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3189771 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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Texto para questões de 01 a 05

Estudo revela como microplástico consegue entrar no cérebro

Entre os maiores problemas ambientais do nosso tempo, as partículas micro e nanoplásticas (MNPs, na sigla em inglês) podem entrar no corpo de várias maneiras, inclusive através dos alimentos. E agora, pela primeira vez, uma pesquisa realizada na Universidade Médica de Viena (Áustria) mostrou como essas minúsculas partículas conseguem romper a barreira hematoencefálica e, como consequência, penetrar no cérebro. O mecanismo recém-descoberto fornece a base para novas pesquisas para proteger os seres humanos e o meio ambiente.

Publicado na revista Nanomateriais, o estudo foi feito em modelo animal com administração oral de MNPs – nesse caso, o poliestireno, um plástico muito utilizado e também encontrado em embalagens de alimentos. Liderada por Lukas Kenner (Departamento de Patologia e Departamento de Patologia Animal de Laboratório da Universidade Médica de Viena) e Oldamur Hollóczki (Departamento de Físico-Química da Universidade de Debrecen, Hungria), a equipe de pesquisa conseguiu determinar que minúsculas partículas de poliestireno poderiam ser detectadas no cérebro apenas duas horas após a ingestão.

O mecanismo que lhes permitia romper a barreira hematoencefálica era anteriormente desconhecido da ciência médica. “Com a ajuda de modelos de computador, descobrimos que uma certa estrutura de superfície (coroa biomolecular) era crucial para permitir que partículas de plástico passassem para o cérebro”, explicou Oldamur Hollóczki.

A barreira hematoencefálica é uma importante barreira celular que impede que patógenos ou toxinas cheguem ao cérebro. O intestino tem uma parede protetora semelhante (barreira intestinal), que também pode ser rompida por MNPs, como vários estudos científicos têm demonstrado. Pesquisas intensivas estão sendo realizadas sobre os efeitos na saúde das partículas de plástico no corpo. As MNPs no trato gastrointestinal já foram associadas a reações inflamatórias e imunes locais, e ao desenvolvimento de câncer.

“No cérebro, as partículas de plástico podem aumentar o risco de inflamação, distúrbios neurológicos ou mesmo doenças neurodegenerativas, como Alzheimer ou Parkinson”, disse Lukas Kenner, apontando que mais pesquisas são necessárias nessa área.

Os nanoplásticos são definidos como tendo um tamanho inferior a 0,001 milímetro, enquanto alguns microplásticos, de 0,001 a 5 milímetros, ainda são visíveis a olho nu. As MNPs entram na cadeia alimentar através de várias fontes, incluindo resíduos de embalagens.

Não são apenas os alimentos sólidos que desempenham um papel importante: os líquidos também. De acordo com um estudo, qualquer pessoa que beba os recomendados 1,5-2 litros de água por dia em garrafas plásticas acabará ingerindo cerca de 90 mil partículas de plástico por ano no processo. No entanto, beber água da torneira pode – dependendo da localização geográfica – ajudar a reduzir esse número para 40 mil.

“Para minimizar o dano potencial das partículas micro e nanoplásticas aos seres humanos e ao meio ambiente, é crucial limitar a exposição e restringir seu uso enquanto pesquisas adicionais são realizadas sobre os efeitos das MNPs”, explicou Lukas Kenner. O mecanismo recém-descoberto pelo qual as MNPs quebram as barreiras protetoras do corpo tem o potencial de fazer a pesquisa avançar decisivamente nessa área.

https://www.revistaplaneta.com.br/estudo-revela-como-microplastico-consegue-entrar-no-cerebro/

As partículas de plástico podem aumentar o risco de inflamação, distúrbios neurológicos ou mesmo doenças neurodegenerativas como Alzheimer ou Parkinson

Os termos destacados funcionam como em:

 

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3189770 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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Texto para questões de 01 a 05

Estudo revela como microplástico consegue entrar no cérebro

Entre os maiores problemas ambientais do nosso tempo, as partículas micro e nanoplásticas (MNPs, na sigla em inglês) podem entrar no corpo de várias maneiras, inclusive através dos alimentos. E agora, pela primeira vez, uma pesquisa realizada na Universidade Médica de Viena (Áustria) mostrou como essas minúsculas partículas conseguem romper a barreira hematoencefálica e, como consequência, penetrar no cérebro. O mecanismo recém-descoberto fornece a base para novas pesquisas para proteger os seres humanos e o meio ambiente.

