejado.
IV. Controle: é a função de conduzir a execução dos trabalhos que foram planejados, para que os objetivos possam ser atingidos.
É correto o que se apresenta em
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Uma professora de Matemática solicitou que cada aluno calculasse o número total de anagramas do próprio sobrenome. Sabendo-se que o de Marcos é BARCELOS, assinale a alternativa que contém a resposta que ele encontrará caso faça o cálculo corretamente.
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Uma escola possui exatamente 625 alunos matriculados. Desse total, 175 estão cursando alguma série do Ensino Médio. Sendo assim, é correto afirmar que a porcentagem de alunos que NÃO estão cursando o Ensino Médio é de
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Leia o poema a seguir para responder às questões 7 e 8.
A vida pública
Passo através dos ponteiros do relógio,
O silêncio põe o capuz branco.
Debruço-me sobre o dia seguinte da azaléa,
Consultando os espelhos bifrontes
Mexo as cortinas de tuas pestanas,
Ouço teus olhos amarelos.
Ai de mim! Já estão despontando
Os pássaros secretos do ciúme.
Murilo Mendes. Poesia liberdade. Rio de Janeiro: Record, 2001 - p. 115
A respeito das formas verbais contidas no poema, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto a seguir para responder às questões 1 a 3.
Escrever para jornal e escrever livro
Hemingway e Camus foram bons jornalistas, sem prejuízo de sua literatura. Guardadíssimas as devidas e significativas proporções, era isto o que eu ambicionaria para mim também, se tivesse fôlego.
Mas tenho medo: escrever muito e sempre pode corromper a palavra. Seria para ela mais protetor vender ou fabricar sapatos: a palavra ficaria intata. Pena que não sei fazer sapatos.
Outro problema: num jornal nunca se pode esquecer o leitor, ao passo que no livro fala-se com maior liberdade, sem compromisso imediato com ninguém. Ou mesmo sem compromisso nenhum.
Um jornalista de Belo Horizonte disse-me que fizera uma constatação curiosa: certas pessoas achavam meus livros difíceis e, no entanto, achavam perfeitamente fácil entender-me no jornal, mesmo quando publico textos mais complicados. Há um texto meu sobre o estado de graça que, pelo próprio assunto, não seria tão comunicável e, no entanto, soube, para meu espanto, que foi parar até dentro de missal. Que coisa!
Respondi ao jornalista que a compreensão do leitor depende muito de sua atitude na abordagem do texto, de sua predisposição, de sua isenção de ideias preconcebidas. E o leitor de jornal, habituado a ler sem dificuldade o jornal, está predisposto a entender tudo. E isto simplesmente porque "jornal é para ser entendido". Não há dúvida, porém, de que eu valorizo muito mais o que escrevo em livros do que o que escrevo para jornais - isso sem, no entanto, deixar de escrever com gosto para o leitor de jornal e sem deixar de amá-lo.
Clarice Lispector. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p. 421
Leia o trecho abaixo, retirado do texto. "Há um texto meu sobre o estado de graça que, pelo próprio assunto, não seria tão comunicável e, no entanto, soube, para meu espanto, que foi parar até dentro de missal."
O termo destacado, "no entanto", poderia ser substituído no fragmento anterior, sem prejuízo de sentido, por
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Leia o texto a seguir para responder às questões 1 a 3.
Escrever para jornal e escrever livro
Hemingway e Camus foram bons jornalistas, sem prejuízo de sua literatura. Guardadíssimas as devidas e significativas proporções, era isto o que eu ambicionaria para mim também, se tivesse fôlego.
Mas tenho medo: escrever muito e sempre pode corromper a palavra. Seria para ela mais protetor vender ou fabricar sapatos: a palavra ficaria intata. Pena que não sei fazer sapatos.
Outro problema: num jornal nunca se pode esquecer o leitor, ao passo que no livro fala-se com maior liberdade, sem compromisso imediato com ninguém. Ou mesmo sem compromisso nenhum.
Um jornalista de Belo Horizonte disse-me que fizera uma constatação curiosa: certas pessoas achavam meus livros difíceis e, no entanto, achavam perfeitamente fácil entender-me no jornal, mesmo quando publico textos mais complicados. Há um texto meu sobre o estado de graça que, pelo próprio assunto, não seria tão comunicável e, no entanto, soube, para meu espanto, que foi parar até dentro de missal. Que coisa!
Respondi ao jornalista que a compreensão do leitor depende muito de sua atitude na abordagem do texto, de sua predisposição, de sua isenção de ideias preconcebidas. E o leitor de jornal, habituado a ler sem dificuldade o jornal, está predisposto a entender tudo. E isto simplesmente porque "jornal é para ser entendido". Não há dúvida, porém, de que eu valorizo muito mais o que escrevo em livros do que o que escrevo para jornais - isso sem, no entanto, deixar de escrever com gosto para o leitor de jornal e sem deixar de amá-lo.
Clarice Lispector. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p. 421
De acordo com a opinião da autora expressa no texto, é correto afirmar que
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É o tipo mais tradicional de PABX existente no mercado. Recebe linhas convencionais por meio das operadoras de telefonia fixa e trabalha com ramais simples, não dispondo de recursos mais avançados. Alguns podem trazer vantagens como o bloqueio de ligações e senha para a utilização de ramais. Trata-se do PABX
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Nosso Rumo
Orgão: SAAE Jaboticabal
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Jaboticabal, assinale a alternativa correta.
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