Foram encontradas 245 questões.
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
A Amazônia de Ermanno Stradelli
O que terá levado o jovem Ermanno Stradelli – nascido em 8 de dezembro de 1852 no castelo dos condes de Borgotaro, de família antiga, nobre desde os tempos de Maria Luiza de Bourbon, que a agraciou com o título – a abandonar riqueza, estudos, amigos, condição privilegiada, trabalho promissor para aventurar-se entre os índios da selva amazônica, a subir rios, a procurar fontes, a conviver com febres e desconfortos constantes, enfim, a dedicar 43 anos de sua vida, desde seu 27º aniversário, a isso tudo?
Era fantasia muito frequente entre os rebentos nobres de famílias de recursos, na Europa do século XIX, a aventura em expedições geográficas exploratórias em terras estranhas. Basta verificar quem eram os membros das Sociedades Geográficas dos diferentes países. Condes, duques, marqueses, até mesmo príncipes e..., naturalmente, capitalistas. Escolhiam, de preferência, lugares exóticos da Ásia e da África. Preparavam- -se estudando etnologia, topografia, astronomia, fotografia, farmácia, botânica, zoologia... Alguns escolheram a América Latina e, nela, o Brasil.
Mas há também casos de missionários e plebeus, como H. M. Tomlison, um simples contador de um banco de Londres que abandonou seus afazeres metódicos para também vir explorar o Brasil. Tomlison conhecera num pub o capitão de um navio inglês que se dirigia ao Brasil e contou-lhe sobre sua vida monótona e seu desejo de abandonar tudo aquilo. O capitão, então, teria feito uma aposta com o futuro viajante. “Se aquele ônibus recolher mais dois passageiros naquele ponto, antes de passar por aqui, você embarcará”. No ônibus subiram mais dois passageiros... e ele embarcou.
Qual terá sido o episódio definitivo que impeliu o jovem conde Stradelli a embarcar para o Brasil? Qualquer que tenha sido o motivo decisivo de sua vinda, não há dúvida de que, para isso, ele havia se preparado material e espiritualmente.
(Aurora Bernardini. In: Ermanno Stradelli. Lendas e notas de viagem. Martins Fontes, 2009)
Assinale a alternativa em que a forma verbal em destaque expressa na frase a ideia indicada entre parênteses.
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A Amazônia de Ermanno Stradelli
O que terá levado o jovem Ermanno Stradelli – nascido em 8 de dezembro de 1852 no castelo dos condes de Borgotaro, de família antiga, nobre desde os tempos de Maria Luiza de Bourbon, que a agraciou com o título – a abandonar riqueza, estudos, amigos, condição privilegiada, trabalho promissor para aventurar-se entre os índios da selva amazônica, a subir rios, a procurar fontes, a conviver com febres e desconfortos constantes, enfim, a dedicar 43 anos de sua vida, desde seu 27º aniversário, a isso tudo?
Era fantasia muito frequente entre os rebentos nobres de famílias de recursos, na Europa do século XIX, a aventura em expedições geográficas exploratórias em terras estranhas. Basta verificar quem eram os membros das Sociedades Geográficas dos diferentes países. Condes, duques, marqueses, até mesmo príncipes e..., naturalmente, capitalistas. Escolhiam, de preferência, lugares exóticos da Ásia e da África. Preparavam- -se estudando etnologia, topografia, astronomia, fotografia, farmácia, botânica, zoologia... Alguns escolheram a América Latina e, nela, o Brasil.
Mas há também casos de missionários e plebeus, como H. M. Tomlison, um simples contador de um banco de Londres que abandonou seus afazeres metódicos para também vir explorar o Brasil. Tomlison conhecera num pub o capitão de um navio inglês que se dirigia ao Brasil e contou-lhe sobre sua vida monótona e seu desejo de abandonar tudo aquilo. O capitão, então, teria feito uma aposta com o futuro viajante. “Se aquele ônibus recolher mais dois passageiros naquele ponto, antes de passar por aqui, você embarcará”. No ônibus subiram mais dois passageiros... e ele embarcou.
Qual terá sido o episódio definitivo que impeliu o jovem conde Stradelli a embarcar para o Brasil? Qualquer que tenha sido o motivo decisivo de sua vinda, não há dúvida de que, para isso, ele havia se preparado material e espiritualmente.
(Aurora Bernardini. In: Ermanno Stradelli. Lendas e notas de viagem. Martins Fontes, 2009)
Em relação à pontuação empregada no texto, é correto afirmar que
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A Amazônia de Ermanno Stradelli
O que terá levado o jovem Ermanno Stradelli – nascido em 8 de dezembro de 1852 no castelo dos condes de Borgotaro, de família antiga, nobre desde os tempos de Maria Luiza de Bourbon, que a agraciou com o título – a abandonar riqueza, estudos, amigos, condição privilegiada, trabalho promissor para aventurar-se entre os índios da selva amazônica, a subir rios, a procurar fontes, a conviver com febres e desconfortos constantes, enfim, a dedicar 43 anos de sua vida, desde seu 27º aniversário, a isso tudo?