Publicado na revista Nanomateriais, o estudo foi feito em modelo animal com administração oral de MNPs – nesse caso, o poliestireno, um plástico muito utilizado e também encontrado em embalagens de alimentos. Liderada por Lukas Kenner (Departamento de Patologia e Departamento de Patologia Animal de Laboratório da Universidade Médica de Viena) e Oldamur Hollóczki (Departamento de Físico-Química da Universidade de Debrecen, Hungria), a equipe de pesquisa conseguiu determinar que minúsculas partículas de poliestireno poderiam ser detectadas no cérebro apenas duas horas após a ingestão.

O mecanismo que lhes permitia romper a barreira hematoencefálica era anteriormente desconhecido da ciência médica. “Com a ajuda de modelos de computador, descobrimos que uma certa estrutura de superfície (coroa biomolecular) era crucial para permitir que partículas de plástico passassem para o cérebro”, explicou Oldamur Hollóczki.

A barreira hematoencefálica é uma importante barreira celular que impede que patógenos ou toxinas cheguem ao cérebro. O intestino tem uma parede protetora semelhante (barreira intestinal), que também pode ser rompida por MNPs, como vários estudos científicos têm demonstrado. Pesquisas intensivas estão sendo realizadas sobre os efeitos na saúde das partículas de plástico no corpo. As MNPs no trato gastrointestinal já foram associadas a reações inflamatórias e imunes locais, e ao desenvolvimento de câncer.

“No cérebro, as partículas de plástico podem aumentar o risco de inflamação, distúrbios neurológicos ou mesmo doenças neurodegenerativas, como Alzheimer ou Parkinson”, disse Lukas Kenner, apontando que mais pesquisas são necessárias nessa área.

Os nanoplásticos são definidos como tendo um tamanho inferior a 0,001 milímetro, enquanto alguns microplásticos, de 0,001 a 5 milímetros, ainda são visíveis a olho nu. As MNPs entram na cadeia alimentar através de várias fontes, incluindo resíduos de embalagens.

Não são apenas os alimentos sólidos que desempenham um papel importante: os líquidos também. De acordo com um estudo, qualquer pessoa que beba os recomendados 1,5-2 litros de água por dia em garrafas plásticas acabará ingerindo cerca de 90 mil partículas de plástico por ano no processo. No entanto, beber água da torneira pode – dependendo da localização geográfica – ajudar a reduzir esse número para 40 mil.

“Para minimizar o dano potencial das partículas micro e nanoplásticas aos seres humanos e ao meio ambiente, é crucial limitar a exposição e restringir seu uso enquanto pesquisas adicionais são realizadas sobre os efeitos das MNPs”, explicou Lukas Kenner. O mecanismo recém-descoberto pelo qual as MNPs quebram as barreiras protetoras do corpo tem o potencial de fazer a pesquisa avançar decisivamente nessa área.

https://www.revistaplaneta.com.br/estudo-revela-como-microplastico-consegue-entrar-no-cerebro/

No trecho, “uma pesquisa realizada na Universidade Médica de Viena (Áustria) mostrou como essas minúsculas partículas conseguem romper a barreira hematoencefálica”, a palavra em destaque indica:

 

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3189769 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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Texto para questões de 01 a 05

Estudo revela como microplástico consegue entrar no cérebro

Entre os maiores problemas ambientais do nosso tempo, as partículas micro e nanoplásticas (MNPs, na sigla em inglês) podem entrar no corpo de várias maneiras, inclusive através dos alimentos. E agora, pela primeira vez, uma pesquisa realizada na Universidade Médica de Viena (Áustria) mostrou como essas minúsculas partículas conseguem romper a barreira hematoencefálica e, como consequência, penetrar no cérebro. O mecanismo recém-descoberto fornece a base para novas pesquisas para proteger os seres humanos e o meio ambiente.

Publicado na revista Nanomateriais, o estudo foi feito em modelo animal com administração oral de MNPs – nesse caso, o poliestireno, um plástico muito utilizado e também encontrado em embalagens de alimentos. Liderada por Lukas Kenner (Departamento de Patologia e Departamento de Patologia Animal de Laboratório da Universidade Médica de Viena) e Oldamur Hollóczki (Departamento de Físico-Química da Universidade de Debrecen, Hungria), a equipe de pesquisa conseguiu determinar que minúsculas partículas de poliestireno poderiam ser detectadas no cérebro apenas duas horas após a ingestão.

O mecanismo que lhes permitia romper a barreira hematoencefálica era anteriormente desconhecido da ciência médica. “Com a ajuda de modelos de computador, descobrimos que uma certa estrutura de superfície (coroa biomolecular) era crucial para permitir que partículas de plástico passassem para o cérebro”, explicou Oldamur Hollóczki.

