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Foram encontradas 215 questões.

3189770 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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Texto para questões de 01 a 05

Estudo revela como microplástico consegue entrar no cérebro

Entre os maiores problemas ambientais do nosso tempo, as partículas micro e nanoplásticas (MNPs, na sigla em inglês) podem entrar no corpo de várias maneiras, inclusive através dos alimentos. E agora, pela primeira vez, uma pesquisa realizada na Universidade Médica de Viena (Áustria) mostrou como essas minúsculas partículas conseguem romper a barreira hematoencefálica e, como consequência, penetrar no cérebro. O mecanismo recém-descoberto fornece a base para novas pesquisas para proteger os seres humanos e o meio ambiente.

Publicado na revista Nanomateriais, o estudo foi feito em modelo animal com administração oral de MNPs – nesse caso, o poliestireno, um plástico muito utilizado e também encontrado em embalagens de alimentos. Liderada por Lukas Kenner (Departamento de Patologia e Departamento de Patologia Animal de Laboratório da Universidade Médica de Viena) e Oldamur Hollóczki (Departamento de Físico-Química da Universidade de Debrecen, Hungria), a equipe de pesquisa conseguiu determinar que minúsculas partículas de poliestireno poderiam ser detectadas no cérebro apenas duas horas após a ingestão.

O mecanismo que lhes permitia romper a barreira hematoencefálica era anteriormente desconhecido da ciência médica. “Com a ajuda de modelos de computador, descobrimos que uma certa estrutura de superfície (coroa biomolecular) era crucial para permitir que partículas de plástico passassem para o cérebro”, explicou Oldamur Hollóczki.

A barreira hematoencefálica é uma importante barreira celular que impede que patógenos ou toxinas cheguem ao cérebro. O intestino tem uma parede protetora semelhante (barreira intestinal), que também pode ser rompida por MNPs, como vários estudos científicos têm demonstrado. Pesquisas intensivas estão sendo realizadas sobre os efeitos na saúde das partículas de plástico no corpo. As MNPs no trato gastrointestinal já foram associadas a reações inflamatórias e imunes locais, e ao desenvolvimento de câncer.

“No cérebro, as partículas de plástico podem aumentar o risco de inflamação, distúrbios neurológicos ou mesmo doenças neurodegenerativas, como Alzheimer ou Parkinson”, disse Lukas Kenner, apontando que mais pesquisas são necessárias nessa área.

Os nanoplásticos são definidos como tendo um tamanho inferior a 0,001 milímetro, enquanto alguns microplásticos, de 0,001 a 5 milímetros, ainda são visíveis a olho nu. As MNPs entram na cadeia alimentar através de várias fontes, incluindo resíduos de embalagens.

Não são apenas os alimentos sólidos que desempenham um papel importante: os líquidos também. De acordo com um estudo, qualquer pessoa que beba os recomendados 1,5-2 litros de água por dia em garrafas plásticas acabará ingerindo cerca de 90 mil partículas de plástico por ano no processo. No entanto, beber água da torneira pode – dependendo da localização geográfica – ajudar a reduzir esse número para 40 mil.

“Para minimizar o dano potencial das partículas micro e nanoplásticas aos seres humanos e ao meio ambiente, é crucial limitar a exposição e restringir seu uso enquanto pesquisas adicionais são realizadas sobre os efeitos das MNPs”, explicou Lukas Kenner. O mecanismo recém-descoberto pelo qual as MNPs quebram as barreiras protetoras do corpo tem o potencial de fazer a pesquisa avançar decisivamente nessa área.

https://www.revistaplaneta.com.br/estudo-revela-como-microplastico-consegue-entrar-no-cerebro/

No trecho, “uma pesquisa realizada na Universidade Médica de Viena (Áustria) mostrou como essas minúsculas partículas conseguem romper a barreira hematoencefálica”, a palavra em destaque indica:

 

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3189769 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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Texto para questões de 01 a 05

Estudo revela como microplástico consegue entrar no cérebro

Entre os maiores problemas ambientais do nosso tempo, as partículas micro e nanoplásticas (MNPs, na sigla em inglês) podem entrar no corpo de várias maneiras, inclusive através dos alimentos. E agora, pela primeira vez, uma pesquisa realizada na Universidade Médica de Viena (Áustria) mostrou como essas minúsculas partículas conseguem romper a barreira hematoencefálica e, como consequência, penetrar no cérebro. O mecanismo recém-descoberto fornece a base para novas pesquisas para proteger os seres humanos e o meio ambiente.