Era fantasia muito frequente entre os rebentos nobres de famílias de recursos, na Europa do século XIX, a aventura em expedições geográficas exploratórias em terras estranhas. Basta verificar quem eram os membros das Sociedades Geográficas dos diferentes países. Condes, duques, marqueses, até mesmo príncipes e..., naturalmente, capitalistas. Escolhiam, de preferência, lugares exóticos da Ásia e da África. Preparavam- -se estudando etnologia, topografia, astronomia, fotografia, farmácia, botânica, zoologia... Alguns escolheram a América Latina e, nela, o Brasil.
Mas há também casos de missionários e plebeus, como H. M. Tomlison, um simples contador de um banco de Londres que abandonou seus afazeres metódicos para também vir explorar o Brasil. Tomlison conhecera num pub o capitão de um navio inglês que se dirigia ao Brasil e contou-lhe sobre sua vida monótona e seu desejo de abandonar tudo aquilo. O capitão, então, teria feito uma aposta com o futuro viajante. “Se aquele ônibus recolher mais dois passageiros naquele ponto, antes de passar por aqui, você embarcará”. No ônibus subiram mais dois passageiros... e ele embarcou.
Qual terá sido o episódio definitivo que impeliu o jovem conde Stradelli a embarcar para o Brasil? Qualquer que tenha sido o motivo decisivo de sua vinda, não há dúvida de que, para isso, ele havia se preparado material e espiritualmente.
(Aurora Bernardini. In: Ermanno Stradelli. Lendas e notas de viagem. Martins Fontes, 2009)
Considere as seguintes frases do 3º parágrafo do texto:
• “... H. M. Tomlison, um simples contador de um banco de Londres que abandonou seus afazeres metódicos para também vir explorar o Brasil”.
• “... e contou-lhe sobre sua vida monótona e seu desejo de abandonar tudo aquilo”.
No contexto em que estão empregados, os termos em destaque possuem como sinônimos, respectivamente:
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A Amazônia de Ermanno Stradelli
O que terá levado o jovem Ermanno Stradelli – nascido em 8 de dezembro de 1852 no castelo dos condes de Borgotaro, de família antiga, nobre desde os tempos de Maria Luiza de Bourbon, que a agraciou com o título – a abandonar riqueza, estudos, amigos, condição privilegiada, trabalho promissor para aventurar-se entre os índios da selva amazônica, a subir rios, a procurar fontes, a conviver com febres e desconfortos constantes, enfim, a dedicar 43 anos de sua vida, desde seu 27º aniversário, a isso tudo?
Era fantasia muito frequente entre os rebentos nobres de famílias de recursos, na Europa do século XIX, a aventura em expedições geográficas exploratórias em terras estranhas. Basta verificar quem eram os membros das Sociedades Geográficas dos diferentes países. Condes, duques, marqueses, até mesmo príncipes e..., naturalmente, capitalistas. Escolhiam, de preferência, lugares exóticos da Ásia e da África. Preparavam- -se estudando etnologia, topografia, astronomia, fotografia, farmácia, botânica, zoologia... Alguns escolheram a América Latina e, nela, o Brasil.
Mas há também casos de missionários e plebeus, como H. M. Tomlison, um simples contador de um banco de Londres que abandonou seus afazeres metódicos para também vir explorar o Brasil. Tomlison conhecera num pub o capitão de um navio inglês que se dirigia ao Brasil e contou-lhe sobre sua vida monótona e seu desejo de abandonar tudo aquilo. O capitão, então, teria feito uma aposta com o futuro viajante. “Se aquele ônibus recolher mais dois passageiros naquele ponto, antes de passar por aqui, você embarcará”. No ônibus subiram mais dois passageiros... e ele embarcou.
Qual terá sido o episódio definitivo que impeliu o jovem conde Stradelli a embarcar para o Brasil? Qualquer que tenha sido o motivo decisivo de sua vinda, não há dúvida de que, para isso, ele havia se preparado material e espiritualmente.
(Aurora Bernardini. In: Ermanno Stradelli. Lendas e notas de viagem. Martins Fontes, 2009)
A partir da leitura do texto, pode-se afirmar que a história introduzida no 3º parágrafo contribui para destacar que
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A Amazônia de Ermanno Stradelli
O que terá levado o jovem Ermanno Stradelli – nascido em 8 de dezembro de 1852 no castelo dos condes de Borgotaro, de família antiga, nobre desde os tempos de Maria Luiza de Bourbon, que a agraciou com o título – a abandonar riqueza, estudos, amigos, condição privilegiada, trabalho promissor para aventurar-se entre os índios da selva amazônica, a subir rios, a procurar fontes, a conviver com febres e desconfortos constantes, enfim, a dedicar 43 anos de sua vida, desde seu 27º aniversário, a isso tudo?