A barreira hematoencefálica é uma importante barreira celular que impede que patógenos ou toxinas cheguem ao cérebro. O intestino tem uma parede protetora semelhante (barreira intestinal), que também pode ser rompida por MNPs, como vários estudos científicos têm demonstrado. Pesquisas intensivas estão sendo realizadas sobre os efeitos na saúde das partículas de plástico no corpo. As MNPs no trato gastrointestinal já foram associadas a reações inflamatórias e imunes locais, e ao desenvolvimento de câncer.

“No cérebro, as partículas de plástico podem aumentar o risco de inflamação, distúrbios neurológicos ou mesmo doenças neurodegenerativas, como Alzheimer ou Parkinson”, disse Lukas Kenner, apontando que mais pesquisas são necessárias nessa área.

Os nanoplásticos são definidos como tendo um tamanho inferior a 0,001 milímetro, enquanto alguns microplásticos, de 0,001 a 5 milímetros, ainda são visíveis a olho nu. As MNPs entram na cadeia alimentar através de várias fontes, incluindo resíduos de embalagens.

Não são apenas os alimentos sólidos que desempenham um papel importante: os líquidos também. De acordo com um estudo, qualquer pessoa que beba os recomendados 1,5-2 litros de água por dia em garrafas plásticas acabará ingerindo cerca de 90 mil partículas de plástico por ano no processo. No entanto, beber água da torneira pode – dependendo da localização geográfica – ajudar a reduzir esse número para 40 mil.

“Para minimizar o dano potencial das partículas micro e nanoplásticas aos seres humanos e ao meio ambiente, é crucial limitar a exposição e restringir seu uso enquanto pesquisas adicionais são realizadas sobre os efeitos das MNPs”, explicou Lukas Kenner. O mecanismo recém-descoberto pelo qual as MNPs quebram as barreiras protetoras do corpo tem o potencial de fazer a pesquisa avançar decisivamente nessa área.

https://www.revistaplaneta.com.br/estudo-revela-como-microplastico-consegue-entrar-no-cerebro/

Liderada por Lukas Kenner (Departamento de Patologia e Departamento de Patologia Animal de Laboratório da Universidade Médica de Viena) e Oldamur Hollóczki (Departamento de Físico-Química da Universidade de Debrecen, Hungria), a equipe de pesquisa conseguiu determinar que minúsculas partículas de poliestireno poderiam ser detectadas no cérebro apenas duas horas após a ingestão.

O verbo em destaque exprime a ideia de:

 

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3189768 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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Estudo revela como microplástico consegue entrar no cérebro

Entre os maiores problemas ambientais do nosso tempo, as partículas micro e nanoplásticas (MNPs, na sigla em inglês) podem entrar no corpo de várias maneiras, inclusive através dos alimentos. E agora, pela primeira vez, uma pesquisa realizada na Universidade Médica de Viena (Áustria) mostrou como essas minúsculas partículas conseguem romper a barreira hematoencefálica e, como consequência, penetrar no cérebro. O mecanismo recém-descoberto fornece a base para novas pesquisas para proteger os seres humanos e o meio ambiente.

Publicado na revista Nanomateriais, o estudo foi feito em modelo animal com administração oral de MNPs – nesse caso, o poliestireno, um plástico muito utilizado e também encontrado em embalagens de alimentos. Liderada por Lukas Kenner (Departamento de Patologia e Departamento de Patologia Animal de Laboratório da Universidade Médica de Viena) e Oldamur Hollóczki (Departamento de Físico-Química da Universidade de Debrecen, Hungria), a equipe de pesquisa conseguiu determinar que minúsculas partículas de poliestireno poderiam ser detectadas no cérebro apenas duas horas após a ingestão.

O mecanismo que lhes permitia romper a barreira hematoencefálica era anteriormente desconhecido da ciência médica. “Com a ajuda de modelos de computador, descobrimos que uma certa estrutura de superfície (coroa biomolecular) era crucial para permitir que partículas de plástico passassem para o cérebro”, explicou Oldamur Hollóczki.

A barreira hematoencefálica é uma importante barreira celular que impede que patógenos ou toxinas cheguem ao cérebro. O intestino tem uma parede protetora semelhante (barreira intestinal), que também pode ser rompida por MNPs, como vários estudos científicos têm demonstrado. Pesquisas intensivas estão sendo realizadas sobre os efeitos na saúde das partículas de plástico no corpo. As MNPs no trato gastrointestinal já foram associadas a reações inflamatórias e imunes locais, e ao desenvolvimento de câncer.

“No cérebro, as partículas de plástico podem aumentar o risco de inflamação, distúrbios neurológicos ou mesmo doenças neurodegenerativas, como Alzheimer ou Parkinson”, disse Lukas Kenner, apontando que mais pesquisas são necessárias nessa área.

