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Foram encontradas 60 questões.

3469612 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a correta função sintática da palavra sublinhada no trecho a seguir:

“Gente para nos mostrar o melhor dos dias”.
 

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3469611 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o mecanismo de coesão referencial, analise as assertivas a seguir:

I. Na linha 08, o pronome pessoal “a” tem como referente o substantivo “coisa”.
II. Na linha 13, o pronome relativo “que” tem como referente o pronome demonstrativo “o”.
III. Na linha 19, o pronome demonstrativo “isso” refere-se a todo o período anterior.

Quais estão corretas?
 

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3469610 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Na linha 21, a primeira ocorrência da palavra “para” indica ___________ e poderia ser substituída por ___________, __________ necessárias alterações no período a fim de que se mantenham as corretas relações gramaticais no período.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

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3469609 Ano: 2024
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Aprender a sublimar dores

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Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base no texto, assinale a alternativa na qual a palavra “se” tenha sido empregada como conjunção adverbial condicional.
 

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3469608 Ano: 2024
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Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra ou a expressão que poderia substituir o vocábulo “sublimar”, na linha 17, sem causar alterações significativas ao sentido do trecho em que ocorre é:
 

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3469607 Ano: 2024
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Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

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Assinale a alternativa que indica o número correto de preposições presentes no trecho a seguir, retirado do texto. Considere, inclusive, as que aparecem contraídas ou combinadas a outras palavras:

“que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente mesmo”.
 

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3469606 Ano: 2024
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Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




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Considerando a palavra “efemeridade” (l. 18), analise as assertivas a seguir:

I. Trata-se de um substantivo abstrato.
II. A palavra “efeméride” é um adjetivo cujo sentido é relacionado ao da palavra destacada.
III. Um sinônimo possível para a palavra destacada é “transitoriedade”.

Quais estão corretas?
 

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3469605 Ano: 2024
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Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




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Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas nas linhas 01 e 11 (primeira e segunda ocorrências).
 

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3469604 Ano: 2024
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Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Leia a tirinha a seguir e as assertivas a respeito de sua relação com o texto-base desta prova.

Enunciado 3469604-2

Fonte: https://chargesdodenny.blogspot.com/2014/08/memoria-curta.html

I. Tanto a tirinha quanto o texto-base abordam a questão da memória.

E

II. Ambos abordam a memória sob o mesmo ponto de vista: o problema fisiológico do esquecimento.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

 

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Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. A autora tem como elemento disparador de sua reflexão a obra de alguém que acabou de falecer.
II. Segundo o texto, nosso dia a dia é repleto de fatos desagradáveis que dependem de nós para serem alterados.
III. Para a autora, nada, nem ninguém pode alterar a forma como lidamos com os fatos desagradáveis do dia a dia.

Quais estão corretas?
 

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