Era fantasia muito frequente entre os rebentos nobres de famílias de recursos, na Europa do século XIX, a aventura em expedições geográficas exploratórias em terras estranhas. Basta verificar quem eram os membros das Sociedades Geográficas dos diferentes países. Condes, duques, marqueses, até mesmo príncipes e..., naturalmente, capitalistas. Escolhiam, de preferência, lugares exóticos da Ásia e da África. Preparavam- -se estudando etnologia, topografia, astronomia, fotografia, farmácia, botânica, zoologia... Alguns escolheram a América Latina e, nela, o Brasil.
Mas há também casos de missionários e plebeus, como H. M. Tomlison, um simples contador de um banco de Londres que abandonou seus afazeres metódicos para também vir explorar o Brasil. Tomlison conhecera num pub o capitão de um navio inglês que se dirigia ao Brasil e contou-lhe sobre sua vida monótona e seu desejo de abandonar tudo aquilo. O capitão, então, teria feito uma aposta com o futuro viajante. “Se aquele ônibus recolher mais dois passageiros naquele ponto, antes de passar por aqui, você embarcará”. No ônibus subiram mais dois passageiros... e ele embarcou.
Qual terá sido o episódio definitivo que impeliu o jovem conde Stradelli a embarcar para o Brasil? Qualquer que tenha sido o motivo decisivo de sua vinda, não há dúvida de que, para isso, ele havia se preparado material e espiritualmente.
(Aurora Bernardini. In: Ermanno Stradelli. Lendas e notas de viagem. Martins Fontes, 2009)
Com base nas informações dadas pela autora do texto, é possível afirmar que
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Leia a tirinha em que Helga conversa com Hagar para responder à questão.

(Dik Browne. O melhor de Hagar, o horrível 8. Porto Alegre, RS: L&PM, 2018)
Conforme a leitura dos quadrinhos, é correto afirmar que
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Assinale a alternativa em que a concordância entre as palavras está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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O emprego da vírgula está de acordo com a norma-padrão em:
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Assinale a alternativa em que o emprego da crase obedece à norma-padrão da língua portuguesa.
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Leia o texto para responder à questão.
Agulha de crochê
Quando Jorge ligou para a esposa, perguntando se ela já estava pronta para sair, a emoção na voz dele perturbou-a um pouco. Por que ele insistia tanto em jantar fora, justo no dia em que os dois mais trabalhavam?
Luísa estava saindo de casa para encontrar o marido, que a esperava na porta do prédio, quando um vizinho lhe disse:
— Oi, Luísa! Então vocês estão fazendo aniversário de casamento hoje, hein? Vi o Jorge lá embaixo e ele me contou. Parabéns!
Luísa engoliu em seco e não conseguiu disfarçar a inquietação. Era isso! Aniversário de casamento! Como podia ter esquecido? Quinze anos de casados. E agora? Jorge a esperava no carro, possivelmente com um presente caro, como era seu costume. E ela nada tinha comprado. Nada! Nem um cartão.
Luísa entrou em casa novamente e começou a vasculhar as gavetas. Devia haver alguma coisa que serviria como presente. Viu então um objeto fininho que havia caído no chão: uma agulha de crochê. E decidiu que esse seria o presente pelos quinze anos de casamento.
Durante o jantar, Jorge entregou o pacote delicado: um belo diamante! E também um cartão e um pequeno álbum com fotos desses anos que estavam juntos.
Era chegada a vez de Luísa entregar o presente ao marido. Jorge abriu a caixa e encarou sério o conteúdo. Pegou a agulha de crochê, tentando entender o significado daquilo.
— Jorge, depois de quinze anos, você não é capaz de interpretar o meu sentimento? Eu poderia ter comprado um outro presente. Meditei muito sobre o meu amor por você para achar o símbolo exato para esta data.
— Ah, Luísa, me perdoe! Como eu fui idiota! É lógico que essa agulha é um presente incrível, pois não se tece uma relação de quinze anos se não for ponto a ponto, todos os dias. O mínimo que eu posso fazer, neste momento, é aprender com sua postura tão sábia e livrá-la deste presente fútil e comum que lhe dei. Fique com a caixinha, símbolo de tantos momentos maravilhosos que guardamos juntos. Amanhã mesmo vou até a loja e devolvo esta joia. Fazer o quê? ...
(Sueli de Brito Salles. Agulha de crochê. In: Márcia Lígia Guidin (Org.) NÓS, o gato e outras histórias. São Paulo: Miró Editorial, 2011. Adaptado)
No trecho do 1º parágrafo “Quando Jorge ligou para a esposa, perguntando se ela já estava pronta para sair, a emoção na voz dele perturbou-a um pouco.”, as palavras destacadas estabelecem, na ordem em que se apresentam, sentido de
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