Os nanoplásticos são definidos como tendo um tamanho inferior a 0,001 milímetro, enquanto alguns microplásticos, de 0,001 a 5 milímetros, ainda são visíveis a olho nu. As MNPs entram na cadeia alimentar através de várias fontes, incluindo resíduos de embalagens.

Não são apenas os alimentos sólidos que desempenham um papel importante: os líquidos também. De acordo com um estudo, qualquer pessoa que beba os recomendados 1,5-2 litros de água por dia em garrafas plásticas acabará ingerindo cerca de 90 mil partículas de plástico por ano no processo. No entanto, beber água da torneira pode – dependendo da localização geográfica – ajudar a reduzir esse número para 40 mil.

“Para minimizar o dano potencial das partículas micro e nanoplásticas aos seres humanos e ao meio ambiente, é crucial limitar a exposição e restringir seu uso enquanto pesquisas adicionais são realizadas sobre os efeitos das MNPs”, explicou Lukas Kenner. O mecanismo recém-descoberto pelo qual as MNPs quebram as barreiras protetoras do corpo tem o potencial de fazer a pesquisa avançar decisivamente nessa área.

https://www.revistaplaneta.com.br/estudo-revela-como-microplastico-consegue-entrar-no-cerebro/

O texto expressa que uma pesquisa realizada na Universidade Médica de Viena (Áustria) mostrou como partículas micro e nanoplásticas conseguem romper a barreira hematoencefálica e penetrar no cérebro…

 

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3189888 Ano: 2023
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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A topometria é um estudo dos processos de medida de distancia, diferenças de nível e ângulos. Ela se divide em planimetria, altimetria e planialtimetria, sobre as informações abaixo:

I – Planimetria é a parte da topometria que estuda os métodos e procedimentos de medidas no plano horizontal.

II – Altimetria são os métodos e procedimentos de medida de diferenças de nível ou distancia vertical.

III – Planialtimetria é a associação da planimetria e da altimetria para o desenvolvimento de produtos.

Questão Anulada

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3189887 Ano: 2023
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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Em estudos ou projetos, antes de se iniciar a concepção e o dimensionamento do tratamento, deve-se definir com clareza qual o objetivo do tratamento dos esgotos e a que nível deve ser o mesmo processado. A remoção dos poluentes no tratamento, de forma a adequar o lançamento a uma qualidade desejada, os tratamentos são classificados em níveis sendo: preliminar objetiva a remoção dos sólidos grosseiros, primário visa à remoção de sólidos sedimentáveis e parte da matéria orgânica, secundário predominam mecanismos biológicos principalmente a remoção de matéria orgânica e eventualmente nutrientes, o terciário a remoção de poluentes específicos.

Os métodos de tratamento no qual predomina a aplicação de forças físicas são:

Questão Anulada

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3189886 Ano: 2023
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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A diferença entre DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio) e DQO (Demanda Química de Oxigênio) está no tipo de matéria orgânica estabilizada. A DBO refere-se exclusivamente à matéria orgânica mineralizada por atividade dos micro-organismos, a DBO engloba, também, a estabilização da matéria orgânica ocorrida por processos químicos.

Diante do exposto acima assinale a alternativa que representa os valores de DBO e DQO.

Questão Anulada

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3189880 Ano: 2023
Disciplina: Informática
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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“Para podermos “navegar” pela internet, ou acessar os conteúdos pertinentes a ela, temos que usar aplicativos (programas) chamados navegadores. Um navegador (também conhecido como web browser ou simplesmente browser) é um programa que habilita seus usuários a interagirem com documentos *HTML (linguagem de internet) hospedados em um servidor Web”

Disponível em https://esesp.es.gov.br Acesso em 02 de mai. 2023

Os browsers possibilitam utilizar a navegação anônima. Ao ser acessada uma janela utilizando o modo anônimo em um computador:

Questão Anulada

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3189879 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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Uma fábrica de Minas Gerais, fabricante de inúmeros produtos de limpeza aumentará sua produção em determinado período deste ano e solicitou uma análise sobre escoamento de água nos pátios inferiores da fábrica, afim de evitar alagamentos no andar. Os engenheiros analisaram e verificaram que a saída para escoamento de água E(t), dada em m³/h, a cada hora t, seria expressa pela função:

E(t) = 100∙[3 + 2cos (\( \dfrac{\pi}{6} \)t)] onde 0 ≤ t ≤ 24

Baseado na análise feita na empresa, foi possível identificar algumas informações sobre o escoamento de água nessa fábrica:

I. O escamento mínimo de água é de 100 m³/h.

II. O escoamento máximo de água é de 200 m³/h.

III. O escoamento de água, às 18h é mínimo.

Abaixo, indique a alternativa incorreta.

Questão Anulada

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3189878 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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Estão de acordo com a norma-padrão, exceto:

Questão Anulada

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