Publicado na revista Nanomateriais, o estudo foi feito em modelo animal com administração oral de MNPs – nesse caso, o poliestireno, um plástico muito utilizado e também encontrado em embalagens de alimentos. Liderada por Lukas Kenner (Departamento de Patologia e Departamento de Patologia Animal de Laboratório da Universidade Médica de Viena) e Oldamur Hollóczki (Departamento de Físico-Química da Universidade de Debrecen, Hungria), a equipe de pesquisa conseguiu determinar que minúsculas partículas de poliestireno poderiam ser detectadas no cérebro apenas duas horas após a ingestão.

O mecanismo que lhes permitia romper a barreira hematoencefálica era anteriormente desconhecido da ciência médica. “Com a ajuda de modelos de computador, descobrimos que uma certa estrutura de superfície (coroa biomolecular) era crucial para permitir que partículas de plástico passassem para o cérebro”, explicou Oldamur Hollóczki.

A barreira hematoencefálica é uma importante barreira celular que impede que patógenos ou toxinas cheguem ao cérebro. O intestino tem uma parede protetora semelhante (barreira intestinal), que também pode ser rompida por MNPs, como vários estudos científicos têm demonstrado. Pesquisas intensivas estão sendo realizadas sobre os efeitos na saúde das partículas de plástico no corpo. As MNPs no trato gastrointestinal já foram associadas a reações inflamatórias e imunes locais, e ao desenvolvimento de câncer.

“No cérebro, as partículas de plástico podem aumentar o risco de inflamação, distúrbios neurológicos ou mesmo doenças neurodegenerativas, como Alzheimer ou Parkinson”, disse Lukas Kenner, apontando que mais pesquisas são necessárias nessa área.

Os nanoplásticos são definidos como tendo um tamanho inferior a 0,001 milímetro, enquanto alguns microplásticos, de 0,001 a 5 milímetros, ainda são visíveis a olho nu. As MNPs entram na cadeia alimentar através de várias fontes, incluindo resíduos de embalagens.

Não são apenas os alimentos sólidos que desempenham um papel importante: os líquidos também. De acordo com um estudo, qualquer pessoa que beba os recomendados 1,5-2 litros de água por dia em garrafas plásticas acabará ingerindo cerca de 90 mil partículas de plástico por ano no processo. No entanto, beber água da torneira pode – dependendo da localização geográfica – ajudar a reduzir esse número para 40 mil.

“Para minimizar o dano potencial das partículas micro e nanoplásticas aos seres humanos e ao meio ambiente, é crucial limitar a exposição e restringir seu uso enquanto pesquisas adicionais são realizadas sobre os efeitos das MNPs”, explicou Lukas Kenner. O mecanismo recém-descoberto pelo qual as MNPs quebram as barreiras protetoras do corpo tem o potencial de fazer a pesquisa avançar decisivamente nessa área.

https://www.revistaplaneta.com.br/estudo-revela-como-microplastico-consegue-entrar-no-cerebro/

Liderada por Lukas Kenner (Departamento de Patologia e Departamento de Patologia Animal de Laboratório da Universidade Médica de Viena) e Oldamur Hollóczki (Departamento de Físico-Química da Universidade de Debrecen, Hungria), a equipe de pesquisa conseguiu determinar que minúsculas partículas de poliestireno poderiam ser detectadas no cérebro apenas duas horas após a ingestão.

O verbo em destaque exprime a ideia de:

 

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3189768 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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Texto para questões de 01 a 05

Estudo revela como microplástico consegue entrar no cérebro

Entre os maiores problemas ambientais do nosso tempo, as partículas micro e nanoplásticas (MNPs, na sigla em inglês) podem entrar no corpo de várias maneiras, inclusive através dos alimentos. E agora, pela primeira vez, uma pesquisa realizada na Universidade Médica de Viena (Áustria) mostrou como essas minúsculas partículas conseguem romper a barreira hematoencefálica e, como consequência, penetrar no cérebro. O mecanismo recém-descoberto fornece a base para novas pesquisas para proteger os seres humanos e o meio ambiente.

Publicado na revista Nanomateriais, o estudo foi feito em modelo animal com administração oral de MNPs – nesse caso, o poliestireno, um plástico muito utilizado e também encontrado em embalagens de alimentos. Liderada por Lukas Kenner (Departamento de Patologia e Departamento de Patologia Animal de Laboratório da Universidade Médica de Viena) e Oldamur Hollóczki (Departamento de Físico-Química da Universidade de Debrecen, Hungria), a equipe de pesquisa conseguiu determinar que minúsculas partículas de poliestireno poderiam ser detectadas no cérebro apenas duas horas após a ingestão.

O mecanismo que lhes permitia romper a barreira hematoencefálica era anteriormente desconhecido da ciência médica. “Com a ajuda de modelos de computador, descobrimos que uma certa estrutura de superfície (coroa biomolecular) era crucial para permitir que partículas de plástico passassem para o cérebro”, explicou Oldamur Hollóczki.

A barreira hematoencefálica é uma importante barreira celular que impede que patógenos ou toxinas cheguem ao cérebro. O intestino tem uma parede protetora semelhante (barreira intestinal), que também pode ser rompida por MNPs, como vários estudos científicos têm demonstrado. Pesquisas intensivas estão sendo realizadas sobre os efeitos na saúde das partículas de plástico no corpo. As MNPs no trato gastrointestinal já foram associadas a reações inflamatórias e imunes locais, e ao desenvolvimento de câncer.

“No cérebro, as partículas de plástico podem aumentar o risco de inflamação, distúrbios neurológicos ou mesmo doenças neurodegenerativas, como Alzheimer ou Parkinson”, disse Lukas Kenner, apontando que mais pesquisas são necessárias nessa área.

Os nanoplásticos são definidos como tendo um tamanho inferior a 0,001 milímetro, enquanto alguns microplásticos, de 0,001 a 5 milímetros, ainda são visíveis a olho nu. As MNPs entram na cadeia alimentar através de várias fontes, incluindo resíduos de embalagens.

Não são apenas os alimentos sólidos que desempenham um papel importante: os líquidos também. De acordo com um estudo, qualquer pessoa que beba os recomendados 1,5-2 litros de água por dia em garrafas plásticas acabará ingerindo cerca de 90 mil partículas de plástico por ano no processo. No entanto, beber água da torneira pode – dependendo da localização geográfica – ajudar a reduzir esse número para 40 mil.

“Para minimizar o dano potencial das partículas micro e nanoplásticas aos seres humanos e ao meio ambiente, é crucial limitar a exposição e restringir seu uso enquanto pesquisas adicionais são realizadas sobre os efeitos das MNPs”, explicou Lukas Kenner. O mecanismo recém-descoberto pelo qual as MNPs quebram as barreiras protetoras do corpo tem o potencial de fazer a pesquisa avançar decisivamente nessa área.

https://www.revistaplaneta.com.br/estudo-revela-como-microplastico-consegue-entrar-no-cerebro/

O texto expressa que uma pesquisa realizada na Universidade Médica de Viena (Áustria) mostrou como partículas micro e nanoplásticas conseguem romper a barreira hematoencefálica e penetrar no cérebro…

 

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3189767 Ano: 2023
Disciplina: Atendimento ao Público
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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A qualidade no atendimento é fundamental para garantir a satisfação do cliente, a fidelização e a reputação da organização. Em relação à qualidade no atendimento ao público, qual é a responsabilidade do órgão municipal?

 

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3189766 Ano: 2023
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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É fundamental ao Auxiliar Administrativo ter noções de controle de estoques. Pois o cenário econômico competitivo exige uma boa gestão, não devendo haver excesso ou falta de materiais para o desenvolvimento das atividades da organização.

Assinale a alternativa incorreta a respeito da gestão de estoques:

 

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3189765 Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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O processo administrativo busca alcançar fins específicos e previstos para que o Estado aja conforme a lei. Qual das alternativas melhor descreve o processo administrativo?

 

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3189764 Ano: 2023
Disciplina: Redação Oficial
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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A utilização de um documento oficial é fundamental para garantir a validade e a segurança das informações contidas nele, bem como para estabelecer uma comunicação formal e confiável entre as partes envolvidas. Sobre os documentos oficiais, qual das alternativas abaixo melhor define a correspondência oficial?

 

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3189763 Ano: 2023
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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Na gestão de materiais, o estoque é um dos setores dentro de uma empresa que podem influenciar diretamente se a mesma terá eficiência ou prejuízo na administração de seus materiais. Assinale a alternativa correta referente a otimização do estoque:

 

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3189762 Ano: 2023
Disciplina: Ética
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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A postura do colaborador dentro da empresa deve buscar padrões de comportamentos baseados na ética profissional, assinale a alternativa correta que corresponde a esse comportamento ético:

 

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3189761 Ano: 2023
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: SAGAZ
Orgão: SAAE Oliveira-MG
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Espera-se que a empresa e seus colaboradores pratiquem uma postura ética em suas ações, tanto nos processos internos quanto externos. Quais atitudes as organizações podem tomar para que isso possa ser exercido na prática?

 

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